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Dança

Companhia Nacional de Bailado apresenta hoje programa de reportório no Porto

Entre esta sexta-feira e 20 de fevereiro a Companhia Nacional de Bailado vai apresentar, no Porto e em Lisboa reportório com peças históricas de coreógrafos como George Balanchine e William Forsythe.

Este programa estreia-se esta sexta no Rivoli - Teatro Municipal do Porto, e é repetido no sábado, apresentando-se depois no Teatro Camões, em Lisboa, de 05 a 20 de fevereiro.

MARIO CRUZ/LUSA

A Companhia Nacional de Bailado (CNB) vai apresentar, no Porto e em Lisboa, entre esta sexta-feira e 20 de fevereiro, um programa de reportório com peças históricas de coreógrafos como George Balanchine e William Forsythe.

Este programa estreia-se esta sexta no Rivoli – Teatro Municipal do Porto, e é repetido no sábado, apresentando-se depois no Teatro Camões, em Lisboa, de 05 a 20 de fevereiro.

Compõem este programa as coreografias “5 Tangos”, do coreógrafo holandês Hans van Manen (1932), uma peça concebida para o Ballet Gulbenkian, sobre música do compositor argentino Astor Piazzolla, “Serenade”, de George Balanchine (1904-1983), a partir daquela obra de Tchaikovsky, “Grosse Fugue”, de Anne Teresa De Keersmaeker (1960), sobre a célebre “Grande fuga”, de Beethoven, e “Herman Schmerman”, de William Forsythe (1940), com música de Thom Willems.

Segundo a CNB, este conjunto de peças tem por objetivo reunir alguns dos coreógrafos que mais marcaram a História da Dança: “A belíssima e feminina ‘Serenade’ de Balanchine, que contrasta com a energia masculina de ‘Grosse Fuge’, de Anne Teresa De Keersmaeker, a abstração de William Forsythe, com um dueto virtuosístico e a inspiração latina de ‘5 Tangos’, de Hans van Manen, são uma janela aberta para o que de melhor se produziu no século XX”.

Ao Quarteto de Cordas de Matosinhos e à Camerata Alma Mater foi entregue a interpretação musical, nesta que será a primeira colaboração destes agrupamentos com a CNB, segundo a companhia.

A estreia deste programa, no Teatro Municipal do Porto, Rivoli, “pretende valorizar a descentralização e retomar uma prática que é, por tradição, da companhia, desde 1977”, tendo a última estreia acontecido em 2002.

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