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Vamos às notícias. Jornal das cinco, com José Rafael Lopes. E começamos com o incêndio que deflagrou em Mouriscas, no Conselho de Abrantes, Distrito de Santarém. Está a ser combatido por perto de 200 operacionais.

Estão também no local 12 meios aéreos. Combatem as chamas, é o que dizem as informações da Proteção Civil. A Lusa, fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, fala num fogo com grande intensidade, com duas frentes ativas. No terreno, estão 183 operacionais, 50 viaturas e esses 12 meios aéreos. Já em Vila Real, o incêndio que deflagrou em Santa Marta de Penaguião tem 133 operacionais no terreno e três meios aéreos. Segundo a Proteção Civil, este fogo tem também duas frentes ativas. Está a consumir uma zona de mato. O incêndio não ameaça qualquer habitação, para já, é o que diz a Proteção Civil.

Um jogador do Real Massamá morreu durante um jogo-treino da equipa com o Estrela da Amadora.

Trata-se do futebolista luso-inglês Kevin Castro. Morreu depois de cair inanimado no jogo particular que decorria no Estádio das Seixas, na Malveira. A informação é confirmada pelo Real de Massamá, que divulgou um comunicado a dar conta da morte do jogador. Kevin Castro tinha 25 anos, era reforço para esta época do Real Massamá. O incidente, com o médio a cair inanimado no relvado, aconteceu logo nos primeiros minutos do encontro. Também o Estrela da Amadora, que fazia parte deste jogo de preparação à porta fechada, manifestou, através de um comunicado, pesar pela morte do jogador.

Em Tomar, um acidente entre duas viaturas ligeiras na A13 fez um morto e um ferido grave.

Fonte do Comando Sub-regional da Proteção Civil do Médio Tejo indicou que o alerta foi dado depois da 13h. No local, estiveram os bombeiros de Tomar e Vila Nova da Barquinha, que encontraram dois feridos graves. No entanto, um deles acabou por não resistir aos ferimentos e foi declarado morto no local. De acordo com a mesma fonte, as duas vias da A13 estiveram com constrangimentos, entretanto resolvidos.

O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas admite que a diminuição de provas necessárias pode ser uma razão para o aumento de candidatos.

Quase 50 mil estudantes foram colocados na primeira fase do ensino superior. Ainda sobram vagas, mas mais da metade dos candidatos conseguiu entrar na primeira opção que escolheu e quase 85% dos candidatos foram admitidos numa das três primeiras opções. Os dados foram conhecidos hoje, um dia antes do previsto, depois de uma fuga de informação na última noite. Luís Ferreira explica que este ano as instituições do ensino superior pediram apenas uma prova de ingresso como requisito mínimo, tal como era permitido há dois anos, sendo que no ano passado eram pedidas pelo menos duas provas de ingresso para o ensino superior. Esta redução das provas pode explicar o aumento do número de candidatos. É o que defende o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, que diz também que a revisão das notas pode ter levado a este aumento.

Talvez devido ao número muito elevado de reapreciações de notas, como nós sabemos, foram muito superiores àquilo que é costume. Tivemos mais de 20 mil reapreciações, sabendo que mais de 70% dessas reapreciações conduziram a notas mais elevadas do que tinham anteriormente e, portanto, provavelmente também terá tido alguma influência nisso.

Luís Ferreira acrescenta ainda que as universidades estão a saber das colocações através da comunicação social devido a essa fuga de informação.

Também o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos fala num cenário semelhante.

Na Rádio Observador, Luís Loures pede mais respeito pelas instituições, apesar de não lamentar a divulgação dos colocados.

O lamento não é que saiba antes. O que eu acho que não é tolerável é, tanto eu como o presidente do CRUP, começarmos a ser contactados pela comunicação social para reagirmos a resultados que não conhecíamos. Obviamente, a tutela tem todo o direito de fazer a comunicação mais cedo. Eu acho é que também a devia ter feito aos reitores das instituições de ensino superior públicas, que são uns dos principais interessados em que o processo corra bem. Posso lhe dizer que aquilo que é o ficheiro de vagas que está a circular, não recebemos oficialmente.

As palavras de Luís Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, sobre a divulgação dos resultados de acesso ao ensino superior, foram revelados um dia mais cedo do que era suposto.

A Federação Académica do Porto considera que o aumento no número de colocados vem aumentar a responsabilidade das instituições.

