Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, domingo.

    Pedro Nuno Santos sobre possível candidatura de Gouveia e Melo: “Espero bem que não beneficie” da crise

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Ana Gomes sobre ser processada pela Solverde: "Terei todo o gosto em esmiuçar tudo aquilo que disse"

    “Terei todo o gosto em esmiuçar tudo aquilo que disse”, disse Ana Gomes sobre o facto de o grupo Solverde ter feito queixa contra a antiga eurodeputada. A também comentadora política fez uma participação à Procuradoria Europeia e à PGR relacionada com a avença do grupo Solverde à empresa da família do primeiro-ministro, Spinumviva, e com uma alegada falta de regulamentação nos casinos.

    Esta semana, a Solverde apresentou uma “participação criminal” contra a antiga eurodeputada por considerar que fez declarações atentatórias do bom-nome e reputação da empresa.

    Este domingo, no espaço de comentário da SIC Notícias, Ana Gomes esclareceu o que fez. “Não é uma queixa, nem é uma denúncia porque eu não tenho nenhuma informação privilegiada. É uma participação”, começou por dizer.

    “Limitei-me a juntar as peças do puzzle com base na informação que era pública [porque] tenho particular preocupação com este setor dos casinos que é um setor muito vulnerável.” Para Ana Gomes, “as autoridades não podem ignorar” uma série de “aspetos muito preocupantes”.

    “Recebe dinheiro à conta do jogo que é uma concessão do estado. Uma família que se veio a saber através dos Pandora Papers, isso foi público, que tem uma offshore nas ilhas Britânicas e nunca deram explicações por isso. Que isto não tenha soado alarmes nas entidades de supervisão que são supostas de avaliar a idoneidade dos donos dos casinos é muito preocupante… Ainda por cima quando estas empresas depois recebem fundos europeus, PRR… Só em dezembro passado, uma empresa do grupo Solverde, a Cotesi, recebeu 1 milhão e 300 mil euros de fundos europeus. Portanto, há aqui aspetos muito preocupantes que obviamente têm de ser chamados”, rematou.

    “Que a família [Viola] tem uma offshore e nunca deu explicações por ela. Não sei que consequências é que Autoridade Tributária e outras autoridades designadamente as de supervisão de jogos tiraram desse facto que é público. E que os controlos são frouxos. É uma questão que precisa de revisão e que as autoridades nacionais e europeias se interessem por isso.”

  • PR diz que atividade económica “anda por si” e fala em clima de tranquilidade

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje que a atividade económica portuguesa “anda por si” e que existe um clima de tranquilidade na economia, independentemente da crise política que resultou em eleições legislativas antecipadas.

    “Encontrei sempre um espírito muito sereno e otimista, quer dizer que a atividade económica anda por si independentemente daquilo que são os fenómenos naturais em democracia”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa à CNN Portugal, no segundo dia em que visitou a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), visita essa que não constava na agência oficial do chefe de Estado.

    O Presidente da República afirmou que, quando caiu o Governo de António Costa, houve “cinco meses durante os quais houve um debate mais intenso na sociedade portuguesa, e depois até mudanças” no panorama político, “e tudo se passou sem tocar nas classificações das agências de rating financeiras internacionais, tudo se passou sem perturbar a atividade económica que vinha forte do final de 2023, continuou forte em 2024, chegou forte ao último trimestre de 2024, e no primeiro trimestre de 2025 está forte”.

    “Como exportamos muito – estamos a exportar muito, […] além da exportação de bens, temos exportações de turismo, que estão ou estáveis ou em alguns períodos até a subir, aqui e ali – quer dizer que isso aguenta uma tranquilidade no país em termos económicos. Se somarmos a isso os fundos europeus, temos um somatório – e fundos europeus que ainda têm dois anos para durar, pelo menos, depois há os fundos do Portugal 2030 — que dá às pessoas e à economia essa tranquilidade, independentemente daquilo que é o debate que exista dentro da nossa democracia”, defendeu.

