Queremos comprá-la, guardá-la, ou até livrarmo-nos dela assim que possível, por encerrar uma memória pesada, como a peça que deixou de servir ou o presente oferecido por um agora ex-marido. Ao fim de mais de 10 anos de atendimento ao público, Liliana Correia não hesita: há um lado muito emocional na forma como lidamos com a roupa, acumulamos muito mais do que precisamos no fundo do armário, e temos sempre algo pendente de resolução, pessoal ou profissionalmente. Nesse tabuleiro social em que assumimos diferentes papéis, o que escolhemos para vestir é uma radiografia da fase da vida e do estado de alma. “Sou muitas vezes psicóloga”, admite a antiga gerente de loja, tornada consultora de moda.

Quando a loja premium multimarca fechou portas, Liliana aventurou-se a solo na capital, agora beneficiando da carteira de clientes do segmento alto cultivada numa década. Empresárias, médicas, juízes, advogadas, a maioria acima dos 40 anos, com mais poder de compra que orientação para conjugar peças. Continuam a desembolsar, agora para investir num serviço ainda mais personalizado e de proximidade. Fazer uma bainha? Saber o que levar para a neve? Destralhar o armário? Encontrar o look certo para brilhar num evento? A fundadora da LC Fashion Consultancy, consultora de moda e personal stylist, resolve. Primeiro vieram elas, depois os maridos, e agora já os filhos, que também querem o closet organizado. E de vez em quando confiam a Liliana centenas de essenciais e acessórios que já não querem manter no armário.

Depois de junho e setembro, o conceito Resale Gallery ganhou uma edição especial de Natal, um pop-up de quatro semanas no 8 Marvila, no Beato, em Lisboa. O evento decorre nos dias 30 de novembro, e 4 a 7 e 11 a 14 de dezembro, entre as 12h00 e as 20h00, reunindo cerca de 600 peças provenientes destes closets privados, incluindo criações Gucci, Prada, Louis Vuitton, Dolce & Gabbana, Miu Miu, Jimmy Choo, Isabel Marant, ou Massimo Dutti, provenientes de 42 das suas mais de 50 clientes, todas portuguesas e de Lisboa. A mais barata é um blazer da Zara ainda com etiqueta, a mais cara um casaco de raposa do Canadá, por 2 mil euros.

Como é que começou a organizar estes eventos da Resale?
Comecei a organizar estes eventos no seguimento do meu trabalho como consultora de moda. Quando íamos arrumar armário selecionávamos uma série de peças que [as clientes] já não queriam ou serviam. “E agora o que faço com isto?” Estamos a falar de cem ou 200 peças que as pessoas tinham. Depois já eram 10 clientes…Inicialmente levava um saco de peças e tentava vender online.

Já tinha site ou vendia nas principais plataformas de revenda?
Nas plataformas, tipo Vestiaire [Collective], Vinted, vendia a amigas. Depois comecei a ter tanta coisa… Há um ano já tinha acumulado caixas e caixas de coisas de clientes em casa. Assim não podia ser. Comecei a alugar um armazém e pensei que tinha que fazer alguma coisa com aquilo.

As pessoas queriam livrar-se sobretudo do excesso? Confiavam ao ponto de ficar com tudo isso?
Eu ficava com as peças sempre com o intuito de vender. Estamos a falar de clientes que conheço há dez anos ou mais e que confiam plenamente em mim. Entregavam-me o saco e “a Liliana agora que resolva”. O volume de coisas foi crescendo. Assim surgiu a ideia de uma venda no Altis em Belém, em outubro do ano passado. No fundo, convidei as minhas clientes e ia acabar por ser uma troca de peças entre elas. Ia a medo mas foi um sucesso enorme.

Alguém comprou algo que lhe pertencia?
Não, isso não, que eu não deixaria (risos). Mas no primeiro evento colocava tudo em looks, aqui é que não consigo, e algumas clientes quando viam o conjunto diziam que afinal já não queriam vender aquela peça.

