Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, defendeu que os media que relatam sucessos militares iranianos são “praticamente traidores”. Afirmou ainda que apenas Washington e Pequim têm a capacidade de intervir no projeto nuclear do Irão, reafirmando a posição de que Teerão não deve possuir armas nucleares.
    • A tensão na região do Estreito de Ormuz aumenta com a participação da Austrália numa missão defensiva liderada pela França e pelo Reino Unido. Esta iniciativa visa garantir a segurança da navegação na área estratégica, após ataques de drones iranianos.
    • No Médio Oriente, ataques israelitas resultaram em várias vítimas, destacando-se a morte de 13 pessoas no sul do Líbano em confrontos com o Hezbollah, e um ataque com drones que causou mortes em Gaza. As tensões com o Kuwait também se fariam sentir, com a detenção de elementos associados à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão acusados de tentarem infiltrar-se no país.
    • A Rússia continua a demonstrar seu poderio bélico com planos de posicionar o míssil nuclear Sarmat até ao final do ano, apesar de dificuldades anteriores. Este míssil é apresentado como o “mais poderoso do mundo”, com uma capacidade superior a qualquer arma ocidental.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

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  • Bom dia,

    muito obrigado por nos ter acompanhado. Pode ler todas as novidades relativas aos conflitos mundiais e aos conflitos geopolíticos aqui.

    Venezuela como 51.º estado norte-americano? Trump publica imagem em que sugere anexação

  • Austrália junta-se à missão “estritamente defensiva” no Estreito de Ormuz liderada por França e pelo Reino Unido

    A Austrália vai juntar-se a uma missão “estritamente defensiva” liderada pela França e pelo Reino Unido para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, afirmou o ministro da Defesa australiano, Richard Marles, escreve o The Times of Israel.

    “A Austrália está pronta para apoiar uma Missão Militar Multinacional independente e estritamente defensiva, liderada pelo Reino Unido e pela França, assim que for estabelecida”, disse Marles em comunicado, citado pelo jornal israelita.

    O ministro da Defesa australiano acrescentou que o país vai contribuir para a missão com uma aeronave de vigilância Wedgetail E-7A, já implantada na região, de forma proteger os Emirados Árabes Unidos de ataques de drones iranianos.

  • Presidente dos Emirados Árabes Unidos discutiu "desenvolvimentos regionais" com Donald Trump

    O Presidente dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohamed bin Zayed Al Nahyan, discutiu os “desenvolvimentos regionais” com Donald Trump através de uma chamada telefónica, escreve a Al Jazeera.

    Os dois líderes falaram ainda sobre “a cooperação estratégica e as formas de fortalecer as relações entre os Emirados Árabes Unidos e os EUA em apoio de interesses mútuos”, segundo a Agência de Notícias dos Emirados, citada pela emissora.

  • Ataque israelita com drones provocou um morto e vários feridos em Gaza

    Um ataque israelita com drones provocou um morto e vários feridos em Gaza, segundo a Al Jazeera.

    Fontes das autoridades de saúde afirmam que o ataque teve como alvo pessoas no campo de refugiados de Nuseirat, no centro da Faixa de Gaza, relata a emissora. Entretanto, as vítimas foram levadas para o Hospital al-Awda.

  • Irão rejeita alegações do Kuwait de que Teerão estaria a planear “ações hostis” contra o país do Golfo

    O Kuwait afirmou ter detido quatro homens acusados de pertencerem à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC), alegando que terão tentado infiltrar-se na Ilha de Bubiyan por via marítima e ferido um soldado do país. Entretanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão rejeitou as acusações de que estaria a planear “ações hostis” contra o Kuwait.

    “O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão condena as ações políticas e mediáticas inapropriadas do Kuwait em relação aos quatro marinheiros iranianos que estavam a cumprir as suas funções a bordo do navio Meroj Keshtezri Darya e que entraram em águas do Kuwait devido a uma falha no sistema de navegação”, afirmou num comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana ISNA, citado pela Al jazeera.

    O ministério sublinhou ainda a necessidade de acesso imediato da Embaixada da República Islâmica do Irão no Kuwait aos cidadãos iranianos detidos, em conformidade com o direito internacional, e exigiu a sua libertação imediata.

  • Media que relatem sucessos militares de Teerão são “traidores,” diz Trump

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que os media que relatam sucessos militares do Irão no conflito contra os Estados Unidos são “praticamente traidores” que “incentivam o inimigo”.

