Os Calema (António e Fradique Mendes Ferreira) voltam a atuar em Lisboa no próximo ano, em maio, no âmbito da nova digressão “Raízes”, um espetáculo 360º, com o palco no meio da sala, foi esta sexta-feira anunciado.

A dupla atua na MEO Arena no dia 29 de maio de 2027, a primeira data da Raízes 360 Tour, de acordo com informação partilhada esta sexta-feira nas páginas oficiais dos Calema nas redes sociais.

“Estamos muito felizes por vos apresentar Raízes 360 Tour, o nosso novo projeto, com um palco 360º pensado para estarmos o mais perto possível de vocês e partilharmos cada momento de forma ainda mais especial”, lê-se na publicação.

Os bilhetes para o espetáculo, cujos valores não foram divulgados, estarão à venda a partir de 9 de outubro, mas é possível aceder-se a um período de pré-venda, nos dias 7 e 8 de outubro, mediante inscrição, que deve ser feita esta sexta-feira ou no sábado.

Antes de iniciarem a Raízes 360 Tour, os Calema levam uma outra digressão, Origin, à América do Norte, entre 19 de março e 7 de abril, com concertos em cidades como Los Angeles, São Francisco, Chicago, Boston, Miami, Nova Iorque e Dallas, nos Estados Unidos, e Toronto e Montreal, no Canadá, de acordo com informação disponível no site oficial da dupla.

A digressão Origin incluiu dois concertos em Portugal: em 7 de junho de 2025 no Estádio da Luz, editado este ano em álbum, e em 6 de junho deste ano no Estádio Municipal de Braga.

António e Fradique Mendes Ferreira, que nasceram em 1992 e 1987 em São João dos Angolares, no sul de São Tomé e Príncipe, onde cresceram, acumulam milhões de visualizações e audições nas plataformas ‘online’ e têm mais de um milhão de seguidores nas redes sociais.

Antes de se radicarem em Portugal, passaram alguns anos em França, país com o qual mantêm ligação.

Os Calema têm vários concertos marcados em França ainda este ano, em novembro, e no próximo, em abril, em cidades como Lyon, Orleães e Paris.

Com mais de 15 anos de carreira, contam com seis trabalhos de estúdio editados: Ni Mondja Anguené (editado em 2010), Bomu Kêlê (2014), A nossa vez (2017), Yellow (2020), Voyage – Part II (2024) e Voyage – Part III (2024).

Em 2019, editaram o álbum Ao vivo no Campo Pequeno.

Em 2023, gravaram com os cantores Nuno Ribeiro e Mariza o single Maria Joana, que atingiu milhões de visualizações nas plataformas de streaming e venceu o PLAY – Prémio da Música Portuguesa de Canção do Ano, a única categoria cujo vencedor é escolhido pelo público.

Em abril deste ano, na 8.ª edição dos PLAY, conquistaram pelo quarto ano consecutivo o prémio de Melhor Grupo.

Em 2021 fundaram a Associação Bomu Kêlê (significa “Acreditar”), que tem como missão a promoção da educação como instrumento de capacitação de crianças e jovens para um futuro digno e mais promissor.

Em maio do ano passado assinaram um protocolo com a autarquia do Seixal, onde vivem atualmente, para desenvolverem o projeto Aldeia da Música, um espaço de apoio e mentoria de artistas e bandas emergentes do concelho.

[Annie está de volta a Havana. Apesar das relações privilegiadas com altas figuras do regime, quer viver como os cubanos, divertir-se como os cubanos e… sofrer como os cubanos. Mas continua a ser filha do diretor da PIDE. E Fernando Silva Pais e Armanda Palhota não estão dispostos a deixá-la passar tão facilmente para o lado do inimigo. Já pode ouvir o terceiro episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]