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Portugal está a fechar da melhor forma o ciclo olímpico de cinco anos entre 2016 e 2021, maior do que é habitual devido ao adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio, e os últimos metros de competição estão a correr da melhor forma para a Seleção: já depois do segundo lugar de João Ribeiro em K1 500, a dupla Francisca Laia/Messias Baptista conseguiu também a medalha de prata em K2 200 mistos do Mundial.

Havia mais sal além de Pimenta: João Ribeiro conquista medalha de prata nos Mundiais em K1 500

Naquela que foi a estreia da disciplina em Campeonatos do Mundo, a embarcação portuguesa acabou com o tempo de 34,34, atrás dos húngaros Anna Lucz e Colos Csizmadia (33,94) e à frente dos polacos Marta Walczyiew e Bartosz Grabowski (34,45). Participaram também nesta final A em Copenhaga do K2 200 mistos as equipas de Espanha, Suécia, Ucrânia, Bielorrússia, Alemanha e França.

Esta foi a primeira medalha de sempre em Mundiais de Francisca Laia (27 anos) e Messias Baptista (22 anos), que confirmou também a grande participação de Portugal na Dinamarca após o ouro de Fernando Pimenta em K1 1.000, a prata de João Ribeiro em K1 500 e o bronze de Norberto Mourão em VL2. Ao contrário de Laia, Messias marcou presença nos Jogos de Tóquio, ficando em oitavo em K4 500.

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Portugal já conta assim com o dobro das medalhas conseguidas no Campeonato do Mundo de 2019, em  Szeged, quando teve dois bronzes em K1 1.000 e K1 5.000 por Fernando Pimenta. Antes, em 2018 com organização em Montemor-o-Velho, a Seleção teve também duas medalhas de ouro, ambas por Pimenta e nas mesmas duas categorias. O canoísta de Ponte de Lima vai ainda fazer a final de K1 5.000.