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Hoje começamos com um desafio: quanto dá 1.671.283 mais 235 mil? É fazer as contas. O Pedro Benevides e o José Alberto Carvalho ajudam.
É um risco fazer esse tipo de contas em direto, mas se quiseres, deixo aqui o ecrã pra ti. 283, aqui está, queres?
Vamos fazer a conta. Aqui não há nada, 283, OK.
Esses dados são da responsabilidade exclusiva do José Alberto Carvalho, quero deixar aqui claro. Temos a falar de 1 milhão quatrocentos. Não, tem que ser dois milhões.
Não, espera, isto não dá certo.
Nós viemos para o jornalismo por alguma razão. Se não estaríamos em engenharia aeroespacial nesta altura.
Não dá certo.
De qualquer forma.
1.906.000.
É por aí.
São muitos números.
E nós sabemos que na engenharia aeroespacial as contas de somar são muito importantes.
O primeiro ministério é fazer as contas.
É fazer as contas. Mas já que falamos de jornalistas, há fato uns que não têm a vida fácil. Esta foi a reportagem possível da TVI.
Com quem falámos também e não sentiu nada, mas houve até quem não sabe se sentiu ou não, mas o certo é que acordou este senhor e agora teve a certeza de que foi contra.
Sim, desde já boa tarde, meu nome é Hugo, mais conhecido por Hugo Gostoso.
Aqui é carteiro, portanto, hoje já não é preciso ficar à janela.
Um grande abraço pra toda a população da Torreira, donde eu sou o melhor carteiro.
Também sentiu este tremor?
Diz que sim. Eu acordei, portanto, também da noite, assim meio coisa para ir à casa de banho e eu: "ui, o que é que se passa aqui?" Até pensei que fosse dos dois fininhos que eu tinha bebido antes.
Mas não foi.
Mas não foi. Por acaso foram só dois, não foi da cerveja.
Muito obrigada. Eu sei que veio com a família, a minha mulher não sentiu.
Isto aconteceu mesmo.
Não, foi um tremor de terra.
Estavas-- fizeste um sinal.
É um clássico.
Hugo, não é?
Hugo Gostoso. A sorte é que há entrevistados que levam o papel a sério e esta foi a reportagem possível na CMTV.
Olha, eu só vou aqui. Deve ser o meu irmão. Estou? Sim, agora estou. Tu estavas a dizer o que é que há aí pra comer.
Isso é importante.
Carla e Paulo, é a vossa dica.
Bacalhau à Brás.
Pronto, e traz alguma coisa de dinheiro, porque uma pessoa não tem dinheiro, eu não tenho nenhum.
Esta é a nossa deixa.
Já luz aqui ao Rogério. Pronto, então bates partir e eu também pago, até pra ficar descansado. Não, ainda não vai luz, está o Paulo aqui com o gerador. O Paulo Afonso. Olha, o que é que tu queres? Um gajo tem que pagar, tem que pagar. Não interessa. Olha, bons anéis, fiquem os dedos. Bate as mãos, vê o que é que tu podes fazer. Eu estou em casa. Também dá. Está bom. Elas ainda estão aqui, o senhor e a senhora ainda estão aqui a filmar.
É em direto. Esqueceu-se que está em direto.
Sim, ainda está aqui. Agora não demores muito, que eu depois ainda tenho que ir à casa da Francisca.
Mas também não interromperam.
Não, ficou.
Tem que lá pôr um coisa que aquilo começou a levantar um bocadinho.
Tem que ir à casa da Francisca.
Até já. Tchau.
Senhor Carlos, sabemos que também cooperou aqui antes de todas, apesar de todas as circunstâncias.
Sim, eu estava tão entretida.
Ouviu o problema todo. Quanto dinheiro é que levantava, onde é que tinha de ir a seguir, o que era o almoço.
Olha, o meu PIN é...
Mas uns jornalistas contam tanto e outros, neste caso da RTP, contam pouco.
André, os fenômenos meteorológicos são sempre explicados por aspectos científicos muito específicos. O que eu lhe peço é que nos explique por palavras mais simples, se for possível, por que razão Portugal está a ser afetado por tanta neve, chuva e ventos muito fortes.
É o inverno, é o Invernato.
Palavra simples.
É o inverno.
Acho que toda gente percebeu.
E depois de dias e dias de chuva, há quem tenha encontrado a solução foi falar diretamente com quem manda nisto.
Alô, São Pedro, o senhor tá bom? Bom. Caiu, né? Essa chuva, vou te contar. Então vamo lá de novo? Vamo lá. O senhor vai em configurações, ajustes. Não, não é na nuvem, não, São Pedro, tu precisa ir na nuvem. Aí procura o aplicativo Chuva. Isso, o senhor vai desinstalar e vai no aplicativo Sol. Não tem, não? Vai ter que baixar.
Acho que o que eu ali a pensar.
São Pedro é um infoexcluído, está explicado. É o inverno e a infoexclusão.