Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Aqui conosco em estúdio está o editor de desporto do Observador, Bruno Roseiro. Bruno, boa tarde. O que valem estes possíveis adversários do Benfica, Aarhus da Dinamarca e Sabah do Azerbaijão?
Ponto prévio, o Benfica é sempre favorito, qualquer que seja o vencedor. Diria que o Aarhus será favorito nesta eliminatória com o Sabah. O que nós podemos dizer do Aarhus é, sobretudo, recorrer ao histórico e recordar que a primeira Taça dos Campeões Europeus ganha pelo Benfica teve nos quartos de final o Aarhus, a equipa de José Águas, Augusto, etc., que ganharia o título com o Barcelona em 61, cruzou com este Aarhus. Nesta altura, aquilo que se pode dizer é uma equipa completamente cível, que foi campeã 40 anos depois na Dinamarca e que tem como grande chavão, apelativo, digamos assim, o fato de ter virado uma eliminatória com o Lech Poznań na segunda preliminar da Liga dos Campeões, onde perde em casa 4 x 1 e consegue ganhar 4 x 1 à Polônia e passou nos pênaltis. Em relação ao Sabah, é ainda mais desconhecido, campeão Azeri, ganhou também a taça. Tem uma outra particularidade, além de já ter passado duas eliminatórias da Liga dos Campeões. Rodrigo Fernandes, que foi um jogador da formação do Sporting, vendido ao Futebol Clube do Porto por 11 milhões de euros, numa transação onde Marco Cruz, lateral esquerdo do Futebol Clube do Porto, da formação, foi também para o Al-Valad por 11 milhões de euros, é um dos jogadores que integra o Sabah. Portanto, eu diria que o mais interessante nesta altura é ver dois jogadores que eram grandes promessas na ótica do Sporting e Futebol Clube do Porto. Um, o Rodrigo Fernandes, que foi para o Futebol Clube do Porto, está no Sabah do Azerbaijão. O outro, que é o Marco Cruz, esteve emprestado pelo Vitória de Guimarães ao Marítimo e voltou agora a Guimarães.