Momentos-chave
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  • Este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado. Pode continuar a acompanhar os principais desenvolvimentos sobre as eleições intercalares no nosso site e na Rádio Observador.

  • Trump não terá ficado abalado com resultados das intercalares e deve apresentar candidatura à Casa Branca esta terça-feira

    Apesar das derrotas de alguns dos candidatos republicanos apoiados por Donald Trump, o ex-Presidente dos Estados Unidos não terá ficado abalado pelos resultados das intercalares ao ponto de mudar de planos.

    Na semana passada, Trump prometeu um “grande anúncio” no seu resort de Mar-a-Lago a 15 de novembro. Na altura, tornou-se expectável que o anúncio estivesse ligado a uma recandidatura à Casa Branca para as eleições de 2024.

    Afinal, Donald Trump não apresentou a candidatura à Casa Branca esta noite. Mas fará “grande anúncio” dia 15

    De acordo com o Financial Times, os planos não terão sido alterados e o “anúncio especial” mantém-se para esta terça-feira. O jornal refere que o anúncio deverá acontecer apesar do coro de republicanos que pedem que Trump se afaste da corrida.

    Segundo uma sondagem da YouGov feita após as eleições da semana passada, citada pelo Financial Times, 42% dos eleitores que se identificam como republicanos ou mais inclinados para a visão política deste partido preferiam ver Ron DeSantis, o governador da Flórida, ou outro candidato nomeado pelo partido na corrida em 2024, contra 35% que concordam com uma recandidatura de Trump.

  • Kari Lake, candidata apoiada por Donald Trump, derrotada na corrida para governadora no Arizona

    Há mais uma derrota entre os candidatos apoiados por Donald Trump, o ex-Presidente dos Estados Unidos. Kari Lake, uma antiga pivot da televisão norte-americana, perdeu a corrida para o cargo de governadora do Arizona.

    De acordo com a Associated Press e a CBS, Katie Hobbs, a candidata do partido Democrata, venceu a corrida nesse estado. As projeções da CBS mostram uma disputa renhida: com 98% dos votos apurados, Hobbs arrecadou 50,4% dos votos, contra os 49,6% da candidata republicana.

    Katie Hobbs já foi secretária de estado do Arizona e ganhou projeção ao defender a legitimidade das eleições de 2020. À semelhança de outros candidatos apoiados por Donald Trump, uma das premissas da candidatura de Kari Lake estava assente na questão da legitimidade das eleições presidenciais de 2020.

    Katie Hobbs chegou a chamar à candidata republicana um “agente de caos”. Hobbs vai suceder ao republicano Doug Ducey, que chegou este ano ao limite de mandatos. É a primeira democrata eleita no Arizona desde Janet Napolitano, em 2006.

    “Aos residentes do Arizona que não votaram em mim, prometo que vou trabalhar de forma árdua por vocês — porque neste momento de divisão, acredito que há muito mais a ligar-nos”, indicou Hobbs num comunicado em reação à vitória no Arizona. “Isto não é só sobre uma eleição — é sobre a capacidade de fazer avançar este estado e enfrenta os desafios da nossa geração.”

  • Controlo da Câmara de Representantes dos EUA dependente de 19 círculos

    O controlo da Câmara de Representantes dos Estados Unidos vai ser decidido em 19 círculos eleitorais, a maioria na costa oeste, onde estão a ser contados os votos das eleições intercalares, realizadas na semana passada.

    De acordo com as mais recentes projeções de diversos ‘media’ norte-americanos, os Republicanos apresentam uma vantagem sobre os democratas, de 212 lugares contra 204, num total de 435.

    Os votos ainda estão a ser apurados no maior distrito do Alasca, em dois no Arizona – onde há cerca de 290 mil votos a serem contados – 10 na Califórnia, dois no Colorado, um no Maine, um no Novo México, um em Nova Iorque e um no Oregon.

    Os resultados de alguns desses círculos, nomeadamente na costa oeste, estão a tardar devido ao grande volume de votos por correspondência registados nas eleições de 08 de novembro.

