Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
As notícias. As notícias com a jornalista Diana Rosa e começamos com o aviso do presidente do Eurogrupo: a zona euro deve preparar-se para um período de longa instabilidade devido ao conflito no Médio Oriente.
Kyriakos Pierrakakis alerta que a guerra com o Irão pode afetar as cadeias de abastecimento e voltar a pressionar os preços da energia e também a inflação. Depois da reunião com os ministros das Finanças da zona euro em Bruxelas, o responsável sublinhou que, apesar da resiliência da economia europeia, teme-se que a Europa volte a enfrentar uma crise energética semelhante à de 2022, quando começou a guerra na Ucrânia. Em causa, o encerramento do estreito de Ormuz pelo Irão, é uma passagem importante para o transporte mundial de petróleo. O presidente do Eurogrupo acrescenta que o organismo está a acompanhar de perto as reações dos mercados aos desenvolvimentos no Médio Oriente.
Isto no mesmo dia em que Donald Trump revelou que quer controlar o estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global e para o petróleo.
O presidente norte-americano vai dar uma conferência de imprensa daqui a pouco, quando for 21h30. Estamos agora a ver, pelas imagens que nos chegam a partir da CNN, essa conferência de imprensa. Rita, proponho que possamos ouvir um pouco desta conferência à boleia da CNN.
Very bad people pouring into our country with open borders that just, "Come on in. Come on in. We'll make sure that they're safe. We'll get their jails."
E estas críticas têm muito a ver com a política de imigração, uma política de portas abertas que permitiu a entrada, ele fala da zona asiática, de gente muito má nos Estados Unidos.
11.888 murderers, 50% of which murdered more than one person. The drug dealers came in, the mentally insane came in. They emptied the mental institutions.
O problema do narcotráfico, esta política de portas abertas permitiu a entrada de muitos traficantes.
They emptied them all right into our country. And we've done a great job of doing what we've done. Think of it. We have the lowest crime rate.
E agora a elogiar a sua própria política anti-imigração e a dizer que tem feito um excelente trabalho para corrigir os erros do passado. Donald Trump está neste momento a iniciar esta conferência de imprensa que ouvimos aqui à boleia da CNN Portugal. O presidente norte-americano diz que ainda não falou sobre a guerra no Irão nesta conferência de imprensa. Vamos dar conta dessas declarações sobre o conflito no Médio Oriente em espaços informativos ao longo desta noite. Certo é que ainda hoje Donald Trump disse que a guerra contra o Irão está praticamente terminada. Era precisamente sobre isso que esperávamos ouvir aqui falar o presidente norte-americano, que em declarações à CBS News hoje afirmou que os ataques dos Estados Unidos deixaram a República Islâmica sem marinha, sem comunicações ou força aérea, pelo que os objetivos definidos para a missão estão muito à frente do prazo de quatro a cinco semanas, que tinha sido referido anteriormente. Só que, pouco antes, e contrariamente a estas declarações, o Pentágono tinha afirmado, em comunicado, que a luta ainda agora começou.
E seguimos agora pra atualidade nacional. Com as alterações à lei laboral, a UGT recusa a acusação feita pelo governo e pelos patrões, garante que não foi intransigente.
A UGT foi acusada, não só pelo executivo, como pelas confederações patronais, de levar as negociações ao falhanço. O secretário-geral adjunto da União Geral de Trabalhadores, Sérgio Monte, respondeu para acusar o governo de faltar à verdade.
O que a UGT disse hoje ao governo é que a proposta, tal como está, não é suscetível de permitir um acordo por parte da UGT. Acusar a UGT de intransigência é faltar à verdade, porque foi o próprio governo que referiu que já havia mais de 60 artigos que tinham sido consensualizados. É fato que naquilo que diz respeito às chamadas traves-mestras, esta expressão, eu permito usá-la, é uma expressão do governo, essas, de fato, não foram mexidas.
Críticas não só ao governo, em resposta ao presidente da Confederação Empresarial de Portugal, Sérgio Monte, diz que a CIP apresentou propostas que não permitem consensos, essas sim, intransigentes.
Retruquindo ao seu presidente da CIP, dizer que à última hora, à 25ª hora, a CIP apresentou uma proposta que também, de tão maximalista que era, não permitia consensos.
Sérgio Monte acrescenta que, para a Central Sindical, as negociações não estão encerradas e que a decisão cabe ao governo. De acordo com a Lusa, o executivo promete realizar todos os esforços para que seja possível um acordo, certo é que a ministra do Trabalho tinha dado a indicação, há algumas semanas, que se não houvesse acordo, ia enviar o anteprojeto do governo para o Parlamento.
E há partidos que já reagiram a esta falta de consenso. O PS considera mau sinal que não exista acordo sobre uma matéria tão estruturante como o Código de Trabalho.
No Explicador, o deputado socialista Paulo Lopes Silva avisa, no entanto, que são necessárias mudanças para que o diploma receba luz verde.
