Momentos-chave
- "André Ventura criou-o como figura política, e ele agora suicidou-se culpando o seu criador?" Frazão critica declarações de Mithá Ribeiro
- Ventura rejeita comentar críticas de Mithá Ribeiro : "Fico só triste. Vejo a política como um serviço e não como uma disputa de lugares"
- Presidenciais. Ventura diz que Gouveia e Melo se tornou no “candidato do PS”
- Mithá Ribéiro: "André Véntura não é um bom lídér para o Chéga"
- Gouveia e Melo: "A criação de riqueza é a coisa que mais me preocupa agora"
- Entre os 60 votos que estavam por contar em Lisboa, CDU tem mais seis do que o Chega
- António Filipe defende que convergência à esquerda deve ser feita à volta da sua candidatura — e não de Seguro
Histórico de atualizações
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Este liveblog vai ficar por aqui. Abrimos novo liveblog para acompanhar a atualidade política neste sábado.
António Filipe defende que convergência à esquerda deve ser feita à volta da sua candidatura
Obrigada por ter estado connosco.
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Descida do IRC foi aprovada enquanto povo era entretido com discussão sobre “caras tapadas ou destapadas”, alerta Paulo Raimundo
O secretário-geral do PCP acusou o PSD, CDS, Iniciativa Liberal e Chega de aprovarem de “cara completamente destapada” uma medida a favor dos grupos económicos, enquanto o povo foi entretido com a discussão sobre “caras tapadas ou destapadas”.
“Hoje mesmo enquanto nos entretinham com o sim ou o não a caras destapadas, PSD, CDS, Iniciativa Liberal e o Chega de cara completamente destapada aprovaram a descida do IRC para os 19%”, disse Paulo Raimundo durante um comício realizado na noite de sexta-feira no Seixal, no distrito de Setúbal, com o tem “Outro rumo para o país. Rejeitar o pacote laboral, a exploração e as injustiças”.
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"André Ventura criou-o como figura política, e ele agora suicidou-se culpando o seu criador?" Frazão critica declarações de Mithá Ribeiro
Numa mensagem que começa com “Requiescat in pace politica“, o deputado do Chega Pedro Frazão declara o “suicídio político” de Gabriel Mithá Ribeiro depois da sua saída do partido e das fortes críticas que direcionou a André Ventura esta manhã num artigo publicado no Observador.
O candidato do Chega à Câmara Municipal de Oeiras descreve um homem “transtornado pela sua própria ambição ministerial sombria e pela maior ingratidão humana já vista” e que, nas críticas que fez a Ventura, “parece no fundo que está a falar dele próprio”.
Pedro Frazão defende o “génio político e intelectual” do presidente do Chega e desmente que André Ventura “seca tudo à sua volta” — como diz Mithá Ribeiro —, classificando-o como “uma enorme fonte de inspiração do novo amor patriótico português”.
“Há outro ponto que não dá para ignorar: se a motivação do Mithá não era servir, mas sim obter cargos ou visibilidade, então escolheu o sítio errado. Esses jogos de cartaz e de lugar vêem-se muito mais no PS e no PSD, nunca devia ter saído de lá”, escreve o deputado na rede social X.
????Requiescat in pace politica – RIPP
Suicída-se politicamente um homem transtornado pela sua própria ambição ministerial sombria e pela maior ingratidão humana já vista. Quando o cadáver político fala de André Ventura, no seu rumo para o esquecimento coletivo, com linguagem… pic.twitter.com/lXCLmSYJqm
— Pedro dos Santos Frazão (@Pedro_Frazao_) October 17, 2025
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Presidente da República promulga diploma da AR que introduz regime de grupos de IVA
O Presidente da República promulgou hoje o diploma da Assembleia da República que introduz o regime de grupos de IVA, segundo a página oficial da presidência.
Nesta página pode ler-se: “o Presidente da República promulgou o diploma da Assembleia da República que introduz o regime de grupos de IVA”.
“Este regime consiste na consolidação dos saldos do IVA a pagar ou recuperar por parte dos membros de um grupo de entidades, unidas por vínculos financeiros, económicos e organizacionais”, refere ainda a nota da presidência.
O Presidente promulgou o diploma no mesmo dia em que este foi aprovado no parlamento, na votação final, com base na proposta de lei do Governo que cria um regime de grupos de IVA para os grupos económicos consolidarem os valores do imposto a pagar ou a recuperar junto do Estado.
