Histórico de atualizações
  • Bom dia, passámos a seguir a campanha presidencial e a restante atualidade política neste outro artigo em direto.

    Seguro e Ventura confrontam-se hoje no único debate televisivo da segunda volta

    Obrigada por nos acompanhar.
    Até já.

  • Apoios a Seguro é um "talismã" para Ventura?

    A frente “unida” contra André Ventura pode não ser a melhor estratégia para a corrida a Belém e até afastar o eleitorado. E o debate entre Seguro e Ventura vai “animar” o resto da campanha? Ouça aqui o novo episódio de E o vencedor é… da Rádio Observador.

    Apoios a Seguro é um “talismã” para Ventura?

  • Quanto recebem os candidatos? Excedente de Cotrim pode financiar movimento? Mendes e Gouveia com prejuízo? 5 respostas sobre as subvenções

    Marques Mendes deverá receber menos 431 mil euros do que esperava. Votação de Cotrim garante subvenção duas vezes maior do que previu, mas liberal não pode utilizar o excedente para nenhum fim.

    Quanto recebem os candidatos? Excedente de Cotrim pode financiar movimento? Mendes e Gouveia com prejuízo? 5 respostas sobre as subvenções

  • CGTP critica Ventura e pede derrota de quem culpa sempre o imigrante e nunca o patrão

    O secretário-geral da CGTP-IN apelou hoje aos trabalhadores para que derrotem, nas eleições presidenciais, a “retórica que coloca trabalhador contra trabalhador” e que culpa sempre o imigrante e nunca o patrão, esperando que Seguro cumpra as suas promessas.

    Apesar de nunca referir diretamente o nome de André Ventura, que vai disputar a segunda volta das eleições presidenciais dia 8 de fevereiro com António José Seguro, o dirigente da CGTP-IN fez referência ao líder do Chega e candidato a Belém, criticando quem está “sempre a falar de rendimento mínimo e nunca fala do rendimento máximo”.

    Após uma reunião com o coordenador nacional do Bloco de Esquerda (BE), José Manuel Pureza, que disse esperar que os compromissos sobre o anteprojeto do Governo de alteração à legislação laboral sejam “para valer”, Tiago Oliveira também afirmou que espera que o socialista António José Seguro se mantenha coerente com as suas declarações durante a campanha sobre o pacote laboral, caso seja eleito chefe de Estado.

  • Pureza espera que compromissos de Seguro sobre pacote laboral sejam "para valer"

    O coordenador nacional do BE disse esta segunda-feira esperar que os compromissos sobre o pacote laboral sejam “para valer”, depois de António José Seguro ter rejeitado promulgar alterações à legislação laboral sem acordo na concertação social.

    Interrogado sobre se um voto em António José Seguro beneficia a luta contra o pacote laboral apresentado pelo Governo, depois de o socialista ter afirmado que não promulgaria alterações à lei sem acordo na concertação social, Pureza começou por lembrar que o seu partido apelou ao voto no ex-líder do PS contra André Ventura por saber “bem identificar o que está em causa” na segunda volta das eleições presidenciais.

    “No mesmo momento em que o Governo propôs estas alterações tão gravosas à lei do Trabalho, o mesmo Governo vangloriava-se de notícias saídas em imprensa internacional sobre a robustez e o crescimento da economia portuguesa. Apresentava estatísticas que mostravam que a situação do emprego em Portugal é praticamente de pleno emprego”, salientou.

    Por esta razão, sustentou, “não há nenhuma base objetiva para esta reforma, para esta alteração tão gravosa do código laboral” e a intransigência do executivo só pode ter como motivação “preconceito ideológico”.

  • Portas apoia Seguro. Fragiliza a candidatura de Ventura?

    Paulo Portas sai em defesa de António José Seguro. Soma-se a uma lista de nomes em que alguns não acrescentam, subtraem. André Ventura podia usar isso a seu favor, mas escolhe a “campanha fácil”. Ouça aqui o novo episódio de Caça ao Voto da Rádio Observador.

    Portas apoia Seguro. Fragiliza a candidatura de Ventura?

  • Ventura: há décadas que Portugal "não tinha um movimento tão forte do povo contra as elites"

    Num pequeno palco no final de uma arruada na Baixa da Banheira, André Ventura garantiu que está na rua porque “não tem medo do povo”, justificando que esta é uma “candidatura do povo português”.