O presidente da Federação, Francisco Porto Fernandes, pede atenção acrescida para que seja garantida a equidade entre todos os estudantes. Depois da colocação, milhares de alunos vão ter de mudar de cidade ao longo do próximo mês. O presidente da Federação Académica do Porto critica a falta de investimento do Estado em habitação estudantil.

No alojamento estudantil, em medidas de curto e médio prazo, eu penso que está a ser feito quase tudo o que é possível, mas ao nível do investimento público em residências extra PRR, ainda é muito insuficiente. Eu dou um simples número: um ano e meio de devolução das propinas dava para fazer um investimento igual ao que o PRR fez em residências em Portugal. E isso vai ser a nossa prioridade, ter um discurso e uma pressão política para que Portugal olhe para o futuro e que as políticas sejam a pensar na próxima geração e não tanto na próxima eleição.

Francisco Porto Fernandes, presidente da Federação Académica do Porto, escutado esta manhã na Rádio Observador.

Na atualidade internacional, o presidente da Rússia diz que o aumento dos ataques ucranianos é sinal de desespero do governo de Kiev.

Vladimir Putin afirma que a Ucrânia está a perder a guerra de forma decisiva e quer o governo, quer o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, perderam o controle total da situação. No Congresso do partido que lidera, o presidente russo diz que a situação é cada vez mais complicada para a Ucrânia e que estão a aumentar o número e a intensidade dos ataques às forças ucranianas por estarem encostados à parede. São declarações num dia em que um ataque ucraniano provocou a morte de duas crianças e deixou dois adultos feridos na Rússia e em que a Federação Russa lançou um ataque noturno com mais de 200 drones na direção da Ucrânia.

Nos Estados Unidos, um tribunal federal anulou a suspensão de vistos imposta pelo Executivo de Donald Trump a 75 países.

A decisão foi tomada pela juíza Jeanette Vargas, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos da América, numa sentença de 61 páginas. A magistrada argumenta que a proibição decidida pela administração de Donald Trump é ilegal e questiona a justificação do Executivo de que os requerentes oriundos dos países em causa representavam um elevado risco de se tornarem um problema econômico para os Estados Unidos. A decisão do tribunal pode resultar na revisão de milhares de pedidos já processados. Os países afetados pela diretiva de Donald Trump incluem várias nações da América Latina e das Caraíbas, como o Brasil, a Colômbia, Cuba, Guatemala, Haiti e Uruguai.

Na Suécia, a vítima mortal de um ataque com uma espada numa escola é uma aluna de 17 anos.

Informação revelada hoje pela polícia sueca, que diz ainda que a família desta aluna já foi informada. Ontem, um jovem de 18 anos, armado com uma espada, invadiu a escola secundária e causou a morte de uma pessoa, esta aluna de 17 anos, e três feridos antes de ser detido. O chefe da polícia local explica, em conferência de imprensa, na sexta-feira, que os agentes encontraram uma pessoa morta no interior do estabelecimento de ensino depois de terem neutralizado o agressor. Hoje foram depositadas flores e velas nas proximidades do liceu, onde o primeiro-ministro da Suécia prestou homenagem depois desse ataque. Não há, para já, nenhuma indicação sobre o que terá motivado o jovem de 18 anos a levar a cabo este ataque.

E José, João Palhinha já está em Lisboa, mas ainda não vai assinar pelo Benfica.

O médio aterrou na última hora no Aeroporto Humberto Delgado, numa altura em que a imprensa desportiva dá conta de que a transferência para o Benfica está perto de ficar fechada. Os encarnados esperam pelo negócio, estão a tratar disso mesmo com o Bayern de Munique, mas João Palhinha, neste regresso a Portugal, disse aos jornalistas que veio apenas para ver os filhos.

Ainda sou jogador do Bayern. Eu regresso para vir estar com os meus filhos. Tenho dois dias de folga, vim aproveitar com os meus filhos. Domingo regresso para Munique. Mais nada. Vai reunir com alguém do Benfica, João? Agora vou estar com os meus filhos, isso é o mais importante.

As palavras de João Palhinha, que aterrrou hoje em Lisboa, diz que ainda é jogador do Bayern de Munique e que não vai assinar para já com o Benfica. Aqui um registo da Sport TV.

Notícia de fecho do Jornal das Cinco.