Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Estou até a imaginar a cortar a meta.

Na praia.

A correr assim. Custa correr na praia?

Naquela areia molhada era mais fácil.

Faz muito bem. Faz muito bem à saúde.

Eles estavam a correr naquela areia molhada, mais dura.

É mais dura, mas também custa muito. Eu estava a ver aqui uma transmissão televisiva de uma maratona na Comporta.

Sim, muito dura essa prova.

Muito cansativo. Até de ver.

Até de ver, claro. Muito bem, sabemos que a depressão Cláudia andou por aí a fazer estragos, provocou até três mortes. A CMTV, como sempre, esteve no terreno, em todo lado quase, a toda a hora. E na Madeira terá encontrado alguém que basicamente come depressões ao pequeno-almoço.

Tenho junto a mim a pessoa que já vive aqui há mais de 50 anos nesta casa, o senhor Manuel Gualberto Fagundes. Senhor Manuel, foi um grande susto?

Não foi um grande susto, porque estou sempre preparado e protegido no online.

É que eras aqui.

Enfim.

Aconteceu.

E a vida continua. E também é preciso estar sempre ligado com o Todo-Poderoso.

Estou a imaginar o jornalista à espera de um grande: "Não, meu amigo".

Susto.

Susto.

Isso é o desespero do repórter.

É mesmo.

É o desespero.

A rede pode ir abaixo, mas a ligação com o Todo-Poderoso.

Nem deve ter tido tempo de lhe perguntar antes.

Claro. Não, nada, porque o direto é tramado nestas coisas, mas de facto nada como conhecer pessoas influentes como este transiunto. Não é transiunto.

Este é popular.

Pessoas influentes. E não há intempérie que nos assuste. Por falar em pessoas influentes, vamos agora para o Palácio de Belém.

Sim, vamos.

Pedro Tinoco de Faria, tenente-coronel do Exército, aposentado, devidamente fardado, está à porta da residência oficial do Presidente da República e tem um protesto a fazer.

Neste momento, há oito candidatos que são visíveis nas televisões e há 27 que estão silenciados. Venho entregar uma carta a Marcelo Rebelo de Sousa, com o meu repúdio pelo não cumprimento da Constituição e pelo seu silêncio.

Ora bem, minutos depois.

Ora, está executada a missão, foi entregue a carta na portaria da Presidência da República. Fui recebido com alguma frieza pelas entidades e alguma desconfiança pela polícia, o que é normal.

À frente.

Claro que é normal. Reparem, aparece um militar fardado à porta do Palácio de Belém, que diz que tem uma carta.

Isto na América do Sul normalmente é um golpe de Estado.

É isso mesmo. Nunca se sabe o que aquele papel tinha. Podia ser um papel que ele chegava ao pé do Presidente da República, uma espécie de um pedido de rendição. Um bilhete de qualquer coisa de Chile entregue a Marcelo. "O palácio está cercado por forças que me são fiéis. Haja com naturalidade, acompanhe-me sem resistência e será tratado com dignidade." Nunca se sabe. Mas não, Pedro Tinoco de Faria não tinha isto na cabeça, tinha outro propósito, de facto.

Eu a partir de hoje, a partir deste momento, cancelo a minha candidatura à Presidência da República e vou apoiar a candidatura do doutor André Ventura em tudo o que me for possível para que seja eleito Presidente da República. Meus amigos, muito obrigado pelo apoio em todo este processo de recolha de assinaturas.

Obrigado somos nós.

Em todo o processo de candidatura, que acabou não como uma desistência, mas como uma continuidade.

Quantas assinaturas?

Não tem nada que agradecer, não faço ideia.

Ele desistiu. Eu não sabia que estava na corrida.

Pois, é isso, ficamos a saber.

Deve haver tantos.

Ficamos a saber duas coisas: que estava na corrida e que deixou de estar na corrida. Mas ele agradece. Quem agradeceu, de facto, foi André Ventura nas redes sociais. Já disse: "Obrigado pelo apoio. Juntos vamos reerguer esta pátria e dar dignidade aos portugueses." Mensagem de André Ventura. Manuel João Vieira, o eterno pré-candidato.

Está de volta.

Eterno pré-candidato a Presidente da República.

A Maria João já tem candidato.

É aquele que diz que só desiste se for eleito.

Faz parte. É um grande slogan.

É um grande slogan. Mas atenção, há aqui uma coisa em que ele também está muito preocupado, o Manuel João Vieira, com a dignidade do país.

Eu acho que chegou a altura de Portugal estar de regresso às suas responsabilidades como aquilo que foi, que foi um abridor de caminhos para o mundo, e voltar a ser grande, bonito e com estacionamento gratuito, porque eu já estou um bocado farto de email, pessoalmente.

Não é o único.

Pessoalmente e coletivamente.

Ele diz o que os portugueses querem ouvir.

Exato.

E já tem as 7500 assinaturas.

Sim.

Deu-se bem.

Qualquer conselho ele consegue isso. Exatamente. Aqui entrevistado nas 5 notícias, mostra de facto que continua a ser um bom artista. Continua em boa forma e com promessas daquelas que interessam. Tocam no fundo das pessoas.

Eu prometi vinho canalizado em todas as casas portuguesas.

Acha que isso é?

Se isso não é efeito, o que é que não é efeito?

Isso é o mais urgente. Mais medidas é que promete, já agora.

Já sei, uma prostituta em cada canto de rua, por exemplo. Prometi Ferraris e continuo a prometer Ferraris para todos os portugueses. Prometi uma patinadora russa também e dançarinas cubanas para as raparigas, mas isto são símbolos, não precisam de ser precisamente pessoas desta origem, deste país ou daquele outro país.

Patinadora russa, como quem diz, patinadora arménia.

O que ele diz?

O que eu prometo é amor. No fundo, tudo isto é amor.

All we need is love.

Não é? O amor ao poder é um slogan bem catita.

É bem catita.