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  • É o Melhor Filme do ano e o grande vencedor da cerimónia dos Óscares, que aconteceu este domingo em Los Angeles. Neste artigo, encontra um resumo da noite que consagrou Batalha Atrás de Batalha, de Paul Thomas Anderson, e da qual saiu derrotado Marty Supreme, e todos os vencedores.

    “Batalha Atrás de Batalha” é o grande vencedor dos Óscares. Michael B. Jordan é o Melhor Ator

  • https://observador.pt/especiais/houve-empates-houve-falhas-na-box-mas-nao-houve-sean-penn-os-oscares-2026-vistos-do-sofa/

    Alexandre Borges garante que os Óscares ainda dão boa TV, apesar das falhas na fibra e sobretudo numa noite de consagração para PT Anderson e com Hollywood a não ter vergonha de ser adulta.

    Houve empates, houve falhas na box, mas não houve Sean Penn: os Óscares 2026 vistos do sofá

  • Conan O'Brien e os apresentadores dos Óscares: sem alarmes, sem surpresas, com (alguma) graça e (pouca) política

    Susana Verde viu a noite grande de Hollywood e prestou especial atenção aos anfitriões e respetivos esforços para alegrar plateia e espectadores. No fim, uma certeza: como não gostar de Conan O’Brien?

    Conan O’Brien e os apresentadores dos Óscares: sem alarmes, sem surpresas, com (alguma) graça e (pouca) política

  • Jessie Buckley e o sonho de uma noite em Hollywood

    Ambiciosa e inquieta irlandesa, vive numa mansão do século XVI com tetos baixos e habitada por traças: é onde ganha inspiração para as interpretações como a que lhe deu o Óscar de Melhor Atriz.

    Jessie Buckley e o sonho de uma noite em Hollywood

  • Michael B. Jordan: o bom rapaz

    Interpreta, produz, realiza e nos intervalos trata dos seus negócios. Dá-se pouco ao sossego, exceto na autoestrada, a grandes velocidades. Agora, com um Óscar de Melhor Ator, vai abrandar?

    Michael B. Jordan: o bom rapaz

  • Paul Thomas Anderson: o clássico americano

    Há décadas que transforma convulsões, melancolias e saudosismos de um país em filmes. Há décadas que é aclamado, aplaudido, imitado. Agora, foi premiado com o Óscar de Melhor Realização (e não só).

    Paul Thomas Anderson: o clássico americano

  • 40 anos depois, a vez de Amy Madigan

    Nomeada para o primeiro prémio em 1985, só recebeu o Óscar de Melhor Atriz Secundária agora, por “Hora do Desaparecimento”. Além de ganhar o prémio, a atriz de 75 anos bateu um recorde da Academia.

    40 anos depois, a vez de Amy Madigan

  • Os grandes derrotados da noite: "Marty Supreme" e Timothée Chalamet

    Não obstante a reconhecida qualidade do filme de Josh Safdie, este não conseguiu vencer em nenhuma das nove categorias em que concorria — inclusive as importantes e cobiçadas estatuetas de Melhor Filme e Melhor Ator, para Timothée Chalamet.

    Safdie não logrou qualquer conquista na sua estreia nos prémios, mas o caso é ainda pior para o ator principal de Marty Supreme: é a terceira vez que concorre ao prémio de Melhor Ator sem sucesso, depois de Call Me by Your Name em 2015 e A Complete Unknown em 2025.

    Chalamet, de resto, consegue o feito raro de perder a corrida de Melhor Ator em anos consecutivos. Entre os mais recentes agraciados com a dúbia distinção estão Colman Domingo (Rustin, em 2023, e Sing Sing, em 2024) e Johnny Depp (Piratas das Caraíbas: A Maldição do Pérola Negra, em 2003, e À Procura da Terra do Nunca, em 2004)

  • Boa noite a todos e uma óptima semana!

  • O único filme a igualar o feito de "Batalha Atrás de Batalha": "The French Connection"

    Entre estes dois filmes distam 54 anos, sendo que The French Connection (ou Os Incorruptíveis Contra a Droga), do grande mago William Friedkin, venceu também Melhor Filme, Melhor Realizador (Friedkin), Melhor Argumento Adaptado e Melhor Edição.

    A única coisa que os distingue é que Batalha Atrás de Batalha valeu Óscar de Melhor Ator Secundário para Sean Penn, ao contrário de The French Connection, que deu Melhor Ator a Gene Hackman.

    Nestas contas não entra o Óscar de Melhor Casting, visto que foi uma categoria apenas inaugurada esta edição.

    Tecnicamente também podemos incluir o derradeiro O Senhor dos Anéis: O Regresso do Rei, de Peter Jackson, que venceu também as categorias de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento Adaptado e Melhor Edição. No entanto, isso peca por escasso, tendo em conta que este filme ganhou um total de 11 Óscares (curiosamente, nenhum de interpretação).

    O vencedor deste ano tem parecenças com o do ano passado, Anora, que também venceu Melhor Filme, Melhor Realizador (Sean Baker) e Melhor Edição. No entanto, distingue-se por ter vencido também Melhor Argumento Original (Baker, novamente) e Melhor Atriz (Mikey Madison).

  • Caros colegas e colegas, senhoras e senhores acompanhantes desta sessão ao vivo pela Internet, vencedores dos óscares e Wagner Moura, foi um gosto. Boa noite. Vêmo-nos por aí

  • E o melhor filme de vampiros negros continua a ser este.

  • Em 1976, faltou-me acrescentar.

  • O PT Anderson referiu no seu discurso os nomeados para Melhor Filme, Cá estão eles: ‘Voando Sobre um Ninho de Cucos’, de Milos Forman, ‘Um Dia de Cão’, de Sidney Lumet, ‘Barry Lyndon’, de Stanley Kubrick, ‘Tubarão’, de Steven Spielberg’, ‘Nashville’, de Robert Altman. Só para dar uma ideia do nível do cinema americano 50 anos depois.

  • O melhor destes Óscares é literalmente o fim.

  • Ahahah, belo final!

  • Não menos importante, o grande vencedor da bolsa de apostas dos Óscares Observador 2026 é: António Moura dos Santos.

  • Que o próximo filme do PT Anderson volte a ser dos bons, mesmo que não ganhe Óscares, é o meu desejo.

  • Concedo, com elegância e garbo, a derrota.

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