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A Palestina, o clima, a habitação, a violência machista, Israel. Todos estes temas, o tipo de público e de manifestantes que lá vão estar é muito próprio, e é próprio daqueles que são os votantes do Bloco de Esquerda ou de pequenos grupúsculos de extrema-esquerda e esquerda radical. E isto é uma forma de contaminar os méritos e a razão óbvia de uma manifestação ou de um protesto a propósito da habitação.
Mas Gonçalo, a primeira manifestação, podes dizer que era uma manifestação de origem bloquista. A manifestação de ontem não era.
Correto. Eu devo dizer que o problema-
Ganhou escala.
Eu devo dizer que o problema, insisto, destes protestos, quando tentam fazer esta salada de frutas de causas, é que afastam, de facto, aquilo que é o cidadão comum. Eu devo dizer que participei em meia dúzia de manifestações na minha vida e uma delas, curiosamente a primeira, foi essa manifestação na altura a propósito da TSU, contra o governo de Passos Coelho. Imagine-se.
Alerta.
E lembro-me de ter descido. Eu acho que neste caso, vou deixar isso pra mais tarde quando falarmos das entrevistas.
Acho que temos que voltar a isto.
Foi a primeira manifestação que eu participei e na altura havia uma causa, não havia várias causas. Eu não sou um tipo de esquerda e, portanto, é evidente que se vou a uma manifestação ou um protesto, devo dizer que as outras foram todas contra Pedro Sánchez. Mas não vou a um protesto se a causa é sobre Israel ou sobre temas que ou não me dizem nada, ou com os quais eu estou contra. E portanto, acho que estas manifestações para terem escala e pressão pública têm que ser expurgadas, não sei se é o melhor termo, mas é o único que me ocorre, de outro tipo de causas que são causas de grupúsculos.
E ontem já viste que não havia bandeiras pró-Palestina.
Menos mal.
Foram retiradas estrategicamente, de propósito.
Agora, também sejamos claros numa coisa, que é: os cabeças de cartaz ou as pessoas que lideram os porta-vozes destas manifestações, são eles próprios políticos ou aspirantes a políticos, são dirigentes políticos de partidos políticos ou de movimentos associados a partidos políticos e, portanto, que têm uma agenda própria. O que eu quero dizer com isto? Que é evidente que o direito à manifestação é um direito constitucional, mas aquilo que o artigo 45 da Constituição diz, ou melhor, não diz, é que é evidente que eu posso me manifestar, mas não posso acampar ilegalmente numa praça. Ou seja, o direito à manifestação tem um quadro legal, e esse quadro legal tem que ser respeitado. Caso contrário, entramos numa espécie de anarquia sem regras. E acho que isso também não beneficia em nada a causa dos manifestantes.
É que me parece que se passou de uma manifestação pra um ativismo. Esse é sempre o problema destas coisas. A manifestação desse ponto de vista inicial, original, eu creio que é dia 10, salvo erro, se a memória não me traí, sobre habitação, é obviamente um tema que é mesmo um tema de emergência, eu diria, social, mas também económica, também já lá vou sobre essa matéria. Mas social, e de repente é tomada e transforma-se num ativismo e numa ocupação. Portanto, evoluiu na sua natureza. Eu, liberal, tenho alguma dificuldade em aceitar a coerção do Estado nos termos em que foi posto, e não estando lá, portanto, não tendo presenciado o acontecimento. Temos relatos de um lado e do outro, e temos imagens, mas tenho alguma dificuldade em perceber, porque acho que o Estado tem o poder monopólio da violência. Sim, tenho alguma dificuldade em perceber isso. E acho que o monopólio da violência também confere a quem exerce uma responsabilidade particular. Obviamente, sabemos a proporcionalidade. Não estou aqui a fazer processo de culpa contra os policiais que lá estiveram, porque não estive. Agora, que é evidente que aquilo se transformou numa ocupação ilegal, passou de uma manifestação pra uma ocupação ilegal, também é verdade. Que estrategicamente foram retirados cartazes da Palestina, mas ao mesmo tempo aparecem pessoas a falar com aquele lenço muito típico.
