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Está na hora das notícias, a edição é do José Rafael Lopes. José, Joe Biden está fora da corrida à Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos apoia Kamala Harris nas eleições contra Donald Trump.

Informação que chegou esta noite. Joe Biden assume que é do melhor interesse do país e do Partido Democrata deixar a corrida à Casa Branca e, João Gama, o presidente norte-americano já anunciou o apoio numa candidata, é ela, Kamala Harris.

São oito parágrafos, uma página, um comunicado publicado nas redes sociais que muda a corrida à Casa Branca. Joe Biden escreve que nos últimos três anos o país fez um enorme progresso, enumera os investimentos que realizou durante a sua administração, que considera históricos. Diz que neste momento os Estados Unidos têm a maior economia do mundo. Insiste, o presidente dos Estados Unidos, que deixa o país na melhor posição para liderar o mundo que alguma vez esteve. Diz que servir enquanto presidente norte-americano foi a maior honra da sua vida e que, apesar da intenção de procurar a reeleição, acredita que é no melhor interesse do país e do Partido Democrata deixar, neste momento, a corrida à Casa Branca. Joe Biden pretende continuar a servir como presidente dos Estados Unidos, mas não será o candidato democrata que vai enfrentar Donald Trump nas eleições de novembro. Deixa um agradecimento em particular à vice-presidente Kamala Harris, que classifica como uma parceira extraordinária e promete falar à nação esta semana para dar mais detalhes sobre a sua decisão. O comunicado termina assim, é partilhado sem qualquer informação adicional, mas minutos depois, e também na rede social X, como legenda de uma fotografia ao lado de Kamala Harris, nos jardins da Casa Branca, desfaz as dúvidas. Joe Biden fala diretamente para os democratas, diz que a primeira e a melhor decisão que tomou foi escolher Kamala Harris como seu braço direito nestes últimos anos e que agora tem o seu total apoio para ser a candidata do partido contra Donald Trump. "É tempo de nos unirmos e vencermos Trump. Vamos fazer isto." É como acaba Joe Biden estas publicações na rede social X.

Um trabalho do jornalista João Gama a explicar o comunicado de Joe Biden, onde anunciou que se vai afastar da corrida à Casa Branca. Fê-lo num comunicado publicado esta noite nas redes sociais. Joe Biden diz que servir enquanto presidente norte-americano foi a maior honra da vida e que, apesar da intenção de estar à procura de uma reeleição, acredita que é no melhor interesse do país e do Partido Democrata deixar a corrida à Casa Branca.

Kamala Harris já aceitou ser candidata à Casa Branca, diz que vai merecer e ganhar a nomeação.

Promete unir o Partido Democrata e o país em torno da candidatura. Ela que recebeu o apoio por parte de Joe Biden pouco depois do ainda presidente dos Estados Unidos anunciar que não se vai recandidatar. Kamala Harris aceita essa recandidatura e para quem acha que falta pouco tempo para as eleições, a atual vice-presidente dos Estados Unidos diz que faltam mais de 100 dias até à eleição e que juntos os democratas vão vencer a corrida à Casa Branca.

E entretanto, José, somam-se as reações.

Barack Obama, antigo presidente dos Estados Unidos da América, que teve como vice-presidente Joe Biden, deixa elogios ao antigo número dois, diz que vai ser recordado como um grande patriota. Fala apenas de Joe Biden, Barack Obama, e diz que é um amigo e um companheiro. Não deixa nenhum tipo de comentário sobre quem deverá suceder ao atual presidente, que é Kamala Harris. É o contrário, o que faz dezenas de democratas, à cabeça Bill e Hillary Clinton, apoiam o nome de Kamala Harris para a corrida à Casa Branca, escrevem em comunicado que o futuro da América depende da eleição da atual vice-presidente e de uma vitória democrata contra Donald Trump.

E do lado dos republicanos, pede-se a saída imediata de Joe Biden.

Posição defendida por J.D. Vance, o nome escolhido por Donald Trump para a vice-presidência, caso seja eleito. Defende J.D. Vance que se Joe Biden não tem condições para se candidatar, também não tem condições para continuar no cargo de presidente. Donald Trump, o próprio candidato republicano, também já reagiu à desistência de Joe Biden. Diz que foi o pior presidente da história dos Estados Unidos e são várias as vozes do Partido Republicano que questionam se Joe Biden está verdadeiramente apto para continuar à frente dos destinos dos Estados Unidos da América.

