Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está no ar o Momentos de Glória com os melhores momentos, entre aspas, dos nossos políticos, figuras públicas.
Os melhores. Às vezes.
Isto é o melhorzinho.
Está tudo em campanha eleitoral ou quase tudo, porque no Parlamento os ânimos continuam exaltados e o problema é a incompetência do VAR.
Hoje, durante a intervenção do Pedro Pinto ao primeiro-ministro, houve o momento de uma grande comoção no nosso Parlamento.
"Um momento de grande comoção no nosso Parlamento", diz-nos a deputada do Chega, Cristina Rodrigues. Vamos então perceber o que passou-se.
E por quê? Porque um deputado do PSD ficou extremamente exaltado, levantou-se, apontou o dedo na cara de uma deputada nossa, tudo porque ela disse que as últimas pessoas que morreram por causa do falhanço do INEM representavam assassinato. Percebem?
Pois, isto é verdadeiramente inadmissível e Cristina Rodrigues faz questão de usar aquele argumento habitual. "Ah, sou-se com o Chega", isto estava sempre a abrir telejornais, e assim ninguém liga nada.
Se isto tivesse sido alguém do Chega a fazer isto, tinham parado os trabalhos, estava a abrir telejornais e aqui ninguém diz nada.
E confirma-se.
Tal e qual. É sempre. André Ventura também já disse isso várias vezes. O Chega, neste caso, ainda tentou levar o assunto ao VAR, lá está, porque também existe VAR na Assembleia da República. Só que o VAR está comprado.
Ainda passámos para trás para ir ver ao site do Canal Parlamento se tinha sido filmado. E curiosamente, estas coisas nunca são filmadas quando são os outros deputados. Estavam a filmar o Aguiar Branco quando o outro deputado estava claramente demasiado exaltado para aquilo que é normal um deputado estar. E estas coisas continuam, depois os deputados do Chega é que são isto e aquilo. Sinceramente.
Está enérva.
Houve claramente um toque, houve claramente um contacto da mão com a bola. E depois onde é que estão as câmaras?
Está enérva.
Com o Aguiar Branco. As câmaras estão a apontar para o Aguiar Branco e assim não dá. Uma pessoa chateia-se e depois os deputados do Chega é que são isto e aquilo. Passamos dos deputados do Chega para a eurodeputada e candidata presidencial apoiada pelo Bloco de Esquerda, Catarina Martins, que se submeteu a um jogo do Sr. Sopas: veta ou promulga.
Lei da Nacionalidade, veta ou promulga?
É deste governo. Veto.
Lei dos Estrangeiros.
É deste governo. Veto.
Isso é simpático. Se é deste governo. Mas então vamos lá.
Se calhar tinha já isto gravado. Era sempre a mesma resposta. É deste governo, veto.
Então e se isso for os pauzinhos do chinês?
Pauzinhos do chinês com elásticos. Veta ou promulga?
Pauzinhos do chinês com elástico.
Com ajuda do VAR. Não, com ajuda.
Mas nem com elástico.
Nisto o que acham? Acham que veta ou promulga?
Se for deste governo, veta.
Se for deste governo, veta. Vamos ouvir.
Pauzinhos do chinês com elásticos. Veta ou promulga?
Promulgo.
Mas com dúvidas.
Promulga.
Acho que vai ao Tribunal Constitucional.
Ao Tribunal Constitucional, exatamente. Com Catarina Martins na presidência, comer com pauzinhos do chinês vai ser possível para todos os portugueses, mesmo aqueles que não conseguem comer com pauzinhos habitualmente. Também dá.