A iniciativa foi aprovada com os votos a favor do PSD, CDS-PP, Chega e IL. O PCP e o BE votaram contra. O PS, o Livre, o PAN e o JPP abstiveram-se.
As novas regras irão produzir efeitos relativamente aos períodos de IVA que se iniciem a partir de 01 de julho de 2026.
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Líder do Chega considera que a Europa e o mundo estão a virar à direita
O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que a Europa e o mundo “orientam-se para a direita” e defendeu que os partidos da sua família política são os “baluartes da defesa da liberdade”.
“O mundo e a nossa Europa não se orientam para a esquerda, o mundo e a nossa Europa orientam-se para a direita e nós vamos conduzir a Europa por reerguer-se como o muro da direita do mundo. É para a direita que nos orientamos”, afirmou.
André Ventura discursava em Lisboa, numa conferência organizada pelos Patriotas pela Europa, a família política europeia de extrema-direita na qual o Chega se insere.
O líder do Chega considerou que este grupo político é “verdadeiramente a alternativa da Europa” e os partidos que o integram os “baluartes da defesa da liberdade”.
“Nós temos de ser os baluartes da defesa da nova civilização e temos de ser os baluartes da defesa da dignidade. Isso significa uma guerra cultural, não uma guerra cultural contra a nossa própria cultura, é o contrário, é de defesa da nossa própria cultura”, argumentou, sustentando que a “cultura de liberdade, de pluralismo, a cultura de identidade está neste momento em causa”.
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Cafôfo apela para que “ninguém se esconda” nas internas do PS/Madeira e depois mine o partido
O ainda líder do PS/Madeira, Paulo Cafôfo, espera que haja vários candidatos nas próximas eleições internas, nas quais garantiu que não se vai imiscuir, e apelou para que “ninguém se esconda” e depois mine o partido como aconteceu consigo.
“O que eu desejo é que o debate interno aconteça e que não haja aquilo que a mim me afetou. Não tive adversários internos, por mais do que uma vez, mas esses adversários que não tiveram coragem de me defrontar, acabaram depois, fora do partido, [entrar] numa guerrilha sistemática contra mim, mas que acaba por afetar o partido”, declarou.
Falando aos jornalistas na sede do PS/Madeira, no Funchal, enquanto ainda decorria a reunião da comissão política regional, Cafôfo defendeu que o combate faz-se “na altura certa” e que é importante que “quem acha que tem capacidade para liderar o partido o faça”.
“Que não se esconda, que ninguém se esconda, como aconteceu comigo, para depois minar o partido”, apelou, reforçando: “Espero que haja debate, e que haja vários candidatos”.
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Ventura rejeita comentar críticas de Mithá Ribeiro : "Fico só triste. Vejo a política como um serviço e não como uma disputa de lugares"
O líder do Chega considerou hoje que a política não pode ser uma “disputa de lugares”, mas recusou-se a comentar as críticas do ex-deputado Mithá Ribeiro, que deixou o partido por ter ficado de fora do “governo-sombra”.
Em declarações aos jornalistas em Lisboa, antes de entrar numa conferência organizada pelos Patriotas pela Europa (família política europeia do Chega), André Ventura foi questionado sobre o artigo de opinião assinado por Gabriel Mithá Ribeiro no Observador, no qual acusa o líder de ser um “predador psicológico” com comportamentos narcísicos e autoritários.
André Ventura escusou-se a comentar estas críticas, dizendo estar ali na qualidade de candidato presidencial.
“Eu só não quero alimentar muito isto, nem fazer grandes comentários, eu fico só triste. Eu vejo a política como um serviço e não como uma disputa de lugares. Quando as pessoas dizem que ficaram muito chateadas ou muito tristes porque não tiveram um determinado lugar, é completamente ao contrário do que eu vejo a política”, afirmou, considerando que “a política não pode ser um exercício de querer lugares, seja no governo-sombra, seja noutro qualquer”.
O presidente do Chega salientou que “a política não pode ser uma luta por tachos, nem por lugares, tem que ser uma luta para exercer um serviço em prol da causa pública e um serviço pelas pessoas”.
André Ventura não quis esclarecer se o ex-deputado chegou a ser considerado para este grupo do Chega e recusou a existência de racismo dentro do partido.
