Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • Os EUA esperam que a China tenha um papel mais ativo em pressionar o Irão a alterar o seu comportamento no Golfo, com o Secretário de Estado Marco Rubio a referir que a China tem navios naquela região, o que demonstra um interesse em resolver a crise.
    • A missão do Irão na ONU rejeitou uma resolução proposta pelos EUA, que ameaça impor sanções ao Irão devido às suas atividades no Estreito de Ormuz, classificando-a como absurda e enganadora. Nenhum número de copatrocinios forçados poderia legitimar os atos ilegais contínuos dos EUA contra o Irão.
    • Zelensky pediu ao Presidente Trump que, durante o encontro com Xi Jinping, abordasse a necessidade de pôr fim à invasão russa da Ucrânia.
    • Vários ataques israelitas ao Líbano provocaram vítimas mortais. Entre elas estão cinco pessoas da mesma família que foram mortas na cidade de Arab Salim, no sul do Líbano, informou a agência nacional de notícias do país.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [Renato Seabra matou Carlos Castro, isso ninguém contesta. A pergunta a que os jurados têm de responder é outra: o jovem modelo português pode ou não ser responsabilizado pelo crime? Sentiu raiva ou estava mentalmente perturbado? Ouça o sexto e último episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o Podcast Plus do Observador narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro episódio, aqui o quarto episódio e aqui o quinto episódio]

  • Bom dia! Este artigo em direto fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar as atualizações desta quinta-feira da atualidade mundial neste outro liveblog, que agora abrimos. Obrigado!

    Trump afirma que Xi Jinping chamou aos EUA “nação em declínio” devido a Biden

  • Cavaco defende força europeia para reduzir dependência dos EUA de “super errático” Trump

    O ex-presidente Aníbal Cavaco Silva defendeu uma força europeia separada da NATO mas em cooperação com a Aliança Atlântica, para reduzir a dependência dos Estados Unidos, considerando o Presidente Donald Trump “super errático”.

    “A Europa tem de investir mais na Defesa (…), uma força, uma identidade europeia de Defesa separada mesmo da NATO, mas em cooperação com a NATO, para poder intervir em situações em que os Estados Unidos não têm interesse”, frisou Aníbal Cavaco Silva, em entrevista à rádio Renascença sobre assuntos europeus divulgada na quarta-feira à noite.

    Numa análise sobre a União Europeia (UE), Cavaco Silva adiantou que confia “muito mais” na Comissão Europeia, liderada por Ursula Von der Leyen, do que no Conselho Europeu, liderado por António Costa.

  • Missão do Irão na ONU classifica resolução apoiada pelos EUA como “absurda e enganadora”

    A missão do Irão na ONU rejeitou uma proposta de resolução apoiada pelos EUA que ameaça impor sanções às ações de Teerão no Estreito de Ormuz.

    Numa publicação na rede social X, a missão iraniana afirmou que a tentativa de Washington de apresentar os copatrocinadores da resolução como prova de um amplo apoio internacional é “absurda e enganadora”.

    “Nenhum número de copatrocínios coagidos pode legitimar os contínuos atos ilícitos internacionais de Washington contra o Irão”, pode ler-se ainda na publicação.

  • Colonos israelitas disparam sinalizadores, gás lacrimogéneo e pedras contra palestinianos na Cisjordânia

    Colonos israelitas armados atacaram com pedras casas palestinianas em Hebron, ferindo um cidadão palestiniano e um ativista estrangeiro, relata a agência Wafa, segundo a Al Jazeera.

    Na aldeia em Ramallah, os colonos dispararam sinalizadores e gás lacrimogéneo.

  • Irão ameaça Emirados Árabes Unidos e alega que tinha conhecimento da visita de Netanyahu a Abu Dhabi

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, ameaçou os Emirados Árabes Unidos e afirmou que Teerão tinha conhecimento da alegada visita secreta de Benjamin Netanyahu a Abu Dhabi.

    “Netanyahu revelou publicamente o que os serviços de segurança do Irão já tinham comunicado à nossa liderança há muito tempo”, escreveu Araghchi numa publicação no X.

    “Inimizade com o Grande Povo do Irão é uma aposta insensata. Conluio com Israel para o fazer: imperdoável”, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano.

    “Aqueles que conspiram com Israel para semear a divisão serão responsabilizados“, pode ainda ler-se na publicação de Araghchi, referindo-se aos Emirados Árabes Unidos.

  • Pelo menos 23 crianças foram mortas e 93 ficaram feridas no Líbano desde o início do cessar-fogo com Israel

    Pelo menos 23 crianças foram mortas e 93 ficaram feridas no Líbano desde o início do cessar-fogo, segundo o Ministério da Saúde do país, escreve a Al Jazeera.

    Entretanto, a UNICEF informou que o número de crianças mortas desde 2 de Março, quando foram retomados os confrontos entre o Hezbollah e Israel, subiu para 200, com 806 feridas.

