Mais um jogo com 40 ou mais ações na área adversária, mais um jogo com 25 ou mais remates, mais um jogo com oito ou mais cantos. A única coisa que acabou por “destoar” em relação a esta nova normalidade do Benfica foi mesmo a posse, com a parte estratégica prevista para a segunda parte a baixar esses números para 53%. Em tudo o resto, os encarnados conseguiram manter a bitola apenas travada no Dragão frente ao FC Porto, somando a segunda vitória noutros tantos jogos na Liga Europa frente ao Celtic com uma goleada por 4-1 que teve tantas bolas nos ferros como golos (neste caso com vantagem para os escoceses). No entanto, no final, Marco Silva fez questão de referir que os números não mostraram todas as dificuldades.
Católicos? Não, anjinhos e a ver um pequeno diabo à solta (a crónica do Benfica-Celtic)
“O que fez a diferença? Foi a nossa qualidade. Acho que a nossa entrada outra vez no jogo e tem sido uma constante praticamente em todos os jogos que temos jogado aqui, alguns deles também fora de casa, para não dizer a grande maioria. A nossa entrada é uma entrada muito positiva, a comandar o jogo, a levar para caminhos para onde queríamos, a conseguirmos posicionar-nos no nosso meio-campo ofensivo e depois com a qualidade de podermos criar por fora e por dentro. Sabíamos que em alguns momentos ia ser mais difícil no 4x4x2, também sabíamos pelo posicionamento do Sudakov que, não cobrindo aquela zona, a bola entrava muitas vezes naquele espaço. Foi isso que fomos conseguindo fazer de variadíssimas formas. Criámos sempre com grande qualidade. Pareceu fácil mas de fácil não tem nada”, destacou o técnico.
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A contar para a Liga Europa, nos últimos três jogos como visitado, o Benfica abriu o ativo sempre antes ou durante os primeiros 5 minutos de jogo.
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“A reação do Celtic na segunda parte mostrou a qualidade que tem. É óbvio que a nossa superioridade na primeira parte foi muito boa, foi uma primeira parte de grande qualidade. Faltou-nos em alguns momentos, pelo golo cedo também, definir os momentos de pressão muito melhores. Estando a ganhar o jogo por 2-0 e depois por 3-0, acabámos por recuar para a nossa linha média mais do que aquilo que gostava em alguns momentos, mas faz parte. Também os jogadores pensavam no resultado naquele momento. Deixámos muitas vezes o Celtic montar a três e tornou-se mais difícil arranjar os momentos de pressão”, prosseguiu Marco Silva. “Tivemos oportunidades para fazer o quarto e o quinto golo muito cedo, o jogo começou a parecer outra vez fácil e, quando assim é, pode complicar-se. A reação do Celtic complicou porque fizeram um golo que devíamos ter evitado. Demorou um pouco a reagir após o golo mas fizemos mais um golo e tivemos variadíssimas oportunidades. Foi mais uma grande exibição da nossa equipa”, destacou.
Comunhão entre equipa e adeptos na segunda vitória consecutiva das Águias na UEFA Europa League ????#sporttvportugal #UEFAEuropaLeague #SLBenfica #Celtic pic.twitter.com/NVdoxwgirp
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Em paralelo, Marco Silva pormenorizou também as reações que foi tendo no banco após o golo sofrido pelos escoceses, de novo por Camilo Durán que já tinha marcado na última temporada na Luz pelo Qarabag. “São detalhes que temos de melhorar e que temos de trabalhar com os jogadores. Melhorámos no princípio da segunda parte, voltámos depois a ter alguns problemas no intermédio da segunda parte naquele momento, mas depois fomos outra vez melhorando. Sim, quisemos melhorar. Mesmo no corredor esquerdo demorámos muito a fazer 2×1 com o Dahl e o jogador que entrou é um jogador agressivo. Os dois jogadores que entraram para os corredores lá atrás são jogadores agressivos e este tipo de coisas temos que melhorar: temos de ser muito mais capazes de fazer 2×1 defensivo nos corredores quando são jogadores muito fortes e capazes de ganhar duelos individuais, que é muito importante para nós”, concluiu o treinador à SportTV.
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Também Prestianni, que voltou a ser o MVP do jogo numa temporada em que já leva oito golos e cinco assistências (duas neste encontro com o Celtic) em 14 encontros, destacou a importância da vitória mas fez questão de partilhar o mérito das exibições pelos companheiros. “A confiança que o clube, a equipa e os meus companheiros me dão ajuda-me muito. Tento mostrar o meu melhor dentro de campo e, graças a eles, acho que estou num nível alto. Agora, tenho de manter isso. Não basta chegar aqui, é preciso manter o nível, e com os meus companheiros e o apoio de todos torna-se mais fácil”, destacou o argentino.
MVP GOALPOINT ⭐️
[ ???????? Benfica 4-1 Celtic ???????????????????????????? ]???? Novos recordes da UEL 26/27 definidos por Prestianni hoje:
???? Ocasiões criadas (9)
???? Cavalgadas super-progressivas (10, sendo que ao intervalo o recorde já era seu, com 7)
???? Metros ganhos em progressão com bola (419m)
???? Melhor… https://t.co/2zE2yYlCLB pic.twitter.com/J6oqvZETac— GoalPoint (@_Goalpoint) October 15, 2026
“Chamada da Argentina? Foi uma alegria enorme. Para mim, estar na seleção é um sonho. Trabalho todos os dias aqui para depois ter essa oportunidade. Aproveitei ao máximo e, por sorte, ainda tive a despedida do maior de todos”, acrescentou Prestianni, fazendo alusão ao encontro do adeus de Lionel Messi à seleção.
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[Annie conhece o ministro do Interior de Cuba há muito tempo, mas a paixão que os une é relativamente recente. É justamente nessa altura que Zé Manel, como ela lhe chama, vai ser implicado num dos maiores escândalos da liderança de Fidel Castro. O “Caso Ochoa” envolve droga, fuzilamento, prisão e o narcotraficante mais conhecido do mundo: Pablo Escobar. Já pode ouvir o quinto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]