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Olá, muito bom dia, minhas gazelas lindas.
Ui, gazelas.
Ui, logo assim?
É logo assim, quem não gosta de animais? E curiosamente comparamos muitas vezes as pessoas a animais, quer pra insulto, quer pra elogio. Por exemplo: "és uma gata, és um urso, cabra, vaca, porco, bezerro, burro, tigressa." Tigressa ou tigresa? Tigressa. Cavalona. Enfim, o mundo dos animais é de fato maravilhoso e quando estamos rodeados deles, sentimos assim mais novos e bem. Exceto se forem leões e outros tantos que nos podem e devem matar.
Eu não sei, mas tu queres ver. Tu foste ao Badoca Parque.
Fui ao Badoca Parque.
Eu adoro o Badoca Parque.
Eu fiquei tão contente. Eu fiz um safári extremamente VIP, com o tratador Tomás Martins, que tirou Engenharia Zootécnica, que tem a ver com produção e nutrição animal. E ele, desde 2011, todos os verões ia pro Badoca Parque trabalhar como voluntário. Aliás, continuam, há sempre vagas durante o verão para lá fazerem voluntariado. E quando terminou o curso, foi contratado. Mas vamos então conhecê-lo e perceber em que consiste o trabalho do Tomás. És tratador.
Eu sou tratador/curador do parque. Curador é a mesma coisa dos museus, só que com animais.
Com concertos também.
Exatamente.
Queremos a morsa.
Exatamente, vamos por aqui. É isso, é um bocadinho pensar os animais que nós temos na nossa coleção atual, o que pode dar jeito, o que outros zoos, outros parques podem precisar. E a mesma coisa do lado contrário.
Tu disseste a morsa sete.
Sim, queremos a morsa sete. Gostam de curiosidades sobre animais?
Adoro.
Porque hoje o programa vai ser muito isso.
Ai, que ótimo.
O que vocês sabem sobre partes de vacas? Até aposto que nada.
Nada mesmo. Eu não.
Eu também não sei nada.
Não sei.
Também não sei nada.
A minha formação acadêmica é basicamente produção animal. Eu estive a estudar pra saber produzir vacas, porcos, galinhas, frangos.
Sabes fazer partes de vacas?
Sei fazer partes de vacas.
Não existe quase um T zero lá dentro?
Existe, aquele é gigante.
Mezzanine.
Aquele tem todo o espaço e mais algum.
Há lugar.
Mas eu em nada tenho a ver com a outra componente veterinária, ou componente médica.
Sabes fazer partes por quê?
Porque faz parte da minha formação também estar presente nesse momento.
Pode acontecer.
Pode acontecer.
Podia ser no ATL. "Sim, os tempos livres era só com partes de vacas e porcos. Era o que eu mais gostava." Mas sim, sabiam disto, que dá pra meter uma mezzanine numa vaquinha, lá dentro?
Dá pra imaginar.
Magia esse programa. Sim, nós já falamos disso por acaso.
Aquilo ali no Marquês era um 750 € por mês.
Não? Boa. Bom, eu quero vos perguntar, se vocês fossem um animal agrícola, qual seriam?
Epa, não sei, nunca pensei nisso.
Epa, eu adoro os burros. Eu seria um burro.
Um burrito. Olha, são animais de hábito e, na verdade, são muito inteligentes. Decoram bem os caminhos.
Não consigo perceber o porquê do burro. Porque normalmente as pessoas assumem o nome, porque realmente é um burro.
Porque é um bicho inteligente.
Exatamente, porque ele é casmurro, quando não quer andar, não anda.
Mas eu acho que os cavalos também são assim.
Mas os burros são mais, acho eu. Por acaso, a minha madrasta costumava ir de burro pra escola.
A sério?
Sozinha. A mãe metia no burro e o burro ia sozinho levá-la e buscá-la. Sabia o caminho de cor. Era espetacular.
Isso é ótimo.
E não apanhava trânsito, porque vai pela berma. Quanto muito podia apanhar um carro, mas nunca aconteceu, graças a Deus. Bom, eu gostava de ser um, vocês não disseram.
