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Casa Branca barra emissoras CNN e MS NOW à chegada de Xi Jinping para jantar com Trump

A CNN disse na quinta-feira à noite que um repórter e um produtor tentaram aceder ao evento, mas funcionários da Casa Branca barraram a entrada. Jornalista da MS NOW também viu o acesso negada.

epa13261555 The limousine carrying President Xi Jinping, of The People’s Republic of China, and Madame Peng Liyuan arrives on the North Portico of the White House in Washington, DC, USA, 24 September 2026.  EPA/Annabelle Gordon / POOL
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▲A chegada de Xi à Casa Branca foi coberta por dezenas de órgãos de imprensa que conseguiram entrar no local sem restrições

Annabelle Gordon / POOL/EPA

▲A chegada de Xi à Casa Branca foi coberta por dezenas de órgãos de imprensa que conseguiram entrar no local sem restrições

Annabelle Gordon / POOL/EPA

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A CNN e a MS NOW acusaram a Casa Branca de negar acesso de jornalistas das emissoras norte-americanas à chegada do chefe de Estado chinês, Xi Jinping, para um jantar com o Presidente Donald Trump.

A CNN disse na quinta-feira à noite que um repórter e um produtor tentaram aceder ao evento, mas funcionários da Casa Branca barraram a entrada, aconselhando-os a contactar o diretor de comunicação da Presidência dos Estados Unidos (EUA), Steven Cheung.

A emissora escreveu num blogue que a Casa Branca informou que só permitiria um fotojornalista e um técnico de áudio no evento.

Outra emissora, a MS NOW (antiga MSNBC), confirmou que a jornalista Laura Barrón-López também viu a entrada negada na cerimónia de receção, realizada no pórtico antes do jantar de Estado.

A chegada de Xi à Casa Branca foi coberta por dezenas de órgãos de imprensa que conseguiram entrar no local sem restrições.

Donald Trump alegou na plataforma que detém, a Truth Social, que as emissoras “recusaram-se a cobrir um dos maiores e mais belos eventos realizados em muitos anos… porque sabiam quão bom seria; não queriam que o crédito fosse dado a ‘TRUMP'”.

Isto horas depois de a CNN, a MS NOW e o jornal online Politico terem voltado a ter acesso à Casa Branca, após uma decisão judicial que ordenou a restituição imediata das credenciais de imprensa, retiradas por ordem de Donald Trump.

Trump anunciou em 18 de setembro um veto ao jornal Politico e às duas emissoras por alegadamente divulgarem “notícias falsas” e, mais tarde, acusou-os de porem em risco a segurança nacional com as suas reportagens.

No início da semana, os três órgãos de comunicação social apresentaram, em conjunto, uma queixa por violação da Primeira Emenda da Constituição, tendo o juiz federal Timothy Kelly ordenado que lhes fosse restabelecido o acesso, ao considerar que a proibição ocorreu “sem o devido processo legal”.

A ordem de emergência tem efeito temporário, vigorando até 08 de outubro, e determina o acesso desses meios de comunicação à Casa Branca, pelo menos “até que o tribunal emita outra ordem ou até que a medida anunciada esta sexta-feira caduque”.

O juiz do Tribunal Distrital de Washington DC deferiu, com a decisão, o pedido dos meios de comunicação afetados, que solicitaram essa ordem de emergência temporária enquanto se analisa o mérito do caso.

[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

Na sequência da decisão de Trump de vedar o acesso a CNN, Politico e MS NOW, as outras quatro estações membros do ‘pool’ televisivo da Casa Branca — CBS, ABC, NBC e Fox News — decidiram cessar a sua participação, num gesto de solidariedade sem precedentes.

No terceiro dia de boicote do fluxo de vídeo distribuído às emissoras de televisão, nem a Fox News, nem a CNN, nem a MS NOW transmitiram em direto as imagens da receção de Donald Trump ao Presidente chinês Xi Jinping, nos arredores de Washington.

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