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Presidenciais. Ventura diz que Gouveia e Melo se tornou no “candidato do PS”
O presidente do Chega e candidato às próximas eleições presidenciais considerou hoje que o seu opositor Henrique Gouveia e Melo se tornou no “candidato do PS” e desafiou o almirante a clarificar o seu posicionamento sobre imigração.
“O almirante Gouveia e Melo tornou-se no candidato do PS a estas eleições. É contra a lei dos estrangeiros, é contra a lei que proíbe as burcas no espaço público, diz que o ódio está a tomar conta da sociedade. Quer dizer, eu ainda o vou ver ao lado da Mariana Mortágua e do Rui Tavares a desfilar pela Avenida da Liberdade, só falta isso”, criticou.
André Ventura falava aos jornalistas antes de entrar numa conferência organizada pelos Patriotas pela Europa, a família política europeia do Chega.
“Eu gostava de perceber se estou a combater com um adversário antissistema, ou fora do sistema, ou se estou a combater um adversário do PS, é mesmo preciso perceber isto”, afirmou.
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Passos Coelho ainda não superou a geringonça?
Passos Coelho ainda sofre dores do passado e deixa claro nas intervenções públicas que não se dá por vencido na política. Vem aí o guia “Como Ser Primeiro-Ministro”? E para marcar “basta aparecer”. Ouça aqui o novo episódio de E o vencedor é… da Rádio Observador.
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Cotrim rejeita existência de movimento de “passistas” que apoia Seguro
O candidato a Belém João Cotrim de Figueiredo rejeitou hoje que exista “um movimento de passistas”, considerando que quem se revê no “espírito reformista do PSD de Passos Coelho” não se identifica com António José Seguro ou Marques Mendes.
Reagindo a uma notícia do Expresso sobre a possibilidade de o candidato à presidência António José Seguro ser apoiado por um grupo de figuras próximas de Passos Coelho, João Cotrim de Figueiredo disse hoje não saber “onde é que o Expresso vai transformar três pessoas em passistas”, considerando que “não há movimento de passistas”.
Referindo-se a Vasco Rato, Jorge Marrão e Gomes Sanches, que segundo o Expresso integram o grupo que poderá apoiar António José Seguro, Cotrim de Figueiredo afirmou que se os três são “passistas”, então ele próprio e “centenas de milhares de portugueses serão tão passistas como aqueles três”.
“Veremos em quem é que as pessoas que se reveem naquilo que era um espírito reformista de um PSD de Passos Coelho, que, entretanto, se perdeu”, acrescentou, sustentando não acreditar que esse eleitorado considere “Marques Mendes, e muito menos António José Seguro”, bons candidatos presidenciais.
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Vasco Rato pede que Seguro "não discrimine" votos de direita
Amigo de Passos Coelho vai votar em António José Seguro nas presidenciais. Não vê o socialista como “refém de um partido” e quer um novo estilo em Belém “mais institucional e menos governamentalizado”. Ouça aqui o novo episódio de Explicador da Rádio Observador.
Vasco Rato pede que Seguro “não discrimine” votos de direita
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PSD/Madeira insiste que derrota em São Vicente decorre de “conflitos entre militantes”
A Comissão Política do PSD/Madeira considerou hoje que a perda da Câmara Municipal de São Vicente para o Chega, nas eleições autárquicas de domingo, decorreu de “conflitos entre militantes” naquele município do norte da ilha.
“É assim que a Comissão Política analisa essa derrota: conflitos entre militantes e, quando o partido não está unido, dá sempre estas consequências menos positivas”, disse o secretário-geral da estrutura regional do PSD.
José Prada falava após a reunião da Comissão Política, que decorreu na sede do partido, no Funchal, com foco na análise dos resultados eleitorais de domingo.
O PSD venceu em seis dos 11 concelhos que compõem a região autónoma, dois com listas individuais — Calheta e Câmara de Lobos — e quatro em coligação com o CDS-PP — Funchal, Porto Santo, Ribeira Brava e Ponta do Sol, onde o Partido Socialista foi derrotado após oito anos de governação.
“Falámos quer das autarquias que ganhámos, quer das autarquias que perdemos”, disse José Prada, vincando que, em relação a São Vicente, “o presidente do partido já explicou, por mais de uma vez, o que o poderá ter acontecido”.