Deixavam-se convencer pelo styling?
Exatamente. Afinal já não queriam vender. Há coisas que fazem sentido a certa altura da vida e depois por diferentes motivos a pessoa quer-se desfazer delas.

Ficava com percentagem sobre a venda?
O compromisso é esse. Eu presto um serviço, no fundo, e fico com percentagem sobre a venda.

De quanto?
Isso não posso dizer.

Só para termos uma noção, 10%, mais?
É mais. Imagine, o custo todo da operação, como alugar o espaço, flores, velas, transporte, é meu, quer corra bem ou mal a venda.

Falamos de guarda-roupas privados, incluindo de figuras públicas?
Inicialmente, tinha peças da Sofia Cerveira e da Luísa Beirão, mas esse não é o mercado que quero. Claro que se as pessoas vierem atrás de peças de pessoas conhecidas, fantástico, mas esse não é o que pretendo. Quero pessoas que reconheçam valor nas peças em segunda mão, que venham pelo evento em si também. Que tenham confiança no evento e nas peças.

Falamos de uma segunda mão que toca em diferentes segmentos?
Tenho peças de vários segmentos, tenho várias peças de luxo mas tenho também uma secção mais acessível. Isto reflete a realidade do armário de cada pessoa. A pessoa pode ter tudo, pode ter imenso poder de compra, mas não tem só peças Chanel, também pode ter Zara. No mesmo armário coabitam várias realidades.

Aqui nesta Resale falamos de que fasquias?
Desta vez o mínimo são 50 euros, as peças de inverno são mais caras. Como um blazer da Zara ainda com etiqueta. A peça mais cara é um casaco de raposa do Canadá de 2 mil euros. É uma peça do ano passado, e está aqui pela qualidade. Há um público que não gosta muito da venda de peles mas nota-se que até muitas marcas estão a voltar ao uso. Na realidade pode ser mais sustentável que um casaco sintético, que se vai degradar rapidamente. Este casaco vai durar 50 anos.

Mencionava um blazer ainda com etiqueta. Qual é a história habitual de uma peça com este bilhete de identidade?
A pessoa comprou por impulso, nunca usou, ou ofereceram-lhe, e tem vergonha de trocar.

Quais são os motivos mais fortes para descartar roupa?
Há muita coisa que deixa de fazer sentido, porque mudaram de trabalho, de estilo, de vida. Estas peças vêm todas de clientes com quem trabalho em consultoria de imagem. Estão aqui peças de 42 pessoas. A venda é um serviço extra que presto. Este casaco de pele Valentino é vintage tem uns 30 anos, está perfeito. Um lenço Hermès como novo, imaculado. Uma carteira Stella McCartney. Um casaco de franjas e lã Balmain. Botas Barbara Bui. Chloé. Tenis Gucci. Sapatos Prada.

Que percentagem de tudo isto se vende?
A venda de setembro foi incrível, vendi umas 600 peças.

Mais a nacionais ou estrangeiros?
No Altis era 80 por cento portugueses, aqui em Marvila deve ser 50/50. Tenho aqui mais de 600 peças, apesar de não parecer. Ainda tenho no armazém umas 2 mil peças. A prioridade são as minhas clientes mas tenho telefonemas diários de pessoas a pedirem-me para vender peças.

É algo que preferem delegar?
Este tipo de pessoas não vão vender na Vinted, não têm tempo para andar a tirar fotos, fazer vídeos, envios, etc.

Nem vão para a Feira da Ladra…
Nem vão para a feira da Ladra. Há um ano e meio que faço consultoria de imagem e as pessoas nunca venderam nada. Passam-me a responsabilidade da venda.

Que experiência tinha nesta área?
Eu sou licenciada em Ciências da Comunicação, sou transmontana, vim há quase 12 anos para Lisboa e até há um ano trabalhei numa loja do segmento médio, alto. Era gerente das lojas. Depois fecharam e comecei a receber chamadas de clientes. Pediam-me para ir com elas às compras, para ir lá a casa ajudar a fazer os looks, isto começou assim, muito incentivada pelas clientes para dar este passo.