Não, um burro.
Eu disse que era um burro.
Não sei, eu podia ser um bezerro.
Um bezerro. O que foi? Eu gosto, coitadinho do bezerro.
Eu seria um carneirito.
Isto parece uma, não é uma cabritana, como é que se chama? Estes são o quê?
Estes aqui com estes corninhos. Força, pode levantar. São carneiros da Barbária.
Oh, meu Deus, eu amo! Olha o carneirito. Estou a ser chata?
Não. Eles estão habituados a miúdos aos berros.
São tão giros. Ai, tão lindos.
Tu estavas a afagá-los?
Não, eu não posso tocar neles.
Pois, era isso que era a minha dúvida. Bom, mas tens noção que foste comparada a miúdos aos berros, não tens?
Sim, que são outro tipo de animal, por acaso, que a Catarina conhece muito bem. Por acaso, também lá havia esse tipo. Por acaso, eu até acho que me dei bem com eles, com as crianças. Não lhes fiz festas, mas deixei um bom conselho. Olá. Estão a gostar? Estás a gostar? Tchau. Não fumem! É um bom conselho.
É o melhor conselho.
Aliás, o próprio Tomás disse: "É o melhor conselho."
Catarina. Bem, juro, eu às vezes pergunto-me como é que serás quando fores mãe, mas eu sei que vais ser uma mãe espetacular.
Serei cansada, Catarina, como todos os pais. Seguindo em frente, durante o tempo que estive no jipe a fazer o safári com o Tomás, ia vendo de perto muitos animais e tentei falar com eles sempre, claro. Cocô. Como é que se fala pra eles? É tipo um gato.
É tipo gato. Mas o som que eles gostam mesmo é som de ração. É a ração a cair, é o balde. Isso aí é que é o som, é a cantiga preferida.
Como sou espectável, eu tento fazer o barulho.
Qual era o animal?
O animal eram antílopes. Nesta altura estamos…
Antilopes também?
Sim, é tudo. Mas há mais, há mais coisas, por acaso, eu fui perguntando. Eu quis sempre falar com animais.
Qual era o barulho que eles fazem?
É um grunhido, é um grunhido interior.
Assim?
Não, é mais um . É só isto.
Isso é um sapo.
Mas é um sapo muito grosso mesmo. É mais isso.
Só de ouvir. Propor-se um tratador, um curador.
É uma pessoa que estudou. Tem estudos.
Melhor do que ninguém, ele sabe que os sons que os animais fazem, os grunhidos. E já agora, algum de vocês tem aquele talento escondido de imitar muito bem um animal qualquer?
Não.
Não? Eu também não. Eu estava mesmo com fé que vocês tivessem esse talento escondido.
Não me apanhas a fazer um grunhido.
Tipo um cãozinho. Há quem imite muito bem cães. Não. Ok, interessante.
O João Paulo Secador imita muito bem macaco.
Pois é. Aliás, já tivemos o noticiário com o João Paulo Secador a imitar um macaco.
Exatamente.
Não. Foi no Faixo, foi notícia de Faixo.
É verdade.
Aconteceu, tivemos durante algum tempo bloopers com isso.
Tens que ouvir, porque é ótimo, parece mesmo um macaco.
Olha, e querem conhecer agora as avestruzes? Força. Claro que sim.
Ele vai embora. Se bem que nesta fase, estamos na altura da época reprodutiva da avestruz e nós sabemos isso. Se conseguirem olhar para aquela outra avestruz que vem ali a andar, veem as canelas e o bico completamente rosa, um rosa fluorescente. É sinal que eles estão em cio.
A sério?
E nós sabemos isso pelo macho e não pela fêmea.
E a fêmea não tem menstruação.
A fêmea não tem.
Maravilha! Olha, e é verdade. Quem tem TPM são as avestruzes macho e ficam todos cor-de-rosinha, mas por acaso são todos pomposos. É muito giro, adoro essas curiosidades. Eu também. E olha, já agora, é verdade que as avestruzes podem matar alguém só com uma patada. Verdade. Têm umas garras que são autênticos punhais e basta uma pisadela e pronto.
