Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou forte descontentamento com o Presidente russo, Vladimir Putin, devido à falta de progresso nas negociações de paz na Ucrânia. Anunciou a redução do prazo estipulado para impor sanções à Rússia de 50 para 10 a 12 dias. Esta atitude foi aplaudida pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que valorizou a determinação e firmeza de Trump como meios para alcançar a paz.
    • Em resposta às ameaças de sanções de Trump, o antigo Presidente russo, Dmitry Medvedev, alertou que os ultimatos representam um passo em direção à guerra, afirmando que a mesma não seria apenas entre a Rússia e a Ucrânia, mas envolveria também os Estados Unidos. Medvedev enfatizou que a Rússia não pode ser tratada como outros países como Israel ou Irão, dirigindo uma crítica indireta a Joe Biden.
    • O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, reafirmou o desejo de que a Turquia seja a sede das negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia, mostrando apoio contínuo para a mediação. Erdogan expressou otimismo em relação a uma eventual resolução do conflito, que descreveu como uma “guerra sangrenta”.
    • Um ataque informático significativo afetou a companhia aérea russa Aeroflot, com o grupo de hackers Silent Crow assumindo a responsabilidade, alegando colaboração com o grupo bielorrusso Cyber Partisans BY. Este incidente levou ao cancelamento de dezenas de voos de e para Moscovo, evidenciando a vulnerabilidade da infraestrutura digital russa a pressões externas.

    [Horas depois do crime, a polícia vai encontrar o assassino de Issam Sartawi, o dirigente palestiniano morto no átrio de um hotel de Albufeira. Mas, também vai descobrir que ele não é quem diz ser. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o segundo episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro aqui]

  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura da guerra entre a Ucrânia e a Rússia.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta terça-feira no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    Ataque russo a prisão ucraniana faz pelo menos 16 mortos

  • Zelensky volta a elogiar "declaração significativa" de Trump

    Noutra publicação na rede social X, Volodymyr Zelensky voltou a elogiar a tomada de posição feita por Donald Trump esta segunda-feira, dizendo que a admissão do Presidente norte-americano de reduzir o prazo para a Rússia negociar com a Ucrânia foi uma “declaração significativa”.

    “É a Rússia que está a fazer tudo para minar os esforços de paz e prolongar a guerra. Todas as noites há ataques, tentativas constantes da Rússia de prejudicar a Ucrânia”, acusou o Presidente da Ucrânia.

    “De facto, a paz é possível se agirmos com firmeza e determinação, e temos repetidamente afirmado — e todos os parceiros sabem disso — que as sanções são um elemento fundamental. A Rússia leva em consideração as sanções, leva em consideração essas perdas. A paz através da força é possível”, acrescentou.

  • Erdogan quer que Turquia seja sede de conversações de paz entre Rússia e Ucrânia

    O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, voltou a demonstrar um “sincero desejo” de que a Turquia seja a sede de conversações para uma paz efetiva, para além de conversas de negociações como tem feito até agora.

    Erdogan, citado pelo Ukrainska Pravda, afirmou ainda que esperava que a “guerra sangrenta” entre Kiev e Moscovo chegue ao fim”.

  • Zelensky agradece "posição clara e determinação expressa" de Trump

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu na rede social X a “posição clara e determinação expressa” de Donald Trump ao ameaçar reduzir o prazo de 50 dias para aplicar sanções à Rússia.

    Para o líder, esta decisão surgiu “na hora certa, quando muita coisa pode mudar através da força para uma paz real”.

    “Agradeço ao presidente Trump por seu foco em salvar vidas e acabar com esta guerra horrível”, acrescentou Zelensky, tendo sublinhado que “a Ucrânia continua comprometida com a paz e trabalhará incansavelmente com os EUA para tornar nossos dois países mais seguros, mais fortes e mais prósperos”.

  • "Não seja como Biden." Medvedev avisa que Trump que "ultimato" é um "passo" rumo à "guerra"

    O antigo Presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, respondeu hoje às ameaças do chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, em diminuir o prazo em que poderá aplicar sanções à Rússia.

    “O jogo do ultimato de Trump com a Rússia… Ele deve lembrar-se de duas coisas”, começou por escrever o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia no X.

    A primeira é que “a Rússia não é Israel ou o Irão”.