  • Trump é acusado de violar lei de financiamento de campanhas dos EUA

    Um movimento independente apresentou hoje uma queixa à Comissão Eleitoral Federal dos Estados Unidos contra o ex-Presidente Donald Trump (2017-2021), acusando-o de “violar as leis financeiras de campanha”, para uma eventual recandidatura em 2024.

    A notícia chega um dia antes do anúncio prometido por Trump, que deverá ser feito a partir da sua mansão na Florida, existindo rumores de que ele esclarecerá a dúvida sobre uma possível recandidatura nas eleições presidenciais de 2024.

    Com esta queixa, o movimento Campaign Legal Center pretende que as autoridades eleitorais federais investiguem a transferência de 20 milhões de dólares (cerca de 19.500 milhões de euros) entre duas organizações ligadas a Trump, acreditando que esse dinheiro se destina a patrocinar os esforços do ex-Presidente para regressar à Casa Branca.

  • "Vitória é democrata, mas não é graças a Biden". Análise do especialista em assuntos internacionais, Paulo Sande

    Democratas já garantiram o controlo do Senado, mas Biden ainda está “fragilizado” na opinião pública. É uma “semi derrota republicana, graças a Trump”. “Ron DeSantis foi um dos vencedores”

    “Vitória é democrata, mas não é graças a Biden”. Análise do especialista em assuntos internacionais, Paulo Sande

  • Democratas vencem no Nevada e mantêm controlo do Senado dos EUA. Joe Biden diz-se "mais forte"

    O Partido Democrata irá manter o controlo da câmara alta do Congresso, o parlamento dos Estados Unidos, após Catherine Cortez Masto ter conquistado a última vaga no Senado em representação do estado do Nevada.

    Democratas vencem no Nevada e mantêm controlo do Senado dos EUA. Joe Biden diz-se “mais forte”

  • Polícia dá informações sobre envelopes enviados para sede de campanha de candidata republicana

    Os dois envelopes que foram recebidos na sede de campanha da candidata republicana Keri Lake não continham pó ou substâncias perigosas, anunciou em comunicado o Departamento Policial de Phoenix.

    Na semana passada, a polícia foi chamada à sede de campanha de Lake, candidata republicana que foi apresentadora de televisão, devido a suspeitas em relação a dois envelopes suspeitos, indica a CNN.

    Um voluntário da campanha disse que abriu um envelope “com uma substância branca em pó e uma carta” com linguagem vulgar, segundo o relatório da polícia.

    A polícia foi chamada e os envelopes foram enviados para análise laboratorial. O responsável de segurança da candidata republicana indicou que o voluntário recebeu supervisão médica após o incidente e que está bem de saúde, cita a CNN.

  • Atenções viram-se para o Nevada, onde uma corrida renhida pode ditar o controlo do Senado

    Com a vitória do senador democrata Mark Kelly, no Arizona, o partido Democrata está a um lugar de distância do controlo do Senado.

    As atenções viram-se agora para o Estado do Nevada, onde está em curso uma corrida renhida entre a democrata Catherine Cortez Masto e o republicano Adam Laxalt, um candidato apoiado por Donald Trump.

    Caso os resultados no Nevada ditem uma vitória a favor da senadora Cortez Masto, os democratas ficariam com os 50 lugares necessários para controlar o Senado. De acordo com os números da NBC, o republicano tem até este ponto 48,5% dos votos enquanto a senadora Catherine Cortez Masto tem 48,4%.

    Segundo estes números, estão apurados 94% dos votos do Nevada, estando ainda 61.795 votos por apurar.

  • Democratas norte-americanos asseguram dois congressistas no Nevada

    Os democratas Steven Horsford e Dina Titus conquistaram dois lugares na Câmara dos Representantes pelo estado do Nevada (oeste), onde os republicanos esperavam ganhar vantagem na corrida à maioria na câmara baixa do parlamento norte-americano.

