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Está no ar o Domínio da Guerra, sempre com o Major-General Álvaro Morais aqui. Hoje está de parabéns.
Muito obrigado. 67.
Ia dizer que os 38 lhe assentavam muito bem, mas disse só 67. Conte-me, general.
É para continuar.
É sim, sem dúvida. Também nos pode acompanhar com imagem através das nossas redes sociais. General, uma semana depois da visita de Donald Trump à China, foi agora a vez de Vladimir Putin se encontrar com Xi Jinping. O presidente russo teve direito à mesma coreografia, mas o que fica de substancial desta cimeira?
A primeira observação é: parece coincidência que-
Tão próximas, não é?
Tão próxima, que uma semana depois da visita de Donald Trump à China, Putin tenha também aparecido em Pequim. Simplesmente não há coincidências em política internacional.
Porque estas coisas são preparadas com antecedência.
Isto é tudo planeado com muita antecedência, mas eu acredito que tenha havido ajustes de última hora para que não demorasse muito tempo-
Entre uma e outra
Entre uma e outra. Vamos procurar ver por quê esta teoria. Putin queria aparecer em Pequim pouco tempo depois de Trump para esvaziar a visita de Trump. Isto é, ao colocar um novo grande evento a acontecer em Pequim, retirava força àquilo que tinha sido a presença de Trump em Pequim e o seu encontro com Xi Jinping. O que significa que Putin deve ter feito um enorme esforço para que esta coincidência temporal acontecesse. Ele pretendia também ser recebido com a mesma dignidade com que Donald Trump foi recebido. Isto é, que não ficasse ofuscado e não fosse permitida uma comparação entre aquilo que foi a coreografia muito cuidada que Xi Jinping colocou para a recepção a Trump, e que uma semana depois, Putin fosse recebido com passadeira vermelha e uma banda militar, mas sem crianças aos pulos com bandeirinhas. O problema de Putin era: vai haver ou não vai haver crianças aos pulos com bandeirinhas.
E quantas crianças.
E quantas crianças. Xi Jinping, naturalmente, poupou na coreografia porque mandou repetir. E também não é inocente para Xi Jinping. Coloca os dois no mesmo plano a serem recebidos por ele. Ele coloca-se no centro das atenções mundiais duas vezes no espaço de uma semana, a receber dois líderes mundiais com coreografias muito semelhantes. Isto foi certamente estudado para poder ter este efeito de natureza mediática.
Só mudaram as bandeirinhas.
Só mudaram as bandeirinhas. Isto na Europa teria sido um grande escândalo.
Ah, sim.
Íamos perguntar logo: os pais autorizaram estas crianças a fazerem manifestações de natureza política?
E serem filmadas.
A Europa das indignações ia fazer daqui, íamos estar aqui dois meses a discutir as criancinhas e as bandeirinhas. Houve mais coreografia do que substância. Também já no caso de Trump tinha havido mais coreografia do que substância, mas as duas visitas tinham propósitos diferentes e também é importante olhar para isto no termo dos objetivos. Quando Xi Jinping recebeu Trump, queria basicamente duas coisas. Primeira era assegurar-se que tinha sido colocado uma pedra sobre a questão das tarifas. Isto é, que a guerra das tarifas não era uma coisa que se pudesse tornar a repetir. Primeira questão da recepção a Trump: assegurar-se que a guerra das tarifas era uma coisa do passado. Segunda coisa tinha a ver com o futuro, que era importante os dois países estabelecerem entre si um conjunto de mecanismos, que passam também pela capacidade de conversarem um com o outro, para evitar que aquilo que é uma competição de natureza econômica pelo domínio da economia global, se pudesse transformar em um conflito que envolvesse uma dimensão de natureza militar. O que nós temos aqui? Enquanto que a visita de Trump foi para limitar tarifas e, por outro lado, encontrar mecanismos que impedisse que o vetor militar acabasse por aparecer nas relações de competição econômica entre os dois, no caso de Putin não era isto. Vamos olhar um bocadinho para o caso de Vladimir Putin. Vladimir Putin e Xi Jinping já se encontraram umas 40 vezes e Vladimir Putin já foi visitar Xi Jinping umas 20 vezes. Isso quer dizer uma coisa: que os dois velhos ditadores conhecem-se há muito tempo.