Bom, mas também para levares uma pisadela de uma avestruz, tens que estar deitada.
Mas Diogo, imagina que estás na praia Fonte da Telha e vem uma avestruz.
Pois, é muito comum.
Sim. Não é, mas nunca se sabe. Por acaso lá na Cova da Sé, desculpem outra vez esta conversa, lá na Figueira da Foz, atrás da minha casa há muitas avestruzes.
É?
A sério? Não sei por quê. Bom, vamos agora conhecer as girafas, que é o animal mais querido do Badoca.
É, girafas. É o ex-libris aqui do parque. Não é que os outros não mereçam cuidado, elas têm que ser mais cuidadas porque são animais extremamente sensíveis, não são tão resistentes como isso. Não sei se alguma vez viste "Madagascar", o filme.
Vi.
A girafa está sempre doente.
Sim.
É igual.
Que engraçado.
Estão sempre com problemas, estão sempre com medo de tudo.
Eu adoro girafas. Eu escrevi que tu adoras. Por isso é que eu estava a perguntar. Desculpa, tu conheces muito bem. Catarina, e nunca me tinhas dito, atenção. Pois não. Só parti desse princípio, porque elas são ótimas. Eu, por acaso, adoro girafas. Com o meu riso victórico. Não, estava brincando. Eu adoro girafas. Mas é um animal tão bonito, não é? Lindo.
É bonito, mas é caixinhas.
É muito caixinha, é muito sensível, sim. Tanto que estão a fazer lá algo novo, um projeto novo americano no Badoca Park, que é levar plasma de um antílope para a girafa, porque a girafa andava a ser amamentada com vacas e andava com imunidade vaca e eles não queriam que ela tivesse imunidade vaca, que não tivesse a imunidade para estar ali. Portanto, mandaram trocar o sangue e está ótima e já foi mãe e tudo. Não sabia que elas eram assim. É. Uma das coisas boas de trabalhar no Badoca é poder ter uma proximidade com os animais, que andam livremente em todos aqueles hectares de terra, não são muitos, não contei. E consegui fazer uma festa a uma girafa. Inclusive, ela lambeu-me a mão. Porque tinha acabado de comer um donut.
Mas está bocado estavas a dizer que não era possível tocar-lhes, não é?
Sim, verdade, não se pode tocar, mas foi ela que me tocou e eu nem estava a provocar. Só estendi a mão e chegou mesmo a colocar toda a cabecita dentro do jipe e meteu a língua na minha mala. Adoro, tão bom. E é áspera. Filmaste? Tiraste fotografias? Sim, tirei. A língua dela, metade está escura, porque normalmente eles têm muitas vezes a língua de fora e é como se ficasse bronzeada, e tem mais melanina para se proteger do sol, e a parte do meio para dentro é mais cor-de-rosinha. Não é lindo? A natureza é tão linda. Adoro. Também eu. Foi assim, exatamente. Foi espetacular. Em relação aos antílopes, há lá muitos e são todos muito diferentes, são lindíssimos. Vamos descobrir mais uma curiosidade, desta vez sobre gambos. Não são gambas. Que giro. Sabes que o traseiro destes, como é que se chamam estes aqui?
Gamos.
Os gamos, o traseiro dos gamos de longe parece um husky. Parece que eu ouvi um husky.
Isto é para os predadores, quando olharem por trás, pensarem que estão a ver para a parte da frente.
Exatamente, era o que eu estava a pensar.
Exatamente.
É espetacular. Ou seja, os gamos têm como que desenhado uma cara no traseiro, com nariz, olhos. Existe aquela expressão "cara de cor", não é? Neste caso é "có de cara". Eles têm o próprio nariz no traseiro. É só disfarçar, é só pintar. Podíamos também pintar, volta e meia, pintarmos as nossas costas, a parte da frente.
Pode ajudar, se nos quiserem fazer mal.
Sim. Bem, então vamos em frente. Sim. E tens ideia de quantos animais? Sim, mais à volta de 200 animais, são 16 espécies.