Ficou essa ligação de proximidade cultivada nas lojas?
O desfecho da loja [insolvência] foi aquele por outros motivos, mas o sucesso era mesmo esta relação muito próxima com as pessoas. “Olhe, tenho um batizado, o que é que vou vestir. Prepare-me tudo que já aí vou?”

Há mesmo muita gente que precisa de ajuda para se vestir? E já agora que tem condições para pedir orientação?
Sim, pensamos que é só juntar umas peças, mas há pessoas que têm imensas dificuldades em fazer conjugações e adaptar a roupa às situações. Não percebem se é mais para a noite, para um jantar, etc. Costumo dizer que não temos um estilo, temos vários momentos. Imagine, uma mulher que acabou de se divorciar é muito diferente de outra que acabou de ter um filho.

Em dez anos terá conhecido muitas fases de cada cliente.
Sim, tenho uma cliente atual que frequentou a loja desde o primeiro até ao último dia. Apanhei muitas fases ao longo destes anos. Muitas vezes conhecia melhor o guarda-roupa das pessoas do que elas próprias. “Mas essa roupa estava aqui no meu armário? É meu?” Há imensas soluções.

Que recomendações básicas partilha com a maioria?
T’shirts brancas, blazers pretos, casacos de malha pretos, casacos cinzentos, sobretudos camel. Calçado, se pensarmos bem o preto vai pesar o look, se calhar sugiro um bordeaux. Digo sempre para não combinarem calçado e malas, nem para combinarem calçado com a parte de cima em termos de cor. E tiro fotos e explico a diferença em termos de harmonia.

Resulta?
Mas só percebem olhando para o exercício. Eu adoro vender e tenho imensa experiência em venda mas aqui é uma venda leve, se fizer sentido fico contente que compre mas se não fizer, prefiro que não leve. Se não está convencida, não leve.

Sente que há sensibilidade para o mercado da segunda mão?
Isso é uma parte importante. Quem compra em segunda mão tem que ter esta noção de que as peças não estão imaculadas, é preciso abertura para o caso de ser preciso fazer um arranjo, até porque o valor já está três ou quatro vezes abaixo do original. Se gastar 50 euros a pôr umas solas encarnadas nuns Louboutins a peça continua a ter valor. Esta mala Fendi tem algumas marcas no verniz, está por 350 euros porque está assim, senão custaria facilmente 700. Isto não é uma loja de roupa nova. Os estrangeiros já nem colocam essa questão mas cá ainda se pensa que se tem uma mancha é para o lixo. Apesar de que aqui passo tudo a ferro, com vapor. Tratar as peças é essencial, deixo as coisas por cores, temas, muito como fazia na loja.

Olhando para a experiência recente na consultoria, é oficial que compramos bem mais do que necessitamos?
Vou dar um exemplo. Já me aconteceu uma pessoa perguntar-me se aceitava roupa para vender. É que trabalha em TV e há uma apresentadora que tem imensa roupa que as marcas lhe dão, leva a roupa para lá e quem quiser tira alguma coisa do charriot. Há muita gente que leva as peças só porque são de marca mas acabam por ter dezenas de peças que afinal não usam, porque não tem a ver com elas. Ficam com aquilo porque é dado mas apenas estão a tirar o peso do armário de uma pessoa para ficar a pesar noutro armário. Nem sempre os estilos coincidem.

É o impulso da compra pela marca?
Pois, mas a marca pode nem ter a ver com a pessoa, é isso. Mesmo de mães para filhas há muita coisa que passa mas depois as pessoas sentem-se constrangidas. Guardam aquilo, não sabem o que fazer, não usam. Tenho uma cliente assim. 80% do armário está pejado de roupa que não usa, só usa uns 20 %. Ela nem consegue ver-se no meio daquilo. Emocionalmente, aquilo é um peso na vida da pessoa. Acha que é chato estar a desfazer-se e fica ali estagnado. Também acontece entre amigas, ou até de uma entidade patronal para um funcionário. Aceitam por delicadeza mas não queriam mesmo. Ninguém fala disto mas é verdade. É por isso que para comprar algo se deve querer mesmo.

