Um dos amigos de Liam Payne, Roger Nores, e dois funcionários do hotel onde o cantor morreu estavam acusados de homicídio culposo. Mas a justiça argentina arquivou o processo após concluir que nenhuma das três pessoas teve um papel na morte do cantor, escreve a revista Rolling Stone.
Liam Payne caiu da varanda do 3.º andar, no quarto de hotel onde estava, o CasaSur Palermo, na Argentina. O caso aconteceu a 16 de outubro do ano passado. Agora, quatro meses depois, os juízes concluíram que o amigo do antigo cantor dos One Direction não teve qualquer papel na “obtenção e consumo de álcool” por parte de Liam Payne. E ainda que Roger Nores não podia ter feito nada para evitar a morte do cantor nas horas que a antecederam.
“É possível que, se tivesse permanecido na sua companhia durante todo o tempo, [Payne] não tivesse obtido as drogas e o álcool nas quantidades necessárias para o estado de intoxicação que apresentava no momento da sua morte”, lê-se no acórdão. “Mas não se pode excluir que, mesmo que tivesse tomado essas precauções extremas (…), [Payne] tivesse conseguido obter as substâncias de qualquer forma, como é comum entre os toxicodependentes, mesmo quando estão sob os cuidados amorosos da sua família.”
[António Raminhos, Luís Filipe Borges e Marco Horácio são três “Homens de Uma Certa Idade” a discutir a vida “de forma sincera”. Ouça aqui o novo episódio, que também está disponível na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]
Já no que toca aos dois funcionários do hotel que também foram acusados, nomeadamente Gilda Martin e Esteban Grassi, os juízes concluíram que não havia provas suficientes que comprovassem que tinham agido de forma “irrefletida, imprudente ou meramente negligente” na noite da morte do cantor.
Envolvidos no processo estão também Ezequiel Pereyra e Braian Paiz, acusados de vender droga a Liam Payne. No entanto, continuarão presos enquanto aguardam julgamento.