Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Hamas envia carta de agradecimento aos houthis do Iémen pelo apoio a Gaza
- Kaja Kallas diz que plano de construção de casas entre a Cisjordânia e Jerusalém "viola o direito internacional"
- Ataques israelitas em Gaza fizeram 35 mortos esta quinta-feira
- Netanyahu elenca os "cinco princípios para acabar com a guerra" em Gaza que irão garantir "segurança e vitória" de Israel
- ONU critica plano de Israel de construir colonato entre Jerusalém e Cisjordânia
- Antigos reféns pedem a Trump para acabar com conflito em Gaza e avisam que planos de Israel colocam em risco os atuais reféns
- Vitória militar de Israel depende da boa cooperação com a liderança política, diz chefe das IDF
- Hamas prepara "dia de raiva" com objetivo de apoiar Gaza e rejeitar os planos de Israel para a região
- Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita diz que apoiar Estado da Palestina é "suicídio" para Israel
- Qatar, Irão e Jordânia condenam planos de Israel de construir colonato que separa Cisjordânia de Jerusalém
- Israel acusa ONG de não cumprirem requisitos de segurança para entregar ajuda em Gaza
- Ministro das finanças israelita diz que Netanyahu e Trump aprovam plano de construção de 3 mil casas na Cisjordânia
- Vice-ministra dos Negócios Estrangeiros israelita fala em governo civil "não-israelita" para Gaza pós-guerra
- 50 pessoas morreram em ataques israelitas em Gaza nas últimas 24 horas, dizem autoridades palestinianas
- Hezbollah agradeceu o apoio de Teerão aos grupos que combatem Israel
- Houthis assumem responsabilidade por míssil contra Israel
- Netanyahu diz que poderia bombardear Gaza "como os Aliados bombardearam Dresden" na Segunda Guerra Mundial
- Exército israelita afirma ter interceptado míssil lançado do Iémen
- Mais de 100 ONG's internacionais denunciam impedimento de entrar em Gaza
- Investigação das IDF diz que fome em Gaza é propaganda do Hamas
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, delineou cinco princípios fundamentais para acabar com a guerra na Faixa de Gaza, que incluem desarmar o Hamas, devolver reféns, desmilitarizar Gaza, manter o controlo de segurança israelita no enclave e estabelecer uma administração civil alternativa. Netanyahu acredita que estes princípios são cruciais para garantir a segurança e vitória de Israel no conflito em curso.
- O plano de Israel para construir colonatos na Cisjordânia, entre Jerusalém e a Cisjordânia, gerou críticas internacionais, sendo condenado por figuras como a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, e o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, que consideram que esta política viola o direito internacional e prejudica a viabilidade da solução de dois Estados.
- A ONU, Qatar, Irão e Jordânia também manifestaram forte oposição aos planos de construção israelitas, argumentando que a expansão dos colonatos ameaça a paz e a criação de um Estado palestiniano independente, denotando uma preocupação comum sobre a sustentabilidade de um acordo de paz duradouro entre Israel e a Palestina.
- Em meio à intensificação dos confrontos, as forças militares israelitas enfrentam críticas por alegações de propagação de fome em Gaza, enquanto Israel acusa organizações não-governamentais (ONG) de não cumprirem requisitos de segurança essenciais para a entrega de ajuda, denunciando a possibilidade de envolvimento do Hamas na recepção desta assistência humanitária.
[Um homem desobedece às ordens dos terroristas e da polícia e entra sozinho na embaixada. Momentos depois, ouve-se uma enorme explosão. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto a embaixada turca em Lisboa e uma execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o quarto episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]
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Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar a cobertura do Observador sobre o conflito no Médio Oriente neste outro artigo em direto. Obrigado!
Netanyahu rejeita acusações de genocídio e diz que poderia ter “arrasado Gaza numa tarde”
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Hamas envia carta de agradecimento aos houthis do Iémen pelo apoio a Gaza
O Hamas enviou uma carta de agradecimento aos houthis do Iémen pelas “posições firmes” de apoio a Gaza, segundo um comunicado do grupo, citado pela Al Jazeera.
A carta foi entregue ao ministro dos Negócios Estrangeiros houthi, e expressa o orgulho do Hamas pela liderança e pelo apoio do Iémen à Faixa de Gaza.
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Kaja Kallas diz que plano de construção de casas entre a Cisjordânia e Jerusalém "viola o direito internacional"
A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, condenou, esta quinta-feira, o plano de Israel de construir colonatos entre a Cisjordânia e Jerusalém.
Na rede social X, Kallas afirmou que “a decisão de Israel de continuar a expandir os colonatos na Cisjordânia é uma violação do direito internacional e prejudicará a viabilidade da solução de dois Estados”.