E não se chateiam uns com os outros?
Claro, também perguntei isso ao Tomás, por acaso, e chateiam-se, sim.
Todo o espaço do mundo.
E é possível, por exemplo, haver lutas de animais?
Completamente natural. E é bom que aconteça, porque é assim que eles também têm que se estabelecer dessa forma.
E há vidas perdidas nestas lutas?
Sim, às vezes acontece. Nós tentamos evitar ao máximo, é um bocadinho também aqui o nosso trabalho de fazer essa gestão.
Como é que fazem? Como quando há brigas no bar: "Ei, calma lá".
Depende um bocadinho do animal, mas se o animal for muito agressivo e se for muito perigoso, é carro pra frente. Não, é carro. Não há cá mangueiras, a água não faz rigorosamente nada. É meter o carro no meio e tentar enxotar um ao outro pra eles irem um bocadinho à sua vida. Sem os atropelar. Nem nunca se toca, sequer. É só fazer aquela investida. "Estou aqui, sou maior que tu".
Cortei aqui porque também não estava jeito. Normalmente, estas brigas, por acaso é engraçado, porque começam quando alguém torna cerveja em cima de um búfalo. Sim, também lá os há. E é só um que reina e tem relações com as fêmeas. Há vários búfalos, machos, mas só um é que é o rei tudo. Aliás, é o búfalo Congo, que manda no safari todo. Não é o maior, mas sim o mais confiante. Só isso. Reparem, confiança. Como o Kamane, por exemplo, que me parece um tipo confiante, mas o fato também faz isso às pessoas, torna as pessoas mais confiantes.
Já estás a viajar, a desconectar.
É verdade.
Chegaste a ver as ilhas dos primatas?
Sim, e quando falaram de ilhas, dos primatas, pensei assim: "Tu queres ver que encontraram a décima ilha dos Açores? Está aqui. E está aqui no Alentejo". Têm muito espaço, mas calma, não é o Funchal. O Tomás disse também que os chimpanzés são os mais possantes, não se chegam muito à sua beira, porque são um bocadito mais perigosos.
E vários Rafikis. Os chimpanzés são os animais mais conhecidos.
E metem-se com as pessoas?
Metem-se com as pessoas, são animais extremamente inteligentes, têm muita força. Está documentado que um chimpanzé adulto tem a inteligência de uma criança de quatro anos. Aliada à força de sete homens, aí está o problema. Aí está o perigo.
Os meninas também gostam de chimpanzé.
Eu adoro macacos, acho que são o meu animal favorito.
Chegaste a ver o filme "Gorilas na Bruma"?
Não.
Com a Sigourney Weaver.
E são gorilas reais no filme?
Supostamente sim, aquilo é baseado numa, eu acho que ela era fotógrafa, acompanhou-a durante muito tempo. Aquilo é baseado em factos verídicos.
Até sabia fazer contas dois, a macaca. Não era uma macaca, era uma gorila. Eu confundo um bocado. Mas sabem o que eu me lembrei? Por falarem em bebés brutos? Guterres.
Muita força.
Vocês viram a estátua do Guterres? Parece uma criança bruta, no fundo é isso.
Não posso acreditar. Estamos a falar do Badoca Animais e tu de repente-
Somos todos animais, no fundo. Todos animais, não há problema nenhum.
Mais animais, Rita.
Vi muitos, não cheguei a dizer, e até estava a prenomer esta parte, mas quis saber como é que eram as relações entre os antílopes, que lá há muitos antílopes.
Nesta espécie, as fêmeas não têm cornos, mas há espécies, e já vamos ver, que tanto o macho como a fêmea têm cornos e não é assim tão fácil de distinguir.
Como é que funcionou o acasalamento, os namoros aqui na comunidade dos-
Cobos-de-leche.
Cobos-de-leste ou Cobos-de-leche?
Cobo-de-leche. É um bocadinho transversal a todos os animais e todos os herbívoros que nós temos aqui. É um macho para todas as fêmeas. Eles formam haréns e o namorisco funciona como o macho deteta que a fêmea está em cio, pula com ela e está feito. E fica a proteger o grupo.
