Além da acusação no âmbito da operação Rota Final, Álvaro Amaro, ex-presidente da câmara da Guarda é suspeito de participar num plano para obter financiamento comunitário, revelou a SIC Notícias. Nesse processo existem suspeitas não só sobre Álvaro Amaro mas, também, sobre o atual presidente da câmara da Guarda, Carlos Monteiro.

Os dois responsáveis, o vereador da cultura (Vítor Amaral) e duas técnicas superiores (Alexandra Isidro e Carla Morgado) vão responder por suspeitas de fraude na obtenção do subsídio que financiou a festa de carnaval em 2014, na cidade.

Esta foi uma acusação que o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Coimbra deduziu já depois das eleições europeias, onde Álvaro Amaro obteve nomeação para eurodeputado, e propõe que os políticos percam o mandato e que as funcionárias sejam proibidas de exercer funções.