    O afro-americano Horsford foi reeleito para um quarto mandato no distrito do sul do Nevada, derrotando o veterano de guerra Samuel Peters, um candidato republicano alinhado com o antigo presidente Donald Trump.

    Num comunicado, Horsford agradeceu aos apoiantes por terem votado no que ele chamou de “uma das eleições mais importantes da nossa vida”.

    Quanto ao representante do distrito de Las Vegas, um lugar que os republicanos contavam conquistar pela primeira vez desde 1998 após uma revisão das divisões administrativas, a democrata Dina Titus derrotou o rival Mark Robertson.

  • Democratas vencem no Arizona, ficam a um lugar de controlar Senado dos EUA

    Mark Kelly conquistou a reeleição para o Senado pelo estado do Arizona, deixando o Partido Democrata a uma vitória de manter o controlo da câmara alta do parlamento norte-americano.

    Segundo projeções da agência Associated Press, com 83% dos votos contados, Kelly conseguiu uma vantagem suficiente sobre o rival republicano, Blake Masters, dirigente de um fundo de capital de risco.

    Mark Kelly, um antigo astronauta que foi ao espaço quatro vezes, concentrou-se durante a campanha no direito ao aborto, proteção da segurança social e redução do preço dos medicamentos.

    Kelly é casado com a antiga congressista Gabby Giffords, que foi atingida por uma bala na cabeça durante uma tentativa de assassinato em 2011 que matou seis pessoas e feriu 13. O casal fundou mais uma tarde um ‘lobby’ a favor de restrições às armas de fogo.

  • Senadores republicanos querem adiar eleições devido à segunda volta na Geórgia

    Senadores republicanos querem adiar a eleição do líder do partido no Senado marcada para a próxima semana. Em causa, o facto de ser necessário ir a segunda volta na Geórgia e a votação ocorrer apenas em dezembro.

    Mitch McConnell, atual líder da minoria republicana no Senado, parte como favorito, segundo a CNN, mas deverá ter pelo menos um adversário na corrida interna: Josh Hawley. No Twitter, o senador do Missouri exigiu o adiamento da votação, dizendo “não entender porque o Partido Republicano no Senado realizaria uma votação para definir a liderança do próximo Congresso antes que esta eleição [ndr: as intercalares] termine”.

    Opinião igual foi expressa pelo senador da Florida, Marco Rubio, na mesma rede social. “A votação para a liderança do Partido Republicano no Senado na próxima semana deve ser adiada”, escreveu.

  • "Número três" dos Republicanos na Câmara declara apoio a Trump para 2024

    A congressista Republicana Elise Stefanik, ‘número três’ do partido na Câmara de Representantes, tornou-se hoje a responsável partidária de mais alto escalão a apoiar publicamente Donald Trump para as presidenciais de 2024.

    O apoio declarado da congressista surge num momento em que o ex-presidente está a ser amplamente responsabilizado por outros Republicanos por alguns dos fracassos do partido nas eleições intercalares.

    Stefanik, de Nova Iorque, foi mencionada como uma possível candidata à vice-presidência numa possível candidatura de Donald Trump.

    O ex-presidente prometeu fazer um grande anúncio na próxima terça-feira, no seu clube privado de Mar-a-Lago, que se antevê ser o anúncio da sua intenção de concorrer novamente à Casa Branca, depois da derrota perante Joe Biden há dois anos.

    “É muito claro que o Presidente Trump é o líder do Partido Republicano”, disse Stefanik em comunicado.

    “Tenho orgulho em apoiar Donald J. Trump para Presidente em 2024”, disse a deputada, mesmo sem um anúncio oficial do ex-presidente.

    “É hora de os Republicanos se unirem em torno do Republicano mais popular da América, que tem um histórico comprovado de governação conservadora”, acrescentou.

