Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Aníbal Cavaco Silva repete que é preciso acelerar a reforma do Estado. O ex-presidente da República pede inteligência e discernimento neste processo e aconselha Luís Montenegro a não ceder aos burocratas que tentam impedir as reformas de que o país precisa.

É o que escreve Aníbal Cavaco Silva num artigo de opinião publicado no Observador. O antigo presidente da República elogia o ministro da Reforma do Estado e pede uma visão de futuro que o acompanhe, mas alerta que não têm faltado resistências vindas de dentro do próprio Estado a estas reformas. Cavaco Silva não coloca o ônus e a pressão diretamente no governo, como tem feito Passos Coelho, mas deixa avisos e recomendações ao primeiro-ministro Rui Casanova.

Inteligência, discernimento e visão de futuro. É o que pede Aníbal Cavaco Silva ao governo para acelerar na reforma do Estado. O ex-presidente da República fala num interesse tanto do país como dos partidos e, por isso, pede às forças políticas que acompanhem a determinação do ministro da Reforma do Estado. Cavaco Silva sai assim em defesa incondicional de Gonçalo Matias, o ministro que tem enfrentado contestação dentro do próprio governo. Cavaco escreve que este ministro já revelou possuir as ideias certas sobre a reforma e avisa que esta é uma oportunidade que não deve ser perdida. O ex-chefe de Estado alerta assim para os burocratas vindos do próprio Estado que tentam impedir estas reformas e apela, por isso, a Luís Montenegro para que não ceda e avance com as mudanças necessárias para o país.

Rui, neste artigo de opinião, Cavaco Silva critica ainda o Tribunal de Contas.

Sim, aqui em causa está a proposta do governo para acabar com o visto prévio do Tribunal de Contas para contratos até 10 milhões de euros. Na reação, a presidente do tribunal alertou que esta medida é uma porta aberta à corrupção. Cavaco Silva considera incompreensível que o próprio Tribunal de Contas esteja a obstaculizar um dos braços da reforma. Escreve que o Tribunal de Contas assumiu-se exasperadamente como se fosse um detentor de poder burocrático com esta reação.

Rui Casanova, com os destaques do artigo de opinião publicado por Aníbal Cavaco Silva no Observador, intitulado "A reforma do Estado e o poder dos burocratas". O ex-presidente da República critica ainda o excesso de intervenções públicas de dirigentes da administração pública nas televisões, o que alerta, lhes reforça ainda mais o poder.

Este é um assunto em destaque a esta hora no site do Observador. O governo ainda não avançou com a implementação das novas regras europeias para a transparência de salário nas empresas. O prazo termina no próximo domingo.

A União Europeia vai passar a proibir perguntas sobre o histórico salarial e impor auditorias para identificar desigualdades de gênero. A diretiva foi aprovada por Bruxelas em maio de 2023 e os Estados-membros têm até domingo para transpor estas regras para a legislação nacional. A poucos dias do fim do prazo, fonte oficial do Ministério do Trabalho diz ao Observador que a transposição está a ser ultimada e que deve entrar em circuito legislativo muito proximamente. No entanto, na proposta de revisão da lei laboral, que chegou já ao Parlamento, não existem alterações que correspondam a estas exigências europeias. A jornalista Marina Ferreira explica quais os tipos de medidas que passam a estar em vigor, com destaque para a igualdade de gênero.

Estas medidas não são um passe de magia, mas o que se pretende é que as empresas passem a ter uma obrigação generalizada de fazerem um report salarial. E quando for detectada nesta espécie de auditoria salarial, que vai passar a ser obrigatória, uma diferença entre salários de homens e de mulheres superior a 5%, sem que a empresa consiga justificar objetivamente por que isso acontece, é um apertar das regras para responsabilizar as próprias empresas e para fazerem uma avaliação conjunta das remunerações.

Marina Ferreira é jornalista da Economia do Observador, está na história do dia de hoje. Para pôr termo às disparidades, os empregadores devem também garantir que os anúncios de oferta de emprego e as designações dos cargos sejam neutros em termos de gênero.

Estamos na véspera de uma nova greve geral e, como é habitual, os setores dos transportes, saúde e educação devem ser os mais afetados. E Carla, os primeiros impactos devem começar a ser sentidos já hoje.

É, já hoje, a começar com os transportes públicos. O Metrô de Lisboa deve parar o serviço mais logo a partir das 11 da noite. O Metrô do Porto também já anunciou fortes constrangimentos na circulação a partir logo à noite. Também nos comboios, a CP informa que os possíveis impactos da greve geral na empresa devem começar a sentir-se a partir desta noite.

E na educação, a greve convocada pela CGTP surge numa altura de exames.

