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Ela está de regresso, Rita Camarneiro.

Olá, tudo bem? Bom dia. Olá, Rita. Tudo bem. Olha a Carla. Olá, Carla. Ainda não tinha apanhado.

Ainda não tinha estado com a Carla.

Agora é que vai ser. Que alegria e que gosto. Carla Jorge Carvalho.

Olha, gostas de nós.

Gosto de vocês todos. Rita Camarneiro, Carla Jorge Carvalho. Carla Jorge Carvalho, Rita Camarneiro. Adoro. Tudo bem com vocês? Tudo bem. Sabem que eu fiquei no meu primeiro dia de férias, a pé, na A8, acompanhada da minha filha de nove meses, duas horas à espera da seguradora. Valeu-me a concessão de autoestradas, que levou uma carrinho e que nos deu água e bateria no telefone. Obrigada, João Vicente. Foi o senhor da Brisa que me ajudou. Liguei ao 112 e a polícia não quis ajudar, que não era da competência deles. Fiquei em pânico.

A Rita aproveita sempre este momento para fazer os seus desabafos.

Só para dizer que é muito complicado ficar parado.

Com a bebé.

Parado na autoestrada, é um pânico. Enfim, o que é que eu estava a contar?

Isso quer dizer, vamos em frente.

Ficou sem embraiagem. Tenho que pôr o número no carro para me ligarem, para vender. Hoje viajamos até à Maia. Maia, a abelha Maia. Maia. Não, não é essa. É mesmo a Maia cidade. E por lá vamos ficar, até porque é uma cidade que merece a nossa atenção, com candidatos tão generosos e de tão bom coração. E não sou eu que digo, é José Manuel Ribeiro, candidato à Câmara Municipal da Maia pelo PS, que apresenta assim Sara Remelgado.

Olá, é com muita alegria que apresento a todos os maiatos de Folgosa, a Sara Remelgado, candidata à presidência da Junta de Freguesia. A Sara é uma maiata de coração enorme, que aceitou com imensa generosidade o desafio que lhe fiz, o que muito nos honra e nos responsabiliza.

Lindo.

Que introdução tão sentida, muito bonito. Sabem, Sara Remelgado não é a única. Aliás, arrisco-me a dizer que é um espaço em branco num guião que diz: "Inserir nome". Porque reparem como José Manuel Ribeiro apresenta absolutamente toda a gente que trabalha com ele.

O Vítor é um maiato de coração enorme, que aceitou com imensa generosidade o desafio que lhe fiz, o que muito nos honra e nos responsabiliza.

Para ele, tudo é a mesma coisa.

O José Algeiro é um maiato de coração enorme, que aceitou com imensa generosidade o desafio que lhe fiz. O Fernando Ferreira é um maiato de coração enorme, que aceitou com imensa generosidade o desafio que lhe fiz, o que muito nos honra e nos responsabiliza.

José Manuel Ribeiro fala tanto da generosidade de quem aceitou trabalhar com ele, que às tantas eles deviam perguntar se não estarão a fazer caridade. Aliás, nem as instituições de caridade agradecem tanto. Aqui a generosidade com quem aceita trabalhar com José Manuel Ribeiro é tanta, que parece que são cuidadores primários de alguém acamado. Na Maia. Não é? Não, eu acho que sim. Vamos agora conhecer a referência política de José, mas no vídeo não aparece nenhuma pergunta, nem escrita, nem falada, por isso parece só que ninguém perguntou nada.

Eu tenho muito respeito pelo Mário Soares, como tenho também pelo Sá Carneiro. Sá Carneiro e Mário Soares foram homens extremamente importantes. Tenho muitas referências, mas aquele que me marcou muito pelo exemplo, foi o Nelson Mandela. A mim e a muita gente.

Eu acho que lhe perguntaram: "Qual a sua maior referência? Mário Soares ou Sá Carneiro?" E ele responde: "Mandela".

Às vezes fica salomónico. Já percebemos, generoso, com muitas referências, mas ele propõe algo em concreto para a cidade da Maia?

Claro que sim. Vamos ouvir. Eu juntei dois porque faziam sentido.

Olá, vamos criar na Maia um brutal programa de férias escolares no Natal, na Páscoa e no verão. Olá, vamos criar na Maia, para todos os maiatos seniores, um ambicioso e brutal programa de luta contra a solidão.

Isto até soa bem, porque não parece brutal de fixe. Parece brutal de termos de levar com um programão da câmara nas férias do Natal, da Páscoa e no verão, e logo ali na tenra idade. E como se não bastasse, chegando a velho, ainda levar com o programa brutal contra a solidão.