    Quando ao setor do turismo em concreto, disse que “a sensação” que tem “é francamente positiva” atualmente e também quanto aos próximos meses.

    “Saio daqui com a convicção de que se as nossas exportações continuarem a afirmar-se como se afirmaram ao longo dos últimos anos” o turismo, que “é uma forma de exportação importantíssima também, essa está muito bem”.

    O Presidente da República recusou comentar se novas eleições ao fim de um ano poderão resultar num aumento da abstenção, e indicou que “já disse o que tinha a dizer” na comunicação ao país, na quinta-feira.

  • Paulo Portas sobre a crise política: "Tudo isto é um disparate"

    Paulo Portas, ex-presidente do CDS e antigo vice-primeiro-ministro, lamenta que o país tenha sido atirado para uma crise política absolutamente indesejável.

    “Do ponto de vista do interesse nacional, tudo isto é um disparate. Deitámos fora aquele que era um dos nossos ativos: a estabilidade”, sublinhou Paulo Portas, no seu habitual espaço de comentário dominical, na TVI.

    O democrata-cristão não deixou, ainda assim, de distribuir responsabilidades por todos os envolvidos.

    “É difícil compreender como é que Luís Montenegro não teve a presciência de encerrar a empresa antes de se tornar primeiro-ministro. É difícil de compreender como é que Pedro Nuno Santos se deixa atirar para uma CPI que é irregular. E não se compreende como é que os dois partidos não tiveram um módico de diplomacia.”

    Portas referiu-se ainda ao cartaz criado por André Ventura — onde se vê Luís Montenegro e José Sócrates lado a lado — como “miserável” e um mau sinal do que aí vem.

    “Acho que Pedro Nuno Santos pode ter-se precipitado. As pessoas reconhecem que o Governo de Luís Montenegro foi, no essencial, um Governo bom. Não me parece que uma parte significativa do país ache que Pedro Nuno Santos seja melhor primeiro-ministro”

  • Mortágua: Spinumviva vai perseguir Montenegro "ao longo da campanha"

    A coordenadora do BE considera que o Presidente da República deve garantir que o Governo em gestão não ultrapassa os seus poderes e defendeu que o executivo não pode tomar decisões com “impacto estratégico” para o país.

    “Não me parece que haja uma influência entre o Governo de gestão e a execução do PRR ao longo destes meses. No entanto, o Presidente da República tem o dever de garantir que o Governo em gestão não ultrapassa os seus poderes”, afirmou Mariana Mortágua, em declarações aos jornalistas antes de intervir num encontro anual organizado pelos Jovens do Bloco, em Lisboa.

    A líder bloquista sustentou que o Governo, estando em gestão, “não pode tomar decisões que influenciem ou que tenham impacto estratégico no país”.

    Mariana Mortágua foi questionada sobre as declarações do Presidente da República, no sábado à noite, em que afirmou que a crise política não deverá prejudicar a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    “Já aconteceu com o Governo anterior, e a ideia foi poder atuar como se fosse um Governo de plenos poderes. Já aconteceu em 2024”, disse Marcelo Rebelo de Sousa em declarações à TVI durante uma visita à Bolsa de Turismo de Lisboa.

    A coordenadora do BE responsabilizou o primeiro-ministro por o país ir novamente a eleições e afirmou que “a não explicação do caso que leva às eleições persegue” Luís Montenegro e “vai persegui-lo ao longo da campanha”, referindo-se à empresa familiar Spinumviva.

  • Eleições Madeira. "Miguel Albuquerque não fala de política na campanha"

    A jornalista do Observador Mariana Lima Cunha está na Madeira e conta-nos que o PS e o JPP estão a apelar ao voto para e à mudança enquanto Miguel Albuquerque não fala de política na campanha de rua.

    Eleições Madeira. “Miguel Albuquerque não fala de política na campanha”

  • Ventura pede "oportunidade" para governar o país

    O presidente do Chega, André Ventura, pediu este domingo aos portugueses “uma oportunidade” para governar e prometeu, se ganhar as próximas legislativas, apresentar no primeiro dia de mandato “o maior pacote anticorrupção da história” do país.

