Rádio Observador

Escolas

Concurso para obras na Escola Artística António Arroio publicado em Diário da República

As obras foram interrompidas em 2009, ficando a escola sem cantina e entre outras valências. O Concurso Público Nacional para a conclusão das obras prevê um prazo de execução do contrato de 14 meses.

Os alunos têm levado a cabo diversas formas de luta por melhores condições na escola

O concurso público para a conclusão das obras de modernização da Escola Artística António Arroio, na freguesia de Penha de França, em Lisboa, foi publicado esta sexta-feira em Diário da República, com o valor base de 4,3 milhões de euros.

O Concurso Público Nacional para a Conclusão da Empreitada de Execução das Obras de Modernização da Escola Artística António Arroio, em Lisboa, tem o valor base de 4.312.689,30 euros e prevê um prazo de execução do contrato de 14 meses.

O critério de adjudicação terá em conta a melhor relação entre a qualidade e o preço, com um fator de ponderação de 50% para cada. As propostas podem ser entregues até às 17h do 30.º dia a contar da data de envio do anúncio para publicação, que ocorreu a 28 de fevereiro.

As obras de requalificação na Escola António Arroio, da responsabilidade do programa de modernização das escolas secundárias, da empresa pública Parque Escolar, foram interrompidas em 2009, ficando a escola sem cantina, entre outras valências.

A escola onde estudaram Mário Cesariny e Júlio Pomar encontra-se degradada, com espaços em estaleiro, onde as obras foram interrompidas.

Os alunos têm levado a cabo diversas formas de luta por melhores condições na escola. Em novembro passado, num protesto liderado pela associação de estudantes, comeram no chão em frente à Assembleia da República.

Em meados de fevereiro, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, tinha anunciado para breve a publicação do concurso público da escola artística, “agora com valor reforçado”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Escolas

A escola é uma seca /premium

Eduardo Sá

Não podemos continuar a opor uma ideia “industrial” de escola a uma escola “ecológica”, como se não fosse possível conciliar as duas escolas, sem a educação indispensável abalroar o direito à infância

Universidade de Coimbra

Coimbra: Especulações sobre um bife

Ricardo Pinheiro Alves
448

Porque é que uma instituição veneranda e centenária, criada em Lisboa em 1290 pelo Rei D. Dinis, abandona o reino do saber para entrar no activismo demagógico em que a ciência dá lugar ao marketing?

caderno de apontamentos

Os milagres da Educação /premium

Fernando Egidio Reis

Ouve-se que os professores são tradicionais, do século XIX. É o mesmo que dizer que temos feito tudo mal. Que outra profissão especializada admitiria este tipo de abordagem e de desconsideração?

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)