    “É a candidatura do povo contra as elites e contra o sistema de 50 anos de corrupção que temos em Portugal”, diz, antes de regressar ao tema dos apoios a Seguro: ” É hora à hora, vê-los a sair com mais notáveis, a saírem do armário, entre aspas, para vir dizer [que apoiam] António José Seguro.”

    Ventura dá conta de que são pessoas que “há duas semanas, há um mês, há dois meses diziam o pior do Partido Socialista, diziam o pior da governação de António Costa, e agora é vê-los a dizer que vão votar em António José Seguro. E alguns até dizem, é uma luta da decência contra a indecência. É uma luta do humanismo contra a intolerância. É uma luta do discurso moderado contra o discurso autoritário”, enumera, para sublinhar que se passaram “50 anos com esta conversa do moderado, do fazer tudo para agradar a todos, do não querer mexer em nenhuns interesses”.

    “Eu não me candidataria a estas eleições se não quisesse mesmo mexer nos interesses que estão instalados”, assegura, alertando que veio “abanar um país que estava em águas completamente moles e mansas”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    Ventura ainda acrescenta: “Se nos estão a atacar tanto é porque estão a sentir que os interesses deles estão postos em causa. E se nos estão a atacar tanto e a querer tanto destruir-nos, da esquerda à direita ao centro, é porque nós alguma coisa devemos estar a fazer bem.”

    O líder do Chega considera que “há muitas décadas, talvez há muitos séculos” que Portugal “não tinha um movimento tão forte de povo contra as elites, do povo contra aqueles que o subjugaram e contra aqueles que o estupidificaram”.

    “Muitas destas elites quiseram estupidificar-nos ao longo das últimas décadas. Quiseram-nos dizer que as cores não eram como são, que um homem é a mesma coisa que uma mulher, que um imigrante é o mesmo que um nacional, para nós não é, nós temos os nossos valores muito certos, um homem é um homem, uma mulher é uma mulher, um cristão é um cristão, um não cristão é um não cristão, um português é um português, um imigrante é um imigrante, e nós sabemos muito bem, e nós sabemos muito bem a diferença das coisas. A diferença é que nos tentaram estupidificar”, refere Ventura.

    Diz ainda que não é ao candidato presidencial que as elites “querem calar”: “Querem-vos calar a vocês. Não é atrás de mim que eles querem vir.”

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Onda de apoio a Seguro é desanimador para Ventura?

    Rodrigo Taxa considera que apoio a Seguro de figuras da direita dão força a André Ventura. Pedro Costa diz que união de apoio a Seguro acontece por ser o candidato que garante mais estabilidade. Ouça aqui o novo episódio de Explicador da Rádio Observador.

    Onda de apoio a Seguro é desanimador para Ventura?

  • Seguro apela ao Parlamento para que "rapidamente" crie registo do lobi e seguirá "com muita atenção" negócios na Defesa

    No dia em que esteve reunido com representantes de organizações de combate à corrupção, na sede da associação Integridade e Transparência, António José Seguro notou a promulgação da lei do lóbi e desejou que “rapidamente seja criado o registo e que rapidamente todos aqueles que desenvolvem essa atividade possam registar-se para sabermos com clareza e com transparência o que é que fazem e com quem reúnem”.

    Em declarações aos jornalistas, no final da reunião, o candidato presidencial apelou mesmo a que “rapidamente Parlamento, que é o órgão de soberania onde vai ser criado este registo do lóbi, crie rapidamente as condições para que todos os lobistas se possam inscrever e para que haja transparência nas relações entre quem defende legitimamente interesses e quem defende o interesse público”.

    E deixou também um aviso para o Governo, quando disse que seguirá “com muita atenção os investimentos que vão ser feitos na área da defesa de 5.8 mil milhões de euros”. Seguro considera que em matéria de corrupção, “o problema não está na lei, está nos meios que as instituições têm para fazer essa prevenção e esse combate à corrupção” e nesta área concreta diz que os “planos anti-corrupção, planos de prevenção são indispensáveis para que se criem condições para que exista concorrência, imparcialidade, neutralidade” — notando que a UE dispensou estes investimentos das regras de contratação publica.