Do Arafa.
Sim, exato. Também se percebe o que ali vai. Na verdade, se nós olharmos para os últimos meses, últimos anos, mas já com este governo, passou da energia pra criticar o capitalismo e logo a ideologia, e era ativistas a lançarem tintas. E agora é a habitação. Cada uma delas, quer o tema do ambiente, a sustentabilidade, a energia, é um tema importante, quer o tema da habitação. Eu gostava de recordar uma coisa que até pareceu-me que caiu bastante mal dentro do governo, que foi a declaração do governador Álvaro Santos Pereira, sobre o tema da habitação. E esta semana ele dizia: não lhe parecia que estivesse a ser vista com a devida urgência a resposta à crise da habitação. As medidas, é certo, Miguel Pinto Luz e o governo, é o primeiro governo, de facto, a fazer medidas. Pedro Nuno Santos com o pacote Mais Habitação, foi um flop total. Foi tentado, não resultou. Este governo trouxe, eu diria, uma visão e uma intervenção muito mais abrangente, mas nós não estamos em tempo de esperar. E eu acho que o governo, eu concordo com Álvaro Santos Pereira, não está a ter o sentido de emergência para tomar medidas Ao lado das que estão a ser tomadas e que vão ter efeitos a prazo, para pôr habitação no mercado. E eu deixo uma reflexão/sugestão que é contraintuitiva, muito rápida. Nós discutimos sempre isto na base da dimensão social, como se tivesse tudo dependente de medidas de apoio social a quem não tem condições para pagar habitação. E essas têm que existir e até têm existido. Mesmo assim, são sempre insuficientes face à dinâmica do mercado.
Estás a pensar mais no lado económico.
Estou a pensar no lado económico que, sendo contraintuitivo e sendo difícil de aplicar por ser contraintuitivo, o governo, este ou outro qualquer, não conseguirão ultrapassar no curto prazo. Eu quando digo curto prazo é nos próximos seis a 12 meses. Um impacto de políticas públicas se não tiverem um plano de choque para que as casas que estão fechadas possam regressar ao mercado. E eu não estou a falar de iniciativas coercivas, longe disso. Estou a falar de medidas de choque que vão ser discutidas no plano público como medidas de apoio aos ricos. É assim que elas vão ser percepcionadas, mas que não há outra forma de ultrapassar e as pessoas têm que perceber que quem tem casa, tem que olhar pro incentivo e dizer: "Eu nem penso um segundo, eu vou pôr a casa no mercado, porque isto é tão bom." Eu dou uma sugestão. Quem tem casa no mercado, põe no mercado uma casa que tem fechada e que está disponível, o depósito está disponível, e não paga IRS sobre esses rendimentos durante 10 anos. Isto tem que ser um tipo de medida de choque de tal forma-
Há programas desses, nomeadamente em Lisboa, mas com problemas.
Falava-se há muitos anos de choque fiscal. Tem que ser o choque habitacional para pôr casas no mercado já.
E agora, Gonçalo, queres ir à entrevista de Diogo Feio no programa Vixi Suas, aqui da Rádio Observador. Ainda queres falar de uma outra entrevista, neste caso de Miguel Pinto Luz ao Expresso. O Dito também quer falar sobre esta entrevista, mas começo pela de Diogo Feio.
Quero. Isto, na verdade, é a segunda sexta-feira consecutiva onde eu trago um tema que é o entrevistado da Vixi Suas.
É verdade.
Semana passada falámos sobre Sebastião Moguel.
Só atesta da qualidade da Vixi Suas.
O mais possível.
Que está disponível em podcast em todas as plataformas.
É um excelente programa.
Eu acho que vocês foram os primeiros nos podcasts em setembro, creio.
O podcast, sim.
É verdade.
Saíram dados hoje.
Em marcas, sim. Vencemos.
Em marcas.
Vencemos, sim.
Então você quer dizer que eu faço perda de playthen.
É verdade.
Desta vez é perda de playthen.
Obrigado por me lembrares disso.