    “Desconfiam do André Ventura, têm dúvidas, será que vai ser exigente demais, autoritário, mexer no país demasiado nas suas fundações. O que têm a perder? Pedimos uma oportunidade e depois nos julgarão como julgaram os outros durante 50 anos”, afirmou.

    André Ventura, que discursava na abertura do 19.º Conselho Nacional do Chega, realizado num hotel de Beja, realçou que o partido quer uma oportunidade para “fazer uma limpeza” no país, lamentando que nunca a pôde fazer.

    “Mas ainda não nos deram a oportunidade de tomar as decisões de transformação do país, na economia, na saúde, no combate à corrupção, na justiça e garantir que não vamos ter a bandalheira que temos tido no controle à imigração”, sublinhou.

  • Raimundo critica Governo por privatizar centros de saúde na “25.ª hora”

    O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, criticou este domingo o Governo por, “na sua 25.ª hora” ter decidido “privatizar 174 centros de saúde” pelo país e de estar “ao serviço daqueles que fazem da doença um negócio”.

    “O Governo não está a responder aos problemas da vida do país e da vida das pessoas. Não está, pelo contrário, está a fazer de cada problema uma oportunidade de negócio”, afirmou o líder comunista em Arraiolos, no distrito de Évora, em declarações aos jornalistas.

    À margem de um almoço regional do 104.º aniversário do PCP, sob o lema, “Projecto, Luta, Confiança”, que decorreu no pavilhão multiúsos desta vila alentejana, Paulo Raimundo apontou “baterias” à saúde para exemplificar estas críticas ao Governo demissionário.

    “O Governo, na sua 25.ª hora, aquilo que decidiu foi privatizar 174 centros de saúde. É 20% quase de todo o conjunto de centros de saúde do nosso país, para não falar já das parcerias público-privadas (PPP) para cinco hospitais”, argumentou.

    Para o líder comunista, trata-se de “uma operação clara”, que não está ao serviço da maioria das pessoas, dos utentes, de quem trabalha ou dos idosos.

    “É ao serviço daqueles que fazem, neste caso, da doença um negócio, desses que têm estado a crescer. Eles estão muito satisfeitos com este Governo e queriam que este Governo continuasse”, afirmou o secretário-geral do PCP.

  • Líder do PAN admite que clima de crispação aumente abstenção nas legislativas

    A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real admitiu hoje à Lusa, em Matosinhos, que o ambiente de crispação que marca a política nacional pode aumentar a abstenção nas eleições legislativas agendadas para 18 de maio.

    Inês Sousa Real falava à margem do “Musicão”, iniciativa solidária criada pela Associação ComRaça – Equipa de Resgate Animal, para a angariação de fundos que permita prosseguir com a sua atividade.

    Questionada se o seu partido poderia perder com o facto do ambiente de crispação poder dificultar o debate na campanha eleitoral, a líder do PAN concordou que o “episódio do qual o principal protagonista e responsável é o primeiro-ministro, Luís Montenegro, pode levar a que haja de facto uma maior abstenção do ato eleitoral”.

    Para Inês Sousa Real, existe o risco de que “as pessoas deixem de participar e de votar precisamente por sentirem algum descrédito e por haver uma degradação da confiança da população nos órgãos de soberania, seja no Governo, seja na Assembleia da República”.

    “Esperamos que no âmbito da campanha possa haver um debate sério em torno daquilo que são as preocupações das pessoas, o acesso à habitação, a insegurança que é sentida face ao contexto internacional, não só por causa da guerra, mas também com toda a postura que os Estados Unidos, sob a liderança de [Donald] Trump, têm tido face à Europa e as consequências económicas que isto pode ter para a vida das pessoas”, disse a líder partidária.

    Neste contexto, prosseguiu, “o país precisava de tudo, menos de ver-se a braços com um desafio político, com uma crise institucional que parte de facto de uma questão moral e mais do que até legal em torno do primeiro-ministro”, permitindo, dessa forma, “estar focado nos grandes desafios”.

