Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Este programa tem o apoio de Renault Eco Plan.

A Renault quer afirmar-se como líder de mobilidade elétrica. Por isso, vamos ajudar a tirar os carros poluentes das ruas com o Eco Rebate. E vamos facilitar o carregamento com o Eco Charge e o Eco eTron. Este é o Renault Eco Plan. Conheça as iniciativas em renault.pt.

O futuro em direto.

Nos próximos cinco minutos, o futuro está em direto na Rádio Observador, com o apoio da Renault. O repórter Luís Reinaldo é o nosso enviado especial ao ano 2050, ano em que está previsto que Portugal atinja a neutralidade carbónica. Boa tarde, Luís. Já estás por aí, repórter do futuro?

Boa tarde, João. Boa tarde também aos nossos ouvintes. Estou por aqui, sim, como sempre, e preparadíssimo para vos trazer novidades do futuro.

Para quem está a trabalhar, parece estar muito tranquilo. Estou enganado? Tenho a indicação que hoje vais falar-nos precisamente sobre um tema que nos toca a todos: o trabalho.

Não estás todo enganado e, neste momento, estou especialmente tranquilo, porque converso contigo, João, a partir da esplanada de um parque natural. Não sei se devia ter-te dito isto, sabendo eu das políticas de trabalho de 2020, mas caro João, caros ouvintes, vale a pena conhecer o futuro do trabalho.

Isso é uma piada do futuro ou estás de férias?

Já estive de férias, João, e não estou a gozar contigo. Estou mesmo a trabalhar. É que daqui a 30 anos, a forma como trabalhamos mudará drasticamente. E é por isso que te falo a partir deste oásis natural.

Tens toda a nossa atenção. Eu já estou superentusiasmado para a conversa desta tarde. Então, em 2050, podemos trabalhar onde quisermos. Conta-nos mais.

Sabes, em 2050, a forma como olhamos o escritório físico mudará completamente. Com as práticas de trabalho remoto, que agora estão bastante na moda, eu sei, aí em 2020, o conceito de escritório vai se transformar. Daqui a 30 anos, já não será necessário picar o ponto todos os dias e poderás trabalhar de onde te sentires mais confortável e produtivo. Imagina um escritório como uma nova rede de locais físicos e virtuais, escolhida por cada trabalhador. E desta, estavas à espera, João?

No fundo, todos seremos como os nômades digitais. Trabalhamos para uma empresa portuguesa, por exemplo, a partir de uma praia na Tailândia?

É isso, nem mais. Podemos dizer que sim. É muito interessante, não é?

Eu diria mais, auspicioso. Gosto da forma como pintas o futuro. E que mais?

Sabemos que aí em 2020 costumam olhar o futuro com algum receio. Será que os robôs vão dominar o mundo e fazer-nos trabalhar para eles como aquelas distopias que vocês veem nos filmes e nos livros?

Ah, diz-me, por favor, que não será assim. Estou com medo da tua resposta.

João, podes ficar descansado que não vais ser controlado por um patrão robô, mas digo-te, vão haver muitas mudanças.

Então?

Como já te tinha dito, o método de trabalho tornou-se mais fluido. Os horários de trabalho são mais flexíveis e vão ser adaptáveis às necessidades dos trabalhadores. Dentro de 30 anos, parte dos funcionários trabalhará remotamente e virtualmente, e outra parte fisicamente nos escritórios. E talvez a parte que deixe mais gente do passado apreensiva, algumas tarefas vão ser naturalmente desempenhadas por robôs.

Fico mais descansado. E que mais?

Posso dizer que existem alguns aspetos positivos no fato destas tarefas repetitivas, desempenhadas agora por máquinas muito inteligentes. Por exemplo, eu tenho mais tempo para pensar, para criar, para desenvolver relações com os meus colegas de trabalho.

Com tanta mudança, agora estou é curioso para perceber como é que são os escritórios em 2050.

