É um feito com pouco paralelo, sem grandes semelhanças e com uma enorme importância. Ao vencer o Arsenal e conquistar a Liga dos Campeões pela segunda temporada consecutiva, o PSG sagrou-se bicampeão europeu e igualou um registo que até agora só pertencia a Real Madrid, Benfica, Inter Milão, Ajax, Bayern Munique, Liverpool, Nottingham Forest e AC Milan. No século XXI, na verdade, só mesmo o Real Madrid o tinha feito.
O PSG é desde já o melhor clube francês de sempre na Liga dos Campeões, superando agora o triunfo único do Marselha nos anos 90, e leva quatro troféus na atual temporada, juntando a competição europeia à Ligue 1, à Supertaça Europeia e à Supertaça francesa. Já França, com o empurrão dos parisienses, tem agora três Champions e o sétimo país mais bem sucedido na prova, atrás de Espanha (20), Inglaterra (15), Itália (12), Alemanha (8), Países Baixos (6) e Portugal (4).
A título individual, para além de Nuno Mendes, Vitinha (que foi eleito o melhor jogador da final de Budapeste), João Neves e Gonçalo Ramos terem alcançado a segunda Champions da carreira, Luis Enrique junta agora as duas consecutivas no PSG à que alcançou com o Barcelona em 2014/15. O treinador espanhol igualou Zinédine Zidane, Bob Paisley e Pep Guardiola com três triunfos, o que significa que atualmente está apenas atrás dos cinco de Carlo Ancelotti.
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“O jogo começou da melhor forma para eles. Depois disso souberam defender-se. Foi muito difícil. Estamos habituados a atacar desta forma, com muitos jogadores adversários atrás da linha da bola, mas contra eles, que são fisicamente fortes e muito resistentes, ainda mais complicado fica”, começou por dizer o treinador espanhol depois do triunfo deste sábado.
“Acho que merecemos a vitória. Aliás, talvez hoje as duas equipas merecessem ganhar, mas pela forma como jogámos durante toda a época acho que somos justos vencedores. Estamos muito felizes e para o ano tentaremos ganhar de novo. Porque não?”, acrescentou, apontando desde já baterias à próxima temporada.
Vitor Machado Ferreira — Double vainqueur de la Ligue des champions — MVP de la finale 2026. #UCLfinal pic.twitter.com/tcnindoWPa
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No que diz respeito ao quarteto português, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos igualaram o feito do Benfica (1961 e 1962), de Paulo Sousa (1996 e 1997, com Juventus e Borussia Dortmund) e de Cristiano Ronaldo (2016 e 2017, com o Real Madrid) ao sagrarem-se bicampeões europeus, sendo que o capitão da Seleção Nacional foi mesmo tricampeão europeu com os merengues.
“Estou feliz por todos, pelos suplentes que entraram e que marcaram o seu penálti, o que é muito difícil. Merecemos a vitória, mesmo antes dos penáltis. Somos humildes, é assim que somos. Damos tudo uns pelos outros, todos defendem, todos atacam e temos muito prazer”, disse Vitinha, que saiu ao intervalo do prolongamento com queixas na perna esquerda e que quase não teve forças para festejar, mas ainda andou abraçado a João Neves pelo relvado da Puskás Arena.
Nuno Mendes, João Neves, Vitinha, Gonçalo Ramos ????#UCLfinal pic.twitter.com/oUeNKV0l12
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Depois dos portugueses do ????Benfica em 1961 e 1962, ????????Paulo Sousa e ????????Cristiano Ronaldo.
????????Nuno Mendes, ????????Vitinha, ????????João Neves e ????????Gonçalo Ramos conquistam duas Ligas dos Campeões em anos consecutivos.
Conseguirá o quarteto de igualar o recorde de Cristiano Ronaldo com três… pic.twitter.com/EFJx571wB7
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