Israel’s decision to further advance settlements in the West Bank is a breach of international law and will damage the viability of the two-state solution.
My statement here: https://t.co/ggWjIMnHEH
— Kaja Kallas (@kajakallas) August 14, 2025
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Ataques israelitas em Gaza fizeram 35 mortos esta quinta-feira
Desde o amanhecer, morreram na Faixa de Gaza 35 palestinianos, vítimas de ataques israelitas, avança a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde do enclave.
O número de mortos inclui 13 pessoas que procuravam ajuda humanitária perto de centros de ajuda.
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Netanyahu elenca os "cinco princípios para acabar com a guerra" em Gaza que irão garantir "segurança e vitória" de Israel
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reiterou, esta quinta-feira, os “cinco princípios para acabar com a guerra” na Faixa de Gaza.
Através de um comunicado, o líder israelita quer:
- Desarmar o Hamas;
- Que todos os reféns, vivos e mortos, sejam devolvidos;
- Desmilitarizar a Faixa de Gaza;
- Um controlo de segurança israelita no enclave;
- Uma administração civil alternativa que não seja nem o Hamas nem a Autoridade Palestiniana.
Para Netanyahu, estes cinco princípios irão garantir a segurança de Israel e são o significado da palavra “vitória”, segundo a Al Jazeera.
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ONU critica plano de Israel de construir colonato entre Jerusalém e Cisjordânia
As Nações Unidas apelaram, esta sexta-feira, a Israel para que reverta a decisão de dar início ao plano de colonização que dividiria a Cisjordânia de Jerusalém Oriental, relata o Times of Israel.
“Isto poria fim às perspetivas de uma solução de dois Estados”, afirmou o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric, acrescentando que “as colonizações violam o direito internacional e reforçam ainda mais a ocupação”.
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Antigos reféns pedem a Trump para acabar com conflito em Gaza e avisam que planos de Israel colocam em risco os atuais reféns
Num vídeo dirigido ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seis antigos reféns e a viúva de um refém assassinado pelo Hamas afirmam que o novo plano de Israel para Gaza coloca em risco os reféns que ainda estão nas mãos do grupo palestiniano, exortando o líder da Casa Branca a pôr fim ao conflito na Faixa de Gaza.
“Presidente Trump, o senhor tem o poder de fazer história, de ser o ‘Presidente da Paz’ que pôs fim à guerra, acabou com o sofrimento e trouxe todos os reféns de volta para casa”, pode ler-se na publicação da rede social X.
”President Trump, you have the power to make history, to be the 'President of Peace' who ended the war, ended the suffering, and brought every hostage home.”
Hamas captivity survivors, together with the wife of a hostage who was murdered in captivity, have released a powerful… pic.twitter.com/SaJ89A4ygV
— Bring Them Home Now (@bringhomenow) August 14, 2025
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Vitória militar de Israel depende da boa cooperação com a liderança política, diz chefe das IDF
O comandante das forças armadas israelitas, Eyal Zamir, afirmou esta quinta-feira que a “vitória no campo de batalha” não requer apenas força militar, mas também cooperação entre o exército e a liderança política.
“Em qualquer momento, mas especialmente em tempo de guerra, a conexão entre o escalão político e o escalão militar é um eixo central para a segurança nacional”, disse Zamir, citado pelo Times of Israel.
De acordo com o chefe das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla inglesa), “a confiança mútua e a cooperação total são a chave para o sucesso. A vitória no campo de batalha não depende apenas da força militar, mas também da coesão entre os escalões. Só assim garantiremos a vitória e também a resiliência do Estado”.
Zamir acrescentou, ainda, que a ofensiva das IDF em Gaza “levará ao colapso das capacidades militares e governativas do Hamas” e que “a campanha terminará quando pudermos garantir a nossa segurança e o nosso futuro”.
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Hamas prepara "dia de raiva" com objetivo de apoiar Gaza e rejeitar os planos de Israel para a região
O Hamas declarou o dia 15 de agosto, sexta-feira, como um “dia de raiva” nacional em apoio à Faixa de Gaza e em oposição à expansão ilegal dos colonatos israelitas e aos planos de anexação da Cisjordânia ocupada.
Num comunicado, citado pela Al Jazeera, o grupo exortou a participação em massa das pessoas das cidades, aldeias e campos de refugiados da Cisjordânia, apelando à intensificação dos protestos e a “todas as formas de resistência” em resposta à guerra, ao bloqueio e à fome em Gaza, assim como ao recente plano de construir colonatos israelitas ilegais.
