Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a intervenção militar americana no Irão está a decorrer “fenomenalmente” bem, classificando a sua eficácia numa escala de “12 a 15” em 10. Trump considera que o Irão já perdeu tudo o que tinha, incluindo a sua marinha.
    • A operação militar no Irão, liderada pelos Estados Unidos e Israel, tem obtido progressos significativos, com centenas de alvos atingidos e instituições estratégicas iranianas destruídas. Estas ações visam enfraquecer a capacidade bélica e a liderança política do Irão.
    • Israel e os Estados Unidos coordenaram uma série de bombardeamentos, alegando ter destruído numerosas posições estratégicas e infraestruturas militares no Irão. Entretanto, esta ação conjunta provocou um grande impacto regional com a deslocação de civis no Líbano e potencialmente aumentando tensões com outros países do Golfo.
    • A Rússia está a prestar auxílio ao Irão, fornecendo informações sensíveis sobre a localização de meios militares norte-americanos no Médio Oriente. O apoio russo pode indicar uma colaboração estreita entre os dois países, complicando o cenário geopolítico da região.

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  • Bom dia, caro leitor!

    Este artigo em direto fica por aqui. No entanto, se quiser continuar a acompanhar todas as novidades internacionais (com especial foco na guerra no Médio Oriente, que entra hoje na sua segunda semana) pode seguir novo liveblog agora aberto.

    Israel bombardeira Teerão e atinge aeroporto. Presidente do Irão pede desculpa aos vizinhos do Golfo

  • Nova vaga de ataques israelitas atinge aeroporto de Teerão

    Pouco tempo depois de terem anunciado uma nova vaga de ataques “de larga escala” contra Teerão, veem-se, a esta hora, chamas a surgir do aeroporto internacional de Mehrabad na capital iraniana, escreve a CNN Internacional.

  • Irão. PCP diz que direita é cúmplice da guerra e “escusa de chorar lágrimas de crocodilo”

    O secretário-geral do PCP disse hoje que a direita é cúmplice da guerra no Irão e “escusa de chorar lágrimas de crocodilo” perante as consequências e exigiu preços regulados para impedir que o povo pague o conflito.

    No discurso de encerramento do comício do 105.º aniversário do PCP, em Lisboa, Paulo Raimundo apelou à “luta em defesa da paz” perante o que disse ser um ato de guerra no Irão da responsabilidade dos Estados Unidos e de Israel e acusou todos os partidos da direita parlamentar portuguesa de cumplicidade com este conflito.

    “Estados Unidos e Israel são responsáveis pela agressão que fizeram e estão a fazer ao Irão, mas aqui PSD, CDS, Iniciativa Liberal e o Chega são cúmplices desta agressão são cúmplices desta guerra. Escusam de vir chorar lágrimas de crocodilo perante as consequências”, atirou.

    O líder comunista argumentou que foi assumido pelo Estado português um “posicionamento de submissão” em relação a este conflito “que envergonha o país e confronta a Constituição” e definiu que há “duas linhas fundamentais” de luta “que se impõem” neste momento: a recusa da submissão à administração norte-americana e a regulação dos preços.

  • Irão. Secretário-geral do PS quer “plano de mitigação dos efeitos” na economia

    O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu hoje que o Governo deve “preparar um plano de mitigação dos efeitos” da guerra no Irão nos combustíveis, bens alimentares e nos custos dos empréstimos à habitação.

    “O Governo deve preparar um plano de mitigação dos efeitos desta guerra no Médio Oriente, que não apenas tenha efeito nos combustíveis, mas também possa ter efeitos na redução dos custos dos bens alimentares e dos custos com os empréstimos à habitação”, afirmou aos jornalistas.

    José Luís Carneiro falava à entrada de uma reunião com militantes para a apresentação da recandidatura a secretário-geral do PS, na Lagoa, na ilha de São Miguel, nos Açores.

    O líder socialista alertou que as “circunstâncias económicas vão-se agravar nos próximos tempos” devido à situação internacional e considerou a redução do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) uma “medida escassa nos seus efeitos”.

  • Secretário da Defesa dos EUA "não está preocupado" com participação da Rússia no conflito

    Questionado sobre o facto de a Rússia poder estar a ajudar o Irão com informações sobre alvos norte-americano nos Médio Oriente, o Secretário da Defesa dos EUA garante que estão a “acompanhar tudo” e que tudo está a ser incorporado nos planos de batalha.

