Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Então o que é que sucede?

Entraste assim-

Desculpa.

Credo!

Viste isto?

Isto nem houve um "niminho", um "estás tudo bem?"

Nem um "olá, tudo bem?"

Isso é que é bom, vamos passar.

Que horror! Desculpe. Pronto, André, tu precisas de te acalmar.

Nunca está presente, quando está é isto.

Tens que aproveitar.

Acho que tens de repensar as tuas decisões e as tuas atitudes.

Eu vou para o castigo, vou ali para o canto.

Estou cheia de rude.

Vai ali para um canto virado para a parede chorar um bocadinho.

Estou cheia de rude. Olá!

Olá, minhas panquecas com Nutella.

Daquelas que fazem com que o nosso colesterol bata palminhas.

Precisamente.

É verdade.

Era o que estávamos a fazer.

Mas é muito bom, é muito graça, mas é bom.

É muito bom. Estão bem? Não precisamos de responder, não é possível, não é uma pergunta.

Posso perguntar se estás bem?

É uma pergunta retórica, eu não tenho o mínimo interesse nas vossas vidas. Mentira, estou a brincar. Não estou. Não estou nada.

Fica no ar.

Vamos aos temas mais calientes, mais arrepipipi da semana.

Vamos.

Então vamos começar com Aguiar Branco, que ainda não fez dois meses como presidente da Assembleia da República e já conseguiu meter-se em chatices. Só está bem a aprontar.

O homem não descansa o pé.

É não ter amor ao posto de trabalho. Ainda agora começou, já está a arranjar chatices. O que é que a entidade patronal vai dizer?

Ele gosta de chorar assim nas bocas do mundo.

Valha-me Deus. Isto começou tudo com quem? André Ventura. O André Ventura é aquele tipo, o aluno indisciplinado. Todas as turmas têm um que está sempre a fazer asneira. Está sempre a fazer asneira, está sempre a ser expulso.

Achas que era aquele que no final dizia: "Professora, tínhamos trabalho de casa, não se esqueça."

Não, não é bem esse.

Não, são os cromos. É exatamente o oposto. É o que está sempre a destabilizar.

Falar.

A fazer bolinhas de papel e atirar ao cabelo.

Exatamente.

Pronto.

É esse. Tem essa vibe.

Bom, então o que se sucedeu com Aguiar Branco? Sucedeu que André Ventura, falando sobre o aeroporto de Istambul, que foi construído em cinco anos, portanto ponham os olhos nisto, malta que vai fazer o dalfachete, cinco anos, André Ventura saiu-se com a seguinte frase, vocês atentem que isto vale a pena: "Os turcos não são conhecidos por serem os mais trabalhadores do mundo." O doce cheiro da xenofobia, logo pela fresca.

Tão bom.

Claro está que a Assembleia da República ainda baixo com esta afirmação, a grande maioria dos deputados manifestarem o seu desagrado. E perante isto, o que fez Aguiar Branco? Nada. Não, não fez nada, não saiu com um: "André, esteja caladinho, não diga disparates." Deixou só.

Deixou ir.

Continuar. Perante isto, a líder parlamentar do PS, Alexandra Leitão, perguntou a Aguiar Branco: "Então, mas e se determinada bancada disser que determinada raça ou etnia é mais preguiçosa ou burra ou menos digna, também pode?" É uma pergunta. Só faltou dizer: "Não é para mim, é para um amigo." Resposta de Aguiar Branco, e passo a citar: "No meu entender, pode. A liberdade de expression está constitucionalmente consagrada, não é uma liberdade sob ponderação do juízo de uma qualquer pessoa faça em relação àquilo que no discurso político é dito. Não haverá condicionamento na liberdade de expressão. A avaliação do discurso político que seja feito nesta Casa será feito pelo povo em eleições, se se revê nas suas posições." O género lavar as mãozinhas. Outros partidos. Os partidos continuaram a insistir no assunto. Aguiar Branco foi contundente e respondeu: "O debate democrático é poder exprimir-se na opinião do presidente", que é ele, "deve ser assegurada a livre expressão de todos os senhores deputados. É esse o sentido, não tem a ver com aquilo que eu penso, eu não serei censor dos senhores deputados." Pronto, tudo muito bonito. Aguiar Branco basicamente não quis chatear-se, disse: "Entendam-se vocês", mas não se safou, porque Alexandra Leitão garante que vai levar a decisão de Aguiar Branco à conferência de líderes. Aguiar Branco não se ficou, que é aquele homem que não se fica.