A entrevista de Diogo Feio vem na sequência da entrevista de Passos Coelho do passado domingo, e que eu agora por falta de tempo não vou falar, mas onde contraria a ideia com o seguinte argumento. A ideia central da entrevista de Passos Coelho foi a estratégia de haver uma maioria à direita do PS e, portanto, haver um acordo AD, PSD, Chega. E o que Diogo Feio vem dizer foi que no dia em que isso acontecer, haverá uma cisão à direita. Ora, eu pergunto se essa cisão já não existe. Porque de facto parece-me que esse debate está aberto e, portanto, se essa cisão já não existe. Ou se no dia em que o PS e o PSD fizerem uma espécie de bloco central, mesmo que oficioso, se isso também não vai ser uma cisão da direita. E pergunto isto porque a dada altura na entrevista, os jornalistas do Observador, e bem, perguntam a Diogo Feio: o que dirá o cenário em que o PS vence as eleições, mas que há uma maioria de direita entre o segundo e o terceiro partido, independentemente de quem fica em segundo ou em terceiro lugar? E a resposta é de facto muito curiosa, que é: "Bom, eu não faço comentários sobre cenários de que não gosto." E, portanto, a resposta diz tudo sobre o posicionamento daqueles que, dentro do espaço do centro-direita, estão a negar o óbvio, que é o que vai acontecer no dia em que o PS, eu já nem coloco a questão ao Chega, mas no dia em que o PS for o mais votado. E eu acho que isso é uma pergunta legítima que tem que ser feita, neste caso, ao líder do PSD, que seja candidato nas próximas eleições. E a verdade é que o tom desta entrevista, muito alinhado, aliás, com as declarações de Luís Montenegro, com as declarações de Pedro Duarte, a propósito de Passos Coelho, é curiosamente muito diferente do tom de Pinto Luz ao Expresso, onde me parece, aliás, uma exceção no governo, em termos públicos, quando diz: "Só nos podemos culpar a nós próprios", ou a propósito do Chega, eventualmente ultrapassar o PSD, diz: "Em democracia tudo pode acontecer". Ou seja, isto é a antítese de tudo aquilo que tem sido a narrativa do governo, desde Gonçalo Matias, que augura uma maioria absoluta para o PSD, a Hugo Soares, etc. Portanto, isto não deixa de ser curioso, porque Miguel Pinto Luz foi historicamente, dentro do próprio PSD, uma das vozes mais vocais, passo o pleonasmo, a propósito do Chega e de ser contra o não é não. Na verdade, Miguel Pinto Luz só deixou de ser contra o não é não quando entrou no Conselho de Ministros. O que, aliás, só mostra a sua solidariedade com o primeiro-ministro, o que é positivo, naturalmente, alinha com a estratégia. Mas o meu ponto é: há uma humildade de reconhecer méritos no adversário e há uma humildade de compreender que o quadro político talvez não seja aquele que a narrativa do governo quer passar. E pareceu-me uma boa entrevista nesse sentido.
Eu vi a entrevista, sobretudo à luz da entrevista de Pedro Passos Coelho. Esse excerto captou a minha atenção, sobretudo porque vi Miguel Pinto Luz fazer espargata e portanto acho que em termos de nota técnica, nota artística.
Estava de fato.
Estás muito cáustica hoje.
Não é difícil.
Agora vou ter que imaginar o Miguel Pinto Luz de maiô.
Não há necessidade.
Não havia necessidade.
Não havia necessidade. E eu percebo, o próprio faz o disclaimer de dizer que é amigo dos dois, de Pedro Passos Coelho e de Luís Montenegro, e portanto estava num papel muito ingrato, mas acho que saiu-se muito bem dessa dualidade. Explicando que o caminho que Luís Montenegro trilhou era o único que podia trilhar, daí não haver ligação preferencial ao Chega, e acabou por admitir, ele próprio, que não era a sua visão, mas também explica que a sua visão era numa altura em que o Chega era um deputado e agora são 60. Portanto, as dificuldades, nesse sentido, aumentaram. E depois, eu acho que a parte do ato de contrição, dizendo que há um problema no governo, admitir que precisa de ser mais reformista, acaba por respaldar também aquilo que diz Pedro Passos Coelho sobre o assunto. Mas depois pede tempo e eu acho que ele aqui tem alguma razão.
