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Este programa tem o apoio de Renault Ecoplan.

A Renault quer afirmar-se como líder de mobilidade elétrica. Por isso, vamos ajudar a tirar os carros poluentes das ruas com o Eco Rebate e vamos facilitar o carregamento com o Eco Charge e o Eco at Home. Este é o Renault Ecoplan. Conheça as iniciativas em renault.pt.

O Futuro em Direto.

Nos próximos cinco minutos, o futuro está em direto na Rádio Observador, com o apoio da Renault. Vamos estabelecer ligação com o nosso enviado especial ao futuro, mais precisamente a 2050, ano em que está previsto que Portugal atinja a neutralidade carbônica. Luís Reinaldo, estás por aí, repórter do futuro?

Estou sim. Olá, João. Estou preparadíssimo para mais uma missão e desta vez, em movimento.

Em movimento? Não me digas que agora fazes exercício físico aí no futuro.

Também, mas o movimento de que te falo é de mobilidade. Acabei de entrar no comboio para ir até ao centro da cidade e até lá, ainda devo apanhar boleia num veículo partilhado ou conduzir uma bicicleta elétrica. Deixa-me perguntar-te, ainda vais de carro particular para o trabalho, João?

Vou sim, vou eu e a maioria dos portugueses. Aliás, ainda há pouco estacionei o meu carro aqui na garagem, mas depois de duas horas no para arranca, no trânsito. Aposto que disso é que tu não tens saudades, não é?

Confirmo, é verdade.

Aqui em 2020, ainda não encontramos solução para estas dores de cabeça. Vais animar-nos com notícias do futuro?

Estás com um ótimo humor para quem esteve tanto tempo no trânsito. Mas olha, trago-te ótimas notícias de 2050. Fica a saber que em 30 anos muita coisa vai mudar e a condução vai ficar mais amiga do ambiente.

Vais dizer-me que as autoestradas são no céu, os carros já voam e o teletransporte está para breve?

A tua ambição diverte, meu amigo. Ora bem, se estás a perguntar-me se vivo dentro de um filme de ficção científica, ainda não. Em 2050, continuamos a ver isso só no cinema. Mas vou contar-te um segredo do futuro. O setor da mobilidade e dos transportes será um dos que terá maior evolução tecnológica. Imagina tu que vai concentrar 40% do investimento nos próximos anos.

Investimento? Que mudanças nos esperam? Sabes, li no outro dia que o setor dos transportes é um dos principais emissores nacionais, com cerca de 25% de todas as emissões. E a tendência é de aumento.

Precisamente, tivemos de refletir e é por isso que algo teve de ser feito. E és de gostar deste futuro, João. Sabes que aqui em 2050, espera-vos uma realidade bem mais sustentável, eficiente e económica. As idas para o trabalho e as deslocações, por exemplo, vão ser muito menos estressantes. Olha, e eu já ganhei anos de vida sem o trânsito do passado.

Estou a ouvir.

Já sabia que ia ter toda a tua atenção. Ora João, a mobilidade do futuro será multimodal, ou seja, em 2050, os meios de transporte públicos e privados estão tão bem organizados que é possível combinarmos várias formas de transporte do mesmo trajeto para chegar ao mesmo destino.

E isso compensa? Não demora mais tempo?

Está tudo muito bem coordenado, João. Graças à revolução digital na mobilidade, serviços como a partilha de viaturas, as scooters, as bicicletas, as trotinetas elétricas e as aplicações de transporte de passageiros, fizeram-nos perceber que circular com carro próprio todos os dias não compensa. Até porque estas alternativas não só ajudam a diminuir o trânsito, como a maioria já é elétrica, ou seja, polui muito menos, como sabes.

E não se ouvem buzina delas aí no futuro?

De vez em quando, sim, não te vou mentir.

E os transportes públicos também vão evoluir? Davam grande jeito.

Vão, sim. Se viesses ter comigo em 2050, João, irias reparar que houve uma transformação bastante grande nos transportes públicos, mas a isso já lá vamos.

