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Only in America. Só na América é que acontecem-- não é só na América, mas na América acontecem coisas muito estranhas. Isto tem que ver com desporto, por quê? Porque a figura envolvida no caso é o futebolista de futebol americano, Tom Brady, que clonou a sua cadela. Sabiam que era possível clonar?

Que era possível, sim, isto é, cientificamente. Agora, que estava disponível para o comum dos mortais, o acesso à essa tecnologia. Tecnologia científica.

Sim. Mas é possível. Não é barato, como será de imaginar.

Ainda me lembro da ovelhinha Dolly.

Mas Tom Brady, que era casado com a brasileira Gisele Bündchen, agora ex-mulher, revelou agora que a sua cadela Junie é um clone de Lua, uma cadela que ele tinha e que morreu em 2023. Parece que já é uma moda há algum tempo entre celebridades como Barbra Streisand e Paris Hilton, que já clonaram os seus animais de estimação, mas há cada vez mais donos disto no Reino Unido a guardar material genético dos animais para depois, quando tiverem possibilidade, cloná-los. O procedimento não pode ser feito na Europa, daí only in America, uma vez que isto é proibido pelas normas da União Europeia. Na Grã-Bretanha, no Reino Unido, também é proibido. Daí que muitos recorram aos Estados Unidos, onde isso é permitido. É permitido, mas o valor pode ascender aos €45 mil. Para quem tem muito dinheiro, celebridades, e gosta muito dos seus animais de estimação, não será um valor assim tão alto. Para a maioria das pessoas, sim, é um valor fora de qualquer possibilidade. Mas podem fazê-lo, se tiverem dinheiro, se tiverem vontade, podem fazê-lo porque são enviadas as amostras para os Estados Unidos e os animais são clonados nos Estados Unidos. Eu não sabia. Pensei que tínhamos ficado na ovelha Dolly.

Sai um negócio.

Mas é um negócio.

Sem dúvida. Então tornando-se isto agora público, não é?

Isto é mesmo ficção. Faz lembrar alguns filmes que jogam com este tema da clonagem. E no caso dos animais, é um bocadinho com as pessoas. Hoje é ficção científica, mas poderíamos sempre pôr a questão do que é a alma. Mas os animais, de facto, são mais parecidos ou nós vemo-los como mais parecidos. A questão da individualidade, depois de muito hábito, nós conseguiremos, os donos conseguem identificar essa personalidade, mas parece que é mais fácil ser convincente como se fosse o mesmo. Apesar de Tom Brady ter dado nome diferente a esta cadela. Só aí já revela que ele identifica de forma diferente.

Ainda assim, é muito estranho.

É muito estranho. É um admirável e estranho mundo novo. Na América.

Ainda na América.

Olha, isto é que nós podíamos clonar para jogar. Era só uma seleção de basquete composta por Neemias Quetas, porque Neemias Queta está a ter a melhor época desde que está na NBA, nos Celtics. Agora, no último jogo, fez uma das suas melhores exibições de sempre. Jogou contra os Washington Wizards e conseguiu 15 pontos, 12 ressaltos, cinco assistências. Ele no último jogo antes deste, tinha ficado associado à derrota da sua equipa, tinha falhado lance livre nos últimos minutos e depois não conseguiu evitar os pontos do adversário que deram a vitória. Os Boston Celtics perderam apenas por dois pontos, mas de alguma forma já se redimiu com esta grande exibição. Esta coisa que no basquete é o duplo-duplo ou o triplo-duplo. Nesse caso, foi só o duplo-duplo. O que é isso? Os nossos ouvintes fãs de basquete vão dizer: "Por que ele está a explicar isto?" Mas para quem não é fã de basquete, não acompanha tanto, o triplo-duplo é quando o jogador entra na casa dos dois dígitos nos pontos, nos ressaltos e nas assistências. Isso é um triplo-duplo. E ele conseguiu um duplo-duplo, ou seja, conseguiu 15 pontos e 12 ressaltos, nas assistências ficou pelas cinco, mas foi uma das melhores exibições de sempre do Neemias Queta, que está a afirmar-se, tem sido titular. O treinador finalmente tem confiado a titularidade e vamos ver como é que corre o resto da época para o internacional português. E esperamos que ele regresse, quando vier à seleção portuguesa, com este nível, com esta forma, porque é uma peça fundamental na nossa seleção. É uma pena não poder ser clonado. Para já. Vamos aqui a último toque. De manhã, vocês gostam do cheiro a quê? A napalm?

Café.

Café, eu gosto de café.

Café de cafeteira e torradas.

Que bom! E a Clara?

Pão quente, o cheiro de pão quente. Eu passo por uma padaria e está a fazer pão a hora que eu saio de casa.

Vamos deixar a emissão e vamos ali para a porta fazer torradas.

Vamos pôr o Bowiman, Rap BD.

Que ele seja gentinho.

Vamos ouvir aí um sonzinho. Tens aí? Vamos ouvir. Que tipo de jogo de cheira que vamos ver? Jogo aberto?

Olha, por falar em cheiro, o que me cheira aqui é haxixe. Cheira-me a ganza aqui. Já é a terceira ou quarta vez que me vem esse cheiro. Mas tirando o cheiro do haxixe e da ganza, que é muito característico aqui em Utrecht, e em Amsterdã também.

É um bocadinho diferente. É um bocado diferente. Carlos Carvalhal, é ele que está a falar, comentador da Sport TV, ex-treinador ou treinador em pausa sabática, foi à Holanda, onde o Porto jogou. Aos Países Baixos, já não se pode dizer Holanda. Não sei se Utrecht, provavelmente Utrecht é na Holanda, não sei. Mas foi aos Países Baixos, o Porto jogou lá ontem, empatou contra Utrecht, e na antevisão ao jogo, o jornalista perguntou a Carlos Carvalhal.

Puxa, gente, o que é que cheira?

O que é que cheirava. Eles provavelmente já tinham brincado com isso. E ele disse que cheirava aquilo que normalmente cheira na Holanda. Em Amsterdã, ele disse, e também em Utrecht. É um cheiro muito característico dos Países Baixos.

Sim, nalgumas zonas.

Nalgumas zonas. Não é só nos Países Baixos.

Não é só nos Países Baixos. Mas em algumas zonas, que eu estive em Amsterdã e não é assim.

Não.

Em algumas zonas.

Tu ainda não tinhas olfato na altura. Era Covid.

Eu continuo a preferir torradas.

Torradas, eu também. Mas pronto, o Carlos Carvalhal cheirou a outra coisa. Tem muito.