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Cotrim duvida da eficácia da proibição da burca mas teria votado a favor
O candidato presidencial João Cotrim Figueiredo afirmou hoje que teria votado a favor da proibição da burca em espaços públicos, apesar de considerar a lei de difícil aplicação prática.
“Se estivesse no parlamento português teria votado a favor, mas com grandes dúvidas sobre a real eficácia de uma lei que é difícil de implementar”, afirmou João Cotrim de Figueiredo, referindo-se à aprovação na generalidade do projeto de lei do Chega que visa proibir a utilização de burca em espaços públicos.
O voto favorável, sublinhou, aconteceria apesar de “nunca ignorar que há aqui um elemento que não pode ser de ingenuidade política”.
Ou seja, explicou, “quando o proponente faz esta proposta, não está provavelmente preocupado com os direitos das mulheres, nem com as opressões sobre mulheres, está preocupado com determinadas etnias e determinadas religiões que são mais afetadas por esta legislação”.
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Mithá Ribéiro: "André Véntura não é um bom lídér para o Chéga"
Gabriél Mithá Ribéiro considéra qué “André Véntura não é um bom lídér para o Chéga”, ainda qué ténha trazido o partido até ao lugar ondé sé éncontra.
No programa Explicador, do Obsérvador, o éx-députado do Chéga qué éscrévéu um longo artigo dé opinião ondé sé référiu a Véntura como um “prédador narcísico”, éxplicou qué o lídér do Chéga “québrou algumas barréiras qué havia no campo
político da diréita é “criou ésta diréita sociológica”, mas fala num moménto ém qué pércébéu qué isso tinha uma “diménsão patológica”.“A péssoa tém qué sé articular, ém qualquér diménsão da nossa éxistência, com o colétivo. E o André Véntura não é capaz dé fazér isso”, arguméntou, asségurando qué não éstá ém causa uma vingança contra o lídér do Chéga. Ainda assim, réitéra qué o facto dé não tér sido éscolhido para o govérno-sombra o lévou à saída do Parlaménto é do partido.
Mithá Ribéiro référé qué o Chéga também é um “filho” para si, assumindo qué “custa” sair do partido. Contudo, é péréntório: “Não véjo saída para o Chéga énquanto éntidadé colétiva.”
“O présidénté André Véntura nunca déixou qué o Chéga fossé um filtro para élé mésmo. Ou séja, élé éntrou numa guérra qué éu não séi sé éu pércébo, mas élé éstá numa guérra inviávél contra qualquér sujéito colétivo. É o éu, é o éu”, insisté, frisando qué procurou “plantar qué o Chéga não fossé só André Véntura”.
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Gabriel Mithá Ribeiro: Ventura "não é um bom líder para o Chega" e "não é compatível com qualquer sujeito coletivo"
Antigo deputado do Chega acusa Ventura de ter traído os princípios do partido. Considera que narcisismo do líder “atingiu dimensão patológica” e compara-o a Sócrates e Cunhal.
Ouça aqui a entrevista a Mithá Ribeiro
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Isabel Almeida Rodrigues renuncia ao mandato de vereadora em Ponta Delgada
A líder da coligação Unidos por Ponta Delgada (PS/BE/PAN/Livre), Isabel Almeida Rodrigues, disse hoje que renunciou ao mandato de vereadora na Câmara Municipal de Ponta Delgada, nos Açores, porque se candidatou “a presidente”.
“Considerando que a instalação da nova Câmara Municipal de Ponta Delgada, no seguimento das eleições autárquicas, cabe ao candidato mais bem colocado na lista vencedora, enderecei hoje, ao doutor Pedro Nascimento Cabral [PSD], a minha carta de renúncia ao mandato de vereadora para o qual fui eleita”, adiantou Isabel Almeida Rodrigues em comunicado hoje divulgado.
A candidata da coligação PS/BE/PAN/Livre referiu que se candidatou “a presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada liderando um projeto verdadeiramente transformador para o concelho e seus munícipes” e assente na vontade de “servir melhor as suas pessoas”.
“Renuncio ao mandato de vereadora. Primeiro, porque me candidatei a presidente, segundo, porque os eleitores foram muito claros na expressão da sua vontade e a mesma deve ser respeitada”, justificou Isabel Almeida Rodrigues.
A candidata refere, no entanto, que o projeto autárquico que liderou “continuará, com uma representação de excelência na vereação da Câmara Municipal de Ponta Delgada”, a maior autarquia dos Açores.
