Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Ideias Feitas. Ideias Feitas na Rádio Observador com Alberto Gonçalves. Olá, Alberto, bem-vindo.

Olá, Ricardo. Boa tarde.

E hoje queres ir a uma das notícias do dia, esta tentativa de atentado, não sabemos ainda com 100% de certeza se foi esta a razão ou não, num voo que fazia a ligação entre Dubai e Tel Aviv.

Não temos ainda a certeza, mas podemos ter alguns palpites. Mas eu antes disso gostava, sem sair do assunto, de falar duas ou três outras histórias ou episódios que têm alguma coisa a ver com a questão israelita e o Médio Oriente. Eu, por exemplo, hoje podia falar da estreia, porque acontece hoje em Portugal, do filme documentário "Nasa", aquele filme que teve 25 ou 26 minutos de aplausos no Festival de Veneza. Ou seja, o público de Veneza gostou imenso do filme, com certeza. E boa parte dos mídia portugueses também, já que não vi grandes referências ao fato de o documentário ser essencialmente uma coleção de mentiras, distorções e manipulações da realidade, e na melhor das hipóteses, algumas meias-verdades. Tudo muito alinhadinho e muito cozinhadinho para que Israel fique mal no retrato. Nalguns exemplos, pelo menos que vi, os mídia recomendam o filme sem informar o público de que o documentário assenta em testemunhos sob anonimato, que são impossíveis de verificar, como se imagina, e ainda por cima com declarações que, ao que parece, são descontextualizadas. Também não dizem que o filme "Nasa" ignora por completo o 7 de outubro e a barbárie desse dia e não dizem que aquilo é, no fundo e à superfície, uma peça de propaganda do Hamas desenhado para incitar ainda mais boicotes internacionais contra Israel e mais atos espontâneos de antissemitismo e por aí fora. Mas portanto, o filme "Nasa" estreia hoje em Portugal. Outro assunto sobre o qual eu também poderia falar, sem mudar de tema, era sobre o jogo de futebol que aconteceu há dois dias, salvo erro, Israel e Irlanda, que teve que ser disputado em campo neutro, salvo erro, na Hungria. E foi uma partida em que houve jogadores irlandeses que recusaram ser convocados por não terem de se conspurcar, imagino eu, com a proximidade excessiva a futebolistas que são israelitas e para com os judeus independentemente das opiniões que cada um desses judeus tenha sobre as políticas do governo do seu país. Mesmo os jogadores que aceitaram ser convocados, e houve um número suficiente de irlandeses que aceitaram ser convocados, senão não haveria jogo, imagino com enorme sacrifício, recusaram o tradicional aperto de mão aos jogadores israelitas e baixaram a cabeça em sinal de protesto durante o hino nacional israelita. Alguns jogadores usaram até braçadeiras pretas. Eu suponho que os irlandeses não fariam o mesmo se defrontassem, por exemplo, o Irã, a Nigéria ou a China, ou outros países que têm problemas, conflitos e chatices em curso, vamos dizer assim. E suponho que a FIFA, que costuma indignar-se imenso com casos de racismo no futebol, não se preocupou nada com este episódio. E suponho, ou neste caso tenho a certeza, que os mídia em geral acharam tudo isto normal e não falaram em escândalo. Ninguém vai fazer disto uma história. E por falar em mídia, mais um tema que, sem fugir do assunto principal, podia falar também diretamente do jornal Público, que ainda anteontem dedicou para a sua centésima capa a Gaza. Não estou a contar, mas já são muitas, e com imagens cuidadosamente enquadradas a preencher a capa na íntegra, para mostrar a devastação do território, que existe com certeza, mas sem mostrar as partes do território que não estão devastadas. E para abrilhantar o artigo no interior do jornal, o Público usou como principal fonte sobre o que está a acontecer em Gaza, a honestíssima e isentíssima relatora da ONU para os territórios palestinianos ocupados, mesmo que Gaza antes do 7 de outubro não fosse ocupada por um único israelita desde 2007. Estou a referir-me a esta senhora que é relatora da ONU, a senhora dona Francesca Albanese, alguém que mostra sempre uma imparcialidade inatacável na questão do Médio Oriente e certamente por isso merece ser ouvida.

E agora vou ter que te acelerar, Alberto.

Ok. Agora vou mesmo terminar falando muito brevemente sobre o avião que hoje foi alvo de uma tentativa de sequestro durante um voo entre Dubai e Tel Aviv. Factualmente, do que nós sabemos, tudo indica que o copiloto esfaqueou o comandante de modo a lançar o avião. Imagina-se que sobre algum local específico ou genérico de Israel e matando todos os ocupantes, naturalmente, se possível. Mas felizmente o terrorista acabou dominado por diversos passageiros israelitas e aterrou de emergência na Arábia Saudita, pelos vistos, isso também não consegui confirmar, há quem diga que sim, há quem não saiba, pilotado por um passageiro que é piloto e é israelita. Eu espero sinceramente que os mídia não se deixem influenciar por estas informações e pela mera realidade e que nas próximas horas digam a verdade ou aquele tipo de verdade em que o Público, a Al Jazeera, a BBC e tantos mídia gostam de disseminar. Ou seja, espero que se diga que um valoroso guerrilheiro da resistência ao serviço da Palestina, ou no mínimo um ativista pela libertação da Palestina, foi oprimido por sionistas a bordo de um avião.

Obrigado, Alberto. Até amanhã. Um abraço.

Até amanhã, Ricardo. Um abraço.

Há um novo ponto de encontro para quem gosta de golfe. Todas as sextas-feiras à tarde, o podcast "Conversas no Tee" tem swing e boas conversas. Para ouvir na Rádio Observador, em observador.pt e nas plataformas de podcast. Em parceria com a Federação Portuguesa de Golfe e com o apoio da DS Automobiles.

A dor tem muitas formas, afeta muitas pessoas e todas merecem ser ouvidas. Na segunda temporada do projeto "Dor", continuamos a dar voz a quem vive, estuda e procura aliviar a dor crônica. Saiba mais em observador.pt. Uma iniciativa do Observador com o apoio da Ferraz Lins.

Dias mais curtos e com menos luz pedem cuidados extra na estrada. Lâmpada fundida? Passe na MyForce. Com ou sem marcação, na MyForce mudamos a sua lâmpada a partir de €1,99. Com mais de 90 oficinas MyForce, há sempre uma perto de si para resolver o problema na hora. MyForce, o futuro da reparação automóvel.

Então Pedro, como é que vai o negócio?

Está fortíssimo.

Boa! E o pagamento das faturas?

Rapidíssimo.

Ok, já vi que aderiste ao novo Cash on Time.

Confirmadíssimo.

Descubra a nova solução digital de confirming do Millenium Cash on Time. Agora os fornecedores podem receber o pagamento das suas faturas de forma ainda mais rápida e fácil, mesmo que não sejam clientes Millenium. Saiba mais em millenniobcp.pt/fornecedores. Millenium, é para avançar. Banco Comercial Português SA, registado no Banco de Portugal sob o número 33.

Rádio Observador, são 18h59 em Portugal continental e na Madeira, menos uma hora