Equipamento Militar

CEMGFA e chefe da Marinha ouvidos na AR sobre compra do navio Siroco

O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e o chefe da Marinha são ouvidos hoje na comissão parlamentar de Defesa sobre a compra à França do navio polivalente logístico Siroco.

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, general Pina Monteiro, e o chefe da Marinha, almirante Macieira Fragoso, são ouvidos hoje na comissão parlamentar de Defesa sobre a compra à França do navio polivalente logístico Siroco.

Na terça-feira, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que o Governo aguarda pelas conclusões destas audiências para tomar os “procedimentos adequados” sobre a compra do navio.

“Neste momento esperamos e vamos ver o que do ponto de vista militar, operacional vai ser dito na comissão de Defesa e nós acreditamos que vai ser dito no sentido de poder viabilizar procedimentos em vista à aquisição”, acrescentou.

A 26 de março, fonte do Ministério da Defesa Nacional disse à Lusa que Aguiar-Branco admitia suspender “todas as negociações” com a França para comprar o Siroco devido à abstenção do PS na votação da Lei de Programação Militar (LPM) na especialidade com o argumento de que esta aquisição deve ser inscrita expressamente no diploma.

A mesma fonte sublinhou que a opção pela compra do navio francês partiu de “uma deliberação unânime” do Conselho de chefes militares e que tanto o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, como o chefe da Marinha discutiram a questão com os deputados nas audições na comissão parlamentar de Defesa, em fevereiro.

O Ministério da Defesa salientou ainda que a lei, aprovada na generalidade com votos da maioria e do PS, foi entregue na Assembleia da República “há mais de dois meses, sem que tenha havido qualquer iniciativa para aprofundar a discussão sobre este tema”.

Entretanto, o PSD e o CDS-PP decidiram voltar a ouvir no parlamento o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e o chefe do Estado-Maior da Armada sobre a compra do navio polivalente logístico.

O deputado centrista João Rebelo disse à agência Lusa que espera que estes possam fornecer “mais informações sobre a necessidade deste meio naval” e das suas “capacidades operacionais”.

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