Na nota, o Hamas apelou, ainda, à comunidade internacional para que se unisse e apoiasse os residentes em áreas ameaçadas pela colonização planeada, afirmando que os planos de anexação serão derrotados pela “vontade do povo e pela resistência contínua”.
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Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita diz que apoiar Estado da Palestina é "suicídio" para Israel
O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita disse ao canal norte-americano Newsmax esta quinta-feira que permitir a criação do Estado da Palestina é um “suicídio” para Israel. De acordo com Gideon Sa’ar, dar aos palestinianos “controlo das fronteiras, céu, uma habilidade de conectarem-se com outros países e região… Será suicídio do ponto de vista de Israel”.
O ministro diz ainda que o país já tentou a solução antes “em duas experiências políticas enormes: os acordos de Oslo e o desligamento de Gaza. Acabou por ser suicida”.
Sa’ar reforça também que os países que apoiam a criação de um Estado da Palestina o fazem por não serem diretamente afetados pela decisão. “Nós teremos que viver com as consequências. E quando falam que querem criar um Estado, mas sem o Hamas, quem o vai garantir?”
A Palestinian state?
We already tried it in Gaza. It failed.
That would be suicidal for Israel!From my interview with @CarlHigbie on @NEWSMAX >> https://t.co/JdOm29892U pic.twitter.com/SX4FSeHwVI
— Gideon Sa'ar | גדעון סער (@gidonsaar) August 14, 2025
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Qatar, Irão e Jordânia condenam planos de Israel de construir colonato que separa Cisjordânia de Jerusalém
Diante das declarações recentes do ministro das Finanças israelita, Bealel Smotrich, sobre retomar o projeto de construir 3 mil casas entre a região leste de Jerusalém e a Cisjordânia, o Qatar, o Irão e a Jordânia já se manifestaram a condenar os planos.
Numa partilha no X, o ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar escreveu que o país “rejeita inequivocadamente as políticas de ocupação israelitas que têm como objetivo expandir colonatos e forçar o deslocamento do povo palestiniano, medidas que têm a intenção de prevenir o estabelecimento do Estado da Palestina”. O Qatar diz ainda que o projeto é “uma violação da legitimidade internacional, particularmente da resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU”.
O Irão também se manifestou a condenar as declarações de Benjamin Netanyahu, que disse no início da semana ter um “forte apego” à visão de um “Israel maior”. O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano descreveu os comentários como uma “provocação e clara violação da soberania dos estados, uma violação da lei internacional e da carta das Nações Unidas”, diz o comunicado, citado pelo The Guardian.
O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros da Jordânia disse que o plano de Israel é outra “medida israelita ilegal” que “viola a lei internacional”.
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Israel acusa ONG de não cumprirem requisitos de segurança para entregar ajuda em Gaza
O Exército israelita acusou hoje as mais de cem organizações não-governamentais (ONG) que se queixam de não conseguirem levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza de não cumprirem “requisitos básicos de segurança”.
Entre os requisitos, o organismo militar responsável por supervisionar a entrega de ajuda no território cercado, o COGAT, diz que está a exigência de fornecer informações sobre os seus trabalhadores palestinianos, para, segundo Israel, evitar que o grupo islamita Hamas, que controla o enclave, beneficie da distribuição.
“O alegado atraso na entrada de ajuda, segundo as organizações signatárias, só acontece quando estas decidem não cumprir os requisitos básicos de segurança, concebidos para evitar o envolvimento do Hamas”, afirmou o COGAT nas redes sociais.
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Ministro das finanças israelita diz que Netanyahu e Trump aprovam plano de construção de 3 mil casas na Cisjordânia
O ministro das Finanças israelita, Bezalel Smotrich, disse que Benjamin Netanyahu e Donald Trump concordam em reativar o plano de construção de 3 mil casas no colonato E1, entre Jerusalém e Ma’ale, na Cisjordânia, avança a Reuters.
“[Netanyahu] apoia-me em tudo o que envolve a Judeia e Samaria, e está a permitir que eu crie uma revolução”, disse, citado pela Al Jazeera. Smotrich disse também que Trump e Mike Huckabee, o embaixador norte-americano em Israel, acreditam que “o Estado da Palestina vai colocar em risco a existência de Israel” e que West Bank é “uma parte inseparável da nossa terra”.
“Quem quer que seja que esteja a querer econhecer o Estado da Palestina hoje vai receber a resposta no solo. Não com documentos nem com decisões ou comunicados, mas com factos. Factos de casas, factos de bairros”, disse Smotrich, que afirmou que o plano arranca já esta quinta-feira, sem especificar quando as casas começam efetivamente a serem construídas.