Na, na, ni, na, não.

E rematou com: "Eu, como presidente da Assembleia da República, estou na primeira linha na defesa da Constituição, não há dúvidas. O que entendo é que a Mesa da Assembleia não é um Ministério Público, uma esquadra de polícia, muito menos um tribunal popular e, portanto, é este entendimento que eu tenho na defesa da liberdade de expressão." Canseira. No meio disto tudo, a SOS Racismo já vai dizer que Aguiar Branco prestou um péssimo serviço à democracia e que não tem condições para continuar no cargo. Está lá há dois meses.

Caiu o Carmo e a Trindade.

Por amor de Deus, dois meses e já está assim.

É que eu estou aqui há um ano e meio, não fui despedida. Conseguisse essa proeza. Olhem, comentários nas redes, temos muitos.

Eu gosto sim, esta é a minha parte favorita.

E estão a defender quem?

A maioria. Temos de tudo, mas eu acho que a maioria está contra Aguiar Branco. Temos, por exemplo, quem diga: "Não é de hoje que o Chega procura transformar a Assembleia numa tasca, mas passou a ter a conivência da segunda figura do Estado, Aguiar Branco ensandeceu." Eu gosto muito da palavra ensandecer.

Adoro estes comentários com essas palavras pomposas.

Temos também: "Quando apenas a bancada do Chega se levanta para te aplaudir e mais ninguém o faz, considera se não estarás do lado errado da história. Racismo não é liberdade de expressão."

É red flag.

Red flag. E por fim: "Está oficialmente instalado o politicamente incorreto na Assembleia da República. A partir de agora é o vale tudo e o salve-se quem puder. A liberdade que começa a transformar-se em anarquia. No meu tempo, a liberdade de cada um terminava onde começa a do outro." Isso já foi há muito tempo, isso já se perdeu. Isso já vai do tempo da onde? Não. Olha, vamos a umas coisinhas que descobri nas redes.

Vamos.

Temos som?

Então não temos. Ó para ele.

Pronto.

Que bem. Olha, vamos lá.

A fazer negócio aqui com a nossa televisão.

E começamos por uma invenção que eu tenho pena não ter sido eu a criar, porque eu sinto que eu podia ter ficado rica a vender isto. Trata-se do quê? Um detetor de sarcasmo. Fixe! O jeitaço que isto me irá dar. Não a mim, mas à quantidade de gente à minha volta, porque 99% das vezes acham que eu estou mesmo a falar a sério, eu estou só a ser sarcástica.

Isto era bom para o Sheldon, da teoria de "Big Bang". Não sei se vocês já viram que ele não consegue detetar sarcasmo, isso era ótimo para ele.

Exatamente. Este artigo que eu vi por acaso falava no Sheldon, dizia que isto era bom pra ele. Uma equipa de cientistas da Universidade de Groningen, que pode existir, pode não existir, posso estar só a inventar.

A inventar o nome.

