O IAVE já disponibilizou os critérios de correção do exame de Físico-Química do 11.º ano, que se realizou esta quinta-feira de manhã nas escolas de ensino secundário. Veja aqui em baixo as provas.

Ao todo, existiram duas versões do exame nacional de Físico-Química.

Consulte aqui o enunciado da versão 1 do exame de Físico-Química.

Consulte aqui o enunciado da versão 2 do exame de Físico-Química.

E aqui estão os critérios de correção dos exames ou, se preferir, veja as respostas divulgadas pelo IAVE já aqui em baixo.

GRUPO I

1.1. — 6 pontos
A massa volúmica da água na parte inferior do depósito é maior do que a massa volúmica da água na parte superior.

1.2. Versão 1 – (A); Versão 2 – (C) …………………………………………………………………………………. 6 pontos
2.1. Versão 1 – (B); Versão 2 – (A) …………………………………………………………………………………. 6 pontos

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

2.2. — 10 pontos

Etapas de resolução:

• Cálculo da potência média da radiação solar incidente no coletor
(P 2 0, W 4 103 = # ) ……………………………………………………………………………… 2 pontos
• Cálculo da energia da radiação solar que, em média, incide no coletor em
8,0 h diárias de exposição solar (E 5 8, J 8 107 = # ) …………………………………. 2 pontos
• Cálculo da energia que, em média, é absorvida pela água em 8,0 h diárias
de exposição solar (E 1 7, J 6 107 = # ) ………………………………………………………. 3 pontos
• Cálculo do rendimento médio do processo de aquecimento considerado
(h = 30%) …………………………………………………………………………………………….. 3 pontos
OU
• Cálculo da potência média da radiação solar incidente no coletor
(P 2 0, W 4 103 = # ) ……………………………………………………………………………… 2 pontos
• Cálculo da energia que, em média, é absorvida pela água em 8,0 h diárias
de exposição solar (E 1 7, J 6 107 = # ) ………………………………………………………. 3 pontos
• Cálculo da potência média absorvida pela água (P 6 1, W 1 102 = # ) …………… 2 pontos
• Cálculo do rendimento médio do processo de aquecimento considerado
(h = 30%) …………………………………………………………………………………………….. 3 pontos

GRUPO II

1.1. Versão 1 – (D); Versão 2 – (C) — 6 pontos
1.2. — 10 pontos

Tópicos de resposta:
A)  O módulo da velocidade da esfera não varia linearmente com o tempo (ou equivalente), o que permite concluir que a força de resistência do ar não é desprezável.
B)  No deslocamento considerado, a soma dos trabalhos realizados pela força gravítica e pela força de resistência do ar, que atuam na esfera, é menor do que o trabalho realizado pela força gravítica, uma vez que o trabalho realizado pela força de resistência do ar é negativo.
C) Como a soma dos trabalhos realizados pelas forças que atuam na esfera é igual
à variação de energia cinética da esfera, conclui-se que, nesse deslocamento,
a variação de energia cinética da esfera é menor do que o trabalho realizado pela força
gravítica que nela atua.
OU
A)  O módulo da velocidade da esfera não varia linearmente com o tempo (ou equivalente), o que permite concluir que a força de resistência do ar não é desprezável.
B) A força de resistência do ar e a força gravítica que atuam na esfera têm sentidos
opostos, pelo que a resultante das forças que atuam na esfera terá uma intensidade
menor do que a intensidade da força gravítica.
C) Como o trabalho que seria realizado pela resultante das forças que atuam na esfera
é igual à variação de energia cinética da esfera, conclui-se que, nesse deslocamento,
a variação de energia cinética da esfera é menor do que o trabalho realizado pela força
gravítica que nela atua.
OU
A)  O módulo da velocidade da esfera não varia linearmente com o tempo (ou equivalente), o que permite concluir que a força de resistência do ar não é desprezável.
OU
No deslocamento considerado, o aumento do módulo da velocidade da esfera é inferior ao que ocorreria se houvesse conservação da energia mecânica do sistema esfera + Terra.
B)  No deslocamento considerado, o aumento da energia cinética da esfera é inferior à
diminuição da energia potencial gravítica do sistema esfera + Terra.
C)  Como a variação da energia potencial gravítica do sistema é simétrica do trabalho
realizado pela força gravítica que atua na esfera, conclui-se que, nesse deslocamento,
a variação de energia cinética da esfera é menor do que o trabalho realizado pela força
gravítica que nela atua.

1.3. Versão 1 – (A); Versão 2 – (B) — 6 pontos

2.1. — 6 pontos
10 m s-1 (ou 9,8 m s-1).