E bem.
E bem. Conhecem-se há muito tempo. Nós suspeitamos que por detrás daquilo que são os 40 documentos assinados, a maioria desses documentosSão documentos sem grande relevância do ponto de vista estratégico. São na área da cultura, são na área da educação, são na área do desporto. Isto é, foram somando documentos em todas as áreas possíveis para haver um volume, um número para dizer: "Houve 40". Mas nem todos esses documentos têm a mesma importância. O que me parece que foi tratado é uma coisa mais séria e necessariamente não transcrita em documentos. E tem a ver com dois ou três aspectos que Putin e Xi Jinping estão muito interessados. O primeiro é este: como é que nós diminuímos a influência do dólar nas trocas comerciais mundiais? Como é que nós arranjamos entre nós um mecanismo que escape ao controle dos Estados Unidos e do Ocidente, fazendo com que as nossas trocas comerciais assentem nas nossas moedas próprias e não no dólar. O dólar tem um conjunto de controle de mecanismos internacionais que expõe muito estes negócios e estas negociatas entre os dois. Segundo, como é que nós conseguimos criar aqui mecanismos para furar aquilo que são as sanções crescentes que existem e que podem ser aumentadas relativamente aos dois países, à China e sobretudo à Federação Russa. Quais são os mecanismos que nós temos aqui para contornar estas sanções? Terceiro aspecto, como é que nós podemos reforçar a nossa cooperação em mecanismos de duplo uso, que permitam à China permanecer com a auréola do santinho das relações internacionais e, por outro lado, não deixar cair a Federação Russa, que atravessa um momento de fraqueza, provavelmente até do ponto de vista político, o momento de maior fraqueza por parte de Vladimir Putin.
Já vamos falar sobre isso mais à frente.
O que acontece aqui neste caso é que não são os 40 documentos, eles dizem pouco. O que se passou aqui foi de uma organização para esconder aquilo que são os negócios entre a China e a Federação Russa dos olhos das sanções de natureza ocidental. É este o ênfase, sobretudo, desta visita. O que é que Xi Jinping ganhou com tudo isto? Ganhou que deu pouco. A Trump deu 200 aviões, porque também era o mínimo para Trump ir a Pequim, a compra de 200 Boeings. E a Putin, deu uma coisa que Putin há muito tempo que andava à procura. É que a China falasse e defendesse no comunicado final uma ordem multipolar. Isto é, não é nada em que eu acredite, do ponto de vista daquilo que é a filosofia chinesa, que é colocares-te no centro do mundo. A China quer ser uma potência unipolar. Para isso precisa de um sistema transitório, que é um sistema de natureza bipolar, em que discute a supremacia econômica e militar com os Estados Unidos, mas como precisa também que as suas fronteiras internas continentais estejam defendidas de qualquer surpresa, precisa de manter a Federação Russa à tona da água. E, portanto, esse favor foi pago com a ordem multipolar. Putin pôs-se imediatamente na ponta dos pés a dizer: "Ei, pronto, uma ordem multipolar é isto que exatamente que eu ando à procura no discurso chinês há muito tempo". É que não é a China e os Estados Unidos, é a China, os Estados Unidos e a Federação Russa. Portanto, Putin veio com um sorriso por causa disto, veio com uma outra amargura, é que o Power of Siberia 2, o tal famoso gasoduto que está em projeto há 10 anos, afinal continua em estudo. Ainda não foi desta vez que Xi Jinping decidiu assinar e firmar a construção deste gasoduto.