    Frisando ser o PAN “a única força política” que leva para a Assembleia da República a crise climática, a proteção ambiental e a proteção dos animais, a dirigente partidária enfatizou que tudo o que defendem “faz parte, também, da vida das pessoas”.

    “Os partidos não são todos iguais, os políticos não são todos iguais e este vai ser um ato derradeiro para que as pessoas possam restabelecer a confiança no sistema político porque o voto de insatisfação não deve ser manifestado através da abstenção e, menos ainda, em forças populistas que de forma oportunista usam aquilo que são as emoções de insatisfação das pessoas face àquilo que é a sua qualidade de vida”, acrescentou.

  • Pedro Nuno Santos quer "aproveitar as eleições para falar dos problemas do país", mas sem esquecer "as razões que nos trouxeram a eleições"

    O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, diz que o seu partido pretende “aproveitar estas eleições para falar dos problemas do país”, embora sem esquecer “as razões que nos trouxeram a eleições”, concretamente “os casos do senhor primeiro-ministro”.

    Em declarações aos jornalistas em Celorico de Basto, durante uma visita à Festa das Camélias, Pedro Nuno Santos deixou duras críticas ao Governo que agora se encontra em gestão.

    “Temos um Governo sem credibilidade e esgotado”, assinalou. “Esgotou no dia em que esgotou o excedente orçamental que herdou dos governos do PS. Neste momento, deste Governo não resta nada. Não há nenhuma transformação em curso, não tem visão, não tem propósito.”

    Para Pedro Nuno Santos, este “é um Governo que governa para a minoria”.

    “Como todos os Governos do PSD, governa para a minoria da população. O que nós precisamos é de um Governo que tenha uma visão, que inspire os portugueses, que lhes dê esperança, um governo competente, que lhes dê segurança, e um Governo que queira governar para todos os portugueses e não apenas para alguns”, destacou Pedro Nuno Santos.

    Acusando o Governo de Montenegro de “incompetência”, sobretudo no que toca ao SNS, Pedro Nuno Santos sublinhou que “as medidas que [o Governo] adotou em matéria de habitação chegaram a alguns jovens, mas não chegaram à maioria dos jovens”.

    O líder socialista diz querer “aproveitar estas eleições” para falar do que preocupa os portugueses, mas sem esquecer a dimensão ética da política.

    “Uma campanha a falarmos dos problemas do país sem ignorar que a ética e a transparência é uma obrigação de todos os políticos”, afirmou. “Quando ouço alguns dirigentes do PSD a criticarem o PS porque fala da ética e da transparência, fico ainda mais preocupado, porque a preocupação com a ética e com a transparência é dos partidos democráticos, não é dos populistas.”

    Pedro Nuno Santos diz ainda que espera que o PSD viabilize um Governo socialista caso o PS vença com uma maioria relativa, por reciprocidade com o que aconteceu nas últimas legislativas. “O mínimo que pode ser garantido ao PS é aquilo que o PS garantiu ao PSD”, pediu.

    No entanto, acrescentou, o PS está exclusivamente “a trabalhar e a fazer campanha focados numa vitória”.

  • Marques Mendes: "As últimas semanas foram um desastre para a democracia. Se os partidos não percebem isto, não estão a perceber nada"

    O candidato presidencial Luís Marques Mendes afirmou este domingo que as últimas semanas, marcadas pela crise política, foram “um desastre para a democracia” e que existe neste momento um “divórcio enorme entre os partidos e os cidadãos”.

    Em declarações aos jornalistas à margem de uma ação de campanha em Braga, Marques Mendes diz-se preocupado com “a qualidade da democracia”.

    “Há muita gente que acha que isto não teve influência nenhuma. Acho que estas últimas semanas foram um desastre. Um desastre para a política, um desastre para os partidos, um desastre para o governo, um desastre para as oposições. Um desastre para a democracia”, disse.

