Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O navio de cruzeiro MV Hondius confirmou cinco casos de hantavírus, com três mortes registadas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou a presença de uma estirpe do vírus que pode ser transmitida entre humanos. A maioria dos passageiros e tripulantes encontra-se atualmente assintomática.
    • A Comissão Europeia e a Organização Mundial de Saúde asseguram que o risco para a população geral é baixo, apesar da situação a bordo do cruzeiro. As autoridades reiteraram que não é esperado um contágio generalizado, até ver.
    • O navio segue agora em direção às ilhas Canárias para atracar, apesar da resistência do governo regional. O governo espanhol cita uma “obrigação moral e legal” para prestar assistência, enquanto se coordena com a OMS e outras entidades para lidar com a eventual evacuação e tratamento dos ocupantes do cruzeiro.
    • Problemas logísticos e técnicos com aviões-ambulância, como sistemas elétricos com autonomia insuficiente e recusas de escala em alguns países, têm atrasado o transporte dos pacientes infetados para tratamentos adequados nos Países Baixos. Alguns pacientes esperam agora nas Canárias por um avião novo. Outros já foram levados para os Países Baixos.
    • Um passageiro do cruzeiro revelou ao El País que 23 passageiros saíram na ilha de Santa Helena e seguiram para os seus respetivos países sem passar por nenhum tipo de quarentena.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [Ao décimo dia em Nova Iorque dá-se o homicídio brutal. As últimas horas, o que aconteceu no quarto 3416 e a confissão de Renato sobre como matou Carlos Castro. O acesso aos ficheiros da investigação permite reconstituir toda a investigação ao crime. Ouça o quinto episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro episódio e aqui o quarto episódio]

  • Este liveblog fica por aqui.

    Continue a acompanhar todos os desenvolvimentos sobre este tema neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Até já.

  • Passageiro revela que 23 pessoas saíram em Santa Helena e não fizeram quarentena

    Mais um desenvolvimento que pode complicar a situação. Um passageiro do cruzeiro revelou ao El País que 23 passageiros saíram na ilha de Santa Helena e seguiram para os seus respetivos países sem passar por nenhum tipo de quarentena.

    “Há 23 pessoas a dar voltas por aí e até há três dias ninguém as tinha contactado”, revelou a mesma ponte. É esse o caso do homem suíço que tinha precisamente saído nessa escala e que entrou num hospital do seu país com sintomas de infeção.

  • Avião nas Canárias não pode levar pacientes porque não tem autonomia. Teria de fazer escalas na Península Ibérica

    Mais uma reviravolta: afinal, o avião que está parado em Gran Canaria, à espera de transportar dois pacientes para os Países Baixos, não pode levantar voo.

    Apesar de o governo das ilhas já ter fornecido o sistema elétrico que lhe faltava para assegurar suporte aos pacientes, o El Mundo escreve que o ministério da Saúde espanhol não autorizou que levantasse voo porque o sistema garante autonomia suficiente para voar diretamente até ao destino — seria preciso fazer novas escalas na Península Ibérica e aí a “segurança operacional” não estaria assegurada.

    Assim, continua-se à espera de um novo avião-ambulância para substituir este.

  • Passageiro já está a ser levado para hospital alemão

    Um dos passageiros assintomáticos, mas que esteve em contacto com uma pessoa infetada, chegou a Amesterdão de avião e já foi levado por uma ambulância alemã para ser transferido para um hospital de Dusseldorf, na Alemanha, de onde é natural, escreve o ABC.

  • Avião com infetados afinal pode seguir viagem. Vai receber novo equipamento para isolar paciente

    Afinal, o avião-ambulância que está parado em Gran Canaria para abastecer, tendo entretanto sido detectado um problema elétrico no sistema de suporte que estava a dar a um paciente, vai seguir viagem.

    O plano era que fosse substituído e que o resto do caminho até aos Países Baixos fosse percorrido por um novo avião, que viria de Oslo. Mas afinal, escreve o El Mundo, o primeiro avião vai receber um novo equipamento fornecido pelo governo das ilhas Canárias para o paciente continuar isolado e seguir viagem.

  • Hantavírus. O diário de bordo, o quotidiano de semiconfinamento com refeições de luxo e o futuro dos passageiros

    Lagosta à porta do camarote, convés como único espaço de liberdade e a incerteza de um vírus sem cura. A viagem de sonho de quase 150 passageiros virou pesadelo com três mortos e ecos da pandemia.

    Hantavírus. O diário de bordo, o quotidiano de semiconfinamento com refeições de luxo e o futuro dos passageiros

  • Avião que substituirá aparelho avariado com doentes a bordo vai partir de Oslo

    O avião que parou nas Canárias para abastecer e que teve um problema técnico vai ser substituído por um aparelho proveniente de Oslo.

    Segundo o ABC, a caminho dos Países Baixos, este novo avião fará uma escala em Málaga.

  • Dois britânicos que viajaram no MV Hondius em autoisolamento no Reino Unido

    Dois cidadãos britânicos estão em auto-isolamento nas suas casas, no Reino Unido, após terem viajado no cruzeiro exposto ao hantavírus, que já provocou três mortos.

    Segundo as autoridades britânicas de saúde, citadas pela BBC, os cidadãos deixaram o MV Hondius no início da viagem — entre 22 e 24 de abril — e não apresentam sintomas. Regressaram ao Reino Unido via Joanesburgo e, perante as notícias, contactaram a Agência de Saúde do Reino Unido. Os contactos dos dois cidadãos, durante a viagem de regresso, estão a ser rastreados.

  • Dois pacientes já foram levados por ambulâncias em Amsterdão

    Os pacientes que aterraram em Amsterdão esta tarde já desembarcaram e foram levados por ambulâncias (uma ambulância alemã e outra holandesa), escreve a Associated Press.