    Seguro recusa ter dedicado esta ação de campanha ao tema da corrupção para marcar terreno a Ventura, dizendo que “ao longo de toda” a sua vida tem considerado que o “combate à corrupção é essencial”. E recordou o papel que teve quando “no início da década e se avançou verdadeiramente para uma lei de financiamento dos partidos e das campanhas eleitorais que garantisse doses de transparência.” Para si, diz, este combate “é uma causa da vida”.

    Promete que vai tomar iniciativas de transparência, se for eleito Presidente da República, a começar pela publicitação das suas “audiências e de toda a atividade que é pública” para que “seja escrutinada pelos jornalistas e também pelos portugueses. “

  • Seguro diz que a sua "campanha é limpa" e deixa recado para debate com Ventura: "Espero mesmo que seja um debate"

    Ainda nas declarações que fez aos jornalistas esta tarde, António José Seguro remeteu para amanhã uma resposta a André Ventura sobre um travão às subvenções vitalícias. Os dois têm um frente-a-frente marcado para a noite de amanhã para o qual Seguro deixa já um aviso: “Eu espero mesmo que seja um debate.”

    Seguro voltou a desvalorizar ter aceitado apenas um debate nesta fase e questionado sobre s avisos de Ferro Rodrigues sobre uma eventual campanha suja, com Ventura como adversário, o socialista disse não estar preocupado com isso. Assegurou que a sua “é uma campanha limpa. Toda a minha vida é uma vida limpa, eu sempre joguei limpo na vida pública e na vida política e é isso que eu farei.”

    O dia de amanhã será passado a preparar o debate, sem mais acções de campanha que volta “à rua”, segundo o candidato”, no dia seguinte. Segue com um forte apelo à participação eleitoral, reconhecendo “receio” com a desmobilização dos eleitores com sondagens que lhe dão uma larga vantagem na segunda volta. E isto porque tem ambição de sair do dia 8 de fevereiro com “legitimidade política reforçada”.

  • Seguro "feliz" com novos apoios, mas também avisa: "A mim ninguém me captura"

    António José Seguro esteve esta tarde reunido com a associação cívica Integridade e Transparência para abordar o tema da corrupção, mas aos jornalistas também falou dos apoios que continuam a chegar da direita. Disse ficar “feliz” mas também avisou: “A mim ninguém me captura, eu sou um homem livre, vivo sem amarras, não fiz e não farei nenhum acordo com quem quer que seja.”

    “Os apoios surgem, eu recebo todos os apoios, recebo com muito gosto, mas não mudo”. Seguro garante ser o “mesmo candidato” do início da campanha, numa altura em que o seu único adversário nesta segunda volta tem apontado à união de uma “casta” em volta da candidatura do socialista.

    Continua a dizer, tal como na primeira volta, que vem “para unir os portugueses”, mas também admite que a expressão dos apoios dos últimos dias, como o de Cavaco Silva ou de Paulo Portas, por exemplo, mostram como a sua candidatura “já está a ser um pouco a expressão” daquilo que diz querer que seja a sua Presidência: “É uma candidatura inclusiva, onde as pessoas que têm pensamentos ideológicos diferentes mas reconhecem que sou o garante do nosso chão comum, da nossa Constituição, da nossa democracia”.

  • Presidenciais: Emigrantes dão vitória a Ventura na 1.ª volta e participação aumenta

    O apuramento dos 109 consulados, concluído hoje, deu a vitória a André Ventura na votação dos círculos da emigração para as eleições presidenciais, seguido por António José Seguro, e confirmou-se ainda um aumento da participação neste ato eleitoral.

    O candidato mais votado no estrangeiro foi André Ventura, líder do Chega, com 40,93%, seguido de António José Seguro, candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS), com 23,69%, e João Cotrim de Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, com 15,88%.

    Em quarto ficou Luís Marques Mendes, apoiado pelo PSD e CDS, com 7,97%, à frente de Henrique Gouveia e Melo com 5,23%.

    À esquerda, Catarina Martins (BE) teve 2,71%, Jorge Pinto (Livre) 1,27% e António Filipe (PCP) 1,04%.

    O cantor Manuel João Vieira conseguiu obter 0,93%, sendo que o sindicalista André Pestana recolheu 0,31% e Humberto Correia 0,04%.

    Segundo os dados do Ministério da Administração Interna (MAI), os portugueses emigrantes na Europa, América e África deram a vitória a Ventura nesta primeira volta. Já na Ásia e Oceânia, o mais votado foi Luís Marques Mendes.