Mas é na Holanda. Apresentou um algoritmo que, ao que parece, consegue detetar sarcasmo. Não é o primeiro. Já houve vários outros desenvolvidos desde que a inteligência artificial foi criada, mas todos eles até agora eram muito pouco fiáveis e dados a erros. Segundo esta equipa de cientistas, os detetores que já existiam usavam apenas um parâmetro para tentar perceber se havia ali sarcasmo ou não. Mas este novo detetor dá 15 a zero aos outros, em termos de espertalhice, porque consegue analisar sentimentos, emoções e tudo isso combinado dá uma resposta à possível presença de sarcasmo. Mas para que serve um detetor de sarcasmo? Pode servir para avisar os nossos amigos de que o que nós dissemos ou escrevemos não é para ser levado a sério, mas tem outras aplicações úteis. Serve, por exemplo, para os chats de inteligência artificial perceberem se a pessoa está a gozar ou não com a cara deles quando faz perguntas. Quando eu pergunto ao ChatGPT se eu sou a pessoa mais incrível de Portugal e ele responde: "O título de mais incrível é relativo e pode ser atribuído a muitas pessoas em Portugal." Tipo quem? Diga uma!

Diga uma!

Não há.

Audácia.

Portanto, claramente o ChatGPT está a pedir para que eu goze com a cara dele. Adiante. O detetor também pode dar jeito para, por exemplo, consultas médicas via telefone, porque ajuda a perceber melhor as emoções na voz dos pacientes e também pode ser usado na área do marketing para compreender, portanto os publicitários compreenderem as publicações que as pessoas fazem, muitas vezes de forma voluntária, sobre produtos que consomem e que publicam online, e portanto para perceber exatamente o tom com que as pessoas estão a fazer e melhorarem ou não os produtos. Para desenvolver este detetor de sarcasmo, os cientistas começaram por recolher vários discursos gravados, dos quais foram extraídos alguns parâmetros de som, desde a velocidade, o tom, a energia com que a pessoa fala. Em seguida, foram utilizados algoritmos de transcrição capazes de converter a mensagem gravada em texto e desta forma foram destacadas na fala expressões relacionadas a sentimentos e também se estávamos na presença ou ausência de sarcasmo. Eu continuo a dizer que eu preciso muito disto.

Também eu.

Aliás, isto ia dar para instalar nas minhas redes sociais. Ia poupar-me muito trabalho.

Eu acho que todo o meu humor é à base do sarcasmo, portanto isto ia dar jeito.

Mas isto é uma coisa que vai ouvindo as pessoas, ou é só pra escrita?

Como assim?

Ou seja, imagina.

Pontinhos de exclamação na conversa.

Decidiu ser participativo. Hoje tem perguntas difíceis.

Isto dava jeito se fosse uma coisa que estivesse a ouvir as conversas e que apitava e dizia: "Isto é sarcástico."

Alerta. Não sei, por acaso não estou percebendo muito bem como isto funciona.

É só para texto?

Eu acho que é sobretudo para texto. Mas, por exemplo, eles dizem aqui que pode ser usado nas tais consultas de voz. Se calhar aciona, põe lá aquilo a funcionar e deteta o tom de voz.

Imagina que ele apitava, estava sempre a apitar.

Exato. Você está despedido, você não está nada com uma doença terminal, está despedido.

Mas o que é facto é que agora existe.

Agora existe. Seguimos com inteligência artificial e com uma história. Eu estou aqui meio balançada a decidir se isto é bonito ou se é só meio sinistro. Eu acho que pode ser as duas coisas, mas depois quero a vossa opinião. Em 2016, um norte-americano de seu nome James Vlahos, recebeu uma notícia muito triste. O pai tinha sido diagnosticado com um cancro terminal. Ao perceber que já não lhe restava muito tempo, ele decidiu passar horas e horas com o pai a ouvi-lo contar a história da sua vida e a gravar cada palavrinha. Dessa altura, o James estava a dar os primeiros passos numa carreira ligada à inteligência artificial e decidiu juntar o útil ao agradável, ou neste caso ao desagradável, porque o pai estava a morrer, portanto não era uma coisa muito agradável. Começou a pensar como é que poderia tornar todas aquelas horas de conversa em algo mais interativo para ter uma forma de conservar as memórias de uma forma mais emotiva e poder manter também algo da personalidade do pai para sempre. Antes do pai morrer, em 2017, o James converteu as gravações num chatbot através de inteligência artificial, capaz de responder a perguntas sobre a vida do pai, usando a voz do próprio pai.