  • Comissão Europeia diz que risco para população geral é "muito baixo"

    A Comissão Europeia diz estar a seguir “de muito perto” o surto de hantavírus no MV Hondius e já ofereceu apoio a Espanha para ajudar a suprir necessidades que advenham de receber os passageiros, uma vez que o cruzeiro segue em direção às Canárias, onde deveria terminar.

    Segundo a porta-voz da Comissão Europeia para a Ajuda Humanitária e Proteção Civil, Eva Hrncirova, a avaliação preliminar da instituição é que existe um “risco baixo para a população geral”.

  • Segundo avião com passageiros infetados já aterrou em Amsterdão

    Um dos aviões que transporta dois passageiros do cruzeiro que tem sintomas de hantavírus (o outro está parado em Gran Canaria por causa de um problema elétrico, como se pode ler em baixo) já aterrou em Amsterdão, segundo a AFP, citada pelo El Mundo. Tinha partido de Cabo Verde.

    *O avião transportava dois passageiros e não apenas um, como se lia na versão inicial deste texto.

  • Avião que transportava dois passageiros teve problema elétrico e tem de ser substituído

    O avião que está a levar dois passageiros de Cabo Verde para Amesterdão, e que parou em Gran Canaria para abastecer, vai ter de ser substituído, diz o governo espanhol, citado pelo El Mundo.

    Fontes do governo espanhol explicaram ao jornal que o médico do avião deu nota de uma falha do sistema elétrico de “suporte ao doente”. Por isso, o doente está dentro do avião à espera de que chegue outro para continuar o trajeto.

  • Barco já saiu de Cabo Verde e viaja em direção às ilhas Canárias

    O cruzeiro já partiu de Cabo Verde, onde estava atracado, e está agora oficialmente a caminho das ilhas Canárias, noticia a Associated Press.

  • Corpo de passageiro morto continua a bordo e vai no barco até às Canárias

    O corpo de um dos passageiros mortos no cruzeiro continua a bordo e assim estará até que o barco pare nas ilhas Canárias, diz a Organização Mundial de Saúde.

    O corpo do passageiro alemão, uma das três pessoas que morreram, será levado para as ilhas espanholas porque as autoridades de Cabo Verde, onde o barco esteve parado, “não conseguiam tratar do corpo e cremá-lo. Por isso está a ser mantido num quarto frio e vai com o barco”, disse a representante da OMS em Cabo Verde, Ann Lindstrand, à Associated Press.

  • Centro para Controlo de Doenças pede "precaução" mas vê "muito baixo risco" de transmissão generalizada na Europa

    O Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças já enviou um perito para o cruzeiro afetado pelo hantavírus, para ajudar a investigar e coordenar a resposta de saúde pública.

    “Há muitas incertezas que permanecem com este surto e é importante termos uma abordagem de precaução nesta altura, para reduzir a probabilidade de maior transmissão, disse a diretora, Pamela Rendi-Wagner, segundo um comunicado da instituição.

    O ECDC, tendo em conta a informação limitada sobre o surto, o longo período de incubação deste vírus e o potencial de transmissão entre as pessoas, recomenda a quem está no barco medidas de prevenção como a retirada dos passageiros sintomáticos, da tripulação e de quem tiver tido contacto com estes.

    A ECDC considera, com base na informação que existe até ao momento, o risco para a população europeia no geral “muito baixo” e considera que a transmissão generalizada “não é expectável”, devendo ser “limitada”.

  • Sobe para cinco o número de casos confirmados no cruzeiro

    A OMS já confirmou que subiram para cinco os casos confirmados de hantavírus no cruzeiro. Isto quer dizer que o número total de confirmados passa de três para cinco, e o número de casos suspeitos passa a ser de três. Há também três pessoas que já morreram.

    Como acrescenta a Sky News, a informação foi confirmada com análises laboratoriais e inclui dois passageiros que foram retirados do cruzeiro esta quarta-feira.

  • Risco representado pelo hantavírus é fraco e não é comparável com covid-19, diz OMS

    O risco representado pelo hantavírus identificado num navio de cruzeiro ao largo de Cabo Verde é fraco e não é comparável com a covid-19, declarou hoje à AFP o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Interrogado em Genebra pelos jornalistas da agência francesa sobre o nível de urgência deste foco de vírus a bordo do HV Hondius no Atlântico, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, estimou que a aparição do hantavírus não é semelhante ao da covid-19 na sua fase inicial.

    “Neste momento, o risco para o resto do mundo é fraco”, estimou o diretor da organização.

    “Atualmente, temos oito casos suspeitos. Três pacientes foram retirados há apenas umas horas”, disse ainda Tedros Adhanom Ghebreyesus, referindo-se a dois membros da tripulação que adoeceram e a uma pessoa assintomática identificada como caso de contacto do vírus.

  • Voo com contagiados vai parar nas Canárias para abastecer, após nega de Marrocos. Passageiros não podem sair

    O avião em que viajam três pessoas contagiadas com hantavírus, rumo aos Países Baixos, foi rejeitado por Marrocos e quer agora fazer uma paragem técnica nas Canárias, apenas para reabastecer o combustível. Mas segundo o jornal espanhol ABC, o presidente das ilhas Canárias, Fernando Clavijo, está a exigir que os passageiros não saiam em nenhum momento do avião.

  • DGS diz que risco em Portugal é "muito baixo" e não há medidas preventivas

    A Direção Geral da Saúde partilhou na rede social X um explicador em que lembra quais são os sintomas do hantavírus e garante que o risco em Portugal é “muito baixo”. Por isso, não há “medidas preventivas a implementar a nível nacional”.

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