Eu fiquei interessada neste, programa brutal de luta à solidão na terceira idade. Rita, quais são as atividades? Precisamos saber. Nós já atingimos esse ponto.

Vamos então perceber o que ele promete nesta brutalidade de programa, para quando uma pessoa já só quer descanso e o preço certo depois da sopa de legumes.

Com múltiplas atividades, desde a música, as danças, o teatro, as línguas, a poesia e a prosa, o desporto e hidroginástica, a pintura e artes decorativas, a capacitação digital e a inteligência artificial, os bailes de 15 em 15 dias, a criação de uma rádio.

De 15? Olhem lá, não. Não é bem. De 15 em 15? Por que não todas as semanas?

Ninguém aguenta.

Não estaremos a arriscar muito nesta questão do tempo, para quem tem o tempo mais contadinho, à partida? Se tens 80 anos e podes bailar, para que esperar? "Pronto, senhora Antónia, vá, adeus, até daqui 15 dias." "Mas não sei se vou despachar uma." "Tchau, Antónia. Adeus." Parece só que não querem aturar os idosos todas as semanas a dançar. Vamos agora conhecer a oposição do PS na Maia. Apresento-vos António Silva Tiago, da Coligação PSD/CDS, que ao contrário de José Manuel Ribeiro, não consegue decorar uma frase seguida, nem a introdução e por isso nota-se perfeitamente que alguém lhe está a mostrar o que tem a dizer, mas parece palavra a palavra, de uma forma muito lenta, descompassada. Reparem nesta maravilha.

Dia 26 de setembro, vamos todos eleger os órgãos autárquicos do Conselho da Maia.

Está melhor.

São eleições extremamente importantes, porque os governantes que dela sairão vão poder tomar decisões todos os dias para bem da comunidade maiata.

Caramba, António, nem uma frase simples consegues decorar. Vão poder tomar decisões todos os dias para bem da comunidade maiata. Acorda, António. Ainda assim, encontrei António Silva Tiago em freestyle, sem teleponto, e retive o seguinte.

Eu ponho ao serviço da Maia todo o meu tempo De segunda a domingo, sem horário nem condições. E não o faria em mais nenhum lugar senão na Maia.

Na verdade, está ali um compasso de espera estranho. António Silva Thiago está a dar tudo. "Maia, eu sou teu, leva-me, eu estou aqui para ti, de dia, de noite, sem condições, à chuva, com fome, sem conseguir decorar três palavras seguidas, mas tenho vontade, tenho tanta vontade". E acho graça, porque isto é recorrente nos candidatos. Reiteram tanta vez "questão de alma e coração, sem horas nem condições", que parece que estão a fazer voluntariado. Isso é um trabalho! É uma missão, é um espírito de sacrifício, Rita. Estamos quase a terminar esta viagem pela Maia, mas não abandonamos sem passar ali nas redes sociais do PAN da Maia, onde podemos ver uma entrevista da deputada municipal do PAN de Famalicão a uma deputada municipal do PAN da Maia. O que vamos ouvir são os momentos antes, onde também entra na conversa a pobre da operadora de câmera, que testemunhou provavelmente o momento mais estranho da sua carreira.

Achas que está bem assim? Está? Acho que podes começar então.

Querem ver desta forma?

Não, eu confio em ti. Depois, se não estiver bem, eu telefono-te.

Ou passo lá na cobra.

Exatamente.

Isto graça não tem. Por isso, depreendo que seja verdade o que estão a dizer hoje de despedida. É um bocado assustador. É. Para terminar, gostava de deixar só aqui um sonzinho. Conhecem aquela trend out of context? Por exemplo, Rico, fazeres out of context, não sei se vocês conhecem. Não, somos velhinhos. Pronto, então vão à net procurar. Nós estamos fora de contexto. Sim, depois procuram na internet, no Google. Google é o quê? Mas acho que vais perceber. Eu vou usar isso mesmo e dou-lhe o nome PAN out of context com Inês Sousa Real.

Olá, não sei quem é que daí desse lado já tentou algo como o restauro de um móvel antigo destes. Nos finais de tarde dos próximos dias, eu vou tentar fazer o restauro deste móvel que tem mais de 100 anos.

Muito bem. É a única deputada pelo PAN na Assembleia da República, mas sabemos que ao final da tarde ela está a restaurar móveis, se alguém precisar. Ela que pede dicas, por acaso. Se tiverem alguma dica, podem enviar mensagem. Eu também já restaurei um móvel. Então junta-te a ela. Olha, já são dois. Fico no contexto, dentro do contexto. E foram mais uns momentos de glória.

Com a Rita Camarneiro. Amanhã uma nova edição.