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Tem 14 anos, é youtuber, tem aulas em casa e já ganhou mais de 180 mil euros por ano a jogar Fortnite

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Tem mais de um milhão de subscritores, joga ao famoso vídeo-jogo durante mais de 18 horas e tem aulas online. A história de Sceptic, o miúdo de 14 anos que está a fazer fortuna a jogar Fortnite.

Sceptic, ou Griffin Spikoski, num dos seus vídeos. O da imagem foi visto por quase um milhão de pessoas.

Sceptic

Se o seu filho passa demasiado tempo a jogar Fortnite, provavelmente conhece o nome de Griffin Spikoski, vulgo Sceptic. É este o nome artístico de Griffin, um youtuber de 14 anos que vive daquele famoso vídeo jogo. No último ano, fez 19 vídeos relacionados com aquele jogo sensação e ganhou 200 mil dólares (180 mil euros). Este ano já fez 22 vídeos.

Sceptic começou o canal há apenas nove meses, estávamos em julho de 2018. Aquilo que seria apenas um vídeo com dois youtubers a jogar Fortnite tornou-se um autêntico fenómeno, com mais de 7,5 milhões de visualizações, devido às capacidades do menino de apenas 14 anos, que derrotou o adversário, experiente no jogo. A partir daí, Griffin continuou a fazer vídeos, tendo já no seu canal mais de um milhão de subscritores.

Em entrevista ao jornal ABC7NY, Griffin diz que aquilo que faz é como se fosse o seu “trabalho”, que também envolve e exige alguns esforços. Por dia tem de jogar, pelo menos, oito horas por dia para fazer vídeos suficientes. Para isso, Sceptic tem aulas online, em vez de ir à escola. Aos fins-de-semana, como está mais livre, chega a jogar 18 horas em cada dia. Um autêntico horário laboral, que tem também contornos de trabalho em termos financeiros: com o dinheiro amealhado do retorno dos vídeos e de patrocínios, Griffin Spikoski ganhou o suficiente para montar uma empresa, a Sceptic Gaming Inc.

A família é quem gere a empresa, sendo consultora financeira. A mãe, Kathleen Connolly, diz que nunca se apercebeu das qualidades do filho: “Nunca percebi que o Griffin era bom em jogos. Ele já me o tinha dito, mas o mundo acabou por confirmar isso”, disse o pai num documentário. Por enquanto, o dinheiro que Griffin ganha, é economizado para o futuro. O adolescente diz que vai usá-lo para entrar na faculdade ou comprar uma casa ou um carro.

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