    A segunda é que “cada novo ultimato é uma ameaça e um passo rumo à guerra”. Dmitry Medvedev especificou que esta “guerra” não seria “entre a Rússia e a Ucrânia”, mas “contra o seu próprio país”.

    “Não escolha a estrada do Sleepy [dorminhoco] Joe Biden”, atirou ainda o antigo líder da Rússia.

  • Estónia chama diplomata russo depois de navio da guarda fronteiriça do país entrar em águas territoriais estónias

    A Estónia chamou o encarregado de negócios da Rússia no país depois de um navio da guarda fronteiriça de Moscovo ter entrado nas águas territoriais do estado dos Bálticos.

    O anúncio foi feito pelo ministério dos Negócios Estrangeiros estónio na rede social X. Na publicação, lê-se que o ministério entregou “um protesto” e uma nota “relativa à violação da fronteira marítima da Estónia”.

    O ministro com esta pasta, Margus Tsakhna, também comentou o protesto deixado pela diplomacia de Talinn, considerando a entrada do navio foi “violação grave e inaceitável” da “fronteira marítima” do país.

  • Sanções. "Trump mostrou que está dececionado com Putin"

    O Major-General João Vieira Borges afirma que pressão americana contra a Rússia é positiva. No Médio Oriente, garante que a situação é crítica e que ninguém se quer mostrar “conivente”.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    Sanções. “Trump mostrou que está dececionado com Putin”

  • Trump admite que já não está "assim tão interessado" em conversar com Putin

    O Presidente dos Estados Unidos da América continua a falar sobre a Rússia.

    Desta vez, aos jornalistas, Donald Trump admitiu que já “não está assim tão interessado” em falar com o Presidente russo, Vladimir Putin.

    “Temos tão conversas tão boas, tão respeitosas e depois as pessoas morrem na noite seguinte com um míssil a matar pessoas em cidades”, lamentou Donald Trump.

    O chefe de Estado não fechou a porta a que ainda haja um acordo entre a Rússia e a Ucrânia. “Não sei”, respondeu.

    Donald Trump detalhou ainda que vai dar uma data precisa para quando Vladimir Putin terá de responder ao ultimato “esta noite ou amanhã”.

  • Trump diz que prazo dado a Putin para a acordo será agora de 10 a 12 dias

    Após ter admitido que iria reduzir o prazo dado a Vladimir Putin, de 50 dias, para alcançar um acordo sem dar mais detalhes, Donald Trump acabou por concretizar os seus novos planos.

    Quando questionado sobre qual o novo prazo, o Presidente dos EUA afirmou que serão “10 a 12 dias” a contar a partir de hoje.

  • "Estou muito desapontado com Putin." Trump avisa Rússia que "vai reduzir o prazo de 50 dias" para impor sanções

    O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, disse hoje estar “muito desapontado” com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, sobre o facto de não se chegar a um acordo para terminar a guerra na Ucrânia.

    Por isso, Donald Trump avisou Vladimir Putin de que “vai reduzir o prazo de 50 dias” para impor sanções à Rússia, que prometem ter um efeito bsatante negativo na economia russa.

    Em declarações na Escócia, ao lado do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, Donald Trump disse esperar que, por esta altura, haveria um acordo. “Eu falei várias vezes com Putin, dei-me bem com ele, falei com ele.”

    No entanto, apesar de ter falado “quatro ou cinco vezes” ao telefone com Vladimir Putin, o Presidente norte-americano não vê resultados práticos.

    “Putin continua a lançar mísseis para algumas cidades ucranianas, como Kiev, e mata muitas pessoas. Há pouco tempo, atacou um hospital, havia corpos por toda a parte”, descreveu Donald Trump.

    “Vamos ver o que vamos fazer. Estou muito desapontado. Vou reduzir o prazo para menos dias”, ameaçou o Presidente norte-americano, que não está confiante de que vai conseguir acabar com a guerra na Ucrânia. “Já sei a resposta dele [Putin].”

    Ainda assim, Donald Trump não estipulou uma data sobre quando aplicaria sanções à Rússia.

  • Lavrov: "A Rússia está a lutar sozinha contra todo o Ocidente"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, afirmou esta segunda-feira que a Rússia “está a lutar sozinha contra todo o Ocidente”, relata a agência estatal TASS.