2.2.1. Versão 1 – (C); Versão 2 – (A) — 6 pontos

2.2.2. — 10 pontos

Etapas de resolução:

• Apresentação da expressão Fg – Far = 6,0 m (ou equivalente), em que Fg
representa a intensidade da força gravítica, Far representa a intensidade
da força de resistência do ar e m representa a massa da esfera ……………… 4 pontos
• Determinação da intensidade da força de resistência do ar que atua na
esfera em função da sua massa (F m 4 0, ar = ) ……………………………………….. 3 pontos
• Determinação do valor de x (x = 40) (ver nota)…………………………………….. 3 pontos
Nota ‒ A apresentação do valor x = 0,40 implica uma desvalorização de 1 ponto.

GRUPO III

1.1. Versão 1 – (A); Versão 2 – (D) — 6 pontos
1.2. — 10 pontos

Etapas de resolução:

• Determinação do período do sinal sonoro (T = 1,50 ms ) …………………………… 3 pontos
• Determinação do módulo da velocidade de propagação do sinal no ar, nas
condições em que decorreu a experiência (v = 346,0 m s-1) ……………………. 3 pontos
• Cálculo do comprimento de onda do som no ar, nas condições em que
decorreu a experiência (m = 0,52 m) ………………………………………………………. 4 pontos

2.1. Versão 1 – (C); Versão 2 – (B) — 6 pontos
2.2. Versão 1 – (D); Versão 2 – (A) — 6 pontos

GRUPO IV

1. — 6 pontos
0,001 g (ou equivalente).
Nota ‒ A indicação “!” não implica qualquer desvalorização.

2.— 10 pontos

Tópicos de resposta:

A) A densidade relativa do metal constituinte da amostra pode ser determinada pelo
quociente entre a massa da amostra do metal (mA ) e uma massa de água de volume
igual ao volume daquela amostra.
B) A massa de água de volume igual ao volume da amostra do metal (ou a massa de água deslocada) é dada pela diferença mB – mC.

3. Versão 1 – (C); Versão 2 – (D) — 6 pontos

GRUPO V

1.1. Versão 1 – (B); Versão 2 – (A) — 6 pontos
1.2. Versão 1 – (D); Versão 2 – (C) — 6 pontos

2.1.— 10 pontos

Etapas de resolução:

• Cálculo da quantidade de SO2 ( g ) introduzida no recipiente (n = 2,500 mol) … 2 pontos
• Cálculo da quantidade de SO3 ( g ) presente no equilíbrio (n = 1,818 mol) …… 2 pontos
• Identificação da quantidade de SO2 ( g ) que se converteu em SO3 ( g ) com
a quantidade de SO3 ( g ) presente no equilíbrio ……………………………………….. 2 pontos
• Cálculo da percentagem de SO2 ( g ) que não se converteu em SO3 ( g )
(27,3%) ……………………………………………………………………………………………… 4 pontos
OU
• Cálculo da quantidade de SO3 ( g ) presente no equilíbrio (n = 1,818 mol) …… 2 pontos
• Cálculo da massa de SO2 ( g ) que se converteu em SO3 ( g ) (m = 116,5 g) ….. 4 pontos
• Cálculo da percentagem de SO2 ( g ) que não se converteu em SO3 ( g )
(27,3%) ……………………………………………………………………………………………… 4 pontos

2.2. Versão 1 – (D); Versão 2 – (A) — 6 pontos
3. Versão 1 – (B); Versão 2 – (D) — 6 pontos
1. Versão 1 – (B); Versão 2 – (C) — 6 pontos
2. Versão 1 – (C); Versão 2 – (B) — 6 pontos

3.1.— 10 pontos

Etapas de resolução:

• Cálculo da concentração em massa de ácido acético no vinagre comercial
(cm = 78,1 g dm-3)
OU
Cálculo da quantidade de ácido acético em 100 cm3 do vinagre comercial
( n = 0 130 , mol)……………………………………………………………………………………. 5 pontos
• Determinação do grau de acidez do vinagre comercial
(7,8o ou 7,8 g em 100 cm3) (ver nota) ……………………………………………………. 5 pontos
Nota ‒ A não indicação da unidade ( o ou g em 100 cm3) não implica qualquer desvalorização.

3.2. Versão 1 – (A); Versão 2 – (B) — 6 pontos

4. Versão 1 – (A); Versão 2 – (D) — 6 pontos

5.— 10 pontos

Etapas de resolução:

• Cálculo da massa de acetato de prata dissolvido na solução saturada a 20 oC
(m = 5,25 g) …………………………………………………………………………………………… 6 pontos
• Cálculo da massa de sal que terá precipitado (m = 6,8 g) …………………………….. 4 pontos
OU
• Cálculo da massa de acetato de prata que terá precipitado por cada 100 g
da solução obtida por evaporação (m = 1,35 g) ………………………………………….. 6 pontos
• Cálculo da massa de sal que terá precipitado (m = 6,8 g) …………………………….. 4 pontos