Como se fosse o pai a falar com ele.

Como se fosse o pai a falar com ele. Ele faz perguntas e o pai responde. Já em 2019, ele transformou isto numa aplicação chamada Hereafter, que permite aos usuários fazer o mesmo com os seus entes queridos. E diz ele que apesar do chatbot não ter eliminado a dor de ter perdido o pai, dá-lhe mais do que aquilo que ele teria recebido de qualquer outra forma. Mas há ainda quem vá mais longe nesta brincadeira, que é o caso da aplicação Deep Brain, da Coreia do Sul, que cria um avatar da pessoa com base em horas de vídeo e de áudio, portanto captura a cara, a voz e os gestos, e dizem eles que estão a conseguir clonar a pessoa com grau de semelhança de quase 97%. Quanto é que esta brincadeira custa? Neste caso do avatar, custa 50 mil dólares. Eu não sei o que vocês acham disto.

Que valor humilde!

Vais tu primeiro ou eu, Filipa Duarte?

Vai tu.

Vocês fariam uma coisa destas para preservar a memória de um ente querido?

Eu ainda estou a tentar formular uma opinião.

Tu ficaste com os $50.000, não é?

Eu ia ficar aqui com os $50.000 e dizer: "Pelo amor de Deus!" Não, mas vai, André, força.

Eu posso dizer que já experimentei replicar a voz de um ente querido.

Ok.

Pelos mesmos motivos, mais ou menos. Aquilo correu mal, não deu bem, até porque as ferramentas gratuitas são fraquinhas.

São manhosas.

Sim, mas na altura fiquei: "Isto se calhar é um bocado macabro."

Eu acho que é um bocadinho estranho.

Há um episódio do "Black Mirror", não sei se vocês viram a série, eu adorava "Black Mirror", que é precisamente isso. É um algoritmo que pegava nas conversas todas que um ente querido já tinha tido e que convertia depois para um chatbot. E a moral da história, no final do episódio, eles percebem que não, que é melhor manter as pessoas que já partiram na nossa memória.

É assim, nós também guardamos fotografias, também guardamos vídeos.

Mas depois há ali conflitos com outras pessoas.

Se calhar, isso depois não cria muita dependência. E se consegues mesmo desligar-te e perceber que a pessoa já não está cá.

Fazer aquela separação do género: "Pronto, já partiu, já partiu, tenho que fazer o meu processo." Não sei, eu não estou totalmente convencida.

Se calhar não estamos ainda habituados.

Mas é isso. Da mesma maneira que nós guardamos agora fotografias e vídeos e tudo mais, se calhar, daqui a uns anos, isto também vai ser uma coisa mais normal, natural. Não sei. Para já, se calhar ainda sou um bocadinho velhota do Restelo e não consigo ver com bons olhos.

Acho que é. Se calhar é aquilo, primeiro estranha, depois entrara.

É isso. Deve ser.

Não sabes é Fernando Pessoa.

Olha, a última notícia do "O Que é Que Sucede?" é que este é o último "O Que é Que Sucede?"

Podemos ter um "oh" coletivo.

Eu agora ia fazer uma contagem, um, dois, três.

Então lá faz.

Um, dois, três. Oh! Olha que lindo! Veio um bom oh.

Pois é, olha, é verdade, foram quase dois anos aqui na Rádio Observador. Foram 135 episódios.

Pois é, sendo que os de sábado são melhores.

