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Isto para nós é o culminar de um trabalho que iniciámos em outubro ou novembro. Na altura era para não ficarmos fechados devido à situação sanitária. Lembremos que havia 16 mil casos diários e 300 óbitos. Portanto, era normal que tivesse de haver um confinamento mais apertado. Neste momento, a situação pandémica está mais controlada ou praticamente controlada, portanto cá estamos para reabrir, continuar a cumprir como fizemos no primeiro confinamento e fazer cumprir as regras. Agora, parte de nós, também associação, sermos um pouco porta-voz do governo para fazermos cumprir as regras, que todos tenhamos esses cuidados acrescidos, porque como é normal, somos uma das primeiras atividades a abrir e vamos ter os olhos todos em cima de nós e a própria fiscalização. Portanto, temos que cumprir as regras e é de bom tom que as coisas corram bem, como é óbvio.