Poupança

Poupar no presente para um futuro tranquilo

São cada vez mais os portugueses que optam por Planos de Poupança e Reforma. Seja na forma de seguros ou de fundos, o importante é encontrar a melhor solução de reforma.

Getty Images/iStockphoto

No final do ano passado, os portugueses mantinham uma aposta forte de aplicações em PPR, quer seja na forma de seguros ou de fundos de investimento. Mas os dados divulgados, recentemente, pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), são ainda mais animadores pois dão conta que os Planos Poupança Reforma (PPR) estão a crescer para novos máximos e registaram um acréscimo de 21% face ao período homólogo de 2016. Além dos benefícios fiscais na dedução à coleta em sede de IRS, são alternativas com uma tributação mais reduzida à saída – especialmente para reembolsos efetuados dentro das condições previstas na lei.

Isto quer dizer que os portugueses retomam a sua confiança neste tipo de poupanças. Num momento em que a sustentabilidade da Segurança Social é tema recorrente na imprensa, devido às prováveis limitações futuras do regime de pensões do Estado, os portugueses optam por soluções de poupança que lhes permitem aceder a uma reforma mais tranquila.Existem, no mercado, bastantes produtos de poupança-reforma. Por exemplo, os Fundos de Investimento Mobiliário (FIM) em formato PPR estão a ganhar peso na carteira dos aforradores portugueses. Em Agosto de 2017, o total de FIM em formato PPR representava quase 17% do bolo total de FIM, apresentando uma variação de aproximadamente 29% desde o início do ano.

As opções de investimento oferecidas pela Banca são diversas, nomeadamente no caso da Caixa Geral de Depósitos (CGD) que, para acompanhar esta tendência de mercado, conta com um conjunto de Planos de Poupança e Reforma capazes de oferecer uma alternativa versátil. No caso da opção Caixa PPR Rendimento Mais*, destinado a clientes com perfil equilibrado visa proporcionar aos participantes uma solução de investimento a médio prazo com eficiência fiscal. O valor mínimo da subscrição é de 250 euros. Esta solução de investimento tem rendimento associado a uma carteira de obrigações, constituída maioritariamente de dívida pública portuguesa e italiana. No final de cada ciclo de seis anos, o cliente tem possibilidade de decidir se quer continuar, investindo num novo ciclo, ou se pretende solicitar o reembolso das unidades de participação, com base nas condições legais em vigor.

Saiba mais aqui.

Já no caso do Leve PPR**, um plano de poupança reforma a que se pode associar uma componente de seguro de vida, está disponível em duas opções de investimento, em função do nível de garantias pretendido e das expectativas de rendimento. Pode ser subscrito por clientes particulares ou por empresas, em ambos os casos residentes em Portugal. A idade mínima e máxima para subscrição é de 18 e 80 anos respetivamente, sendo o prazo do contrato estabelecido em 5 anos e 1 dia, não podendo contudo terminar antes dos 60 anos de idade da pessoa segura. Este produto admite quer entrega única inicial, quer um plano de entregas programadas, sempre com o mínimo de 25 euros.

Saiba Mais aqui.

* Não existe garantia de capital nem de rendimento para os Fundos de Pensões Abertos. O enquadramento fiscal não dispensa a consulta da legislação em vigor a cada momento, nem constitui garantia da sua não alteração até à data do resgate/reembolso. Sociedade Gestora: CGD Pensões – Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A., Av. João XXI, 1000-300 Lisboa Banco Depositário e Entidade Comercializadora: Caixa Geral de Depósitos,S.A.

**Esta informação não dispensa a consulta da informação pré-contratual e contratual legalmente exigida. Produtos da Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A., comercializados através da CGD, Av João XXI, 63, 1000-300 Lisboa, na qualidade de Mediador de Seguros Ligado, registado na ASF, em 20 de setembro de 2007, e autorizado a exercer atividade nos Ramos de Seguros de Vida e Não Vida com a Fidelidade – Companhia de Seguros S.A. Os dados do registo estão disponíveis em www.asf.com.pt. Enquanto mediador, a CGD não assume a cobertura dos riscos, não está autorizada a receber prémios nem a celebrar contratos de seguro em nome do Segurador.

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