    “Se os partidos não percebem isto, não estão a perceber nada do que está a acontecer”, acrescentou o candidato presidencial. “Por isso, se continuarem uma campanha eleitoral a tratar de casos em vez de causas, em ataques pessoais em vez de debate de ideias, então a situação só vai agravar-se. O apelo que eu faço é para mudem de vida. É preciso mudar de vida.”

    Marques Mendes foi questionado sobre se, com a crise de confiança nos partidos, pode ser prejudicado na sua campanha presidencial, em benefício de candidatos independentes dos partidos.

    “Todos aqueles que forem candidatos a Presidente da República são políticos”, afirmou. “Venham deste setor, venham daquele setor, tenham o apoio A, tenham o apoio B. A Presidência da República é o órgão mais político de todos. Não há mais político. O que significa que quem concorre à Presidência da República é um político.”

    Marques Mendes duvida que o distanciamento dos partidos seja “um benefício” para os candidatos que venham de fora da esfera partidária — uma referência ao almirante Gouveia e Melo, apontado como o favorito à vitória eleitoral, apesar de ainda não ter apresentado a sua candidatura.

    “Mário Soares foi um grande Presidente da República e teve apoios partidários, Cavaco Silva teve apoios partidários, Jorge Sampaio teve apoios partidários, Marcelo Rebelo de Sousa… Foram todos eleitos e todos com apoios partidários”, afirmou Marques Mendes.

    “Os partidos fazem parte da democracia. Não há democracia sem partidos. A questão que se coloca aqui é outra: não é ter apoios partidários, é saber se os partidos estão em boa forma ou em má forma. Se fizerem uma boa campanha pela positiva, melhoram a forma”, afirmou.

  • Joana Amaral Dias é a cabeça de lista do ADN às eleições legislativas

    Joana Amaral Dias garantiu que vai lutar “pela paz, pela justiça, pelas liberdades, pelas verdades, pelos trabalhadores, mães e avós de Portugal, contra esta casta política corrupta”.

    Joana Amaral Dias é a cabeça de lista do ADN às eleições legislativas

  • Marcelo garante que crise política não afeta PRR e que Governo deverá agir como se tivesse plenos poderes

    O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, diz que a crise política em Portugal, provocada pela demissão do Governo e pela necessidade de novas eleições legislativas a 18 de maio, não deverá prejudicar a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Em breves declarações à TVI durante uma visita à Bolsa de Turismo de Lisboa na noite de sábado, Marcelo disse que o objetivo é acontecer o mesmo que sucedeu “com o governo anterior”.

    “A ideia foi a seguinte: poder atuar como se fosse um Governo de plenos poderes”, disse Marcelo Rebelo de Sousa. “Já aconteceu em 2024”, lembrou, referindo-se ao período de transição entre a queda do Governo de António Costa e a tomada de posse do Governo de Luís Montenegro.

    Questionado sobre o impacto da crise política na economia nacional, Marcelo também procurou uma perspetiva mias otimistas, dizendo que “o turismo não sofre” e que “o investimento fixo também não”.

    “É investimento muito importante, preparado, já com tempo, e que se vai concretizar. São dois aspetos fundamentais para a nossa economia”, assinalou Marcelo.

    O Presidente da República anunciou esta semana a dissolução do Parlamento, depois de o Governo ter apresentado uma moção de confiança que foi chumbada pela Assembleia da República, e convocou eleições legislativas para o dia 18 de maio.

    Na génese da crise política está a polémica em torno da vida empresarial e possíveis conflitos de interesse de Luís Montenegro.

  • Bom dia.

    Abrimos este liveblog para acompanhar ao longo deste domingo os desenvolvimentos da política nacional, marcados pela crise política a nível nacional e pela campanha eleitoral na região autónoma da Madeira.

    O liveblog de sábado fica arquivado aqui.

    Miguel Pinto Luz: “Não antecipamos cenário de maiorias à direita. Todos os cenários que a AD tem em cima da mesa são de vitória”

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