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Avançamos já para a conclusão: é pouco provável que seja o melhor disco do ano, que seja melhor do que os anteriores Burn Your Fire For No Witness e My Woman (mas caramba, era mesmo difícil), mas não há nada de errado com o novo disco de Angel Olsen. Podem os cínicos tirar o cavalinho da chuva. Em All Mirrors, alguma coisa errada? Nada.

A voz é a que já lhe conhecemos, capaz de subir aos céus, de soar blaisé como se estas lições aprendidas de sonhos e perdas não fossem nada com ela (se calhar até não são, o ouvinte sabe lá), de parecer segura e desafiante num segundo e logo a seguir parecer que se está a despedaçar, por um fio, falta só um bocadinho para isto desmoronar tudo e cairmos todos num pranto. Como dizia o outro, “vocês sabem do que estou a falar”.

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