E há um conjunto de matérias que de fato era importante resolver e que não vemos até agora que seja esse o objetivo fundamental. E, portanto, eu acho que é importante que o governo prossiga esse diálogo e, naturalmente, o Partido Socialista tem que estar disponível para esse diálogo desse ponto de vista, mas se for pra atingir estes objetivos e não outros.
O Chega, na voz da deputada Marta Silva, tem uma posição semelhante, avisa que o governo tem de mudar de atitude.
Não rejeitamos uma reforma laboral em si, mas exigimos que ela seja negociada a sério, sem atacar direitos dos trabalhadores, sem penalizar a parentalidade, sem facilitar os despedimentos De forma encapotada. O Chega está mais próximo da ideia de que a lei do trabalho pode e deve ser modernizada.
Pelo partido do governo, o deputado do PSD, Paulo Marcelo, sublinha que apesar da falta de entendimento com os parceiros sociais, a reforma laboral é para manter.
O governo não deixará de apresentar ao Parlamento um projeto que permita ir ao encontro dessa necessidade de aumentar a produtividade e dar mais condições às empresas para serem produtivas. Já agora, deixe-me chamar aqui a atenção. O presidente António José Seguro hoje falou de crescimento económico. Isso é um sinal muito importante.
PSD, Chega e PS estiveram nos explicadores depois do falhanço das negociações do pacote laboral.
E Marcelo Rebelo de Sousa foi hoje condecorado por António José Seguro.
Recebeu a Grande-Colar da Ordem da Liberdade, cumpriu-se a tradição iniciada por Jorge Sampaio. À saída da cerimónia, o agora ex-presidente da República recusou-se a falar, mas ainda tirou uma última selfie com os jornalistas que estavam à porta do Palácio Nacional da Ajuda.
E entretanto, Marcelo Rebelo de Sousa marcou presença também no velório de Nuno Morais Sarmento, na Basílica da Estrela, em Lisboa.
O antigo ministro, antigo dirigente do PSD, morreu no sábado aos 65 anos. O agora ex-presidente da República destacou as qualidades intelectuais de Nuno Morais Sarmento.
Era superiormente inteligente, era superiormente brilhante, era superiormente competente para os lugares todos que fez no partido, na política, na advocacia, em tudo onde realmente esteve, na Fundação Luso-Americana. A saúde foi sempre um combate toda a vida ou de muitas décadas de vida, combateu e várias vezes ganhou e depois no momento último não ganhou, mas deixa um vazio enorme, enorme, enorme em todos nós.
Ouvimos aqui Marcelo Rebelo de Sousa, que esteve no velório do social-democrata Morais Sarmento.
E o novo presidente António José Seguro passou a tarde numa conversa com os jovens neste primeiro dia de presidência.
Encontro com 52 jovens promissores, um por cada ano de democracia, numa universidade em Lisboa, o ISCSP. Partilharam com o presidente da República a visão que têm sobre vários temas, como a igualdade de género, a inteligência artificial ou a reforma na saúde. No final, António José Seguro garantiu que esta é uma iniciativa para repetir.
E agora são 9:09, vamos ao noticiário local.
Os municípios da zona de Lisboa entregaram até ao início deste mês cerca de 8500 habitações com o apoio do PRR. Isto representa um terço do que os municípios esperam concretizar até ao fim de agosto. Ao todo, são 27.500 habitações. A maior parte das casas que já foi entregue resulta de obras de reabilitação de edifícios existentes. Em Rio Maior, os trabalhadores da Nobre Alimentação convocaram uma greve para esta quinta-feira. O Mais Ribatejo explica que foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabaco. A paralisação dura todo o dia e protesta contra a falta de entendimentos relativos às reivindicações laborais. Amanhã a Câmara de Simba e as 16 associações locais vão assinalar os contratos programa de desenvolvimento desportivo, os apoios de atividades desportivas dinamizadas são referentes à época 25/26. A autarquia avança que o apoio é de quase €700 mil, destina-se à contratação de mais de uma centena de técnicos, também à dinamização de atividades federadas que envolvem um número superior a mil atletas. Estarreja, esta quarta-feira, mais de uma centena de membros da comunidade académica vai plantar cerca de mil árvores. De acordo com a Rádio Terra Nova, o objetivo é mitigar o impacto ambiental da impressão da revista Linhas e reflorestar áreas ardidas. A iniciativa da Universidade de Aveiro, em parceria com a Associação BioLiving, acontece em Canelas, no município de Estarreja. Em Famalicão, arranca amanhã mais uma edição da Feira do Ensino Secundário. A iniciativa da autarquia é dirigida aos alunos do nono ano, permite dar a conhecer as diferentes ofertas de educação disponíveis no conselho. O evento realiza-se no Famalicão INHUB, em Vale de São Cosme, até esta quinta-feira. Em Pombal, os Némanos vão dar um concerto solidário na próxima sexta-feira. O Pombal Journal confirma a presença da banda no evento Pombal Solidário. A iniciativa quer mobilizar a comunidade para apoiar as famílias afetadas pelo mau tempo. A entrada é livre, o concerto começa às 22h, no Jardim do Cardal.
E assim fechamos o Jornal das Nove, edição da jornalista Diana Rosa. Até já.
Até já.