    “O povo norte-americano pode estar descansado que o seu Comandante sabe bem quem é que anda a falar com quem”, afirmou Pete Hegseth em entrevista aos 60 minutos da CBS. “E qualquer coisa que não devia estar a acontecer, quer seja em público ou em privado, está a ser confrontado e confrontado seriamente”.

    O Secretário de Defesa rejeita, também, a possibilidade de a ajuda da Rússia estar a colocar os EUA em risco no conflito, referindo que são os norte-americanos a “colocar os outros em risco” e que, por isso, “não estão preocupados”.

  • Donald Trump poderá estar interessado em colocar tropas no terreno, avança NBC News

    Donald Trump poderá estar interessado em colocar tropas no terreno no decorrer do conflito com o Irão, avança a NBC News, citando um antigo militar norte-americano e uma fonte próxima do Presidente.

    A ideia terá sido levantada e discutida estes últimos dias com conselheiros e republicanos fora da Casa Branca, com o objetivo de criar no Irão um regime semelhante ao da Venezuela, onde a liderança colabora com Washington na exploração e extração de petróleo.

    De acordo com a publicação norte-americana, a intenção de Donald Trump não seria colocar um grande número de militares no terreno, mas sim destacar um pequeno contingente que seria utilizado para “cumprir objetivos específicos”. Relembram que ainda não foi tomada qualquer decisão neste sentido.

    “A história é baseada em suposições de fontes anónimas que não pertencem à equipa de segurança interna do Presidente e que não estão dentro das discussões”, defendeu a porta-voz da Casa Branca, em resposta às questões da NBC News. No entanto, não rejeita a informação avançada, dizendo apenas que Trump “deixa todas as opções em aberto”.

  • Numa escala de 1 a 10, Trump dá "12 a 15" à intervenção militar dos EUA contra o Irão

    Donald Trump, questionado sobre a sua avaliação da prestação das forças militares norte-americanas no Médio Oriente, numa escala de 1 a 10, acredita que está entre “12 a 15”.

    Para o Presidente dos Estados Unidos da América, a intervenção do exército no Irão está a correr “fenomenalmente”. “Tínhamos uma escolha… e fizemos algo sobre isso”, referiu Trump, citado pela Associated Press.

  • Israel diz ter começado uma onda de ataques de "larga escala" contra Teerão

    O exército israelita diz ter lançado uma nova onda de ataques de “larga escala” contra Teerão, noticia a Associated Press, referindo que os sistemas de defesa anti-aérea de Israel têm estado ativos a intercetar novas respostas iranianas durante esta noite.

  • EUA dizem já ter abatido mais de 3.000 alvos militares na primeira semana de conflito com o Irão

    O Comando Central Militar dos Estados Unidos da América (CENTCOM), num balanço da primeira semana do conflito com o Irão, confirmaram já ter abatido mais de 3.000 alvos militares. Na publicação feita na rede social X, notam também ter afundado ou danificado 43 embarcações iranianas.

  • EUA vão utilizar sistema anti-drones que estava a ser testado na guerra na Ucrânia para abater drones iranianos

    Os Estados Unidos da América vão mobilizar várias unidades de sistemas anti-drones que estavam a ser testadas na guerra na Ucrânia para o Médio Oriente, com o mesmo objetivo de abater drones iranianos, avança a Associated Press, citando altos funcionários norte-americanos.

    O sistema já tem sido utilizado para abater os drones produzidos no Irão e lançados pela Rússia contra a Ucrânia e, de acordo com os militares norte-americanos citados, poderá ser uma melhor opção do que os sistemas anti-mísseis atualmente em serviço no Médio Oriente, referindo que a defesa dos EUA contra os drones iranianos tem sido “despontante” até ao momento.

  • Drone abatido no aeroporto militar de Bagdad, depois de ataque a centro de apoio logístico da embaixada dos EUA

    Um drone foi abatido e caiu no complexo do aeroporto militar de Bagdade, esta sexta-feira, provocando um incêndio num armazém, avança a Al Jazeera. O ataque não terá causado qualquer ferido.

    Esta ofensiva, como recorda o canal sediado no Qatar, surge poucas horas após as autoridades iraquianas terem denunciado um ataque ao centro de apoio logístico da Embaixada dos EUA ao lado do aeroporto da capital. Já terá sido também aberta uma investigação sobre este ataque, depois de ter sido descoberto o veículo de onde foram lançados os rockets contra o centro logístico.

  • EUA-Irão. Qual é a estratégia militar dos dois lados?

    Primeiro, um ataque israelo-americano contra o Irão e Teerão responde contra os países do Golfo. Um lado foca-se agora no ataque à Marinha iraniana, o outro procura alargar o conflito.

