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André Abrantes Amaral

Colunista

Artigos publicados

Europa

A Marcha da Europa

Ao unir diferentes europeus debaixo de uma burocracia rígida, a UE assemelha-se ao Sacro Império Romano-Germânico que, com outro nome, durou até 1918. É com esta Europa que o Canadá vai falar?
Luís Montenegro

Será Luís Montenegro pior que António Costa?

A falta de Montenegro é mais grave que a de António Costa, porque Costa era do PS e o PS estava condenado. O PSD, não. O PSD salvou Portugal da bancarrota. Tinha créditos que Montenegro deitou fora.
País

Jangada de lama

Portugal e Espanha experimentam crises de regime derivado da negligência de uns na forma como lidam com as instituições e da complacência de outros no modo como se posicionam perante os negligentes.
Luís Marques Mendes

A armadilha de achar que a política pede simplicidade

Não creio que Soares e Sá Carneiro fossem pessoas fáceis de lidar nem que a simpatia fosse a sua principal característica. Mas também não é isso que se pretende que um político seja.
Governo

Não fazer nada 

Perante um estudo que encomendou sobre a segurança social com recomendações de mudanças necessárias, o governo decide não fazer nada. Para não perder votos, Luís Montenegro faz-nos perder tudo.
Família

O meu sogro

Afável e de bom trato. Empreendedor e com um bom senso financeiro e empresarial que não vejo em pessoas com estudos superiores. Fui um privilegiado por ter sido pai da minha mulher e avô do meu filho.
Luís Montenegro

Sem desígnio não há reformas

Um político tem de saber comunicar e falar com as pessoas. Mas antes que o faça tem de saber o que quer. Porque sem se saber o que se pretende não há mensagem a passar nem há reformas possíveis.
Política

Fim à política da fezada 

Os países enriquecem e desenvolvem-se não porque os políticos queiram ou façam por isso, mas se o sistema político for estável e os governos garantirem previsibilidade legislativa e financeira
País

Que Portugal para o século XXI?

A Europa a que Portugal aderiu em 1986 era atlântica e não incluía o leste. As linhas de força da história portuguesa mantiveram-se constantes, mas podem quebrar-se porque a Europa de hoje mudou.
Economia

O fundo soberano

Um fundo soberano que dê estabilidade é uma boa ideia quando há excedentes orçamentais numa economia diversificada. Não quando os excedentes foram circunstanciais e a economia depende de um sector.
População

A chatice dos números

Se a descida da dívida pública face ao PIB se deveu ao crescimento económico que dependeu do aumento da população, o que é que vai acontecer quando a população deixar de aumentar?
Legislação Laboral

Quando a CGTP se emocionou com Ventura

Imprudente, a esquerda não percebeu que foi o Chega quem chumbou a reforma laboral; não foi ela. Quem fica com os créditos é o Chega; não é ela. Quem vai ficar com os votos será o Chega; não será ela
António José Seguro

Seguro, o chato-mor

Ao se limitar a dizer banalidades, Seguro confunde moderação com o vazio. Precisamente quando as democracias precisam de políticos moderados com pensamento estruturado e sem medo de se expressarem.
Assembleia Da República

Por que razão a direita não se une?

A direita está desunida não por existirem muitos partidos, mas porque o eleitorado de direita pensa de forma diferente sobre temas essenciais. É o eleitorado que vota à direita que está dividido.
Pedro Passos Coelho

O profeta, o populista e o prostituto

Dificilmente Passos Coelho e Ventura serão parceiros porque querem ocupar o mesmo espaço político. São adversários que se falam enquanto se medem um ao outro. Esta é a breve história de três políticos
Espanha

A Espanha não mudou

Sánchez quer uma Espanha no centro de um bloco à margem das grandes potências. As críticas à NATO e a Israel têm esse fito. Não é a primeira vez que a Espanha o tenta, nem será a última em que falha.
Europa

Precisamos de políticos

Se achamos que a Europa se adapta aos desafios internacionais e às alterações do nosso modo de vida apenas por via de escolhas técnicas e sem fazermos política, o resultado vai ser um rotundo fracasso
Partido Chega

Já perceberam o que é o Chega?

Nem de extrema-direita nem reformista. O Chega é o novo PS. Só que à direita. Olhar para o Parlamento e dizer que há uma maioria de direita de nada serve se o eleitorado do Chega é o eleitorado do PS
Espanha

De La Toja à Gulbenkian e até ao mundo

A manutenção da independência face à Espanha, no seio da Europa, ligada a uma relação especial com estados de outras civilizações pode ser o novo desígnio que continue a justificar a nossa existência
Política

Vencedores perdidos

A política portuguesa é dirigida por vencedores que não sabem o que fazer com as vitórias obtidas. Sem um pensamento que não seja táctico, esperam que o tempo passe na esperança que um caia primeiro.

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