  • Ainda tudo em aberto nas eleições nos EUA. O que está a atrasar os resultados? Há razões diferentes em estados diferentes

    Três dias depois do dia das eleições, continua tudo em aberto na política norte-americana. À medida que os votos continuam a ser contados, há várias disputas eleitorais em que ainda não é possível projetar o vencedor — e nem no Senado nem na Câmara dos Representantes foi, até agora, alcançada uma maioria de qualquer um dos partidos.

    No caso do Senado, a disputa entre democratas e republicanos está particularmente renhida: o Partido Republicano conta até agora com 49 senadores, enquanto o Partido Democrata conta com 48 (incluindo um capturado aos republicanos). Numa câmara com 100 assentos, ainda nenhum dos partidos chegou aos 50 — e os três lugares que estão por contabilizar podem dar a vitória a qualquer um dos partidos.

    Para os democratas ficarem com o controlo do Senado, basta elegerem 50 senadores — uma vez que o voto de desempate, que cabe à vice-presidente Kamala Harris, está do seu lado. Já os republicanos precisam de pelo menos 51 senadores para terem maioria.

    A bloquear este processo estão as votações em três estados — e os atrasos devem-se a motivos diferentes em cada um deles:

    • Nevada. Com 90% dos votos contados, o candidato republicano, Adam Laxalt, vai à frente com 49% e a democrata Catherine Cortez Masto, a atual incumbente, tem até agora 48% dos votos. A margem é demasiado curta para que seja possível projetar um vencedor. Além disso, como explica o The Guardian, há outros dois fatores a complicar o processo: por um lado, ainda falta contar uma grande parte dos votos das zonas urbanas de Las Vegas e de Reno; por outro lado, há a questão do voto antecipado por correspondência. É que, apesar de as autoridades eleitorais só aceitarem votos que tenham o carimbo dos correios com data, no máximo, até ao dia das eleições, é dada uma janela de quatro dias para permitir a chegada de todos os envelopes. Isto significa que até sábado, dia 12, ainda podem chegar votos válidos.
    • Arizona. O candidato democrata e atual ocupante do cargo, Mark Kelly, segue na frente com 52%, seguido do oponente republicano, Blake Masters, com 46%, numa altura em que estão contados 82% dos votos. Mas esta margem, tendo em conta o número absoluto de votos de cada candidato, não é suficiente para projetar um vencedor. Neste caso, de acordo com o The Guardian, o grande problema passa pelos métodos de verificação dos votos antecipados, que este ano chegaram em número recorde: 290 mil. Cada um destes votos tem de ser individualmente verificado pelas autoridades eleitorais, que confirmam a identidade de cada eleitor — e é na capital estadual, Phoenix, que falta contar a maioria dos votos. Somando o processo moroso à curta margem de avanço, é impossível projetar para já o vencedor.
    • Geórgia. Este será o caso mais bicudo. Aqui, o problema não é um atraso na contagem dos votos, mas a lei eleitoral do estado, que obriga qualquer candidato a uma eleição uninominal a obter mais de 50% dos votos para ser declarado vencedor. Este ano, o senador democrata Raphael Warnock ficou à frente do seu oponente republicano, Herschel Walker, com 49,4% dos votos contra 48,5%. A entrada em cena de um terceiro candidato, Chase Oliver, do Partido Libertário, que obteve 2,1% dos votos, impediu qualquer um dos outros dois candidatos de obter 50% dos votos — e a eleição terá de ir a uma nova ronda de desempate, agendada para o dia 6 de dezembro. Se no Arizona se verificar a vitória democrata e no Nevada a vitória republicana, poderá ser preciso esperar até ao desempate na Geórgia para saber quem controlará o Senado.

    Já no caso da Câmara dos Representantes, o Partido Republicano segue à frente do Partido Democrata, com 211 congressistas republicanos eleitos contra 194 democratas. Ainda assim, nenhum dos partidos chegou aos 218, o número vital para obter a maioria na Câmara dos Representantes, composta por 435 elementos.

    Neste caso, há 30 lugares ainda em aberto, em estados como o Nevada, o Arizona ou a Califórnia. Os atrasos na validação e contagem dos votos enviados por correio também se refletem aqui — embora haja menos incertezas do que no caso do Senado. As projeções apontam para uma probabilidade acima dos 80% de o Partido Republicano alcançar a maioria na câmara.

