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Foram 15 356 dias de dedicação ao futebol do Porto como presidente.

17 de fevereiro de 2025, a data em que o futebol clube do Porto se despediu do presidente que mais troféus ergueu pelos azuis e brancos. Mais de 20 mil pessoas uniram as vozes e os cachecóis para uma última homenagem no Estádio do Dragão. Doze minutos onde houve espaço para cânticos, palmas, bandeiras e muita emoção. Albino Ribeiro foi um dos portistas que passou pelo Dragão para um último adeus. Veio de Santa Maria da Feira com um propósito, mas várias memórias.

Eu lembro quando ele candidateu em 1982, ele disse que trazia o Fernando Gomes, que estava em Espanha, no Betis, no Gigão, que foi desde aí que o acompanhei toda a vida e quando ganhou a Taça dos Campeões em 87.

Pelo estádio, foram passando ao longo destes dias vários adeptos, muitos deles em família. Foi o caso de João e Francisco Amaral. As palavras do pai, João, não escondem a emoção desta despedida.

Ele fez de mim um portista e acho que era importante vir aqui dar uma última homenagem.

Uma última homenagem onde a tristeza não é o único sentimento que se vive.

Apesar da tristeza, é um dia de enorme orgulho e eu diria que enquanto existir um portista, o legado dele continua.

Um legado que lhe valeu o título de presidente mais titulado da história do desporto mundial.