    “Quando as ‘notícias falsas’ (imprensa) dizem que o inimigo iraniano está a sair-se bem militarmente contra nós, isso é praticamente TRAIÇÃO, pois é uma afirmação tão falsa e até absurda”, publicou Trump na plataforma Truth Social.

    “Estão a ajudar e a incentivar o inimigo! Tudo o que fazem é dar ao Irão uma falsa esperança onde não deveria haver nenhuma. Estes são cobardes americanos que torcem contra o nosso país”, adiantou o Presidente norte-americano, reiterando que a Marinha, a Força Aérea e os líderes iranianos foram eliminados no conflito e que a economia está em colapso.

  • França vai “tomar iniciativa” na ONU para missão pacífica em Ormuz, diz Macron

    A França vai “tomar a iniciativa” nas Nações Unidas para propor uma missão “completamente neutra e pacífica” para garantir a segurança do estreito de Ormuz no futuro, adiantou esta terça-feira o Presidente francês, Emmanuel Macron.

    “Precisamos de obter a reabertura incondicional de Ormuz, sem portagens. Isto é possível desmantelando todos os bloqueios e envolvendo-nos verdadeiramente neste diálogo exigente com o Irão”, frisou o chefe de Estado francês em declarações à TV5, France 24 e Radio France Internationale.

    Macron, que falou no final de uma cimeira franco-africana, lamentou “uma escalada nas declarações” dos lados norte-americano e iraniano e apelou a um “cessar-fogo totalmente respeitado”, considerando inaceitável que não esteja a ser respeitado no Líbano.

  • Ataques israelitas contra Hezbollah mataram 13 pessoas no sul do Líbano

    Os ataques israelitas contra o Hezbollah mataram 13 pessoas no sul do Líbano esta terça-feira, incluindo um soldado, uma criança e dois socorristas, informou o Ministério da Saúde do país, segundo o The Times of Israel.

    “Um ataque à cidade de Nabatieh fez cinco mortos, incluindo dois socorristas da Defesa Civil”, afirmaram as autoridades de saúde libanesas, enquanto outro ataque perto de Jebchit fez quatro mortos, “incluindo um soldado e um cidadão sírio”. Um terceiro ataque em Bint Jbeil matou “quatro civis, incluindo uma criança e uma mulher”.

  • Emirados Árabes Unidos designam 21 indivíduos e entidades como “terroristas” por alegadas ligações ao Hezbollah

    Os Emirados Árabes Unidos designaram 16 cidadãos libaneses e cinco entidades sediadas no Líbano como “terroristas” pelas suas alegadas ligações ao Hezbollah.

    “De acordo com a Resolução, todas as autoridades reguladoras são obrigadas a identificar quaisquer indivíduos ou entidades conectados através de relações financeiras ou comerciais com os listados e a tomar as medidas necessárias, em conformidade com as leis aplicáveis ​​nos Emirados Árabes Unidos, incluindo o congelamento de ativos em menos de 24 horas”, informou a Agência de Notícias do país, citada pela Al Jazeera.

  • Irão apela ao mundo para rejeitar a “barbárie” e a “dominação”

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baqaei, alertou que a guerra entre os EUA e Israel contra o Irão “é uma guerra que determinará o próprio significado de ‘bem’ e ‘mal’ no nosso tempo e no futuro”.

    “Esta é uma guerra entre mentirosos profissionais que fabricam justificações para atrocidades e um povo orgulhoso que defende a sua pátria e a dignidade humana confiando unicamente na sua própria força e determinação”, escreveu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano numa publicação na rede social X.

    Esmaeil Baqaei apelou ainda a que, caso se rejeite o caminho da “barbárie” e da “dominação”, se encontre a coragem moral para falar, agir e ficar do lado certo da história, antes que o mundo mergulhe num abismo de ilegalidade e subjugação.

  • Trump: "Só os falhados, os ingratos e os tolos são capazes de criticar a América"

    Donald Trump criticou a cobertura mediática da guerra entre os EUA, Israel e o Irão, afirmando que as notícias que sugerem que Teerão está a “sair-se bem” militarmente contra Washington equivalem a “praticamente traição”.

    “Estão a ajudar e a ser cúmplices do inimigo! Tudo o que isso faz é dar ao Irão falsas esperanças quando nenhuma deveria existir. Estes são cobardes americanos que estão a torcer contra o nosso país”, escreveu o Presidente dos EUA na Truth Social, sem especificar a que notícias se referia.