Com a FENPROF e também com o Sindicato Nacional do Ensino Superior a entregarem o pré-aviso de greve, que abrange docentes e investigadores das universidades e politécnicos. Já avisaram estes sindicatos que o protesto pode afetar os exames que decorrem nas escolas e nas universidades. Na saúde, os enfermeiros e os médicos do setor público, privado e social também anunciaram que aderiram à greve geral. Os primeiros impactos, como dizíamos, devem começar a ser sentidos a partir desta noite, no arranque do turno que vai fazer à meia-noite. Esta greve é convocada pela CGTP. De recordar que desta vez a UGT não aderiu, mas admite convocar uma outra greve geral por altura da votação do pacote laboral na Assembleia da República.

E subiu para 12 o número de mortes na sequência dos ataques em larga escala da Rússia à Ucrânia. Há também mais de uma centena de feridos.

O número de vítimas tem sido atualizado de hora a hora. A Ucrânia denuncia que foram lançados mais de 70 mísseis e 600 drones contra a Ucrânia nas últimas horas. Kiev foi a cidade mais atacada esta madrugada, mas há registro também de ataques noutras cidades, como Kharkiv e Dnipro. O especialista em Relações Internacionais, Miguel Baumgartner, acredita que os ataques vão manter-se e até intensificar-se.

Não se pode dialogar com o Putin, porque nós sabemos que Putin tem pouco interesse no diálogo e tem muito menos interesse em fazer um processo de paz, porque tem a sua posição maximalista. Vai continuar a atacar, vai continuar a atacar desta forma, vai tentar fazer uma megaoperação, como eu dizia, a partir do verão, na tentativa de desbloquear aquilo que são as chamadas cidades-fortaleza, porque aíEstaria aberto quase um caminho direto para Kiev.

O especialista em Relações Internacionais, Miguel Baumgartner, no Gabinete de Guerra desta manhã aqui da Rádio Observador. A Rússia confirma ter realizado um grande ataque noturno em resposta aos ataques terroristas da Ucrânia. Rumo ao Mundial 2026, a Seleção Nacional cumpriu hoje o segundo dia de preparação. A equipa faz esta manhã um novo treino na Cidade do Futebol, em Oeiras. A equipa continua a preparação para o Campeonato do Mundo. Daqui a hora e meia está marcada a conferência de imprensa de um jogador, ainda a designar. Ontem foi Rúben Neves, o porta-voz da equipa. O médio garante que a ambição é só voltar a Portugal depois de 19 de julho e com o mundial conquistado.

A nossa convicção é voltar só depois do dia 19. É para isso que aqui estamos. Como eu disse, temos que ter muita expectativa, mas com alguma responsabilidade também. É uma competição que sabemos que é extremamente difícil. São competições em que há muitos fatores em jogo, mas o nosso objetivo, sendo uma seleção como somos, é sem dúvida chegar à final e vencer.

A confiança de Rúben Neves ontem na conferência de imprensa, a primeira da Seleção Nacional, nos trabalhos de preparação para o Mundial de Futebol. Ontem também o selecionador, Roberto Martínez, contou com 23 dos 27 jogadores convocados. Os quatro portugueses do Paris Saint-Germain continuam agora num período de descanso, depois de terem conquistado a Liga dos Campeões, vão juntar-se ao resto da equipa nacional no fim de semana. São agora 08h09, Carla, antes dos Momentos de Glória, que outras notícias marcam esta manhã de terça-feira? Voltamos ainda à atualidade internacional e com destaque para o Médio Oriente. Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, acredita que vai conseguir alcançar um acordo com o Irão na próxima semana. É o que diz numa entrevista à ABC News. Donald Trump repete que falta ajustar apenas alguns pontos. As Forças de Defesa de Israel atacaram na última madrugada o sul do Líbano. Há registo de pelo menos dois feridos. Ontem, Donald Trump tinha anunciado a suspensão dos ataques entre Israel e o Hezbollah. O presidente norte-americano revela que fez este apelo diretamente a Benjamin Netanyahu. Netanyahu confirmou, mas avisou Trump que se o Hezbollah atacar Israel, Beirute será fortemente bombardeada. Um sismo de magnitude 6.1 na escala de Richter atingiu na última noite o sul de Itália, mais concretamente a zona da Calábria. O epicentro localizou-se no mar, a uma profundidade de 25 km, por volta da 01h00, hora de Lisboa. De acordo com as autoridades italianas, não há, para já, registo de danos ou de vítimas. Portugal vai investir até 2030 uma média de € 500 milhões por ano em restauro da natureza. Os números fazem parte do Plano Nacional de Restauro da Natureza, que é hoje apresentado pelo governo. A Agência Lusa teve acesso a este plano, que prevê intervenções para o restauro de ecossistemas terrestres, marinhos, fluviais, urbanos, agrícolas e florestais.