    Apesar de este ano as curtas margens estarem a impedir a projeção de vencedores, a verdade é que a demora na contabilização dos votos nos EUA não é novidade, devido ao modo de validação e contagem dos votos por correspondência. Nas eleições de 2020, por exemplo, o empate na Geórgia também adiou em mais de um mês a decisão sobre quem controlaria o Senado.

  • Críticas a Trump sobem de tom entre republicanos nos EUA

    Os republicanos intensificaram as críticas públicas ao ex-presidente norte-americano Donald Trump, dizendo que era hora de o partido seguir em frente, após um desempenho desapontante nas eleições intercalares.

    A vice-governadora republicana da Virgínia, Winsome Earle-Sears, outrora apoiante de Trump, disse na quinta-feira que os eleitores enviaram, através da votação, “uma mensagem muito clara” de que “basta”.

    “Os eleitores falaram e disseram que querem um líder diferente e um verdadeiro líder entende quando se torna um obstáculo”, disse Earle-Sears à televisão Fox Business. “Um verdadeiro líder entende quando é hora de sair do palco. É hora de seguir em frente.”

  • Na segunda volta na Geórgia, Biden "fará o que for necessário" para apoiar o democrata Raphael Warnock

    É certo que, pelo menos, o Estado norte-americano da Geórgia vai a votos uma segunda vez. E, para a segunda volta, que se realiza em dezembro, Biden já assumiu o seu apoio ao senador democrata Raphael Warnock. Aliás, ainda que não tenha conseguido a maioria absoluta, Warnock conseguiu 49,4% dos votos.

    Esta quinta-feira, à CNN, a diretora de comunicação da Casa Branca adiantou que “o Presidente fará o que for necessário para apoiar o senador Warnock, seja fazer campanha com ele, seja amealhar dinheiro, seja o que o senador Warnock queira que o Presidente faça”.

  • Maryland tem, pela primeira vez, um governador negro. Wes Moore é também o terceiro governador da história dos Estados Unidos

    O Estado de Maryland tem agora o primeiro governador negro na sua história. O democrata Wes Moore foi eleito governador de Maryland e ficará também na história por ser o terceiro governador negro dos Estados Unidos.

    “Conheço a história do meu Estado. Este é um Estado onde nasceu e foi lugar de residência de Frederick Douglass, de Thurgood Marshall e de Harriet Tubman. Mas é também o berço da linha vermelha. É o berço de algumas das políticas historicamente mais discriminatórias, as políticas discriminatórias mais criativas que já vimos”, disse Wes Moore à CNN.

  • Trump é o grande derrotado das intercalares?

    Os resultados das eleições nos EUA ainda não estão fechados, mas não se confirma a onda vermelha republicana. Nuno Gouveia, especialista em política norte-americana, é o nosso convidado. Oiça aqui a História do Dia da Rádio Observador.

    Trump é o grande derrotado das intercalares?

  • Trump é o grande derrotado das intercalares?

    Os resultados das eleições nos EUA ainda não estão fechados, mas não se confirma a onda vermelha republicana. Nuno Gouveia, especialista em política norte-americana, é o nosso convidado e ajuda-nos a perceber o que está em causa nesta corrida para o Congresso que abre o caminho para a Casa Branca.

    Ouça aqui o novo episódio do podcast “A História do Dia” sobre as eleiçoes intercalares.

    Trump é o grande derrotado das intercalares?

  • EUA. "Republicanos podem ainda vir a dominar o Senado e a Câmara dos Representantes"

    Politólogo José Filipe Pinto refere que é preciso “alguma prudência” na análise das intercalares. Lembra que ainda não está posta de parte a possibilidade de os republicanos vencerem no Arizona/Nevada

    EUA. “Republicanos podem ainda vir a dominar o Senado e a Câmara dos Representantes”

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