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Começo por lhe perguntar se são membros do staff ou se são atletas.
Serão pessoas ligadas mesmo à corrida em si. Os testes vieram, os resultados eram das equipas técnicas, equipas dos vários apoios que este espetáculo exige.
Então são casos isolados ou pode-se considerar um surto?
Não, são casos independentes entre si, de nacionalidades diferentes, de equipas diferentes, que foram surgindo ao longo do acontecimento. Os primeiros casos que tivemos conhecimento foram logo no dia 20, de pessoas que já cá estavam há uns dias e que recorreram ao serviço de saúde. Portanto, são casos dispersos. Não temos casos de transmissão até inclusive entre eles.
Sabe-me dizer qual é que foi o número de pessoas que foram testadas?
Todas as pessoas que entravam diariamente no autódromo eram testadas, portanto foram uns milhares de testes, todos os dias fizeram teste.
Sabe se há algum caso entre as pessoas que estavam na assistência?
Nas pessoas que estavam na assistência, eu respondo-lhe não. Neste momento não temos conhecimento de casos de pessoas na assistência. São casos de pessoas das equipas técnicas e das equipas de apoio.
Tendo em conta que houve um coro de críticas relativamente à prova da Fórmula 1, se na prova da MotoGP vai haver um cerco maior, assim por dizer.
Pois, eu já tive a oportunidade de dizer hoje que o parecer da Fórmula 1 e da MotoGP é feito pela Direção-Geral da Saúde, com o contributo da nossa parte em termos logísticos, em termos operacionais, o que é necessário, recolha de informação, observação, etc. Mas o parecer é dado por uma equipa técnica da Direção-Geral da Saúde. Com certeza que, à luz da evolução epidemiológica, será ajustada essa resposta. Vamos ver como é que o país evolui, como é que a região evolui e qual o impacto também da Fórmula 1, que só poderá conhecer com mais uma semana, a partir daí. E será de certeza o melhor possível, o mais correto possível.