Então?

Deixa-me dizer-te primeiro que os motores de combustão interna, que utilizam em 2020, aqueles que poluem o ambiente à séria, foram quase todos substituídos por veículos elétricos. E por isso, daqui a 30 anos, será ainda mais normal ter variadíssimos postos de carregamento elétricos espalhados por todo o país.

Então os carros de 2020 são peças de museu, daqui por só 30 anos?

Agora tiveste piada, João. Posso dizer que aqui no futuro, começámos mesmo a privilegiar alternativas mais ecológicas.

E as empresas que fabricam automóveis acompanham essa tendência?

Sim, e o setor automóvel assumiu essa responsabilidade e adaptou-se muito bem às exigências do momento. Sabes, foi bonito ver uma ação concertada para alcançar a neutralidade carbônica e diminuir o impacto ambiental. Vais ficar surpreendido, João, garanto que o ar aqui em 2050 é bem mais respirável.

Agora aqui entre nós, sempre é verdade que em 2040 já não se vendem veículos ligeiros de passageiros e de mercadorias com motores poluentes, como Portugal prometeu?

Estás muito bem informado, companheiro. Numa fase de transição, vão utilizar-se muito os biocombustíveis avançados, mas atualmente as alternativas são outras. Em 2050, não tens ideia da quantidade de veículos movidos a eletricidade e até a hidrogênio.

Voltamos aos transportes públicos?

Claro que sim. Entretanto, entusiasmei-me com a inovação no setor automóvel. Além de todas as alternativas de mobilidade suave e coletiva, que já falei, que fazem parte da tal integração modal, fica a saber que nas cidades do futuro, as chamadas smart cities, existirá melhor e maior concentração entre todos os meios de transporte público, nomeadamente em termos, por exemplo, de horários, de frequência, de expansão das redes.

Desculpa, interrompi. Ias dizer alguma coisa?

Sim, ia dizer que para vocês aí no passado, pode ser estranho, mas esta manhã, por exemplo, não esperei tempo nenhum para apanhar comboio e não vim a cheio. Para facilitar a deslocação das viaturas públicas e diminuir o risco de engarrafamento urbano, foram também construídas vias exclusivas para transportes públicos.

E com o transporte de mercadorias?

João, ao longo das últimas décadas, foi tudo pensado ao pormenor. A inovação também chegará ao transporte de mercadorias. De que forma? Vais perguntar-me, já sei.

Já me conheces bem. Sim, e de que forma?

Ora, com a descarbonização desse tipo de transporte, seja de curta ou de longa distância, começaram a ser usados combustíveis mais limpos e de base renovável. Existe também uma maior coordenação de modalidades de transporte, ou seja, a tua mercadoria, por exemplo, pode sair de caminhão de um armazém, depois segue maritimamente para o próximo destino, onde será colocada num comboio até chegar à tua casa. Um novo mundo, não é, João?

Acredito que com essa repartição, a intensidade carbônica energética do sistema de transportes vai diminuir.

Exatamente. Até parece que tu é que vens do futuro.

Bem, ando aqui a aprender umas coisas contigo.

Até que enfim. João, sem te querer despachar, vou ter de utilizar uma bicicleta para continuar caminho. Aqui em 2050, sabes, já somos muito tecnológicos, mas estou para ver uma bicicleta que se conduza sozinha. Como sabes, não sou grande condutor.

Já esteve mais longe de ser verdade, Luís. Quem sabe se numa próxima conversa não falaremos sobre essa invenção. Foi o Futuro em Direto, na Rádio Observador, com o apoio da Renault. Voltamos para a semana com mais histórias a partir de 2050.

O Futuro em Direto.

Este programa teve o apoio de Renault Ecoplan.

A Renault quer afirmar-se como líder de mobilidade elétrica. Por isso, vamos ajudar a tirar os carros poluentes das ruas com o Eco Rebate e vamos facilitar o carregamento com o Eco Charge e o Eco at Home. Este é o Renault Ecoplan. Conheça as iniciativas em renault.pt.