A CGTP inicia esta segunda-feira, até 31 de maio, uma semana de luta nacional com greves, paralisações e manifestações em vários pontos do país pelo aumento do salário mínimo nacional para 515 euros, a partir de 01 de junho.

Para assinalar esta semana de luta, centrada nos locais de trabalho, a CGTP vai promover greves, paralisações e manifestações, contra os bloqueios à contratação coletiva, pelo aumento dos salários — além do salário mínimo nacional – e pela redução dos horários de trabalho.

O início desta ação reivindicativa é assinalado com um reunião da Comissão Executiva do Conselho Nacional, nas instalações do SITE-Norte, em Braga, “para discutir ações de luta em torno do aumento dos salários e do salário mínimo nacional, defesa da contratação coletiva e balanço das eleições para o Parlamento Europeu”, disse à Lusa fonte da Central Sindical.

Ao longo da semana haverá concentrações em Braga, bem como em Setúbal, distrito onde está também prevista uma manifestação no dia 28.

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No distrito de Coimbra, haverá uma greve dos trabalhadores da Soporcel/Portucel (Figueira da Foz) entre os dias 27 e 31 de maio.

Estão ainda previstas concentrações e ações de rua nos distritos de Vila Real, Porto, Algarve, Aveiro, Évora, Guarda e Lisboa.