Ele não diz exatamente que precisa ser mais reformista, ele diz que precisa de comunicar melhor as respostas que está a dar.
Precisa ser percepcionado como mais reformista.
Porque considera que o que está a ser feito vá lá, que ao contrário do primeiro-ministro, não atira a comunicação social como responsável por essa perceção.
Evidente.
Sim, mas pede no final tempo, e eu acho que ele aí tem razão.
Claro que sim.
E eu acho que Miguel Pinto Luz é sempre muito bom a fazer este tipo de ponte e acho que em termos de entrevista, a bem do governo, Miguel Pinto Luz é sempre muito eficaz. Portanto, não sei se do ponto de vista da comunicação não seria melhor que ele desse as entrevistas.
Eu devo acrescentar que também a nível de decisão política, também.
Sem dúvida.
Não é apenas Miguel Pinto Luz, o ministro das Finanças aqui tem um papel, mas abriu e fechou o dossiê da TAP, com um negócio que tendo em conta as circunstâncias, é preciso acrescentar, é a melhor das soluções possíveis.
Também lançou esta semana o primeiro rebit do TGV.
Para azar do ministro Pinto Luz, o ministro Luís Neves decidiu demitir o secretário-geral da Administração Interna com uma grande capacidade política e portanto matou um dos grandes momentos deste governo esta semana, que de facto foi de uma grande habilidade política. Mas o TGV avançou, o processo está a avançar, mais que avançar, já está no terreno. Ainda por cima tem um dado curioso, não sei se repararam. Na entrevista de Pedro Passos Coelho, só houve um ministro elogiado.
António Leitão Amaro.
Leitão Amaro. O próprio Miguel Pinto Luz não foi dos mais causticados, não foi uma saúde, mas não foi poupado às críticas por causa do tema da habitação, nomeadamente. Mas consegue ter um discurso político estruturado que não deixa de defender o governo e a sua posição, sem romper ou sem criar atritos que são desnecessários, porque o governo já tem os que tem, nomeadamente por força da dificuldade de fazer coisas. No caso do próprio Pinto Luz, está no Parlamento o tema do novo regime de arrendamento, chamado NRAU.
NRAU.
Um nome assim tão interessante.
É felino, não é? Quase parece ronron.
Mas que depende obviamente de entendimentos com o Chega, porque o PS não quer, e se não houver o Chega, não há novo regime e não há condições, portanto, fica isto pendurado, nomeadamente no tema da habitação. Eu acho que tem tido essa habilidade e apesar de tudo, creio que no caso TAP acabou por conduzir. Eu não gosto da propaganda sobre vamos recuperar o dinheiro. Admito que seja uma tentativa de dar a mão ao PS, mas como dizem ao mesmo tempo: "Vamos recuperar os 3,2 bilhões", mas depois Pedro Nuno Santos e o governo do PS fizeram um crime de lesa-majestade quando lá puseram os 3,2 bilhões. Isto parece difícil de compatibilizar com a ideia de que querem entendimento com o PS. Mas veremos. Mas desse ponto de vista político e de afirmação de discurso político também, eu creio que Pinto Luz é dos ministros com maior capacidade e que está a acertar no tom.
Deixa-me aproveitar este momento para pedir desculpa aos ouvintes. Eu convido as pessoas para virem ao "O Investidor É" para darem notas.
Virem aqui mesmo.
E nesta edição do "O Investidor É", ainda não pedi uma única nota no meio disto tudo. Portanto, se quiserem dar notas genéricas agora, só para dispersar.