  • Marco Rubio diz que China tem "interesse" em resolver crise no Golfo

    Os Estados Unidos esperam que a China desempenhe um papel mais ativo na tentativa de persuadir o Irão a abandonar as suas atividades no Golfo, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em entrevista à Fox News.

    Segundo o The Times of Israel, Rubio referiu que a China tem navios no Golfo, um dos quais foi atingido pelo Irão no fim de semana. “Tenho a certeza de que o Irão não o fez deliberadamente, mas aconteceu”, afirmou. “E é por isso que estes navios chineses estão ali presos”.

    O secretário de Estado norte-americano terá ainda afirmado, segundo o jornal israelita, que o comportamento do Irão é uma “enorme fonte de instabilidade“. “Ameaça desestabilizar a Ásia mais do que qualquer outra parte do mundo, porque o país depende fortemente dos estreitos para obter energia”.

    Rubio acredita que a China tem interesse económico em garantir o fluxo de navios através do Estreito de Ormuz, sublinhando que, se outros países enfrentarem dificuldades, “comprarão menos produtos chineses e as exportações chinesas cairão drasticamente”.

    “Portanto, é do interesse deles resolver esta questão”, sublinhou o secretário de Estado dos EUA.

  • Antigo porta-voz do gabinete de Netanyahu afirma que o primeiro-ministro de Israel visitou Emirados Árabes Unidos

    Apesar de os Emirados Árabes Unidos negarem que o primeiro-ministro israelita tenha visitado o país durante o conflito com o Irão, o antigo porta-voz de Benjamin Netanyahu insiste que a versão apresentada pelo seu gabinete é verdadeira, avança o The Times of Israel.

    “Como alguém que conhece bem os Emirados Árabes Unidos e viveu lá durante longos períodos, e como alguém que acompanhou o primeiro-ministro na viagem histórica que foi mantida em absoluto segredo até hoje, posso afirmar que o primeiro-ministro foi recebido em Abu Dhabi com honras de reis”, escreveu Ziv Agmon numa publicação no Facebook, citada pelo jornal israelita.

    “O xeique [Mohamed] bin Zayed, os seus familiares e outras autoridades receberam-nos e ficaram felizes por ver o primeiro-ministro de Israel no seu território”, acrescentou o antigo porta-voz.

    Ziv Agmon alegou ainda que o líder dos Emirados Árabes Unidos “tinha um grande respeito pelo primeiro-ministro”, chegando mesmo a levá-lo “no seu carro privado, do avião até ao palácio”.

  • IDF afirmam que Hezbollah disparou um míssil e vários morteiros contra tropas israelitas no sul do Líbano

    O Hezbollah disparou, nas últimas horas, um míssil guiado antitanque e vários morteiros contra tropas israelitas no sul do Líbano. As IDF afirmam que os projéteis explodiram perto das forças no terreno, sem causar feridos, segundo o The Times of Israel.

  • Aviões de guerra sauditas atacaram milícias no Iraque apoiadas por Teerão

    Segundo múltiplas fontes da agência de notícias Reuters, aviões de guerra da Arábia Saudita bombardearam alvos ligados a poderosas milícias xiitas apoiadas por Teerão no Iraque durante a guerra com o Irão, enquanto ataques de retaliação também foram lançados a partir do Kuwait contra o Iraque, relata o The Times of Israel.

    Os ataques sauditas, segundo duas fontes, foram levados a cabo por caças da Força Aérea saudita, perto da fronteira norte com o Iraque. Uma das fontes terá ainda afirmado que alguns ataques ocorreram por volta da altura em que começou o cessar-fogo entre os EUA e o Irão, no início de Abril.

    A Reuters não conseguiu determinar se os rockets disparados a partir do Kuwait foram lançados pelas forças armadas kuwaitianas ou pelos militares norte-americanos, que mantêm uma forte presença no país.

  • Emirados Árabes Unidos rejeitam alegações de que Netanyahu visitou o país

    Os Emirados Árabes Unidos negaram as alegações do gabinete de Benjamin Netanyahu de que o primeiro-ministro israelita visitou o país durante a guerra contra o Irão, escreve a Al Jazeera.

    Apesar de o gabinete do primeiro-ministro israelita ter afirmado que “Netanyahu fez uma visita secreta aos Emirados Árabes Unidos e reuniu-se com o presidente do país”, a agência estatal WAM negou as informações, rejeitando “o que está a ser divulgado relativamente a uma visita do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu aos Emirados Árabes Unidos ou à receção de qualquer delegação militar israelita no território do país”.

    “Os Emirados Árabes Unidos afirmam que as suas relações com Israel são públicas e foram estabelecidas no âmbito dos conhecidos e publicamente declarados Acordos de Abraão. Estas relações não se baseiam em secretismo ou acordos clandestinos. Por conseguinte, quaisquer alegações sobre visitas ou acordos não divulgados são infundadas, a menos que sejam emitidas pelas autoridades oficiais competentes do país”, escreveu a agência, citada pela emissora.