Journal, entretanto, a primeira-ministra do Japão esteve esta semana no Vietname e na Austrália, numa visita dominada pelos temas da segurança e da economia também na região da Ásia-Pacífico. A postura diplomática militar do Japão tem vindo a surpreender nos últimos anos e estas visitas abrem espaços de cooperação estratégica que há umas décadas julgávamos serem impossíveis. O que se está a passar com o Japão?
Eu prometo vir a este tema mais vezes. Eu acho que o domínio da guerra tem que olhar para a Ásia-Pacífico também. Estamos muito concentrados nas questões da Europa, mas estão a acontecer coisas na região da Ásia-Pacífico que importa verificar. Um dos maiores impulsos do ponto de vista das transformações das relações estratégicas na Ásia-Pacífico, vem de um ator que nós não estávamos à espera. Há 10 anos atrás, era impossível olhar para o Japão e pensar que o Japão seria o grande dinamizador dos aspectos da cooperação econômica e de segurança na Ásia-Pacífico. Pois. Sanae Takaichi, que é a primeira ministra.
A primeira primeira-ministra.
A primeira primeira-ministra do Japão, está com menos ainda de um ano. Ela assumiu só em 21 de outubro 2025. Ela tem 65 anos, foi eleita pelo Partido Liberal Democrata, e tem dois aspectos que são aqui interessantes. O primeiro é que do ponto de vista dos valores, ela é conservadora. Aliás, sente-se próxima até de muitas ideias de Donald Trump. É conservadora e Donald Trump também aprecia isso nela, do ponto de vista das relações sociais. Mas ela é uma revolucionária na área das relações internacionais e da defesa. E por que é uma revolucionária?Porque o Japão rompeu com duas amarras que tinham até agora moldado a posição internacional do Japão no mundo. O Japão sempre foi um produtor de armamento, mas a produção do armamento japonês estava destinada exclusivamente às forças de defesa do Japão. Isto é, ela utilizava, tinha capacidade de produção interessante do ponto de vista do armamento e sofisticado, mas eles destinavam-se exclusivamente a uso interno. Isso foi rompido. O Japão aposta neste momento na exportação da sua capacidade em algumas áreas que são críticas no mundo, nomeadamente na área naval. O Japão tem uma capacidade naval que está disponível para entregar, para negociar com os seus parceiros da região. Primeiro aspecto. Segundo aspecto, rompeu com um certo sentimento de culpa que tinha resultado do papel imperial do Japão antes da Segunda Guerra Mundial e durante a Segunda Guerra Mundial. Foi capaz de refazer relações com países com os quais esteve em conflito, e em conflito de natureza imperial, nomeadamente com as Filipinas ou com a Coreia do Sul. E, portanto, tem havido uma aproximação muito rápida à Coreia do Sul, às Filipinas, à Austrália, ao Vietname, etc. O grande dinamizador, neste momento, nas relações na área da Ásia-Pacífico, não é a China, é o Japão. E por quê? Assustados que estão todos estes países com a China, que à sombra desta auréola de grande defensor da paz mundial, está a apostar decisivamente no emprego da força militar para conquistar Taiwan, recuperar Taiwan à sua soberania, por um lado. Por outro lado, impor no Mar do Sul da China, conquistas àquilo que a comunidade internacional atribui como sendo ilhas que pertencem às Filipinas. E, portanto, o que acontece aqui é que esta dinâmica militar chinesa tem agora um adversário interessante. O Japão considera que a questão do Estreito de Taiwan é vital para a sua sobrevivência e está disponível para entrar ao lado de Taiwan. Considera que o avanço da China nas suas pretensões no Mar do Sul da China choca também com aquilo que são as preocupações de segurança e defesa do Japão, porque impede a ligação do Japão ao Índico e, portanto, às fontes de abastecimento também dos seus recursos. Conclusão, o Japão tem neste momento 1500 soldados nas Filipinas a testar mísseis anti-navio muito perto da zona que a China reivindica como sendo sua. E, portanto, nós temos que estar muito atentos àquilo que se passa no Japão, porque o Japão é neste momento o grande dinamizador das relações entre um conjunto muito interessante de países. A Coreia do Sul, Taiwan, o Vietname e a Austrália. E, portanto, estes países estão a entrar naquilo que é esta nova dinâmica que o Japão está a desenvolver para contrariar o expansionismo chinês naquela zona.