É uma notícia que faz destaque a esta hora no site do Observador, em observador.pt. Neste jornal das 23h, olhamos ainda para a atualidade nacional. Está dominado o fogo em Alcobidece, concelho de Cascais.

Um incêndio que deflagrou esta tarde, pouco depois do meio-dia, foi dominado às 19h30. Causou 14 feridos ligeiros e obrigou a retirada de 30 cavalos de um centro hípico. Entre os feridos contam-se 11 bombeiros e três civis. Nenhuma casa foi consumida pelas chamas, apenas uma viatura dos bombeiros voluntários de Agualva-Cacém foi destruída pelo incêndio.

Na política, o PCP diz que o Orçamento do Estado não vai salvaguardar os interesses do país.

É uma acusação de Paulo Raimundo, em Braga. O secretário-geral dos comunistas afirma que o Governo está a apertar a esmagadora maioria dos portugueses para continuar a beneficiar uma pequena minoria. Paulo Raimundo vai ainda mais longe, não se conteve nas palavras para garantir que há algo mais importante do que a estabilidade.

Que se lixe a estabilidade, porque a estabilidade deste orçamento, a estabilidade desta política resulta na instabilidade de milhões e de milhões de pessoas. Um orçamento que tem como baliza apertar, apertar, apertar, para que o sustento orçamental vá parar a uma dívida que nós não estamos em condições de pagar da forma como os que querem que nós paguemos, do que é que serve este orçamento? Serve para apertar a vida da maioria, para salvaguardar os interesses de alguns. É a isto que serve? É um orçamento destes que serve ao país? Não serve de nada um orçamento destes ao país.

Palavras fortes de Paulo Raimundo em Braga, onde reafirmou o voto contra do PCP ao Orçamento do Estado. Ainda assim, o secretário-geral dos comunistas acredita que PS ou Chega vão ceder e o orçamento vai mesmo ser aprovado. 11 horas e 6 minutos, tempo ainda para a informação de âmbito local. Em Leiria, acaba hoje a feira medieval que decorre desde quinta-feira. As visitas aos mercados encerraram às 20h. Neste momento está a terminar também o cortejo medieval a partir do castelo até à cidade, já que o município voltou às origens com uma décima edição do evento dedicado à fundação do Castelo em 1135. Na Amadora, já está em funcionamento o parque aquático no Jardim Luís de Camões e é gratuito. Chama-se Aquafun, tem dois insufláveis aquáticos e uma piscina com um barco. Atenção, no entanto, trata-se de uma estrutura temporária. Vai encerrar a 4 de agosto. Até lá, está aberto das 11h às 19h. Já Almada vai acolher a 18ª Mostra de Cinema Brasileiro, já a partir de terça-feira, dia 23 de julho, no Auditório Municipal. O evento arranca com o filme "Vida Invisível", de Karim Aïnouz, que representou o Brasil nos Oscars em 2020. Este festival vai durar quatro dias com sessões de cinema todos os dias às 21h. Para entrar, não é preciso qualquer tipo de pagamento. Em Santarém, a partir de amanhã vai estar interdita a circulação ao trânsito na Rua 19 de Março. A autarquia vai fazer uma obra de requalificação na via. Vai estar suspensa a circulação entre os entroncamentos da Avenida Junta da Freguesia de Salvador e o entroncamento com a Estrada Nacional 3, junto ao acesso à Zoia de Baixo. Em Oliveira de Azeméis, a autarquia está a promover o projeto EntreArtes nos próximos dias 27 e 28 de julho, no Largo da República e nas ruas Bento Carqueja e António Alegria. As ruas vão estar repletas de performances de dança, música, teatro e também do circo temporário. A fechar, em Vila do Conde, já abriram as portas da edição 46 da Feira de Artesanato. Além da música e da gastronomia tradicional, este ano há um espaço dedicado a São Tomé e Príncipe. A feira vai decorrer nos Jardins da Avenida Júlio da Graça, todos os dias até 4 de agosto. A entrada é livre. José Rafael Lopes e o Jornal das 11.