    “Só os falhados, os ingratos e os tolos são capazes de criticar a América!”, acrescentou Donald Trump.

    X / @realDonaldTrump

  • Navio russo que afundou misteriosamente — depois de ter passado por Portugal — poderia transportar reatores nucleares para a Coreia do Norte

    O navio partiu de São Petersburgo e contornou o norte do continente europeu até chegar a Portugal. Depois de passar o Estreito de Gibraltar, afundou misteriosamente no Mar mediterrâneo — a cerca de 60 milhas (cerca de 97 quilómetros). O objetivo da viagem era quase desconhecido, mas uma investigação da CNN indica que o Ursa Major poderia ter como destino a Coreia do Norte, para onde levaria dois reatores nucleares.

    O navio, detetado e acompanhado pela Marinha portuguesa enquanto cruzava o limite norte da Zona Económica Exclusiva de Portugal, transportaria dois reatores nucleares para submarinos, mas terá afundado a 23 de dezembro de 2024, depois de ter sofrido uma série de explosões.

    “Na sequência do continuado movimento de meios navais russos, em direção ao Mediterrâneo Oriental, a Marinha desenvolveu uma operação de acompanhamento, que terminou esta manhã, dos navios de suporte logístico Ursa Major e Sparta (…) que cruzaram o limite norte da Zona Económica Exclusiva (ZEE) do Continente no passado dia 19 de dezembro”, escreveu a Marinha Portuguesa em 2024.

    Segundo a investigação da CNN, a intenção russa seria enviar tecnologia nuclear melhorada à Coreia do Norte. O navio partiu da Rússia dois meses depois de Ki Jong-un ter enviado tropas para ajudar na invasão de Moscovo à Ucrânia.

    A teoria avançada pela emissora televisiva norte-americana é sustentada pelas várias atividades militares desenvolvidas naquele local. No último ano, aeronaves dos EUA para detetar atividade nuclear sobrevoaram o navio afundado duas vezes. Os destroços deste navio também foram visitados uma semana após o naufrágio por outro navio suspeito de espionagem para a Rússia, que provocou quatro explosões no local, de acordo com fonte espanhola.

    A única reação do Governo espanhol ao caso surgiu após pressão da oposição. O Executivo liderado por Pedro Sánchez disse apenas que o Ursa Major transportava “componentes para dois reatores nucleares semelhantes aos utilizados em submarinos”.

    Os 14 tripulantes que sobreviveram ao naufrágio foram evacuados e resgatados por autoridades espanholas, mas pouco depois a tripulação de um dos navios russos que escoltava o Ursa Major ordenou que as embarcações se afastassem e que devolvessem a tripulação resgatada.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros defende que é “totalmente inviável” a criação de um exército europeu

    O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) português, Paulo Rangel, defendeu esta terça-feira que é “totalmente inviável” a criação de um exército europeu, apontando para a necessidade de uma maior cooperação de dimensão atlântica em matéria de Defesa.

    “Acho totalmente inviável a ideia de um exército europeu. Pode falar-se muito, mas é totalmente inviável. Pode é haver muito mais cooperação”, defendeu Paulo Rangel, no Porto, na conferência “40 Anos de Portugal na UE: Sucessos e Desafios”, que assinalou os 40 anos da adesão de Portugal às Comunidades Europeias.

    “Aquilo que um país como Portugal, e com certeza muitos outros no contexto da Europa, desejariam, é que a Europa seja o corolário europeu da NATO e não ela própria uma aliança de defesa sem a colaboração do outro lado do Atlântico, e aí entra o Canadá e entram os Estados Unidos”, defendeu.

  • Primeira tranche de empréstimo da UE de 90 mil ME para a Ucrânia será para drones, diz Kallas

    A primeira tranche do empréstimo europeu de 90 mil milhões para a Ucrânia será para drones, anunciou esta terça-feira a chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, que indicou que será desembolsada em junho.

    “A Ucrânia vai receber o primeiro desembolso do empréstimo de 90 mil milhões de euros já em junho, e esses fundos vão ser direcionados para drones, que são cruciais para travar as forças russas”, afirmou Kaja Kallas em conferência de imprensa no final de uma reunião dos ministros da Defesa da UE, em Bruxelas.