    EUA-Irão. Qual é a estratégia militar dos dois lados?

  • EUA admitem "suspender sanções ao petróleo russo" para contrariar efeitos da ação militar no Irão

    O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos da América admitiu, esta sexta-feira, a possibilidade de “suspender sanções ao petróleo russo” para aumentar a oferta mundial e contrariar os efeitos da ação militar lançada no Irão no último sábado.

    “Há centenas de milhões de barris de petróleo sancionados na água”, disse Scott Bessent à FOX Business, citado pela Associated Press. “Ao retirar as sanções, em teoria, o Tesouro pode criar oferta”, acrescentou.

  • Azerbaijão diz ter impedido ataque iraniano contra oleoduto, embaixada de Israel em Baku e sinagoga

    Os serviços de segurança do Azerbaijão anunciaram esta sexta-feira ter conseguido impedir um ataque iraniano ao oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan, que transporta o petróleo do país para os mercados globais, bem como ataques à Embaixada de Israel em Baku, a uma sinagoga na capital e contra o líder da comunidade judaica azeri. O anúncio foi feito na televisão estatal, mas citado pela Associated Press.

    A agência disse que os suspeitos iranianos conseguiram trazer explosivos pela fronteira entre os dois países e escondê-los dentro de armazéns. Quatro cidadãos do Azerbaijão foram detidos por terem participado nos planos e condenados a uma sentença de seis anos. Outras três pessoas foram detidas.

  • Sondagem revela que maioria dos norte-americanos está contra a guerra no Irão

    Mais de metade dos cidadãos dos EUA (56%) está contra a guerra no Irão, é o que revela uma nova sondagem da NPR e da PBS News sobre a visão dos norte-americanos sobre o atual conflito no Médio Oriente ao fim de praticamente uma semana desde o primeiro ataque.

    Apenas 36% dos norte-americanos está de acordo com as opções militares adotadas por Donald Trump ao longo da última semana, enquanto 55% acredita que o Irão representa apenas uma “ameaça menor” para os EUA — outros dizem que não veem Teerão como uma ameaça de todo.

  • Ofensiva israelo-americana matou 1.332 civis, relata embaixador iraniano na ONU

    O embaixador iraniano nas Nações Unidas, Amir Saeid Iravani, afirmou hoje, no Conselho de Segurança, que os ataques dos EUA e de Israel contra o Irão mataram 1.332 civis e feriu milhares de pessoas, apelando às Nações Unidas que entrem em ação.

    “O fracasso em agir terá consequências catastróficas. Hoje é o Irão, amanhã pode ser qualquer Estado-membro”, declarou. Saeid Iravani condenou ainda as declarações de Donald Trump sobre ir estar envolvido na escolha do próximo líder do Irão. “O Irão é um Estado soberano e independente. Não aceita e nunca vai aceitar a interferência de uma potência estrangeira”, garantiu.

  • Vladimir Putin apelou ao fim do conflito no Médio Oriente em telefonema com Presidente do Irão

    O Presidente da Rússia e do Irão falaram hoje ao telefone pela primeira vez desde que a guerra começou. Masoud Pezeshkian “expressou gratidão pela solidariedade da Rússia com o povo iraniano que está a defender a soberania e a independência da sua pátria”, segundo um comunicado do Kremlin citado pela Tass.

    Putin foi informado detalhadamente sobre os desenvolvimentos da guerra e expressou a necessidade de pôr fim à guerra, mostrando disponibilidade para manter os canais de comunicação com o Irão e com os países árabes e do Golfo abertos.

  • Qatar reabre tráfego aéreo para voos de evacuação e de carga

    A Autoridade de Aviação Civil do Qatar anunciou a reabertura do tráfego aéreo com condicionamentos, de forma a permitir uma série de “serviços aéreos essenciais”. “Esta fase inclui a operação de um número limitados de voos de evacuação, em adição à operação de voos de carga, à luz das circunstâncias atuais na região”, detalharam as autoridades qatari.

  • Irão nega que estreito de Ormuz esteja fechado

    Um porta-voz do Exército iraniano, Abolfazl Shekarchi, afirmou hoje na televisão estatal que o estreito de Ormuz não está bloqueado, argumentando que o trânsito só está interdito a navios com ligações a Israel ou aos EUA.

    O trânsito no estreito de Ormuz está bloqueado desde segunda-feira, quando um oficial da Guarda Revolucionária declarou que as forças iranianas iriam pegar fogo a qualquer navio que tentasse passar no estreito.

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