Queres dizer alguma coisa, Diogo?
Queres dizer alguma coisa, Diogo?
É curioso haver um macho para tantas fêmeas, elas não... Eu não vou ler isto.
Então queres que eu leia?
Não, é que tu começaste com toda, mas de repente deixou-te.
Rita, tu estás empenhadíssima em dar-me cabo da carreira. Lê tu esta frase, Catarina.
Então, é curioso haver um macho para tantas fêmeas e elas não terem cornos.
Pois é, já viram? Ainda assim, nem sempre o que parece é. Porque há ali muita jabardice, não vou mentir. Há ali muitas entreparências. Badalhoquice. Mas, bom, badalhoquice. Na verdade, é só um para várias.
Liberalidades.
Sim, exato. São aquelas orgias romanas, no safari, no Badoca, mas não assisti a nenhuma. Só por acaso assisti a uma girafa filha a brincar com o pai. Eu disse girafa filho, era um girafa macho.
Era um girafo.
E que volta e meia metia as coisitas fora. Coisitas não, era só uma... E vinha sempre aí o pai: "Está quieta!" O que é isto?
Mas era pequenito. Era uma girafa pequenita.
Uma girafa pequenita?
Não, pequenita comparativamente com a adulta, não é?
Não, já tinha para aí uns 4 m.
Mas e as outras têm o quê? Quantos?
Não sei. Por acaso não perguntei os metros.
Então já estava quase.
Era muito alta. E eu, por acaso, não cheguei aqui dizer, mas eu um dia apanhei, por falarem em partes de vaca, eu sei que já foi lá ao início, mas eu um dia apanhei um veterinário na polícia, lá dentro. Tinha sido detido por excesso de álcool, estava com as galochas. Por quê? Porque tinha sido chamado a meio da noite para fazer um parto de uma vaca.
Só tu podes essas histórias.
Só que depois, entretanto, a polícia mandou parar, superou o balão e foi detido. E eu estava lá porque, olha...
E o parto?
E tu estavas lá por quê?
Estava lá porque, entretanto-
Perdeste o cartão de cidadão.
O cartão de cidadão. E pensei assim: "Tu queres ver que a polícia..." "Está aqui". Sim. A natureza escreve torto por linhas direitas, isto a propósito dos cornitos. Eu adorei o Badoca Park, como devem imaginar. Até comprei um boné por € 12, mas depois em casa percebi que era de criança. Por isso, olha, Catarina, se quiseres que eu te dê o boné para o teu filhote. Mas valeu bem a pena. É lindo.
Não sei se experimentaste ou não.
Chama-se Mr. Paleontologist, acho que é assim qualquer coisa. É giro. Eu adorei. Valeu a pena. Queria agradecer à gerência, que foram muito rápidos a responder, acolheram muito bem no safari, no Badoca Park. Cumprimentos ao tratador Tomás Martins, que me deu a conhecer de perto centenas de animais. Adorei.
Por acaso eu recomendo muito.
Recomendas, não é? Tu estavas a dizer que direcionavas o raio dos teus filhos.
Sim, eu fui já há muito tempo com o Manel, ele era pequenino, portanto eu acho que ele nem se lembra, e agora na Páscoa estava com imensa vontade de voltar. Até porque eles também têm uma zona de espaços radicais.
Pois é, têm o rafting, que não estava a funcionar, são € 3 a entrada, é baratinho. Não disse as entradas, mas é 17,90 € para velhos e gaiatos, como se diz, e 19,90 €. Não preciso estar a dizer os preços.
Mas vale a pena, porque aquilo é mesmo... Tens os Jardins Zoológicos, que é a realidade que a maior parte conhece, e o Badoca não tem nada a ver com os Jardins Zoológicos, não tem mesmo.
Sim, e eles andam todos livres, é muito porreiro.
Tens lá uma zona de restauração.
Tens de ir, Diogo.
Muito bem, estou convencido.
Foi o melhor emprego do mundo no Badoca Park.
Adorei!