  • Ventura diz é preciso mudar Constituição para alterar pensões vitalícias

    André Ventura, questionado sobre o aviso de Eduardo Ferro Rodrigues contra “processos estranhos” da PGR durante a campanha, disse que não fazer a “menos ideia” do que se trata.

    “Não sei nada sobre isso, nem faço a menor ideia a que é que se refere Ferro Rodrigues, mas sobre a PGR e sobre processos estranhos ele sabe bastante mais do que eu, portanto acho que ele é mais especialista nessa matéria”, atira.

    No seguimento das declarações do dia anterior, Ventura voltou a reiterar que “o caso do Armando Vara é paradigmático, está preso e a receber duas subvenções vitalícias na ordem de milhares de euros, [quando] a pensão mínima em Portugal são 330 euros ou 331 euros”. “Isto é uma verdadeira vergonha para todos e este é um dos pontos em que temos que mexer com a Constituição”, explica.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    Frisando que “o Tribunal Constitucional já disse que face a esta Constituição não podemos aplicar as novas regras às pensões antigas”, Ventura refere que “se quisermos aplicar às subvenções vitalícias temos que mudar a Constituição”.

    Questionado sobre se isso significa uma retroatividade da lei, Ventura diz que “pode haver variações, pode haver para este caso, como já houve para outros”. “Há outras leis que são retroativas e se aplicaram retroativamente, até de natureza processual, aqui não se faz por uma razão, porque mais uma vez os privilegiados estão a defender a si próprios”, justifica.

    “Este é um exemplo de uma revisão constitucional que o António José Seguro tem que dizer se quer ou não fazer. Eu já disse que quero, agora também é importante que ele diga o que pensa”, desafia, argumentando que “é objetivamente injusto” porque “não faz sentido que um médico trabalhe 20 anos e receba a sua pensão normal, mas um político se trabalha há 20 anos tem a sua pensão normal e ainda tem a ter sido político”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Ventura desvaloriza apoio de Cavaco, mas fica "muito surpreendido" com posicionamento de Paulo Portas

    Em visita à Queijaria Cachopas, em Évora, André Ventura considera expectável que Cavaco Silva declare apoio a António José Seguro, mas surpreende-se com posicionamento de Paulo Portas.

    “Se me espantou o professor Cavaco Silva a apoiar António José Seguro? Não, mostra que PS e PSD são a mesma coisa e se tornaram a mesma coisa”, começa por dizer, frisando que é “um pouco surpreendente” vindo de Paulo Portas.

    O candidato a Belém não entende que alguém que diz que “o socialismo destrói, que o socialismo mata” e “alguém que estava aliás no governo, quando António José Seguro estava a fazer a vida negra ao governo de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas” possa declarar voto ao candidato ex-líder do PS.

    Na opinião de Ventura “mostra bem como, na verdade, estas figuras, as antigas figuras do centro-direita e da direita, já não representam nada no eleitorado que hoje se define mais ao centro-direita ou mais à direita”.

    “Pedro Passos Coelho deve estar muito surpreendido ao ver esta declaração do Paulo Portas”, sugere.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    Para Ventura, está na altura de “distinguir entre o povo que não quer o socialismo, o povo não socialista, a grande massa dos portugueses não socialistas e um conjunto de notáveis para manter os seus privilégios, para manter as suas conexões, para manter os seus círculos de interesses”.

    “Não vamos misturar pessoas que já não representam nada no centro-direita e na direita, são apenas ex-figuras com aqueles que são hoje os votantes, os eleitores, que não querem certamente voltar para o socialismo”, insiste.

    O líder do Chega diz que quer “explicar às pessoas” que não será possível ter mudança nas “elites votando em Seguro”: “O que está a acontecer neste momento em Portugal é apenas uma espécie de proteção mútua de todas as elites, à direita, à esquerda e ao centro, a dizer ‘nós também não gostamos muito dele, mas ele é melhor do que permitir ou arriscar que o André Ventura possa vencer uma eleição e pôr em causa os nossos privilégios.”

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Montenegro diz que Portugal “está na moda” porque o mundo está de olhos postos no país

    O primeiro-ministro afirmou hoje que Portugal está num bom momento, está estável do ponto de vista económico, financeiro e político e está, de alguma forma, na moda porque a Europa e o mundo estão de olhos postos no país.