    A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança frisou, contudo, que o empréstimo de 90 mil milhões de euros não é suficiente, defendendo que é necessário aprovar os 6,6 mil milhões do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz destinados à Ucrânia e que têm estado bloqueados desde 2024 devido ao veto do Governo da Hungria, liderado até o passado sábado por Viktor Orbán.

  • Seguro quer Portugal com “uma voz mais ativa” na União Europeia

    O Presidente da República, António José Seguro, defendeu esta terça-feira que Portugal deve ter “uma voz mais ativa” na União Europeia porque tem muito para oferecer.

    No encerramento de uma conferência comemorativa da adesão de Portugal às Comunidades Europeias na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, Seguro considerou que Portugal deve ter uma política europeia consistente e preservar o consenso interno sobre a pertença à União Europeia.

    O país deve “centrar a diplomacia e a política externa num projeto ambicioso que permita ser uma voz cada vez mais relevante em Bruxelas [Bélgica]”, frisou.

  • De partida para a China, Trump promete "ótimo encontro" com "amigo" Xi Jinping

    De saída da Casa Branca, antes da viagem para a China, Donald Trump anteviu um “ótimo encontro” com o Presidente chinês, que assumiu ser um “amigo” pessoal. “Ele é meu amigo, dou-me bem com ele, vai ser uma viagem entusiasmante e vão acontecer muitas coisas”, prometeu o Presidente dos EUA.

    Trump não acha que Xi Jinping tenha que intervir no conflito no Irão e acrescentou que os norte-americanos conseguirão “vencer de forma pacífica ou de outra forma”. Ainda assim, garantiu que terá “uma conversa longa” sobre a situação no Médio Oriente com o líder chinês.

    Sobre as negociações de paz, o Presidente dos EUA disse que irá “pensar” nesse assunto “durante o voo e nos próximos tempos”, enaltecendo novamente a suposta vitória militar dos norte-americanos. “Eles [Irão] não vão ter uma arma nuclear”.

    Na longa conversa com as dezenas de jornalistas que acompanharam a saída de Trump, o republicano referiu que “não falta muito” para a guerra acabar e elogiou os esforços de mediação do Paquistão — “têm sido ótimos”.

    Por outro lado, voltou a criticar a NATO. “A NATO desapontou-me muito, não estavam lá quando precisámos… nós não precisamos, mas se precisássemos, eles não estariam”.

  • Irão processa EUA em tribunal de Haia por “agressão militar”

    O Irão apresentou esta terça-feira uma ação judicial junto do Tribunal Arbitral Irão-Estados Unidos, em Haia, na qual acusou Washington de “agressão militar”, atacar instalações nucleares e violar os Acordos de Argel de 1981.

    Teerão alegou que os Estados Unidos violaram “as obrigações internacionais” durante o conflito de 12 dias, de acordo com a televisão estatal iraniana IRIB e agência de notícias iraniana Tasnim.

    Entre 13 e 24 de junho passado, Israel lançou múltiplos ataques contra dezenas de alvos no Irão para impedir a expansão do programa nuclear iraniano. Os EUA participaram também nesta ofensiva.

  • Negociações com EUA avançam mas não há acordo, diz primeiro-ministro da Gronelândia

    O primeiro-ministro gronelandês declarou esta terça-feira que as conversações com os Estados Unidos sobre a Gronelândia, território autónomo dinamarquês cobiçado pelo Governo Trump, estão a avançar, mas não foi até agora alcançado qualquer acordo.

    “É-me difícil entrar em pormenores sobre as conversações do grupo de trabalho (dinamarquês-gronelandês-norte-americano), mas demos alguns passos na direção certa”, disse Jens-Frederik Nielsen na Cimeira de Copenhaga para a Democracia.

    “Estamos a negociar, mas não temos um acordo”, acrescentou.

  • Mais de quatro crianças mortas diariamente no Líbano, diz ONG Save the Children

    A organização não-governamental (ONG) Save the Children estimou estaterça-feira em mais de quatro o número diário de crianças mortas ou feridas no Líbano, apesar do cessar-fogo declarado a 17 de abril e posteriormente prolongado por várias semanas.

    Pouco antes do arranque de novas conversações de paz previstas para esta semana em Washington, a ONG indicou que os novos dados divulgados pelo Ministério da Saúde libanês apontam para a morte de 22 crianças e outras 89 feridas desde o início da trégua.

    As violações constantes do cessar-fogo impedem as famílias de regressarem às suas casas, frisou ainda a organização.

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