Rádio Observador

Vodafone Paredes de Coura

150 festivaleiros de Paredes de Coura com “sintomas gastrointestinais”

150 pessoas que passaram pelo Festival de Paredes de Coura foram assistidas nas urgências de Viana do Castelo e Monção/Lima com "sintomas gastrointestinais". As causas ainda não são conhecidas.

"Não é uma situação para alarmismos", disse o diretor da urgência da ULSAM

HUGO AMARAL/OBSERVADOR

Cerca de 150 pessoas das quase 25 mil que passaram pelo festival Vodafone Paredes de Coura na sexta-feira tiveram de ser assistidas nas urgências de Viana do Castelo e Monção/Lima com sintomas de vómitos e diarreia, confirmou o Observador junto da chefe de equipa da urgência de Viana do Castelo. A situação já está controlada.

Os primeiros casos de pessoas com sintomas de “náuseas, vómitos, diarreia e alguns com desidratação” começaram a chegar às 21h00 às unidades de saúde de Viana do Castelo, Monção e Ponte de Lima. O pico registou-se durante a madrugada, com 80 a darem entrada. A maioria já teve alta, “após medidas terapêuticas simples”, e alguns até já estão de regresso ao recinto do Vodafone Paredes de Coura, garantiu aos jornalistas Rui Escaleira, diretor do serviço de urgência da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, na sala de imprensa do festival.

Ao todo, 40 festivaleiros deram entrada em Monção, 40 em Viana e 70 em Ponte de Lima, com o pico a registar-se de madrugada, tinha confirmado o Observador junto de Helena Terleira, chefe de equipa da urgência de Viana do Castelo.

De acordo com Rui Escaleira, estão cerca de 10 membros da unidade de saúde pública a tentar identificar a causa que levou a que 150 festivaleiros tivessem de receber tratamento hospitalar. O foco específico do problema ainda não foi identificado, uma vez que ainda não se encontrou um padrão de idade, proveniência ou consumo de alimentos e bebidas. Uma parte das pessoas tinha bilhete diário e não estava no campismo, onde estão instaladas 10 mil pessoas.

Mesmo assim, Rui Escaleira acredita que não há motivos para temer novo pico. “Durante o dia a frequência diminuiu, não há risco de se verificar outra situação”, frisando que não há razão para “alarmismos”.

As águas do campismo estão a ser analisadas. Rui Escaleira relembra que há várias fontes de água na vila que não são próprias para consumo e que estão identificadas como tal. Aconselha-se, nesses casos, a nem sequer usar essa água para lavar os dentes, para não se correr o risco de “alguma ingestão inadvertida”.

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