Estou aqui para satisfazer a vossa curiosidade. Vamos a isto? Em 2050, a tecnologia dominará os escritórios do futuro. Estamos mais conectados do que nunca e estamos mais do que habituados a lidar com assistentes virtuais e sistemas de inteligência artificial. Bastante diferente do que imaginavas, não é? Mas tenho mais surpresas para ti e para os nossos ouvintes.

Já apertamos o cinto e estamos preparados para mais futuro.

Imagina que no edifício onde trabalhas, as janelas de vidro são inteligentes e adaptam-se às condições meteorológicas. Quer dizer também que no meu futuro, as janelas podem tornar-se ecrãs de trabalho, onde podes ter, por exemplo, uma reunião virtual.

Não acredito.

Acredita, companheiro. Mas há mais. Imagina que surge uma call de última hora e o cliente que está do outro lado só sabe falar mandarim. Mandarim! Onde é que facilmente vais arranjar alguém que fale mandarim? Não precisas, porque os softwares do futuro vão ter características como, por exemplo, a tradução em tempo real.

O futuro de 2050 é realmente fascinante e eficiente.

Sim, é uma das grandes vantagens dessas mudanças, facilitam muito o nosso trabalho. E fisicamente, os espaços de trabalho dentro dos edifícios também vão mudar muito.

Devo ter medo do que me vais dizer?

Medo, não. São mudanças positivas. Fica a saber, por exemplo, que em 2050, os cubículos vão passar à história e as paredes que dividem atualmente os vossos espaços de trabalho individuais, também. Enfim, um pouco como já acontece em 2020, eu sei. Essas divisórias adaptam-se às necessidades dos trabalhadores e das áreas e podem ser movidas facilmente.

E tens mais surpresas do futuro?

Claro. O que é que pensas, por exemplo, sobre cadeiras?

Estás a perguntar-me o que eu acho sobre cadeiras? Podes contextualizar, pelo menos?

Claro que posso, João. Perguntei-te isto porque, no futuro, as cadeiras também não vão ser muito comuns. À medida que começamos a implementar um estilo de vida mais saudável, não queremos passar o dia todo sentados. Então, cada vez mais, aqui em 2050, optamos por trabalhar em pé ou em movimento. Claro que as cadeiras não vão desaparecer, mas digamos que os hábitos de trabalho, esses sim, vão mudar muito.

Só vejo vantagens em tudo. Será mesmo assim?

Como em tudo, há aspetos positivos e negativos, não é, João? Se por um lado a tecnologia nos facilita bastante a vida pessoal e profissional, por outro, a privacidade é um assunto controverso, tal como a segurança de dados. Mas isso será um tema para uma outra conversa, está?

Estarás também a falar dos sistemas de tracking.

Olha, por exemplo, sim. Atualmente, quando eu vou à redação, por exemplo, já não passo cartão como em 2020. Aproximo-me de um detetor que faz reconhecimento facial e tenho acesso no momento.

Olha, Luís, e gostas do teu futuro?

Olha, João, eu posso dizer que com estas facilidades, acabo por ter mais tempo para me focar nos aspetos mais humanos do meu trabalho, ter mais atenção às pessoas com quem trabalho, desenvolvo laços, tenho tempo para ser mais criativo. Apesar de ser uma grande mudança, coisas boas te esperam daqui a 30 anos, companheiro.

Assustador, mas fascinante. Bom, por agora continuo aqui em 2020, mas venha de lá esse futuro.

Ok, despeço-me de ti, João, e dos ouvintes. O sol está a desaparecer e ainda quero dar um mergulho. Até breve.

Até à próxima, Luís.

O futuro em direto.

Este programa teve o apoio de Renault Eco Plan.

A Renault quer afirmar-se como líder de mobilidade elétrica. Por isso, vamos ajudar a tirar os carros poluentes das ruas com o Eco Rebate. E vamos facilitar o carregamento com o Eco Charge e o Eco eTron. Este é o Renault Eco Plan. Conheça as iniciativas em renault.pt.