Eu vou dar uma boa nota a Miguel Pinto Luz e à entrevista que ele dá, um 16. E concordo com uma coisa que a Judite disse agora, que é provavelmente dos ministros que melhor comunica a favor do governo, sem romper com uma ala do PSD, que pode ser minúscula, mas que é vocal no ambiente mediático, que é a ala de Passos Coelho. E ele consegue fazer essa ponte de maneira muito eficaz. Ao contrário de, por exemplo, Leitão Amaro, que dá uma entrevista muito curiosa na Sic Notícias esta semana, onde se percebe que é estranho que seja o ministro da Presidência, é estranho que ele seja o ministro da Presidência, porque de facto tem essa vocação de porta-voz, e aquilo não funciona muito bem. Não tem o à vontade que se espera. Quando lhe referem que Passos Coelho o elogiou e por ter sido o único elogiado, fica, como dizem os brasileiros, sem graça.
Sem jeito.
Sem jeito. E, portanto, talvez Pinto Luz devesse ser mais destacado no âmbito do governo.
Dás-lhe uma nota.
Eu também ia dar uma boa nota a Miguel Pinto Luz, dou-lhe um 14 e em compensação a Carlos Abraão Amorim, dou-lhe um nove.
E o António?
E eu dou um 10 à venda da TAP, porque eu acho que afinal não está concluída. Veremos como é que vai ficar ao fim com a Comissão Europeia.
E vamos aproveitar para falares do negócio de massa? Vou. Um negócio de massa.
De massa.
Um dos problemas principais da economia portuguesa, nós temos muitos, mas um deles é mesmo a dimensão. O tamanho importa mesmo. A escala das empresas importa mesmo. Nós passamos a vida a discutir Que as empresas portuguesas são pouco produtivas, e são, por um conjunto de razões, desde a má gestão, até má formação de trabalhadores, até a má capacidade de liderança, de gestão, o contexto. Isso cria empresas, de facto, pouco produtivas, pagam baixos salários. Temos algumas exceções e este negócio que foi anunciado hoje é de facto um negócio muito importante. A Cerealis, que tem nomeadamente as massas Nacional e Milanesa, abalançou-se, é mesmo o termo. Fatura 400 milhões de euros, abalançou-se para a compra de uma empresa que se chama Panzini, em França, e que tem operações noutros países, em Itália e na República Checa, que fatura 600 milhões. Portanto, num salto, temos um grupo português que passa a contar, do ponto de vista europeu, na indústria alimentar e que vai faturar mil milhões de euros. Obviamente, a faturação não nos diz tudo. É preciso ver a rentabilidade, mas obviamente esta empresa que foi comprada tinha sido comprada por um fundo, um destes fundos que toda a gente diz que são abutres, mas que são muito úteis à economia, porque reestruturaram a empresa, é o CVC, e que agora vendem, e permitem a criação de um grupo português de dimensão europeia num setor importante. Eu acho que isto é, de facto, um exemplo. É preciso, obviamente, ter balanço para fazer estas coisas. Porque quando corre mal, é preciso ter orçamento para aguentar. É preciso ter liderança, ter visão, ter capacidade de integração quando há empresas com fusões, neste caso. É preciso ter isso tudo, mas, de facto, é preciso ter a capacidade e a coragem de perceber que o mercado... Não é que as empresas pequenas em si mesmo sejam um mal em si mesmo, mas aquelas que têm potencial para crescer, têm mesmo de crescer. E este é um exemplo-
Então merece uma nota positiva.
Merece um 16 e só não mais, porque o closing da operação, o fecho da operação, vai ser feito daqui por três a quatro meses. E, portanto, é um negócio, de facto, com muita massa.
E todos nós, eu pelo menos gosto muito de massa. Infelizmente, para as minhas ancas, eu gosto muito de massa.
Já agora, não falei, o empresário é Carlos Moreira da Silva. A responsabilidade é minha trazer isto aqui, porque Carlos Moreira da Silva fáço-lhe isso que ele é acionista aqui da casa, mas não é só, é da família, enfim, com outros acionistas.
Não te pediu para vires falar do assunto.
Não, não me pediram para vir e a notícia foi do Eco.
Já cá faltava. A notícia foi do jornal Eco.
Jornal Eco.
Amanhã há mais, e o vencedor é nas manhãs 360 de fim de semana, amanhã com a Eunice Lourenço e o Henrique Barnai.