Vamos acompanhar esse caminho da guerra. Entretanto, temos de ir ao Médio Oriente, porque o cessar-fogo entre o Irão e os Estados Unidos tem conseguido sobreviver a uma retórica cada vez mais extremada e ameaças e contra-ameaças entre as duas partes, mas a diplomacia tem vindo a fazer o seu trabalho e esta semana ficou marcada por viagens consecutivas de dirigentes do Paquistão a Teerão. Em que ponto estamos, António João?
Isto já dura há tanto tempo que vamos fazer aqui um pequeno resumo dos pontos-chave até este. 28 de fevereiro foi o início da guerra. E como esta guerra ocorre na região do Golfo Pérsico e do Estreito de Ormuz, naturalmente que o Estreito de Ormuz está cortado, por razões de segurança, ao tráfego marítimo na zona desde o dia 28 de fevereiro. A posição iraniana tem evoluído. Não estou a dizer que evoluiu no bom sentido, mas tem evoluído ao longo deste tempo. Primeiro, não passava ninguém porque havia guerra, mas depois, entretanto, acabou, entrou o cessar-fogo a 8 de abril e depois o Irão inventou o pedido de autorização e coordenação à Guarda Revolucionária. Quem queria passar, tinha que coordenar com o Irão. Depois foi fazendo um conjunto de acordos com países que considerava amigos para deixar passar os navios, petroleiros, gragueiros, que tinham bandeiras muito assinaladas dos seus países. E agora criou uma autoridade que visa controlarE disciplinar a passagem no estreito cobrando portagens. Para isso, procurando atrair Omã, porque o estreito de Ormuz está repartido entre águas territoriais do Irão e de Omã. Está à procura que Omã também aceite fazer parte desta autoridade para não ficar com o ônus de ter sido ela a impor, até porque os navios também podem passar pelas águas territoriais de Omã. O que ela está a procurar fazer? Institucionalizar uma portagem. É isso que está a fazer. Isto já não tem nada a ver com a guerra, tem a ver com uma posição geográfica e podia ter acontecido também sem guerra. Não era preciso a guerra para justificar esta ação do Irão. O Irão é que vem dizer que isto é por causa da guerra, mas a institucionalização de uma autoridade deste gênero não tem nada a ver com a guerra, é o Irão a procurar tirar vantagens da sua posição geográfica. Bom, a ida de Trump a Pequim não adiantou nada, também não se esperava que adiantasse muita coisa. O Donald Trump também disse que não foi pedir nada, e mesmo que pedisse, eu também sempre defendi que o Irão, em relação à China, não aceita da China nada mais do que as preocupações chinesas, de que aquilo tem que estar aberto.
Pois. Não aceita conselhos.
Não aceita conselhos. A sua guarda revolucionária é de natureza teológica, é em tudo contrário àquilo que a China tem. A China tem muitos muçulmanos no seu território que são um problema imenso para a China. Dar força a estes movimentos revolucionários de origem teológica é uma coisa que a China não gosta. A China quer o estreito aberto desde que o Irão não tenha uma derrota. Essas são as condições. Abram lá o estreito, mas vejam lá se evitam esta derrota. Entretanto, esta semana, no meio da troca explosiva de ameaças entre Donald Trump e as autoridades do Irão, houve uma aceleração da mediação paquistanesa, que esteve várias vezes em Teerão, algumas delas com alta representatividade, para conseguir aproximar. Julgo que nos próximos dias vamos ter aqui, provavelmente, novas notícias sobre o assunto. Se a proposta iraniana se aproximou suficientemente daquilo que são as linhas vermelhas dos Estados Unidos, ou se Donald Trump olhará outra vez para as medidas de natureza militar para resolver o assunto.