Os de sábado foram sempre melhores. E eu sou uma pessoa pouco dada a despedidas, mas tem de ser. E agora só dizer: "Adeus. Saúde." Parece poucochinho. Posto isto, quero antes de mais agradecer, obviamente, esta oportunidade que me foi dada. Eu gosto muito de fazer rádio. Tive a sorte de na Rádio Observador me ter sido permitido falar da atualidade e de redes sociais, sempre assim num registo mais, se calhar, estúpido. Ou inesperado, numa rádio informativa, porque é sempre tudo sério e profissional. Depois, de repente-

Mas precisamos disso.

É verdade, obrigado por isso

Precisamos do equilíbrio.

Entrava eu com as minhas parvoíces, portanto obrigada, tanto à equipa de quarta-feira como à de sábado, por me terem aturado. Obrigada também aos ouvintes, que não mandaram e-mails a pedir que eu fosse despedida, ou pelo menos não foram em quantidade suficiente.

Ou se calhar não foi suficiente chegar.

Esforcem-se mais para a próxima. Da minha parte, dizer que me diverti muito e também aprendi muito, porque este podcast obrigava-me sempre a estar muito atenta a tudo o que se passava. Eu gostei muito dessa parte, até porque de repente parecia a pessoa mais esperta.

Tu chegas aqui e pintavas.

Eu era a pessoa mais esperta.

Não, eras uma autêntica jornalista.

Sabia tudo. Querem falar do quê? O que é que querem falar?

Eu sei, eu sei tudo, digam.

Eu sei tudo o que se está a passar. E portanto, não é um adeus. Continuarei a estar de olho em vocês ou, neste caso, de ouvidos em vocês. Sei que a vossa vida será muito mais triste.

Oh, tu nem me digas nada.

Sei, mas também sejam fortes, que isto da vida dá muitas voltas. Vai que daqui a três dias eu já estou a pedir para voltar. Pode acontecer. E se as saudades apertarem muito, liguem-me e vamos aí também tomar um cafezinho. Mentira, não liguem.

Olha, não vamos tomar um cafezinho, mas vamos fazer uma coisa que tu achavas que não tínhamos trazido, mas afinal trouxemos. Achas que não íamos trazer um bolo? Aqui está um bolo. André, faz aí uma conversa que eu vou buscar o bolo.

Então, mas o bolo está aqui, minha filha.

Sim, mas eu vou ter de sair do microfone, pá.

Eu ia dizer que não vale a pena, porque assim que eu puser um pé fora deste estúdio, eu vou bloquear os vossos números.

Vou tentar abrir esta caixa, que está um bocadinho complicado. Espera aí, Ana.

Não, é porque tantas vezes depois, foi episódio 100, foi Ano Novo Sardinha, e nunca trouxemos bolo.

Primeiro ano, foi tudo. Olha que fofo!

Isto é um bolo Formigueiro. Não sei o que isto é, mas aproveita.

Isto de se trabalhar na rua do Pinto Doce dá um jeitão. Foram ali num instantinho.

Isto foi o melhor que a pessoa conseguiu arranjar.

Eu agora vou levar isto para casa e vocês não vão comer nada.

Não importa.

Sabem disso, não é? Porque eu sou esse tipo de pessoa que não divide cenas.

Porque essa miúda não gosta de partilhar comida.

Fica o simbolismo e depois mandas uma fatia pelo correio.

Opá, olha.

Pronto, ficas aqui com um belo de um bolinho aqui dos supermercados.

Olhem para cá que tenho o almoço. Sabem bem onde é que isto vai parar.

Fica sempre bem, fica sempre bem.

Quem vai aparecer com um bolinho Formigueiro do Pinto Doce, dizer: "Olhem, investi muito neste bolo."

Está de qualidade? Só confirmar.

A partir de agora sim, senão vamos ter aqui um problema que está-me a ficar de

1 de junho de 2024. Estás a ver?

Vá lá, menos mal.

Portanto, temos um bolinho para ti, Ana.

Obrigada.

Muita saúde. O que é que se pede?

Boa sorte a todos.

Sete, que eu vou andando. Sete vais andando, parti para outras frequências. Um beijinho grande. Até qualquer dia.