    “Temos muito a fazer. E o mais importante é derrotar o nosso inimigo. Pela primeira vez na sua história, a Rússia está a lutar sozinha contra todo o Ocidente. Tivemos aliados durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Agora não temos aliados no campo de batalha. Portanto, devemos confiar apenas em nós mesmos, não devemos cair em deslizes nem demonstrar fraqueza”, sublinhou Lavrov.

  • Encontro entre Putin e Trump na China "não está fora de questão", diz Kremlin

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou esta segunda-feira que um encontro entre o Presidente russo, Vladimir Putin, e o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, na China, em setembro, “não está fora de questão” se as agendas dos dois líderes coincidirem.

    Putin tem uma viagem marcada em setembro para a China para as comemorações do 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial e “se o Presidente norte-americano decidir ir à China nessa ocasião, tal encontro, teoricamente, não pode ser descartado”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado pela agência TASS.

  • Principal companhia aérea russa alvo de ataque informático. Dezenas de voos foram cancelados de e para Moscovo

    A companhia aérea russa Aeroflot confirmou que foram registadas falhas graves no seu sistema de informação esta segunda-feira, provocando o cancelamento de dezenas de voos de e para Moscovo.

    “Houve uma falha nos sistemas de informação da companhia aérea. São possíveis interrupções no serviço”, informa a companhia de aviação russa no Telegram.

    O grupo de hackers Silent Crow reivindicou a responsabilidade pelo ataque em grande escala ao sistema informático da Aeroflot, supostamente realizado em cooperação com o grupo hacktivista da oposição bielorrussa, o Cyber Partisans BY, informa o The Kyiv Independent.

    “Durante um ano, estivemos dentro da rede corporativa deles, desenvolvendo metodicamente o acesso, entrando profundamente no âmago da infraestrutura”, informaram os hackers, citados pelos jornal ucraniano.

  • Ataques russos nas últimas 24 horas mataram 4 pessoas e feriram outras 40 na Ucrânia

    Os ataques russos em toda a Ucrânia mataram, este domingo, pelo menos quatro civis e feriram pelo menos 40, incluindo crianças, informam as autoridades regionais, citadas pelo The Kyiv Independent.

    O jornal ucraniano faz um balanço dos ataques mais recentes da Rússia, que lançou 324 drones de ataque do tipo Shahed e outros, quatro mísseis de cruzeiro Kh-101, bem como três mísseis aerobalísticos Kinzhal contra a Ucrânia.

  • Drone não identificado terá entrado na Lituânia a partir da Bielorrússia

    O canal estatal lituano LRT está a avançar que foi relatado à polícia nacional o avistamento de um tipo não identificado de aeronave não tripulada que entrou em território lituano vindo da Bielorrússia na manhã desta segunda-feira.

    De acordo com os relatos recebidos, o drone foi avistado a uma altitude de cerca de 200 metros, tendo sido visto pela última vez perto de Vilnius.

    As autoridades lituanas garantem que todos os serviços relevantes estão a trabalhar para localizar o possível local de queda do drone e avisaram os residentes para não se aproximarem da aeronave não tripulada em qualquer circunstância.

    Em declarações à LRT, o ministro da Defesa lituano, Dovile Sakaliene, referiu que os exercícios militares na Bielorrússia aumentam a probabilidade de incidentes, mesmo que não intencionais, deste tipo, dada a proximidade geográfica dos dois países.

  • Ataque russo provocou oito feridos esta madrugada em Kiev. Uma pessoa encontra-se em estado grave

    Diversas explosões, provocadas por ataques com drones e mísseis, abalaram Kiev durante a madrugada desta segunda-feira.

    De acordo com o The Kyiv Independent, pelo menos oito pessoas ficaram feridas num ataque a um prédio residencial na zona de Darnytskyi, na capital ucraniana.

    Um desses feridos é uma criança de três anos e há ainda um dos feridos hospitalizados que se encontra em estado grave.

    O prédio ficou danificado, com o ataque a provocar danos do 6º ao 11º andares. O ataque ocorre poucos dias depois de a Rússia e a Ucrânia terem realizado a sua terceira ronda de conversações de paz em Istambul.

  • Bom dia e uma boa semana,

    Começamos agora a cobertura da guerra na Ucrânia desta segunda-feira. Pode ver ou rever tudo o que se passou este domingo no liveblog que agora arquivamos.

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