A construção do colonato que dividiria West Bank e a separaria da região leste de Jerusalém tem sido adiada há anos. O projeto foi interrompido em 2012 e depois novamente em 2020 por objeções dos EUA e de aliados europeus que o consideravam uma ameaça a um acordo de paz com os palestinianos. Smotrich considera que o plano “enterra a ideia de um Estado palestiniano”.
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Vice-ministra dos Negócios Estrangeiros israelita fala em governo civil "não-israelita" para Gaza pós-guerra
A vice-ministra dos Negócios Estrangeiros de Israel, Sharren Haskel, partilhou alguns detalhes dos planos do país para Gaza após a guerra. De acordo com as declarações citadas pelo The Guardian, um dos cinco princípios para terminar a guerra é estabelecer uma administração civil pacífica não-israelita em Gaza.
Os outros incluem a libertação dos reféns ainda mantidos em Gaza, o desarmamento do Hamas e a desmilitarização de Gaza, com Israel a manter o controlo de pontos de segurança prioritários.
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50 pessoas morreram em ataques israelitas em Gaza nas últimas 24 horas, dizem autoridades palestinianas
De acordo com o Ministério da Saúde palestiniano, 50 pessoas morreram em decorrência de ataques israelitas em Gaza, enquanto 831 ficaram feridas, cita o Haaretz.
As autoridades palestinianas relatam ainda que 22 pessoas morreram enquanto esperavam para receber ajuda humanitária. 61.776 pessoas terão sido mortas desde o início da guerra, enquanto 154.906 ficaram feridas.
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Hezbollah agradeceu o apoio de Teerão aos grupos que combatem Israel
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, agradeceu hoje a Teerão o apoio à “soberania” do Líbano face à interferência de Israel e destacou o apoio do Irão ao grupo xiita libanês.
Segundo o Hezbollah, Naim Qassem reuniu-se com o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional (SNSC) do Irão, Ali Larijani, apesar dos avisos internacionais contra a influência iraniana no processo de desarmamento do movimento libanês.
Qassem, através de um comunicado, disse que expressou “gratidão” a Larijani pelo apoio “contínuo” do Irão aos grupos libaneses “contra o inimigo israelita”, bem como pelo apoio da República Islâmica à unidade, soberania e independência do Líbano.
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Houthis assumem responsabilidade por míssil contra Israel
O grupo armado Houthi assumiu a responsabilidade pelo míssil disparado contra Israel mais cedo, divulgou a Al Jazeera. No comunicado, os rebeldes que controlam áreas do Yemen afirmam que o alvo era o aeroporto Ben Gurion, em Telavive, e alegam que a missão foi “bem sucedida” ao levar israelitas a abrigos e interromper as atividades no local. Os Houthis dizem ainda que dispararam o míssil em resposta às ações de Israel em Gaza.
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Netanyahu diz que poderia bombardear Gaza "como os Aliados bombardearam Dresden" na Segunda Guerra Mundial
Numa entrevista ao canal de TV norte-americano Newsmax, Benjamin Netanyahu disse que poderia bombardear Gaza “como os Aliados bombardearam Dresden” na Segunda Guerra Mundial.
O líder israelita foi questionado sobre porque é que o exército israelita não “vai apagar o Hamas e a Faixa de Gaza” do mapa, ao que respondeu: “Podemos bombardeá-los como os Aliados [na Segunda Guerra Mundial] bombardearam Dresden, poderíamos matá-los à fome se seguíssemos as difamações, estas mentiras falsas que são proferidas contra Israel, e ninguém estaria vivo”, em citações publicadas pela Al Jazeera.
“Mas não estão, porque na verdade seguimos uma regra simples: tentamos deslocar a população, separar a população e perseguir apenas os terroristas”, disse ainda Netanyahu.
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Movimento Ocupy for Gaza envia 2.000 euros por mês para ajudar famílias em Gaza
O movimento Ocupy for Gaza envia cerca de 2.000 euros por mês para ajudar 20 famílias palestinianas com fundos que recolhem durante as ações, como a vigília desta quinta-feira, em Lisboa, disse a organização.
“Nós divulgamos as suas vidas, a sua luta pela sobrevivência e não teriam outra forma de sobreviver e de se alimentar se não fosse com os fundos que conseguimos recolher nas vigilias”, disse à Lusa Patrícia Batista, do movimento Ocupy for Gaza, durante uma vigília em homenagem ao jornalista da estação do QatarAlJazeeraAnasal-Sharif, morto no domingo num bombardeamento israelita em Gaza.
Cerca de meia centena de pessoas marcaram presença na vigília, que decorreu no Largo do Carmo, em Lisboa.