Star Wars

“Luke Skywalker” presta tributo a Carrie Fisher um ano após a sua morte

128

Carrie Fisher, a princesa Leia na saga "Star Wars", morreu a 27 de dezembro de 2016. Um ano depois, Mark Hamill presta homenagem à atriz que faleceu aos 60 anos.

Araya Diaz/Getty Images for The Midnight Mission

A atriz Carrie Fisher, que interpretou a personagem de princesa Leia na saga Star Wars, morreu há precisamente um ano, vítima de ataque cardíaco. Tinha 60 anos. Agora, Mark Hamill, mais conhecido por interpretar a personagem de Luke Skywalker, presta tributo à falecida atriz ao publicar no Instagram um conjunto de retratos de Fisher.

No one's ever really gone… #AlwaysWithUs #CarrieOnForever

A post shared by Mark Hamill (@hamillhimself) on

No post estão duas fotografias dos atores que na saga fazem de irmãos, bem como um desenho da atriz na companhia do seu cão, Gary. Na legenda, Hamill escreve “Ninguém desaparece totalmente”, uma frase que também Luke Skywalker diz a Leia no filme Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi, que chegou às salas de cinema portuguesas a 17 de dezembro.

O tributo a Carrie Fisher continua nas redes sociais, com muitos fãs a prestarem homenagem à princesa Leia no Twitter.

Em janeiro deste ano, Hamill escreveu uma carta aberta, publicada no site The Hollywood Reporter, onde descreveu a sua relação com Carrie Fisher: “Pensei ‘Oh meu Deus, vai ser como trabalhar com uma miúda do secundário’. Mas eu fiquei perplexo. Ela era tão instantaneamente intrigante e divertida e franca. Ela tinha uma maneira de ser tão brutalmente sincera. Eu tinha acabado de a conhecer, mas [falar com ela] era como falar com uma pessoa que conhecia há 10 anos”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Global Shapers

Quando chegará o último Aquarius?

Hugo Menino Aguiar

É preciso conciliar a liberdade de movimento enquanto direito humano fundamental e a gestão económica, cultural e social das migrações - e permitir que esta segunda vertente seja sobrevalorizada.

Política

O caso Berardo e o regresso a Auschwitz

Luís Filipe Torgal

A psicologia de massas, manipulada pelos novos cénicos «chefes providenciais», vai transfigurando a história em mito, crendo num «admirável mundo novo», depreciando a democracia, diabolizando a Europa

Eleições Europeias

Não há eleições europeias /premium

João Marques de Almeida

O parlamento europeu serve sobretudo para reforçar o poder dos grandes países, cujos partidos dominam os grupos políticos e, principalmente, as comissões parlamentares se fazem as emendas legislativas

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)