Sergei Ryabkov, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa, disse esta semana que ninguém defende que o Irão deva possuir armas nucleares. Isto sempre foi aceito pelos anteriores, como pelos atuais dirigentes da República Islâmica.
Isto é surpreendente.
Isto não é assim, pois não? Isto é uma grande cortina de fumo.
Isto é uma cortina de fumo enorme. Vamos lá ver. O "ninguém defende" é a parte mais interessante disto. O que ele nos vem dizer é que os países da comunidade internacional, e isto inclui também a China e a Federação Russa, não concordam que o Irão tenha acesso a uma arma de natureza nuclear. Isto já é um avanço interessante para todos nós pensarmos. Ninguém concorda, com exceção do Irão, que o Irão tenha acesso a uma arma nuclear. Uma coisa é não concordarmos. A segunda coisa é: o que estamos dispostos a fazer para evitar que isso aconteça? É porque há uma coisa que contraria tudo isto que ele diz, que isto sempre foi aceito pelos anteriores, como pelos atuais. São os 400 kg de urânio enriquecido. Esses 400 kg de urânio enriquecido nunca foram explicados pelo Irão, porque não há utilização de natureza civil que justifique tamanha quantidade de urânio enriquecido a este nível. Portanto, não é verdade que as antigas autoridades e as novas autoridades não estejam interessadas em obter uma arma nuclear. A existência deste urânio enriquecido é a prova exatamente em contrário. E isso remete-nos para o fundamento de toda esta intervenção. Se não forem os Estados Unidos, quem é que está disponível para impedir que o Irão tenha uma arma de natureza nuclear? Isto era uma coisa que os europeus deviam também pensar, em vez de criticar exclusivamente os Estados Unidos.
Hoje é inevitável que coloquemos o nosso ponto de mira na crescente capacidade da Ucrânia em atingir todo o território russo, até aos montes Urais, e esta semana centenas de drones atingiram a capital Moscovo. O que nos diz esta capacidade, General? A guerra pode estar aqui num ponto de viragem?
É interessante porque a Ucrânia, nestes últimos dias, lançou sobre Moscovo, no espaço de 24, 48 horas, qualquer coisa como 1300 drones. Mil e trezentos drones sobre Moscovo. Isto é significativo por três razões. A primeira razão é esta: isto mostra que, neste momento, a Ucrânia não está apenas a defender-se, mas já tem capacidade de retaliação sobre aquilo que têm sido os ataques lançados pela Federação Russa. Relembramos que a Federação Russa tinha lançado alguns dias antes sobre Kiev um imenso enxame de drones e de mísseis de vária natureza que causaram 24 mortos e 48 feridos só em Kiev. E, portanto, primeiro, a Ucrânia decidiu responder com o mesmo volume. Segundo, porque Moscovo é a região da Federação Russa mais bem defendida do ponto de vista da artilharia antiaérea.
É mostrar a fragilidade.
Exatamente. Conseguir colocar este volume mostra que a Federação Russa está em maus lençóis no que diz respeito à capacidade mesmo do seu centro de poder como Moscovo. E terceiro, porque isto tem uma escala que nunca vimos desde o início da guerra. Isto é, nada mostra que a Ucrânia já tenha atingido o limite das suas capacidades na produção de ataques de elevada envergadura. E, portanto, não é de estranhar que os military bloggers russos estejam agora nos seus programas a dizer: "A capacidade de produção de drones de ataque da Ucrânia é muito superior à nossa capacidade de produção de meios antiaéreos para fazer face a eles".
E assim chegamos ao fim de mais um Domínio da Guerra. Resto de dia feliz. Muito obrigado, General.
Bom fim de semana para todos.
Até para a semana. Muito obrigada.