    “O Estado apela aos meios de comunicação social para que sejam precisos e não divulguem informações não documentadas ou as utilizem para criar impressões políticas”, pode ler-se ainda.

  • Irão executa homem condenado por matar polícia em protestos

    O Irão executou um homem condenado por esfaquear e matar repetidamente um polícia durante protestos em todo o país no início de 2026, informou a agência de notícias Fars, segundo o The Times of Israel.

    Segundo o jornal israelita, um advogado alegou que as autoridades não permitiram que advogados independentes assumissem o caso.

  • "Trump continua sob a ilusão de um domínio americano"

    João Albuquerque diz que Trump está iludido sobre o seu poder na China. O especialista em Relações Internacionais acredita que só Merkel tem o peso político para mediar a guerra na Ucrânia.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    “Trump continua sob a ilusão de um domínio americano”

  • Mayor de Minneapolis defende que se pode "acreditar num Estado de Israel e apoiá-lo" e ser contra "atos horríveis" de Netanyahu

    Jacob Frey, o Presidente da Câmara de Minneapolis, nos EUA, afirmou esta quarta-feira que se pode “acreditar num Estado de Israel” e mesmo assim condenar alguns dos “atos horríveis que [o primeiro-ministro Benjamin] Netanyahu cometeu”.

    “Por mais que muitas pessoas digam, e digam frequentemente, ‘Não, estamos a falar de sionistas, não de judeus’ — bem, muitas dessas mesmas pessoas estão a associar o sionismo ao judaísmo. Não se pode ter as duas coisas ao mesmo tempo”, garantiu ainda.

    O autarca norte-americano, que fez frente a Donald Trump perante as ações do ICE na cidade em que exerce funções, que é judeu, reconheceu a facilidade em criticar uma parte inimiga, dando o exemplo dos democratas em relação à direita, mas assumiu que “o mais difícil é dizer ao próprio grupo, às vezes aos próprios amigos, que foram longe demais.”

    Frey, citado pelo Times of Israel, falava durante um evento do Conselho Democrático Judaico, em Washington DC.

  • Uma pessoa morre em mais um ataque israelita no Líbano

    Mais uma pessoa morreu num ataque israelita à cidade libanesa de Nabatieh al-Fawqa, reporta a NNA, a agência de notícias libanesa, citada pela Aljazeera.

  • JD Vance afirma que EUA estão a "progredir" nas negociações com o Irão

    O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse acreditar que as negociações com o Irão estão a “progredir” depois de Trump ter classificado a última proposta de Teerão como inaceitável, relata a Al Jazeera.

    “Penso que estamos a progredir. A questão fundamental é se estamos a progredir o suficiente para satisfazer a linha vermelha do Presidente?”, disse Vance aos jornalistas na Casa Branca, citado pela emissora.

    “E a linha vermelha é muito simples. Ele [Donald Trump] precisa de ter confiança de que implementámos uma série de proteções para que o Irão nunca tenha uma arma nuclear”, acrescentou.

  • Cinco familiares estão entre as nove pessoas mortas em ataques israelitas no sul do Líbano

    Cinco pessoas da mesma família foram mortas na cidade de Arab Salim, no sul do Líbano, informou a agência nacional de notícias do país, segundo a Al Jazeera.

    O pai, a mãe e os três filhos morreram após um ataque aéreo de aviões de guerra israelitas contra a sua casa, informou a agência.

  • Cruz Vermelha em negociações secretas com Israel para visitar prisioneiros palestinianos

    A Cruz Vermelha está em negociações com o governo israelita para tentar obter autorização para que os seus representantes possam voltar a reunir-se com prisioneiros palestinianos, após Israel ter proibido as visitas na sequência do ataque liderado pelo Hamas a 7 de outubro de 2023, avança o Haaretz, segundo o The Times of Israel.

    “O Comité Internacional da Cruz Vermelha está a manter um diálogo direto e confidencial com as autoridades israelitas relativamente ao seu trabalho e à questão da detenção, especificamente sobre a forma e as condições em que as visitas aos centros de detenção podem ser retomadas”, afirmou a organização em resposta ao Haaretz, citado pelo jornal israelita.

  • IDF afirmam que até 80% dos incidentes registados na Cisjordânia são atos terroristas judaicos

    Até 80% dos incidentes registados pelas IDF na Cisjordânia são ataques judaicos contra palestinianos, afirmou um responsável do Comando Central das forças ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, durante uma reunião sobre terrorismo judaico, relata a emissora Kan, segundo o The Times of Israel.

    “Há aqui comandantes de companhia e de batalhão que passam a noite a prevenir o terrorismo [palestiniano] e a maior parte do dia a lidar com crimes nacionalistas [judaicos]”, disse o responsável, de acordo com a Kan.

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