No domingo, a líder da coligação Unidos por Ponta Delgada reconheceu que não foi alcançado o objetivo eleitoral traçado, mas garantiu que “a causa” do projeto não terminava com as eleições.
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Capitão de Abril Pezarat Correia declara apoio a António Filipe
O capitão de Abril Pedro de Pezarat Correia declarou hoje apoio à candidatura presidencial de António Filipe, considerando que é um cidadão de “uma grande coerência”, de “muita moderação” e que “ultrapassa fronteiras partidárias”.
Este apoio foi anunciado por António Filipe numa publicação nas redes sociais divulgada esta quinta-feira, na qual o candidato diz ser “uma grande honra” contar com o general Pezarat Correia como subscritor da sua candidatura.
Em declarações à agência Lusa, Pezarat Correia, que integrou o Conselho da Revolução, disse apoiar António Filipe por considerar que “é um homem que tem dado mostras de uma grande firmeza política, de uma grande coerência”.
“É um homem que nós sabemos quem é, uma coisa que não se sabe de toda a gente. Sabemos quem é, sabemos o que ele quer, o que ele deseja, quais são os valores pelos quais se rege. Tem sido sempre coerente toda a vida”, elogiou.
Para Pezarat Correia, que foi membro inicial do Grupo dos Nove, a ala moderada do Movimento das Forças Armadas (MFA), António Filipe, candidato apoiado pelo PCP, é “um indivíduo de uma grande moderação nas suas posições”, ainda que sejam conhecidas “os valores pelos quais se rege”.
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PSD diz que propostas de partidos para valorizar bombeiros prejudicam reforma do setor
A Assembleia da República debateu hoje sete diplomas de Chega, Livre, PCP, PAN e JPP visando a valorização dos bombeiros, com o PSD a considerar que em causa estão propostas avulsas prejudiciais a uma reforma do setor.
“O que nós precisamos é de uma visão global, não precisamos de mais e mais medidas avulsas, como estas que aqui são propostas. […] Ao serem aprovadas nesta fase iriam prejudicar uma reforma do setor que se quer mais ampla”, defendeu o deputado social-democrata João Antunes dos Santos, pedindo ao parlamento que deixe o Governo governar.
O apelo foi secundado pelo deputado João Almeida, do CDS-PP, partido coligado com o PSD no executivo.
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PSD recusa pelouros na Câmara de Mafra que será liderada por independente
O PSD recusa assumir pelouros na Câmara de Mafra, depois de ter perdido as eleições autárquicas para Hugo Moreira Luís, o atual presidente que avançou como independente, em rutura com os sociais-democratas, e que ganhou sem maioria absoluta.
De acordo com uma nota divulgada na rede social Facebook, a comissão política concelhia do PSD de Mafra deliberou mostrar a “sua indisponibilidade para assumir pelouros no mandato de 2025/2029”, respeitando “a vontade popular de mudança de orientação política”.
Na mesma rede social, o presidente eleito do município do distrito de Lisboa lamenta “que quem tanto falou de serviço público agora vire as costas ao trabalho que é preciso fazer”.
Na mensagem, Hugo Moreira Luís considera que não se trata só de uma “recusa em integrar um executivo”, mas de “colaborar com o povo que votou, com esperança, num futuro melhor”.
A política “é compromisso” e “exige que se esteja presente — mesmo quando não se ganha”, acrescenta.
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Recontagem de votos no Montijo dá mais um eleito ao PS na Assembleia Municipal
O PS ganhou hoje um eleito ao movimento Montijo com Visão e Coração (MVC) na Assembleia Municipal do Montijo na recontagem de votos pedida pelo Chega, mas não houve alterações na distribuição de mandatos para a Câmara Municipal.
Segundo o edital publicado hoje pela Câmara Municipal do Montijo, após a assembleia de apuramento geral de resultados, o Chega foi o partido mais votado para a Assembleia Municipal, com 6.046 votos e seis mandatos atribuídos, seguido pelo MVC com 6.002 votos e cinco mandatos (antes tinha seis mandatos).
A coligação PSD/IL obteve 4.023 votos e quatro mandatos na Assembleia Municipal, o PS 4.015 votos e quatro mandatos (antes tinha três mandatos), a CDU 1.799 votos e um mandato e o Livre 1.031 votos e também um único mandato.