Contou-me que chega a ter clientes que têm várias assoalhadas em casa com roupa e acessórios, ao ponto de nem saberem o que têm e não têm.
Exatamente. As pessoas acumulam imenso. Falo por mim também. As pessoas precisariam de 10% do que têm, se quisessem. Têm todas muito mais do que usam, nem é o que precisam.

Quando se depara com um caso extremo que exige destralhar bastante, como costuma intervir?
Primeiro, há sempre o armário principal, o closet principal, onde se costuma ter a roupa mais a uso ou preferida. Vamos vendo peça a peça, se serve, se faz sentido. Há muitas peças que as pessoas guardam e nunca usaram porque nunca arranjaram, nunca fizeram uma bainha, têm casacos que deixaram de servir porque mudaram de peso, mas podem ser ajustados. Trabalho com costureiras ótimas para arranjos normais ou especializados. Depois fazemos os montinhos, o que é para dar, o que é para vender. Há outra coisa pouco clara que é: “ok, agora dou e faço o quê?”.

Saber para onde escoar?
Sim, tenho dez sacos de roupa e vou dar onde? Os contentores são uma incógnita, as associações não as vejo a pedir, fica ali um impasse muitas vezes e vai-se acumulando. E há peças que já estão mesmo muito gastas e devem ir para o lixo. Mas há pessoas que têm dificuldade em colocar no lixo.

É uma relação de apego quase patológico, por vezes?
Patológico não diria mas é muito emocional. A roupa é muito emocional. Para muitas pessoas desfazerem-se de uma peça que associam a certo momento na vida é muito difícil. Temos que dar algum tempo.

Ou então querem livrar-se a correr?
Ah, sim, “isto faz-me lembrar o ex-marido, já não quero”, sim. Mas quando não têm certeza ainda, pomos as coisas num outro armário e daqui a seis meses voltamos a olhar e a decidir. É preciso tempo para desligar. Outras pessoas querem mesmo arranjar espaço e não tinham ninguém que lhe fizesse isto. Contratam um serviço destes pela primeira vez. Tenho uma cliente que me deu 250 peças para vender e eu fiquei a pensar no que fazer. Dá um trabalhão imenso, fazer listagem, avaliar preço justo, cruzar com a cliente.

E ainda gerir os tais eventuais dilemas, como conservar uma peça muito valiosa mas que deixa de fazer sentido.
Há muito esse tipo de dilemas. Mas se está associado a um ex-marido o processo é mesmo “leve isso!”. Isso é mesmo emocional. Até a mudança de peso. É preciso ter sensibilidade. Uma mãe que tem filhos, sem filhos, é muito diferente a roupa que usa, se são meninos, meninas, se tem que levar ao futebol, esse sentido de análise é fundamental. Mesmo a questão do calçado, se o relacionamento é recente, antigo. Conseguia perceber se uma pessoa se tinha divorciado mesmo sem falar. Pela forma como se queria vestir.

Não são estereótipos que mantemos na nossa cabeça?
Não são, é verdade. E não digo isto pelo lado negativo. Via sempre essas transformações com grande compaixão porque muitas vezes percebe-se que a pessoa tem ali uma grande dor dentro e quer disfarçar e mascarar por fora.

E a roupa aí funciona como armadura.
Sim, “ah, ok, estou a superar super bem o divórcio, agora vou pôr uns saltos de 15 cm e um grande decote”. Aí percebemos que não cola com a imagem da pessoa, de todo.