    “Estamos num bom momento, estamos de alguma maneira na moda, estamos mesmo, a Europa olha para nós, a Europa olha para as nossas empresas, a Europa olha para os nossos recursos humanos, em particular para os mais jovens e qualificados, a Europa e o mundo olham para a nossa aptidão para as tecnologias, a Europa e o mundo olham para a nossa localização, a Europa e o mundo olham para a nossa segurança, a Europa e o mundo olham para a nossa estratégia em áreas fundamentais como a energia e a água”, disse.

    Durante o lançamento da Carteira Digital da Empresa no Palácio da Bolsa, no Porto, onde marcaram presença os ministros da Justiça, da Economia e da Reforma do Estado, Luís Montenegro vincou que Portugal é hoje um país estável do ponto de vista económico, financeiro e político.

    “É um país com um crédito internacional de que talvez cá dentro nós não nos apercebamos, pelo menos na dimensão com que esse efeito se vai sentindo e traduzindo externamente, mas é um país com elevados fatores de competitividade que o tornam cada vez mais atrativo”, assinalou.

  • Cavaco Silva anuncia que vai votar em António José Seguro

    O antigo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva reiterou esta segunda-feira que António José Seguro é “uma pessoa honesta e educada”, numa nota em que sugere que votará no candidato apoiado pelo PS na segunda volta das eleições presidenciais.

    Numa nota escrita enviada à Lusa, Cavaco Silva, que apoiou Luís Marques Mendes na primeira volta, refere a inspiração de Francisco Sá Carneiro, de quem foi ministro, e sublinha ser “um social-democrata e um estudioso da social-democracia moderna”.

    “Os portugueses podem, portanto, inferir com facilidade e sem margem para dúvidas em quem votarei na segunda volta das eleições presidenciais de 8 de fevereiro”, declara.

    O antigo chefe de Estado e antigo primeiro-ministro recorda o que escreveu num dos seus livros sobre o candidato presidencial que defrontará André Ventura na segunda volta de 8 de Fevereiro: “Sempre vi em António José Seguro (com quem mantive dezenas de contactos) uma pessoa honesta e educada, qualidades de um político que muito continuo a valorizar”.

  • Montenegro nega estar em "silêncio" e diz-se "focado" na "tarefa e missão de governar o país"

    Luís Montenegro nega estar a evitar o tópico Presidenciais. “Eu não estou em silêncio, estou é focado na minha tarefa e missão que é governar o país”, afirmou em declarações aos jornalistas após participar no lançamento da Carteira Digital da Empresa no Palácio da Bolsa, no Porto.

    O primeiro-ministro diz compreender as “questões dos jornalistas” e o “debate político no país”, mas assegura estar focado naquela que considera a sua “tarefa principal”: “conduzir a política do Governo.”

  • Presidente da República promulga lei do “lobby” após sanadas "questões que justificaram o veto à anterior versão"

    Marcelo Rebelo de Sousa promulgou a lei do “lobby” depois de terem sido “tomadas em consideração as principais questões que justificaram o veto à anterior versão”.

    O Presidente da República promulgou o decreto da Assembleia da República “que aprova regras de transparência aplicáveis a entidades privadas, nacionais e estrangeiras, que realizam representação legítima de interesses junto de entidades públicas e cria o Registo de Transparência da Representação de Interesses”, lê-se na nota no site da Presidência da República.

  • Movimento de Cotrim fragiliza IL? "São propostas diferentes"

    Mário Amorim Lopes, líder da bancada parlamentar da IL, defende que o Movimento 2031 é compatível com o partido e não fragiliza as lideranças da Iniciativa Liberal.”É possível trabalhar em paralelo”, afirma.

    Ouça aqui a entrevista no Explicador

    Movimento de Cotrim fragiliza IL? “São propostas diferentes”

  • Seguro por Lisboa e Ventura em Évora esta segunda-feira

    Esta segunda-feira, véspera do arranque oficial da campanha eleitoral para a segunda volta das presidenciais, António José Seguro vai estar em pré-campanha na região de Lisboa. André Ventura tem ações marcadas em Évora.

    O único debate entre os dois candidatos nesta segunda volta está marcado para esta terça-feira, 27 de janeiro, às 20h30. Terá a duração de 75 minutos e será transmitido em simultâneo nos três canais generalistas —SIC, TVI e RTP.

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