Não serão tudo fases difíceis. E quando falamos da imagem de uma pessoa bem resolvida?
As pessoas têm sempre algo por resolver, pessoal ou profissionalmente. Ou quer pertencer a algum lado, ou provar alguma coisa. E usa a roupa nesse sentido. Eu muitas vezes pergunto: mas o que quer comunicar neste evento? Então, tento que aqueles looks sejam harmoniosos para a pessoa, que a valorizem, que não vulgarizem, mesmo que a pessoa me diga “quero entrar na sala e que fique toda a gente a olhar para mim”. Isso não é a minha estética. Mas há sempre qualquer coisa para resolver.

E outros desejos que tenham além de dar nas vistas? Por exemplo, estar bem visto mas sem dar especialmente nas vistas.
Ok, mas porque é que a pessoa não quer dar nas vistas? Pode estar normal. Não tem que estar num sítio e não existir. Eu existo, tenho uma presença vou marcar essa presença. Há um caso ótimo. Numa festa de aniversário ou casamento, por exemplo. Entre mulheres há sempre uma competição inerente e eu estou sempre a dizer que a festa é de outra pessoa, que pediu um dress code. Ela é a rainha, e nós temos que nos pôr no nosso lugar, não vamos competir com a dona da festa. Não vou fazer um look que a coloque acima da anfitriã. Num casamento é o mesmo. Há a noiva, figura principal, e os convidados têm que ter respeito. Eu vejo coisas… Vestidos a arrastar pelo chão… Só há uma pessoa que deve levar esse vestido e não são as convidadas. E mesmo dentro das convidadas eu sou o quê?

Estamos sempre a desempenhar um papel e é importante adequar o look a cada momento?
Exatamente. Que posição ocupo? Sou irmã da noiva, prima, convidada mais afastada? Temos que nos vestir de forma adequada.

Que mais aprendeu com este trabalho? Ou dúvidas que ganhou.
A certeza que tenho é que somos mesmo emoções. E já tenho a segurança para dar espaço às pessoas para as viverem. Há pessoas que se sentem à vontade para desabar, já nem é só desabafar.

Tem uma dimensão de psicoterapia.
É, o trabalho de atendimento ao público é muito isso. Não é falta de modéstia mas tive sucesso no meu trabalho por ouvir muito as pessoas. Não é fazer conversa de três horas enquanto se atende na loja. Não, é ouvir o que a pessoa diz e tudo o que silencia. Consigo perceber isso tudo. O sucesso das vendas vem desse respeito. Havia pessoas que tinham tanta confiança em mim que conseguiria vender muito mais. Mas aí seria pouco escrupulosa. E eu não sou essa pessoa.

E a responsabilidade atual de decidir e escolher um look para outra pessoa, que depois correu mal?
Quando resulta muito bem é maravilhoso, mas se me faz dez elogios aquilo passa rápido. Se pelo contrário me diz uma coisa que não correu bem, eu ando uma semana a remoer naquilo. Como é que falhei nos sapatos? (risos)

É muito perfeccionista?
E se for preciso lembro-me passado um ano para não voltar a acontecer. Um arranjo num blazer que ficou mais curto. Fico ali a pensar como é que fiz aquilo, eu que já conheço a pessoa, as suas medidas.

Mas parecendo que não já são muitas clientes para decorar tantas medidas.
Mais de 50. Tenho pessoas a quem vou mensalmente fazer-lhes os looks do mês, das viagens, pessoas que compram roupa e não a arranjam na loja.

Só falta mesmo fechar-lhes as malas e embarcar?
Sim, imagine, têm um safari, vão para a montanha, etc. Então lá vamos fazer mala. Quando se pensa numa mala de viagem é o quê? Lazer, trabalho, com filhos, sem filhos, tem eventos noturnos, atividades desportivas?

Sente que as redes sociais trouxeram uma preocupação reforçada com cada look e com a imagem em geral?
Este meu público ainda não me diz muito isso, mas sim, lá começo a notar quando a foto de perfil muda.

Resale Gallery, 8 Marvila, Loja 152, Praça David Leandro da Silva, 8, Beato – Lisboa. A entrada é livre, os preços variam de acordo com a marca e estado de conservação das peças, entre os 50 euros e os 2 mil euros. Os tamanho disponíveis são sobretudo S e M.